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Desemprego aumenta entre negros dos EUA e diminui para brancos

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A diferença de desemprego entre americanos negros e brancos vinha diminuindo desde 2011, mas agora atinge maior taxa em uma década

Coronavírus nos EUA: o impacto foi enorme sobre o mercado de trabalho (Foto/AFP)

A taxa de desemprego entre negros dos Estados Unidos subiu para o maior nível em mais de uma década em maio diante do impacto da pandemia de coronavírus no mercado de trabalho dos Estados Unidos.

A taxa de 16,8% entre negros americanos superou a de brancos, que caiu para 12,4% no mês passado, segundo relatório publicado na sexta-feira pelo Departamento de Trabalho. A taxa mais alta foi entre trabalhadores latinos, 17,6% dos quais relataram estar desempregados.

A diferença entre o nível de desemprego entre americanos negros e brancos vinha diminuindo desde 2011, mas, mesmo na mínima em agosto passado, o desemprego entre negros estava dois pontos percentuais acima da taxa de 3,4% de americanos brancos. A diferença entre as duas taxas aumentou durante a última recessão.

Diferença em pontos percentuais do desemprego entre brancos e negros nos EUA

Diferença em pontos percentuais do desemprego entre brancos e negros nos EUA (Gráfico/Bloomberg)

A desigualdade racial está sob os holofotes nos EUA desde que George Floyd, que estava desarmado, foi morto por um policial branco em Minneapolis, o que desencadeou uma onda de protestos no país.Os significativos cortes de empregos durante a pandemia deixaram a proporção total de americanos com emprego pouco acima de 50%. Para americanos negros, esse número agora está abaixo de 50%.

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Economia

Remdesivir reduziu mortalidade de coronavírus em 62%, diz Gilead

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Com a novidade, as ações da Gilead subiram em 17% e impulsionaram o Ibovespa; teste clínico ainda será realizado para confirmar efeitos

Frasco de remdesivir: indicação para quem já foi infectado pelo coronavírus (Ulrich Perrey/Reuters)

 

A biofarmacêutica americana Gilead Sciences anunciou nesta sexta-feira (10) dados adicionais sobre o antiviral experimental remdesivir, primeiro tratamento promissor na luta contra o novo coronavírus.

Entre eles está o fato de que o remédio apresentou uma redução de 62% no risco de mortalidade em casos do vírus, dado que ainda precisa ser confirmado em estudos clínicos — uma vez que ele foi totalmente comparativo com dados do que é chamado de Real-World Cohort (grupo do mundo real, em tradução livre). Ou seja, que não estavam sendo controlados pelos pesquisadores.

A análise feita pela Gilead foi do ensaio SIMPLE-Grave, em Fase 3 de testes, que incluiu 312 pacientes tratados com a medicação e outros 818 com características parecidas, mas que receberam os tratamentos padrão contra a covid-19.

Em pacientes tratados com a droga, a a taxa de mortalidade ficou em 7,4% no 14º dia da infecção. Já o outro grupo teve uma taxa de mortalidade de 12,5%.

Os resultados da análise comparativa também mostraram que 74,4% dos pacientes tratados com remdesivir se recuperaram na segunda semana, versus 59% dos pacientes que recebem tratamento padrão.

A maioria dos pacientes estava na América do Norte, na Europa e na Ásia. A pesquisa também verificou os efeitos da medicação nos pacientes que são de grupos considerados marginalizados nos Estados Unidos, como hispânicos e negros.

A pesquisa criou uma escalda de 0 a 7 que mediu a progressão da recuperação desses pacientes. Se houvesse uma melhora de dois pontos, poderia ser considerado que o remdesivir gerou algum resultado positivo.  Entre esses grupos, as taxas de melhora clínica no dia 14 foram de 84% em pacientes afro-americanos, 76% em pacientes brancos hispânicos, 67% em pacientes asiáticos, 67% em pacientes brancos não-hispânicos e 63% por cento em pacientes que não se identificaram com nenhum desses grupos.

Com a novidade, as ações da Gilead subiram em 17% e impulsionaram o Ibovespa.

Empresa apresentará os resultados na Conferência Virtual COVID19 como parte da 23ª Conferência Internacional sobre Aids.

O que é o remdesivir?

O remdesivir é um produto antiviral que está sendo estudado em vários ensaios clínicos internacionais em andamento. Em reconhecimento à atual emergência de saúde pública e com base nos dados clínicos disponíveis, o status de aprovação do remdesivir varia de acordo com o país.

Nos países em que o remdesivir não foi aprovado pela autoridade regional de saúde, o remdesivir é um medicamento experimental e a segurança e eficácia do remdesivir não foram estabelecidas.

No Estados Unidos, o remdesivir recebeu uma autorização emergencial apenas para o tratamento de pacientes com suspeita ou infecção por covid-19 grave.

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OMS: hidroxicloroquina só deve ser usada sob estrita supervisão médica

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Medicamento contra malária não tem eficácia cientificamente comprovada para tratar a doença respiratória provocada pelo novo coronavírus

Cloroquina: OMS suspendeu no mês passado por falta de benefícios para os pacientes (Brasil2/Getty Images)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou nesta sexta-feira um aumento recorde diário em casos de coronavírus no mundo, com 228.102 novas infecções em 24 horas.

Os países com os maiores números de novos casos foram Estados Unidos, Brasil, Índia e África do Sul, de acordo com um relatório diário.

O recorde anterior da OMS para novos casos em 24 horas era de 212.326 infecções, em 4 de julho. As mortes permaneceram estáveis, em cerca de 5.000 por dia.

Os casos globais de coronavírus excederam 12 milhões na quarta-feira, de acordo com uma contagem da Reuters, superando outra marca na disseminação de uma doença que já matou mais de 555.000 pessoas em sete meses.

OMS também registrou nesta sexta-feira um aumento recorde diário em casos de coronavírus no mundo, com 228.102 novas infecções em 24 horas.

Os países com os maiores números de novos casos foram Estados Unidos, Brasil, Índia e África do Sul, de acordo com um relatório diário.

O recorde anterior da OMS para novos casos em 24 horas era de 212.326 infecções, em 4 de julho. As mortes permaneceram estáveis, em cerca de 5.000 por dia.

Os casos globais de coronavírus excederam 12 milhões na quarta-feira, de acordo com uma contagem da Reuters, superando outra marca na disseminação de uma doença que já matou mais de 555.000 pessoas em sete meses.

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Economia

Dólar recua após Gilead afirmar que remédio teve eficácia contra Covid-19

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Segundo farmacêutica, remdesivir reduz em até 62% chance de mortalidade por coronavírus

Dólar: moeda americana deve fechar semana em alta contra o real (Pixabay/Reprodução)

O dólar recua na tarde desta sexta-feira, 9, refletindo o otimismo dos investidores com o anúncio da Gilead de que seu medicamento remdesivir teve eficácia contra o coronavírus. Segundo a farmacêutica, o remédio reduziu a mortalidade da Covid-19 em 62%.

Às 16h10, o dólar comercial permanecia caía 0,4% e era vendido por 5,322 reais. O dólar turismo, com menor liquidez, recuava 0,5%, cotado a 5,61 reais.

“A eficácia do remédio reduz a chance de o sistema de saúde colapsar. O pessoal também perde o medo sair de casa, o que ajuda a economia a voltar mais rápido”, comentou Bruno Lima, analista de renda variável da Exame Research. Nos EUA, o medicamento, ainda em fase experimental, teve seu uso autorizado pelo órgão fiscalizador (FDA, na sigla) para casos graves de Covid-19.

No exterior, o dólar também se desvaloriza em relação a algumas moedas emergentes, como o peso mexicano e o rublo russo.

Apesar tom positivo no mercado de câmbio, pela manhã, o dólar abriu em alta contra o real, com  a aior aversão a risco, após os Estados Unidos voltarem a registrar novo recorde diário de casos de coronavírus

De acordo com o The Wall Street Journal, os novos casos de coronavírus registrados em um único dia superaram 63.000. Por lá, hospitais de estados, como Texas e Califórnia, enfrentam dificuldades para acomodar novos pacientes. Ao todo, o país já tem mais de 3,1 milhões infectados e 133.291 mortos pela doença, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

Os investidores temem que o contínuo avanço do coronavírus nos Estados Unidos prejudique a recuperação econômica, conforme processos de reabertura são adiados em estados mais atingidos pelo vírus.

No cenário interno, as atenções se voltaram ao do IPCA de junho, que ficou em 0,26%, levemente abaixo das projeções de mercado de alta de 0,29% em relação ao mês anterior. Já dados sobre o setor de serviços ficaram muito abaixo do esperado, apontando para uma contração de 0,9% em maio contra o mês anterior. A expectativa era de uma expansão de 5,2%.

“O resultado de serviços tira o peso da probabilidade de manutenção do juro na próxima reunião do Copom. Mas até lá ainda teremos dados do mercado de trabalho brasileiro, que será fundamental para a decisão. Hoje ainda vemos um corte de 0,25 ponto percentual”, afirmou Arthur Mota, economista da Exame Research.

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Câmara aprova MP de crédito para MEI e microempresa através de maquininha

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MP também mantém programa de R$ 20 bi para empréstimos a empresas que faturam até R$ 300 milhões

Maquininha: proposta inclui a possibilidade de que MEI e pequenos negócios tomem empréstimos por meio de maquininhas de cartão (boonchai wedmakawand/Getty Images)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira o texto-base da medida provisória (MP) 975, de incentivo ao crédito durante a crise do coronavírus. O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado.

A proposta inclui a possibilidade de que microempreendedores individuais (MEI) e pequenos negócios tomem empréstimos por meio de maquininhas de cartão.

A medida foi editada pelo governo no início de junho e, originalmente, previa apenas um programa de crédito para empresas com faturamento entre R$ 360 mil a R$ 300 milhões, por meio de um fundo de R$ 20 bilhoes.

A Câmara manteve essa modalidade, mas inseriu no texto a modalidade aos negócios de menor porte. O crédito aos pequenos foi incluído pelo relator do texto na Câmara, Efraim Filho (DEM-PB).

A nova modalidade permite que MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte contratem financiamentos diretamente nas maquininhas.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a mudança melhorou o texto.

“(A MP) não veio completa. Agora, com o deputado Efraim, governo e equipe construíram um texto muito positivo, entraram no microcrédito com máquinas (de cartão)” — afirmou Maia, durante conversa com investidores transmitida ao vivo.

Para o parlamentar, a medida precisava focar no crédito aos pequenos: “Demos solução junto com o BNDES para problemas jurídicos de ajuda a grandes empresas. Pelo que ouvi de ex-presidente do BC (Banco Central) a matéria ficou muito boa e, aprovada, vai enfim garantir – e essa foi a grande preocupação – crédito pro pequeno micro e médio empresário”.

A medida também é bem avaliada pela equipe econômia. Em entrevista ao GLOBO, o assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, afirmou que a ideia pode ter ‘vindo para ficar’.

Regras do programa

O novo sistema com maquininhas permite que vendas futuras feitas por meio dos aparelhos funcionarão de garantia para os empréstimos. A taxa de juros será de até 6% ao ano e o limite de cada operação será de R$ 50 mil.

O prazo para começar a pagar as parcelas será de seis meses. Tomadores terão até 36 meses para quitar o financiamento, incluindo a carência.

A medida prevê um aporte de R$ 10 bilhões do Tesouro Nacional, que deverão ser repassados ao BNDES, que será responsável por coordenar o programa.

Para participar do programa, interessados devem ter vendido bens ou prestado serviços por meio das maquininhas em pelo menos um dos meses entre janeiro e março. Além disso, não podem ter comprometido vendas futuras como garantia para outras operações de crédito.

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Economia

Inflação interrompe dois meses seguidos de queda e sobe 0,26% em junho

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Alimentos foram a maior fonte de pressão junto a combustíveis, que subiram após apresentarem quedas nos últimos quatro meses, em especial da gasolina

Pedestre usando máscara protetora passa por pessoas sentadas em um restaurante no bairro Vila Madalena, em São Paulo. Segunda-feira, 6 de julho de 2020. (Jonne Roriz/Getty Images)

A inflação no Brasil interrompeu dois meses seguidos de queda com variação de  0,26% em junho, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) veio levemente abaixo da expectativa do mercado (0,29%). Com o resultado, o índice reverteu tendência de queda que vem sendo registrada desde o início do ano.

No acumulado de 12 meses até junho, o IPCA teve alta de 2,13%, bem abaixo da meta de inflação de 4% do governo para 2020, que tem tolerância de 1,5 ponto percentual baixo (2,5%) ou para cima (4,5%). No ano, o índice acumula alta de 0,10%.

Alimentos e combustíveis foram a maior fonte de pressão. Os combustíveis tiveram aumento em junho depois de quedas nos últimos quatro meses, em especial da gasolina, que teve o maior impacto individual (0,14 p.p.), com alta de 3,24%, disse o instituto. E a expectativa é que essa tendência siga sendo vista nos próximos meses:

“Esperamos que a recuperação dos preços internacionais do petróleo, bem como a recomposição da demanda chinesa por carnes continuem a impactar os preços ao consumidor no curto prazo”, diz a consultoria 4E em relatório.

O dado dá um sinal ao mercado sobre os próximos passos da política monetária do Banco Central. Nesta semana, Roberto Campos Neto, presidente da instituição, disse que o impacto da atividade econômica no índice será determinante para decidir sobre outro corte na taxa básica.

Os sinais de que o pior da crise ficou para os meses de abril e que o ritmo de retomada tem aumentado – sobretudo após o relaxamento das medidas de distanciamento social. -, foi visto também no estirão do varejo de 14% em maio, anunciado nesta semana, e na indústria, apesar da base de comparação baixa.

Para o fim de 2020, a expectativa do mercado medida pelo Boletim Focus aponta para inflação de 1,63% em 2020 e de 3% em 2021.

Mesmo com o sinal de aceleração e perspectivas positivas para os preços no curto prazo, no entanto, as perspectivas para o crescimento da economia ainda são muito fracas, o que não impediria novos cortes na Selic, apesar de improvável, diz Alberto Ramos, economista-chefe paraAmérica Latina do Goldman Sachs, em relatório:

“Preocupações com a dinâmica cambial, fluxos de capital, pressões entre fundos de renda fixa, risco político e fiscal de médio prazo e o fato de a taxa já estar em um nível acomodatício sem precedentes podem limitar severamente (ou até eliminar) as possibilidades de flexibilização adicional”, diz.

Grupos

Sete dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE apresentaram alta no mês, com destaque para Transportes, que vinham apresentando queda há quatro meses e em junho deram a segunda maior contribuição para a alta do índice, de 0,06 pontos porcentuais (veja na tabela).

O movimento do setor está intimamente ligado com a alta de preços dos combustíveis, que chegou nas bombas e impactou o consumidor final, explica Pedro Kislanov, gerente da pesquisa, no material de divulgação.

A principal contribuição para a alta do IPCA foi do grupo Alimentos e bebidas (0,38%), que vem apresentando aumentos em função da demanda elevada durante a pandemia, quando a atenção do consumidor esteve mais voltada para a compra de produtos essenciais. Em maio, o segmento já havia subido 0,24%. Além disso, a política de isolamento fez com que mais pessoas cozinhase em casa.

O item consumo no domicílio passou de 0,33% em maio para 0,45% em junho, pressionado por esse movimento e influenciado sobretudo pelos preços das carnes (1,19%) e do leite (2,33%).

Outro grupo que apresentou alta foi o Saúde e cuidados pessoais (0,35%). No lado das quedas, o instituto destaca a variação de Vestuário (-0,46%), que contribuiu com -0,02 p.p. no índice de junho.

Variação em maio (%) Variação em junho (%)
Índice Geral -0.38 0.26
Alimentação e Bebidas 0.24 0.38
Habitação -0.25 0.04
Artigos de Residência 0.58 1.3
Vestuário -0.58 -0.46
Transportes -1.9 0.31
Saúde e Cuidados Pessoais -0.1 0.35
Despesas Pessoais -0.04 -0.05
Educação 0.02 0.05
Comunicação 0.24 0.75
Impacto em maio (%) Impacto em junho (%)
Índice Geral -0.38 0.26
Alimentação e Bebidas 0.05 0.08
Habitação -0.04 0.01
Artigos de Residência 0.02 0.05
Vestuário -0.03 -0.02
Transportes -0.38 0.06
Saúde e Cuidados Pessoais -0.01 0.05
Despesas Pessoais 0 -0.01
Educação 0 0
Comunicação 0.01 0.04

(Com a colaboração de Alex Halpern)

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Economia

Apesar da alta em junho, cenário para inflação segue benigno, avalia Itaú

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O Itaú segue vendo IPCA de 1,8% em 2020 e de 2,8% em 2021, taxas bem abaixo da meta perseguida pelo BC

Inflação; consumo; consumidores (NurPhoto/Corbis/Getty Images)

O cenário para a inflação segue benigno apesar de recentes leituras mais altas, afirmou nesta sexta-feira Julia Araujo, economista sênior do Itaú Unibanco, lembrando que o banco segue prevendo inflação abaixo da meta tanto para este ano quanto para o próximo.

Os preços ao consumidor medidos pelo IPCA subiram 0,26% em junho, após queda de 0,38% em maio –esta a mais intensa deflação em 22 anos–, mostraram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

O IPCA-15 subiu 0,02% em junho, após recuo de 0,59% em maio.

“Você volta a ver inflação mais positiva, mas esse movimento está muito mais relacionado a itens fora do núcleo, como combustíveis e alimentação”, disse a economista.

Os preços dos combustíveis subiram 3,37% em junho, após queda de 4,56% em maio, enquanto os custos com alimentação e bebidas aumentaram 0,38%, acelerando ante acréscimo de 0,24% um mês antes.

“Apesar das oscilações do IPCA fechado, a gente vê medidas do núcleo ficando baixas”, disse Araujo, citando que o índice IPCA-EX3 –que agrega apenas os itens selecionados de serviços e bens industriais– teve variação negativa de 0,02% em junho.

O Itaú segue vendo IPCA de 1,8% em 2020 e de 2,8% em 2021, taxas bem abaixo da meta perseguida pelo BC em cada um desses anos –de ​4% e 3,75%, respectivamente.

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