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DER-DF suspende operação fluidez na DF-250

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Medida começa a valer a partir desta quarta-feira (25/3). A conduta foi tomada por conta da diminuição do fluxo de veículos

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) resolveu interromper, a partir desta quarta-feira (25/3), a operação de fluidez na rodovia DF-250. A ação é feita nos dias úteis, entre 6h e 9h, em trajetória ao Paranoá, na extensão do Condomínio Novo Horizonte até a rotatória.

A ação veio após uma diminuição do trânsito no percurso, tendo em vista os decretos governamentais que visam conter a disseminação do novo coronavírus. De acordo com a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), o transporte público que circula na região diariamente teve redução de 60%.
O DER/DF informou ainda que vai continuar monitorando a via e poderá retomar a operação caso seja necessário. As ações de reversão na subida do Colorado, efetuada nos dias úteis entre 17h e 19h45, e na Estrutural, também em dias úteis, nos horários de pico da manhã e da tarde (6h às 9h e 17h30 e 19h45) continuam sendo operadas normalmente até uma nova avaliação do órgão.
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Fies divulga resultado da seleção do 2º semestre de 2020

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Mais de 107 mil inscritos disputam 30 mil vagas, ofertadas em mais de 1,3 mil instituições de ensino superior

Fies: complementação da inscrição desses estudantes começa hoje (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A partir desta terça-feira (4), o Ministério da Educação (MEC) divulga o resultado dos candidatos pré-selecionados no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A complementação da inscrição desses estudantes começa hoje mesmo e segue até as 23h59 de quinta-feira (6). Nesta edição, 107.875 mil inscritos disputam 30 mil vagas, ofertadas em mais de 1,3 mil instituições de ensino superior.

Lista de Espera

Quem não foi selecionado na chamada única do Fies ainda pode disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera, em que a inclusão é automática. Nesse caso, o prazo de convocação segue até as 23h59 de 31 de agosto.

O Fies é um programa do MEC que concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, em instituições particulares de educação superior. O fundo é um modelo de financiamento estudantil moderno, divido em diferentes modalidades, podendo conceder juro zero a quem mais precisa. A escala varia conforme a renda familiar do candidato.

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Retorno só em 2021? Como está a volta às aulas presenciais na rede privada

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A maior parte dos estados brasileiros ainda não definiu uma data para o retorno das atividades. Por enquanto, somente Amazonas e Maranhão já retomaram

(Wikimedia Commons/Divulgação)

O retorno das atividades escolares presenciais em todo o país ainda é incerto com o grande número de novos casos e de mortes por covid-19. Estados e municípios têm autonomia para definir quando e de que forma será o retorno, mas muitos ainda estão cautelosos ao afirmar uma data.

A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) elaborou um mapa de como está a situação na rede privada nos 26 estados e no Distrito Federal. Ele é atualizado todo os dias, levando em conta os decretos estaduais e municipais somente referentes à rede particular, visto que em alguns locais a volta é diferente em relação à rede pública.

Somente dois estados as aulas da rede privada já retornaram. O Amazonas foi o primeiro estado que autorizou a volta, no dia 6 de julho. O Maranhão começou na segunda-feira, 3, com a retomada de alunos do terceiro ano do ensino médio.

No Rio de Janeiro, um decreto municipal da capital vai contra a regra estadual e permite a volta da rede privada desde a segunda-feira, 3, mas a questão foi parar da Justiça. O Ministério Público e a Defensoria Pública tentam barrar a volta das atividades escolares

Também foi parar na Justiça um decreto que autorizou a retomada das aulas no Distrito Federal no dia 27 de julho. A volta foi suspensa e a nova previsão é para o dia 10 de agosto.

O secretário da Educação do estado de São Paulo, Rossieli Soares, vai anunciar o calendário escolar de 2020 e a data de retorno às aulas presenciais na próxima sexta-feira, 7. Por enquanto, a volta das atividades está prevista para o dia 8 de setembro.

As prefeituras de Santo André, Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e Mauá, na grande São Paulo, já anunciaram que só retornam com as aulas presenciais em 2021.

Na região Sul, o Paraná tem um “indicativo” de que o retorno será em setembro. O Rio Grande do Sul pretende retomar as aulas ainda em agosto mas por enquanto não há uma data definida. Em Santa Catarina as aulas estão suspensas até o dia 7 de setembro e sem um dia certo para o retorno.

Acre, Alagoas, Ceará, Pará e Piauí preveem voltar com as aulas presenciais em setembro. O governo do Rio Grande do Norte estabeleceu o dia 17 de agosto para o retorno, mas ainda vai avaliar se mantém ou não a data.

Sem data definida

Em 12 estados a volta ainda é incerta. Os governos do Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins avaliam com as Secretarias da Saúde se as aulas presenciais serão retomadas em 2020.

Diretriz nacional

Buscando uma baliza unificada, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) elaborou, em junho, uma diretriz criada em conjunto com técnicos de secretarias de 13 estados.

O documento reforça que eles “ainda não têm previsão de datas para o retorno, mas estão trabalhando com suas equipes nas estratégias sanitárias, financeiras e pedagógicas que serão colocadas em prática a partir do momento em que as datas forem definidas”, diz.

O Conselho prevê alternativas ao cumprimento da carga horária mínima anual, como reposição das aulas em horários alternativos, prorrogação do calendário e revisão dos objetivos da aprendizagem para o ano letivo de 2020.

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71% das queimadas em imóveis rurais neste ano na Amazônia ocorreram para manejo agropecuário, diz IPAM

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Dados são referentes ao primeiro semestre de 2020. Incêndios florestais (24%) e desmatamento recente (5%) são as outras causas do fogo neste tipo de propriedade na região amazônica.

 

Polícia flagra desmatamento e queimada em áreas com cerca de 16 hectares no interior do AC — Foto: Arquivo/PM-AC

Em novo relatório com base na plataforma Modis, da agência especial americana (Nasa), o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) informa que 71% das queimadas em imóveis rurais entre janeiro e junho de 2020 ocorreram para manejo agropecuário. Outros 24% foram incêndios florestais e 5% decorrentes de desmatamento recente.

Tipos de fogo na Amazônia

  • Para manejo agropecuário – tipo mais comum na região, ele serve para fazer a limpeza do pasto e reaproveitar o terreno para agricultura e/ou pecuária;
  • Incêndios florestais – fogo que atinge a floresta em pé ou vegetação nativa não-florestal; normalmente, escapa de áreas próximas já atingidas pelas queimadas, como desmatamento e manejo agropecuário;
  • Desmatamento recente – queima de árvores derrubadas após desmatamento, uma técnica barata e rápida para limpeza do terreno.

Além disso, metade dos focos de calor detectados no primeiro semestre deste ano ocorreram em imóveis rurais de médio e grande porte – nesta categoria, o fogo para manejo agropecuário também foi o tipo mais comum.

“Esses números demonstram como o fogo é ainda amplamente utilizado no manejo de pastos e áreas agrícolas, independentemente do tamanho do imóvel, do lote e do negócio, e a despeito da existência de técnicas mais modernas que o substituem”, apresenta o relatório.

Dados entre 2016 e 2019

Considerando os dados entre 2016 e 2019, 64% dos focos de calor foram detectados em áreas recém-desmatadas (22%) ou convertidas para uso da agropecuária (42%). Outros 36% estavam relacionados aos incêndios florestais.

“Em 2019, o fogo na Amazônia se distribuiu de forma relativamente equilibrada entre os três tipos mais comuns. As queimadas associadas ao manejo agropecuário e o fogo ligado ao desmatamento recente responderam por 36% e 34%, respectivamente, enquanto os incêndios florestais responderam por 30% dos registros”, explicou o Ipam, com um recorte mais específico para o ano passado.

Os focos de calor detectados pela Nasa são do satélite Aqua – o mesmo usado como referência pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – e capturam registros de fogo de no mínimo 30 metros de extensão ocorrendo em uma área de 1 km². Por isso, independente de serem pequenos focos de fogo ou um grande incêndio florestal, será contabilizado como apenas uma queimada neste espaço delimitado.

O Ipam ressalta que 90% do fogo da Amazônia é contabilizado historicamente entre julho e outubro, com o pico em setembro. A região passa pelo início da temporada de queimadas. O Pantanal, no entanto, teve o mês de julho com mais focos de incêndio desde início das medições feitas pelo Inpe, em 1998. Foram 1.684 pontos no bioma.

Dados do Inpe de julho

O Inpe detectou um aumento de 27,9% nas queimadas em julho deste ano em relação ao mesmo mês de 2019 na Amazônia. Além disso, na última quinta-feira (30), 1.007 pontos de calor foram incluídos no sistema de monitoramento – segundo dia que mais queimou em julho nos últimos 15 anos. Agora, o recorde é de 1º de agosto deste ano, com 1.275 focos.

Total de focos de queimadas na Amazônia:

  • Julho de 2019 – 5.318
  • Julho de 2020 – 6.803

O fogo é uma das principais ferramentas utilizadas para o desmatamento, especialmente por grileiros e agricultores, que o usam para limpar áreas para uso agropecuária ou especulação. Isso é mais uma prova que esse governo não tem uma política de proteção ambiental e tenta, de maneira desorganizada, passar a imagem que está tentando resolver o problema”, disse Rômulo Batista, porta-voz do Greenpeace.

O bioma registrou 1.034,4 km² de área sob alerta de desmatamento em junho, recorde para o mês em toda a série história, que começou em 2015. No acumulado do semestre, os alertas indicam devastação em 3.069,57 km² da Amazônia, aumento de 25% em comparação ao primeiro semestre de 2019.

Os alertas até junho de 2020 apontam:

  • sinais de devastação em 3.069,57 km² da Amazônia neste ano
  • aumento de 25% de janeiro a junho, comparado ao mesmo período do ano anterior
  • aumento de 64% no acumulado dos últimos 11 meses, comparado ao período anterior (a um mês do fechamento oficial de desmatamento, alertas apontam tendência de aumento na devastação)
  • O número de junho é 10,6% maior do que o registrado no mesmo mês em 2019
  • Na comparação com maio, houve aumento de 24,31% em relação ao mesmo mês de 2019, que também havia sido recorde para o período.
  • Os dados servem de indicação às equipes de fiscalização sobre onde pode estar havendo crime ambiental. Os números não representam a taxa oficial de desmatamento, que é medida por outro sistema, divulgado uma vez ao ano.

Aumento das queimadas no Pantanal

Queimadas no Pantanal de Mato Grosso — Foto: ICV/Assessoria

Queimadas no Pantanal de Mato Grosso — Foto: ICV/Assessoria

O Pantanal mato-grossenseteve um aumento de 530% nos registros de queimadas no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Os focos de calor em alta durante o período chuvoso no bioma alertam para um cenário crítico com a chegada da seca em todo o estado, época mais suscetível às queimadas.

Em entrevista ao Jornal Nacional, pesquisadores relacionam o aumento das queimadas no Pantanal também ao desmatamento na Amazônia – é da floresta que vem a maior parte da umidade que alimenta o Pantanal, explicam.

“Essa baixa quantidade de chuvas fez com que nós tivéssemos, este ano, a menor cheia dos últimos 47 anos. E, segundo as nossas estimativas, é bem provável que nós teremos também a maior seca desse mesmo período”, avaliou Carlos Padovani, da Embrapa.

A floresta lança no ar a umidade que é levada pelas correntes até esbarrar na Cordilheira do Andes. Volta, então, distribuindo chuva para toda uma região que vai até o Sul do Brasil. Quando esse maciço verde começa a ser fragmentado, não lança tanta umidade assim e falta chuva no Centro-Oeste.

“Nestas condições, não ocorre a recarga dos aquíferos que viabilizam o retorno dessa umidade estocada na bacia para a formação de nuvens. Então, se a chuva de 600 milímetros acontecesse somente em outubro e novembro, os demais meses ficam secos e a estiagem será maior”, explicou Ivan Bergier, da Embrapa.

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Tereza Cristina: Brasil é o único país que consegue produzir e preservar

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A ministra da Agricultura disse que, após a pandemia de covid-19, o mundo será ainda mais exigente em sanidade e sustentabilidade

Tereza Cristina: ministra está em viagem a países árabes para alavancar exportações do Brasil (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, voltou a defender a sustentabilidade praticada no agronegócio brasileiro. “O Brasil é o único país do mundo que consegue produzir e preservar. Nossa pecuária vem crescendo muito sem desmatar”, disse a ministra na abertura do Congresso Brasileiro do Agronegócio, promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

Ela acrescentou que, após a pandemia de covid-19, o mundo será ainda mais exigente em sanidade e sustentabilidade. “Precisamos exercitar cada vez mais a sustentabilidade no agro brasileiro. Por isso, tivemos a preocupação de trazer no Plano Safra 2020/21 várias linhas com recursos exclusivos à sustentabilidade”, afirmou.

Tereza Cristina citou o papel da Embrapa, que fornece tecnologias para o produtor evoluir nas práticas agrícolas. “Nenhum país tem tecnologia e pesquisa de ponta como a Embrapa oferece”, enfatizou.

Comentou também sobre a diversificação da pauta exportadora do agronegócio brasileiro, destacando as 85 novas aberturas de mercado durante sua gestão. “Estamos diversificando pauta exportadora para alimentos como gergelim e grão-de-bico e aumentando a produção nacional de alimentos como trigo”, citou.O congresso da Abag está sendo realizado de forma virtual na manhã desta segunda-feira.

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Estado de SP vai anunciar calendário de volta às aulas na sexta-feira

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Por enquanto, a data de retorno presencial está prevista para o dia 8 de setembro. Cidades do ABC já anunciaram que só retomam atividades em 2021

(Amanda Perobelli/Reuters)

O secretário da Educação do estado de São Paulo, Rossieli Soares, vai anunciar o calendário escolar de 2020 e a data de retorno às aulas presenciais na próxima sexta-feira, 7. Por enquanto, a volta das atividades está prevista para o dia 8 de setembro.

“Nós ainda vamos consolidar todos os números e até quinta-feira, 6, tudo está em discussão. Por enquanto temos a data do dia 8 de setembro, mas vamos avaliar as condições. Isso deve ser feito sempre sob orientação da saúde e conversando com a comunidade escolar”, disse o secretário em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 3.

Prefeitos do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC se reúnem nesta segunda-feira para debater sobre o tema. Há uma grande preocupação com o contágio de covid-19 e em manter as regras de distanciamento.

Santo André, Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e Mauá já anunciaram que só retornam com as aulas presenciais em 2021.

“As cidades têm autoridade, mas estamos trabalhando sempre em conjunto com os secretários, com as prefeituras para que a gente faça um movimento conjunto, respeitando a autonomia”, disse Rossieli Soares.

Pela diretriz do governo, 80% das 17 regiões do estado precisam estar há 28 dias na fase 3 amarela do Plano São Paulo, de flexibilização da quarentena, para retornar com atividades escolares. Mas para que o retorno das aulas seja autorizado, é necessário que ao final destas quatro semanas, todo o estado esteja na etapa 3 amarela.

Atualmente, a maior parte do estado (dez regiões) está na fase 2 laranja. Quatro estão na fase 1 vermelha e três estão na fase 3.

Novo currículo do ensino médio

Nesta segunda-feira, o governo de São Paulo anunciou o novo currículo do ensino médio em que o aluno escolhe o currículo com as disciplinas que ele quer aprofundar os conhecimentos. Haverá 12 opções de curso.

De acordo com o secretário da Educação, a mudança será de forma gradual, a partir da primeira série do ensino médio no calendário de 2021. O modelo segue as diretrizes da Lei do Novo Ensino Médio, aprovada em 2017.

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Funcionários dos Correios convocam greve geral para dia 18

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Federação de funcionários aponta que os Correios desrespeitaram um acordo coletivo vigente até 2021

Correios: funcionários afirmam que devem entrar em greve no próximo dia 18 (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Funcionários dos Correios afirmam que devem entrar em greve no próximo dia 18, alegando que tiveram 70 direitos revogados, como 30% do adicional de risco, vale-alimentação e auxílio-creche. De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), a categoria entrou em estado de greve e vai realizar assembleias regionais no dia 17 para confirmar a paralisação.

Em nota publicada em seu site, a federação aponta que os Correios desrespeitaram um acordo coletivo vigente até 2021, e que funcionários receberam o contracheque de agosto com descontos indevidos.

A Fentect ainda afirma que houve aumento na participação dos planos de saúde, enquanto houve redução da parte da empresa, algo incompatível com a média do piso salarial dos funcionários, de R$ 1,7 mil.

Além disso, a federação afirma que há “descaso e negligência da empresa com a vida de trabalhadores e clientes” durante a pandemia.

De acordo com a publicação, os sindicatos estão travando diversas disputas judiciais para itens de segurança, como sabonete, álcool em gel, desinfecção de agências e testagem de trabalhadores.

O sindicato também diz que os Correios se negam a fornecer os dados de funcionários e terceirizados infectados pela covid-19 e a quantidade de óbitos pela doença.

Procurados pelo jornal O Estado de S. Paulo, os Correios ainda não se manifestaram.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

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