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Delineador colorido: um guia completo para inovar na make

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Que um delineado bem feito é o charme da maquiagem, nós já sabemos! Mas que tal apostar em um delineador colorido para sair do tradicional? Confira nosso guia sobre esse produto que virou febre!

Beleza dos Olhos

Como usar delineador colorido

Apesar de muito popular, muitas mulheres não sabem usar o delineador para traçar a pálpebra. Aprenda a fazer um delineado colorido com os tutoriais que escolhemos para você!

Delineador colorido líquido

Aqui, você vai aprender a usar o delineador líquido. Para ajudar na aplicação, é essencial preparar a pele corretamente para não “carimbar” o olho.

Delineado colorido com batom líquido

Não tem o delineador colorido em casa? Confira, nesse vídeo, como fazer um lindo traço usando o batom colorido.

Delineador colorido com sombra: funciona?

Se você não tem muito domínio com o delineador e quer treinar o traço, a sombra pode ser sua aliada. No vídeo, você vai aprender a aplicar a sombra como delineador. É muito fácil e pode ser perfeito para você.

Vale lembrar que delineado é prática. Quanto mais vezes você fizer, mais craque no traço você vai ficar!

15 fotos de delineador colorido para você se inspirar

Separamos delineados lindos e ousados para te inspirar na hora de escolher o seu. São diversos tipos e cores que vão te deixar ainda mais estilosa.

1. O delineador colorido traz alegria para o visual

BÁRBARA DALBONI

2. O modelo do delineado pode ser variado

JÚLIA RODRIGUES

3. Tem o duplo

JOÃO LOM

4. Com glitter

KÉZIA PACÍFICO

5. E os ousados que combinam muito com o Carnaval

ISABELLE PERRUT

6. Você pode optar por um delineado neon

JOÃO LOM

7. Ou investir numa composição de cores no visual

CAROL GONÇALVES

8. O delineador vermelho é uma opção fora do comum

GABI MORETTI

9. O traço pode ser delicado

MARINA VILARINS

11. Ou bem arrojado

JOÃO LOM

12. Aposte em combinações de cores

LU FERREIRA

13. Não tenha medo de inovar

JÚLIA RODRIGUES

14. Com traços gráficos

MANU CALEGARI

15. Você vai ficar linda!

BRIGITTE CALEGARI

Essa é uma ótima escolha, como você viu! Perfeita para quem quer dar um up no visual, deixando a maquiagem mais vibrante e criativa.

Onde comprar delineador colorido

Amou a ideia, mas não sabe qual delineador escolher? Separamos os produtinhos mais queridos do momento para você se jogar nas cores:

ISTOCK

  1. Delineador colorido NYX, na Lory Makeup
  2. Delineador DaPop, na Maria Flor Makeup
  3. Delineador em gel Mark Avon
  4. Delineador Mahav, na Maquiadoro
  5. Delineador Sephora

Agora é só escolher a cor que você mais gosta e arrasar no delineado. Se você ainda não tem prática, veja mais dicas sobre como passar delineador.

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Aromaterapia com óleos essenciais para controlar a acne

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Substâncias extraídas de flores e folhas seriam um tratamento complementar contra as espinhas na pele

Aromaterapia seria aliada no tratamento de lesões na pele, segundo estudo. (Foto: BSIP/UIG/Getty Images)

Em São Paulo, um curso voltado a profissionais de saúde reverberou as últimas descobertas sobre o uso da aromaterapia contra a acne, doença marcada por espinhas e lesões no rosto e nas costas.

“Pesquisadores da Universidade do Sul da Austrália misturaram os óleos essenciais de bergamota, gerânio, lavanda, camomila e hortelã, entre outros, e obtiveram ótimos resultados na redução do processo inflamatório na pele”, exemplifica a aromaterapeuta Maria Aparecida das Neves, uma das responsáveis pelo evento na capital paulista.

Antes de comprar qualquer produto por aí, porém, é primordial procurar um dermatologista para que ele avalie o quadro e indique a melhor estratégia terapêutica.

“A aromaterapia pode até ser associada, desde que essa saída não exclua ou atrase o tratamento convencional, que tem eficácia comprovada”, afirma a médica Lilia Guadanhim, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Quatro tratamentos para combater o estresse

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Hoje, é difícil imaginar passar alguns momentos em total quietude. Porém, o relaxamento dos sentidos pode ter efeito terapêutico no controle do estresse

(Marija Jovovic/Getty Images)

Esqueça aquela imagem clássica dos monges lacônicos. Atualmente, a procura pelo estado contemplativo tem mais a ver com o profano mesmo. Vivemos em uma era de hipercomunicação – nunca se falou, leu e assistiu em tantas plataformas diferentes.

A grande quantidade de estímulos muda a noção do tempo e nos atinge fundo em forma de cansaço mental. Não à toa, nos últimos anos, os relatórios de tendências especializados em bem-estar apontam para a mesma direção e retomam o básico: a necessidade da pausa e, sobretudo, do silêncio.

A contemporaneidade do assunto ainda é tema de estudo. Um dos mais recentes é da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos. Em 2013, pesquisadores fizeram um experimento com camundongos e identificaram que bastam duas horas de silêncio por dia para incitar o desenvolvimento celular no hipocampo, região do cérebro responsável pela memória e aprendizagem.

Não foi o barulho, mas a ausência dele que criou novas células cerebrais. A comunidade científica se animou. Caso uma ligação entre silêncio e geração de neurônios puder ser estabelecida também em humanos, ele poderia virar prescrição médica para condições degenerativas e até psicológicas.

Enquanto se espera por isso, a recomendação é baseada nos efeitos empíricos de manejo do estresse. Afinal, as consequências nocivas não são novidade. “Dá para listar a fadiga, o desânimo, a queda da libido, as alterações nos hábitos intestinais e até problemas de pele”, afirma a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Isma-BR (International Stress Management Association no Brasil).

Encontrar caminhos no dia a dia é fundamental para evitar que a sensação de nervos à flor da pele entre em estado crônico. “O silêncio não é apenas sonoro; é também a abstenção de estímulos. E isso, vale lembrar, pode ser desconfortável e até angustiante. Nem todo mundo está preparado para ouvir os próprios pensamentos”, explica Ana Maria.

O segredo está no treino e na consistência. Em um mundo ideal, nem é necessário que você esteja em lugares específicos para conseguir aliviar a tensão. “O básico é treinar a respiração. Três minutos inspirando e expirando têm efeito reparador”, afirma a nutróloga Esthela Conde, especialista em medicina preventiva, de São Paulo.

Mas nem sempre é fácil. Que tal um empurrãozinho? A equipe de CLAUDIA experimentou quatro técnicas focadas em relaxamento que têm como base o silêncio dos sentidos. Nós compartilhamos as impressões a seguir.

Retiro de concentração

“Cheguei ao Centro de Meditação Kadampa Mahabodhi curiosa sobre o que me aguardava. A promessa era de um retiro urbano para aumentar o poder de concentração. Ao entrar, fui guiada por uma voluntária, que me orientou a tirar os sapatos e me acomodar em uma cadeira.

As placas na porta pediam silêncio. A dinâmica era de sala de aula, com um professor à frente, que falava ao microfone. Com o auxílio de um livro, ele explicou o conceito de meditação para a religião budista, que consiste em ‘se concentrar em algo virtuoso’. Em seguida, apresentou técnicas para não se deixar ser interrompido por pensamentos – o segredo, segundo ele, é deixar que eles passem, feito um rio.

O segundo ato da atividade foi uma meditação coletiva. Para mim, a parte mais bacana. Fiquei muito mais concentrada na atividade em grupo do que quando estou sozinha em casa. Entrei num estado de relaxamento profundo, mas sem sono ou torpor.

Ao final de quase meia hora, a sensação era de ter corrido vários quilômetros – um misto de satisfação e bem-estar. Não indico para quem tem resistência a conhecer outras culturas ou religiões. Apesar de não ser budista, me considero mente aberta e topo experiências diferentes. Achei muito interessante.”*

Shiatsu na água

“Minha última experiência com o shiatsu havia sido um pouco traumática. Saí dolorida e assim permaneci por dias – culpa do excesso de tensão? Talvez. Fato é que cheguei receosa para testar a versão aquática do protocolo.

A ideia da piscina aquecida e do silêncio é reproduzir o ambiente do útero materno (será?) e induzir o corpo ao estado meditativo. Demorei alguns minutos para relaxar e perder o receio diante da vivência inédita. Aos poucos, fui me soltando.

A palavra de ordem era que eu me movimentasse o mínimo possível. No meio do processo já estava totalmente relaxada. A ausência de estímulos de todo tipo, exceto o toque, me fez ficar concentrada no momento presente e em cada parte do meu corpo. Foi transformador me submeter a algo de tamanha vulnerabilidade. Segui para a redação completamente descansada e sem qualquer dor. Farei mais vezes!”*

*Isabella Marinelli, editora de beleza, experimentou o retiro de concentração (55 reais pelas atividades do período da tarde), no Centro de Meditação Kadampa Mahabodhi, e o watsu (250 reais), na Clínica Integrada Simmm, ambos em São Paulo

Sono reparador

“A primeira dica: não vá pensando só em dormir. Fui muito focada nisso e acho que perdi de curtir os primeiros dez, 15 minutos do procedimento. Depois que encarei a experiência como ‘uma pausa para relaxar’, tudo fluiu.

No início, a massoterapeuta me passou exercícios de respiração e fez um escalda-pés com uma mistura especial de óleos essenciais da Provence. A ideia é desligar a mente e recuperar o corpo do cansaço acumulado.

Assim, o astral da sala, à meia-luz, e o perfume do lugar começaram a me fazer relaxar. A massagem não chega a ser muito diferente das mais usuais, mas é como se juntasse em um combo só várias técnicas: massagem facial, no couro cabeludo, toque nas pernas que estimula a circulação… O restante, confesso, não lembro bem porque, sim, dormi muito!

Acordei no final do procedimento, quando recebia uma massagem um pouco mais forte nas costas, para tirar pontos de tensão. Como bônus, passei o dia bem relaxada e tive uma noite de sono tranquila, fruto de corpo e mente menos estressados.”*

*Bárbara dos Anjos Lima, editora de comportamento, testou a terapia do sono reparador (422 reais), do Spa L’Occitane, em São Paulo

Cápsula de flutuação

“Ao chegar para a experiência, me deparei com uma sala à meia-luz com chuveiro, toalhas e uma grande cápsula branca no maior estilo futurista. Dentro dela, havia água a 35ºC com sal. Segundo o protocolo, além de promover a flutuação, o magnésio nele contido diminui a tensão muscular e melhora a circulação sanguínea.

Vestindo um biquíni, entrei no tanque e me deitei para boiar. Fechei a tampa e os olhos. Passei os primeiros dez minutos com a cromoterapia ativada e depois segui para a total privação sensorial por 45 minutos.

Quando veio o escuro, a música também pausou e foi silêncio total. Naquele momento, tudo o que ouvia eram meus pensamentos. Parece loucura, mas, por alguns segundos, cheguei a me esquecer de onde estava! Acredito que até dormi por alguns minutos.

A luz, então, voltou a acender sinalizando que a sessão estava chegando ao fim. Ao sair da cápsula, segui para o banho. Recomendo lavar os cabelos, porque tudo fica coberto de sal. Achei maravilhoso. É, de fato, terapêutico.”*

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É Destaque

Acesso de pessoas com deficiência a direitos básicos ainda é desafio no DF

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Celebrado hoje, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência existe há 27 anos e carrega história na conquista por benefícios

‘(Os bombeiros) ficaram falando, falando, e eu não entendia nada. Tentei sinalizar sobre a surdez, mostrei meu documento indicando a deficiência, mas não foi suficiente. Percebi que eles ficaram nervosos comigo, como se a culpa fosse minha” Ana Lúcia Alves
(foto: Geovana Oliveira/Esp. CB/D.A Press)

Há 27 anos, a Organização das Nações Unidas (ONU) definia a data desta terça-feira (3/11) como

o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. À época, a entidade buscava conscientizar sobre as limitações e os desafios desse grupo de pessoas, que representa 10% da população mundial. Desde então, pessoas com deficiência tiveram diversas conquistas, inclusive garantias previstas em lei. Entre elas estão a isenção de alguns impostos, o acesso à aposentadoria e a gratuidade no transporte público. Entretanto, brasilienses com deficiência ainda encontram dificuldade para ter direitos básicos, como saúde, educação e emprego.

Em julho de 2015, a Lei n° 13.146, de 6 de julho, instituiu o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A medida, considerada um grande avanço, prevê uma série de direitos fundamentais para esse grupo, como acesso à educação, à saúde e ao mercado de trabalho, além de punições para quem infringir as normas. Uma das regras é a garantia de vagas de emprego em empresas com mais de 100 funcionários. Quanto maior a equipe, maior a porcentagem de pessoas com deficiência que devem se juntar a ela.

No âmbito do Distrito Federal, a luta por direitos também teve avanços. Com o objetivo de assegurar políticas públicas, em setembro deste ano, o governo local inaugurou a Secretaria da Pessoa com Deficiência. Segundo o subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo, ligado à pasta, uma meta é atuar na empregabilidade de pessoas com deficiência. “A lei existente que obriga empresas a contratarem pessoas desse grupo não é cumprida. Sabemos que menos de 15% delas obedecem às regras”, lamenta.

Além disso, hoje, um termo de cooperação será assinado entre a Secretaria do Trabalho, o Conselho Distrital da Pessoa com Deficiência e a Secretaria de Justiça e Cidadania. De acordo com Araújo, a ideia é focar primeiro na qualificação para impulsionar a entrada no mercado de trabalho. “Primeiro, vamos trabalhar a qualificação junto a esses parceiros. Em seguida, vamos para o cumprimento da lei que obriga empresas a se adaptarem”, afirma.
A demanda por oportunidades profissionais é anseio da população. Generson Alves de Abreu, 37 anos, perdeu a visão após ser acometido por catarata há cinco anos. De acordo com ele, essa condição fez com que perdesse direitos como cidadão. Apesar de ser beneficiário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a vontade de voltar a trabalhar sempre esteve presente, porém ele ainda não conseguiu se reinserir no mercado. “A maioria das empresas abre espaço para vagas de serviços gerais. Porém como uma pessoa com deficiência visual vai limpar um chão, um balcão, retirar objetos de cima de mesas?”, questiona. Para Generson, outro problema encontrado no DF é a ausência de acessibilidade. “Minha esposa, que também tem deficiência visual, foi atropelada recentemente enquanto ia para uma consulta no hospital. Isso tudo por conta da falta de sinalização”, reclama.

‘Eu não lembro, meus pais que me contam que eles andavam comigo bebezinho no colo de escola em escola e ninguém queria me aceitar. Imagino a dor deles em ter uma filha bebê com deficiência e nenhuma escola aceitar” Ana Júlia Cardoso
(foto: Geovana Oliveira/Esp. CB/D.A Press)

Desconhecimento
Para manter a qualidade de vida de pessoas com deficiência, há uma série de benefícios garantidos por lei que, às vezes, deixam de ser utilizados por desconhecimento. Integrantes desse grupo são isentos de pagar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), têm desconto na conta de energia elétrica e não precisam pagar para usar o transporte público. Contudo, além da dificuldade para entrar no mercado de trabalho, alguns direitos, mesmo que básicos e que deveriam ser garantidos para toda população, deixam de ser respeitados.

Surda desde o nascimento, Ana Lúcia Alves, 37 anos, conseguiu o Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC), pago pelo INSS. Entretanto, ressalta que o processo para obtê-lo foi marcado por dificuldades. A estudante queixa-se da falta de conhecimento de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e de intérpretes nos locais públicos de atendimento. “Sempre fui sozinha, não tenho família. Sem assistência nenhuma, eu nem conhecia meus direitos e cheguei a morar na rua. Uma amiga me ajudou com os documentos”, relata.

Além disso, Ana salienta que a impossibilidade de comunicação com servidores públicos impacta até mesmo no acesso à saúde. “Estive doente e precisei de vários remédios. Após a dificuldade na consulta, tive problemas na farmácia. Ninguém consegue entender meu pedido, nem ao menos me explicar as recomendações para ingestão do medicamento”, comenta. Há três anos, a estudante sofreu um acidente de trânsito e precisou de atendimento do Corpo de Bombeiros. Nenhum militar sabia se comunicar por meio de Libras.

A estudante Ana Júlia dos Santos Cardoso, 22, conta que o pai dela conseguiu comprar um veículo com isenção de impostos (veja Garantias por lei). Apesar disso, a cadeirante detalha que sofreu para ter acesso a outros direitos básicos, como educação. Segundo a jovem, durante a infância, ela teve a matrícula recusada em diversas escolas por falta de acessibilidade. “Meus pais contam que andavam comigo em diversos colégios e ninguém me aceitava. Imagino a dor deles”, diz.

Recentemente, Ana Júlia se formou em letras e também teve contratempos durante a graduação, mas conseguiu concluir essa etapa da vida. “Sabia que dava conta. Procuro sempre me superar e me sentir o mais normal possível. Quanto menos situações me lembrarem da minha limitação, melhor”, comenta. Ela reforça que a pessoa com deficiência não pode ser considerada incapaz. “Minha deficiência é física, eu tenho total capacidade cognitiva”, destaca a jovem, que teve paralisia cerebral ainda bebê. A doença afetou parte dos movimentos dela, além da fala.

Assistência

Em funcionamento no Distrito Federal desde 1998, a Associação de Apoio aos Portadores de Necessidades Especiais e da Comunidade (Adapte) recebe dezenas de pessoas diariamente em busca de informações sobre os próprios direitos. Uma das fundadoras da entidade, Aparecida Maria de Assis Medeiros Franco ressalta que muitos não têm noção do que esperar do governo. “Um dos objetivos de a associação ter sido aberta foi para esclarecer dúvidas. Tentar ajudar de alguma maneira. Hoje, prestamos, inclusive, assistência jurídica”, comenta.

Aparecida acredita que a realidade da pessoa com deficiência mudou muito desde que a Adapte foi inaugurada, mas lamenta que ainda falte investimento. “Temos muitas conquistas perto do que esta cidade já foi. Melhorou no sentido de emprego e um pouco em acessibilidade, mas ainda tem outras áreas que precisam de atenção, como a saúde”, frisa. Hoje, a associação atende 100 pessoas, sendo 60 crianças e 40 adultos. “Nosso objetivo é ajudar as pessoas a se encontrarem nesse meio. Tem muita gente que desconhece os direitos, e elas precisam saber.”

”A maioria das empresas abre espaço para vagas de serviços gerais. Porém como uma pessoa com deficiência visual vai limpar um chão, um balcão, retirar objetos de cima de mesas?” Generson Alves de Abreu
(foto: Geovana Oliveira/Esp. CB/D.A Press).

Garantias por lei

Conheça alguns benefícios concedidos a pessoas com deficiência:

» Benefício assistencial  (BPC)
Garantia de um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência de baixa renda. Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 1/4 do salário mínimo vigente.
Como ter acesso
Efetuar o cadastramento do beneficiário e de sua família no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico.
» Desconto na conta de luz
As famílias incluídas no Cadastro Único de Programas Sociais que tenham em sua composição pessoa com doença cujo tratamento exija o uso continuado de equipamentos com alto consumo de energia elétrica têm acesso ao desconto conforme faixa de consumo indicada em tabela.
Como ter acesso
O beneficiário ou alguma pessoa da família, munido de documentos de identificação, deve procurar um posto de atendimento da Companhia Energética de Brasília (CEB).
» Transporte público gratuito
Pessoas de deficiência física têm direito ao transporte coletivo gratuito. A gratuidade também é devida ao acompanhante da pessoa com deficiência que não pode se deslocar sozinha, desde que comprovado por atestado.
Como ter acesso
Cadastrar-se no Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) e pedir o cartão +Especial. A solicitação será validada após análise e validação médica. Mais informações no site passelivrepcd.df.gov.br.
» Carros mais baratos
Pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, ainda que menores de 18 anos, podem adquirir, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, com isenção do IPI, automóvel de passageiros ou veículo de uso misto, de fabricação nacional.
Como ter acesso

Para fazer a solicitação de isenção de IPI, é preciso reunir documentos e entregá-los na Delegacia da Receita Federal (Quadra 3, Bloco O, Sala 400, Setor de Autarquias Sul)

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