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Crise política e pandemia disparam pobreza em Hong Kong

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A taxa de desemprego aumentou no início de 2021, atingindo seu maior índice em 17 anos, a 7,2%. Desde então, regrediu ligeiramente

(crédito: ANTHONY WALLACE/AFP)

Morando apertados em um quitinete, “Rainbow” e sua família mal conseguem se sustentar, assim como milhares de famílias que caíram na pobreza nos últimos dois anos, devido ao impacto da crise política e da pandemia da covid-19.

Já faz um ano que, quase todos os dias, o marido de “Rainbow” (apelido para preservar sua identidade) volta para o apartamento de 26 metros quadrados sem ter conseguido trabalho como eletricista.

“Antes da pandemia, trabalhava de 20 a 25 dias por mês. E agora só quatro ou cinco dias. Teve um mês em que não trabalhou”, lamenta esta mulher, de 43 anos.

Hong Kong é um dos territórios mais ricos do mundo, mas também um dos mais desiguais.

Seu Produto Interno Bruto (PIB) per capita é de cerca de US$ 48.000. E, mesmo depois de um ano de gastos públicos incomuns em função da pandemia, o governo local possui amplas reservas, em torno de US$ 116 bilhões.

Esta cidade de 7,5 milhões de habitantes tem cerca de 5.000 bilionários, um número que aumentou 48% em cinco anos, de acordo com o relatório anual sobre a riqueza da Knight Frank. E são 280.000 milionários.

A riqueza dos ricos aumenta, mas a pobreza também.

Nos últimos dois anos, o número de famílias que ganham o equivalente a US$ 1.170, ou menos, por mês, dobrou para 149.000, de acordo com um estudo recente do governo.

Pouca ajuda social

A família de “Rainbow” é uma delas. Há um ano, porém, sua renda era de quase o triplo.

No momento, tem conseguido limitar suas despesas diárias com alimentação ao equivalente a US$ 13 e faz o possível para que suas filhas, de 4 e de 18 anos, continuem a comer de forma equilibrada.

“Os adultos comem comida enlatada, e as crianças comem produtos frescos”, explica.

Esta ex-colônia britânica foi atingida pela pandemia, quando a economia já estava em recessão por meses de crise política e pelas manifestações em massa em 2019.

Essas manifestações protestavam contra a crescente tutela chinesa, apesar do princípio “Um País, Dois Sistemas”. A multidão também tomou as ruas contra o Executivo local – alinhado a Pequim – por sua incapacidade de conter as desigualdades e de resolver a crise imobiliária que faz de Hong Kong uma das cidades mais caras do mundo para se morar.

O avanço da pobreza em Hong Kong é alarmante, devido à baixa magnitude de subsídios sociais, afirma Lai Hiu-tung, da ONG Concern for Grassroot’s Livelihood Alliance.

“A maior parte da ajuda é excepcional e de curto prazo”, explica.

“Muitos desempregados”

Maggie, de 35 anos, é uma das centenas de pessoas que dependem da ajuda alimentar distribuída duas vezes por semana pela associação de Lai.

Depois de engravidar pela segunda vez, não encontrou trabalho como balconista e não tem mais um salário fixo para sustentar as duas filhas.

Seu marido, que também é vendedor, sofreu uma queda de 30% no salário mensal durante a pandemia.

“A política da empresa dele mudou, e ele recebe muito menos comissões”, acrescenta.

O casal pensou na possibilidade de trabalhar em plataformas de entrega de comida, mas há muita concorrência.

“Há muitos desempregados. Não somos os únicos procurando um segundo emprego”, lamenta.

A taxa de desemprego aumentou no início de 2021, atingindo seu maior índice em 17 anos, a 7,2%. Desde então, regrediu ligeiramente.

Os manifestantes acusam a chefe do governo local, Carrie Lam, de fechar os olhos para a situação econômica de seus eleitores e de se concentrar na repressão aos oponentes pró-democracia.

Recentemente, têm havido promoções entre os funcionários de alto escalão da área de segurança do governo. O ex-ministro da Segurança John Lee, por exemplo, tornou-se conselheiro de Lam, uma posição que lida, com frequência, com questões sociais.

Lam diz que fará da habitação o tema central de seu mandato, que termina no próximo verão.

Hoje, o tempo de espera para se ter acesso à moradia social é de em torno de 5,8 anos, 12 meses a mais do que quando Carrie Lam chegou ao poder.

A família “Rainbow” está à espera há sete anos e vive em habitações provisórias. Ainda assim, considera-se com sorte agora. Antes, sua família morava em um casebre como os que são construídos, ilegalmente, nos telhados dos prédios.

“Eu durmo mal e me sinto péssima” vendo nossas economias diminuírem, desabafa “Rainbow”.

E acrescenta: “todas as pessoas estão sob pressão”.

 

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África do Sul rejeita decisão da UA de acolher Israel como observador

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A África do Sul apoia a causa palestina com relações diplomáticas oficiais estabelecidas em 1995, um ano depois do fim do Apartheid.

(crédito: Picture: EWN)

A África do Sul denunciou, nesta quarta-feira (28), a decisão “unilateral” adotada na semana passada pela comissão da União Africana (UA) de conceder a Israel a condição de observador na organização pan-africana.

Em uma declaração inequívoca, Pretória, que exerceu a presidência rotativa da UA no ano passado, declarou-se “consternada com a decisão injusta e injustificada da comissão da UA de conceder a Israel a condição de observador na União Africana”.

A comissão da UA tomou esta “decisão unilateralmente, sem consultar seus membros”, afirmou o Ministério sul-africano das Relações Exteriores, que a classificou de “inexplicável” e “incompreensível”.

Na semana passada, a União Africana concedeu a Israel a condição de observador, algo que reivindicava há anos. Foi uma vitória diplomática para o Estado hebreu e que, segundo ambas as partes, permitirá a Israel ajudar o continente na luta contra a pandemia da covid-19 e o terrorismo.

“A decisão de conceder a Israel a condição de observador é ainda mais chocante neste ano, em que o povo oprimido da Palestina foi perseguido por bombardeios destrutivos e pela continuação da colonização ilegal em suas terras”, acrescentou o Ministério.

A África do Sul apoia a causa palestina com relações diplomáticas oficiais estabelecidas em 1995, um ano depois do fim do Apartheid. Em 2019, degradou sua embaixada para um mero escritório de enlace em Tel Aviv.

Palestina já tem a condição de observador na União Africana e conta com um apoio considerável.

Fonte: Agência France-Presse

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Inglaterra isenta de quarentena viajantes vacinados de UE e EUA

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Os viajantes vacinados pelo serviço de saúde britânico já havia sido liberados da quarentena, mas não os imunizados no exterior.

(crédito: Stwart Montgomery/)

Os viajantes completamente vacinados que chegarem à Inglaterra procedentes dos Estados Unidos e da União Europeia (UE), à exceção da França, ficarão isentos da obrigatoriedade de cumprir quarentena – anunciou o governo britânico nesta quarta-feira (28).

Reivindicada pelo setor de turismo, a medida entrará em vigor a partir da madrugada de segunda-feira (2), afirmou o ministro dos Transportes, Grant Shapps, no Twitter.

Para os países classificados na cor “laranja”, a grande maioria dos destinos turísticos, como UE e EUA, o Reino Unido impõe uma quarentena de pelo menos cinco dias aos viajantes, além da obrigação de fazerem testes de covid-19

Os viajantes vacinados pelo serviço de saúde britânico já havia sido liberados da quarentena, mas não os imunizados no exterior. A distinção causou mal-estar entre os britânicos expatriados diante das complicações criadas para que voltassem para casa.

A partir de agora, a Inglaterra aplicará a mesma medida às pessoas vacinadas na União Europeia, ou nos Estados Unidos, para as chegadas procedentes dos países da lista “laranja”. A exceção será a França, devido à presença da variante Beta.

“Regras diferentes continuarão a ser aplicadas às chegadas da França”, disse o Ministério em um comunicado.

Os viajantes vacinados em território americano deverão provar que são residentes nos Estados Unidos.

Um teste de PCR será obrigatório dois dias após a chegada.

Essas medidas também não se aplicam a países e regiões classificados como “vermelhos” por Londres (como Índia, Emirados Árabes Unidos e América do Sul). Destes, apenas residentes do Reino Unido estão autorizados a retornar, desde que cumpram quarentena em hotéis reservados para isso. As despesas de hospedagem ficam por conta de cada um.

Fonte: Agência France-Presse

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Vulcão Sinabung da Indonésia entra em erupção

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Sinabung, um vulcão de 2.460 metros de altura, estava dormindo durante séculos até que despertou em 2010 com uma erupção que matou duas pessoas.

(crédito: MUHAMMAD IKSAN GINTING / AFP)

A erupção do vulcão localizado no norte da ilha de Sumatra durou 12 minutos, segundo a agência geológica local.

“O material vulcânico alcançou os 4.500 metros” (de altura), disse à AFP o diretor do posto de monitoramento de Sinabung, Armen Putra.

Em uma imagem compartilhada por essa agência é possível observar uma espessa coluna de fumaça preta saindo da cratera.

As nuvens de cinza e fumaça chegaram até uma distância de mais de 1.000 metros do topo, acrescentou essa fonte.

As autoridades não emitiram ordem de evacuação porque os materiais vulcânicos não alcançaram as cidades mais próximas e não houve inconvenientes para os voos na região.

Porém, ordenaram à população que evite se aproximar a menos de cinco quilômetros da cratera, um raio em que de qualquer forma ninguém mora, porque a atividade vulcânica aumentou nos últimos anos.

Sinabung, um vulcão de 2.460 metros de altura, estava dormindo durante séculos até que despertou em 2010 com uma erupção que matou duas pessoas.

Voltou a entrar em erupção em 2013 e desde então se mantém muito ativo.

A erupção seguinte foi em 2014 e deixou 16 mortos. Em 2016, foi registrada outra que matou sete pessoas.

A Indonésia – um arquipélago de mais de 17.000 ilhas – tem cerca de 130 vulcões ativos.

O país se encontra no “Cinturão de Fogo” do Pacífico, uma área com frequente atividade sísmica na qual há choque de placas tectônicas.

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Argentina fecha acordo de 20 milhões de vacinas da Pfizer em 2021

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O acordo foi alcançado após meses de reuniões e depois de um decreto presidencial específico para destravar as negociações que ficaram estagnadas.

(crédito: Thomas Kienzle/AFP)

O governo argentino chegou a um acordo com o laboratório americano Pfizer para o fornecimento de 20 milhões de doses de sua vacina contra a covid-19 durante 2021, informou nesta terça-feira (27) a ministra da Saúde, Carla Vizzotti.

“Ontem (segunda-feira) assinei um acordo vinculante com o laboratório Pfizer por 20 milhões de doses de vacinas durante 2021”, anunciou Vizzotti em coletiva de imprensa.

O acordo foi alcançado após meses de reuniões e depois de um decreto presidencial específico para destravar as negociações que ficaram estagnadas, apesar de a Argentina ter participado com voluntários nos ensaios de fase 3 da vacina do laboratório americano.

Sobre a chegada das vacinas, a ministra afirmou que ainda é preciso fechar algumas “questões logísticas e, a partir disso, o tempo de envio e de chegada das doses”.

A funcionária destacou que a Pfizer “tem uma importante autorização para aplicar (a vacina) em adolescentes de entre 12 e 17 anos”, faixa etária na qual a Argentina deseja avançar.

Para isso, também conta com 3,5 milhões de doses da vacina Moderna doadas pelo governo dos Estados Unidos e cujo uso está aguardando autorização na Argentina.

Vizzotti também informou que na segunda-feira o país assinou um contrato para receber 5,4 milhões de doses da vacina do laboratório chinês Cansino, cuja primeira entrega de 200.000 doses é esperada para os próximos dias.

A Argentina tem acordos com o laboratório russo Gamaleya para a entrega da Sputnik V; com a Universidade de Oxford, associada à farmacêutica AstraZeneca; com o Serum Institute da Índia, para a Covishield; e com o Beijing Institut, para a Sinopharm.

A ministra afirmou que a Argentina já recebeu 42 milhões de doses de vacinas.

Segundo a última contagem oficial, 24,09 milhões de pessoas receberam pelo menos a primeira dose, das quais 6,13 milhões já foram completamente imunizadas com as duas doses necessárias.

Os atrasos na entrega do segundo componente da vacina Sputnik V geraram uma reclamação do governo argentino à Federação Russa e o início de estudos de trocas de vacinas que estão em andamento.

“Temos dois centros que estão adiantados a esse respeito e esperamos ter novidades nas próximas semanas”, disse.

Vizzotti também destacou uma melhoria na situação epidemiológica.

“Tivemos nove semanas consecutivas de redução dos casos e sete de redução das mortes”, afirmou, embora tenha destacado que a média de casos diários é de 12.000.

“Ainda temos que continuar diminuindo a quantidade de casos, internados e mortes”, enfatizou.

A Argentina acumula 104.105 mortes de coronavírus, sobre um total de 4.859.170 casos.

 

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Quatro jornalistas afegãos são presos ao retornar de área controlada pelo Talibã

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De acordo com a imprensa local, eles foram até lá para investigar as alegações do governo de que os talibãs cometeram abusos contra civis naquele distrito nos últimos dias.

(crédito: FARSHAD USYAN / AFP)

Quatro jornalistas afegãos, que voltavam de um distrito controlado pelo Talibã, foram detidos pelas forças de segurança afegãs, que os acusa de fazer propaganda para os insurgentes, anunciou o governo nesta terça-feira (27).

Os repórteres foram detidos nesta segunda-feira (26) em Kandahar, uma grande cidade no sul do Afeganistão, depois de visitarem o distrito de Spin Boldak, na fronteira com o Paquistão, que está nas mãos do Talibã desde 14 de julho.

De acordo com a imprensa local, eles foram até lá para investigar as alegações do governo de que os talibãs cometeram abusos contra civis naquele distrito nos últimos dias.

O Talibã negou categoricamente essas acusações.

“Qualquer forma de propaganda a favor dos terroristas e contra o interesse nacional do Afeganistão é um crime”, disse Mirwais Stanikzai, porta-voz do Ministério do Interior afegão, em um comunicado.

“As forças de segurança estão investigando o assunto”, acrescentou.

Por sua vez, o instituto de defesa da mídia afegã, Nai, alegou que os jornalistas foram detidos por ordem do Serviço de Inteligência Afegão.

“Ainda não está claro o que aconteceu”, explicou o Nai, observando que três dos jornalistas presos trabalhavam para Mellat Zhagh, uma estação de rádio local.

“Eles estão detidos há mais de 24 horas (…) suas famílias estão muito preocupadas”, acrescentou o instituto.

O Comitê para a Segurança de Jornalistas Afegãos, uma ONG, pediu ao governo que os libertasse imediatamente.

Vários jornalistas foram alvos de assassinatos seletivos, que as autoridades afegãs atribuíram ao Talibã, desde fevereiro de 2020, quando os insurgentes e os Estados Unidos assinaram um acordo que abriu caminho para a retirada permanente das tropas internacionais do país. Um processo que está para terminar.

O Afeganistão, um dos países mais perigosos para jornalistas, está classificado em 122º lugar entre 180 no último ranking da Repórteres Sem Fronteiras (RSF) sobre liberdade de imprensa, divulgado em maio.

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Tribunal londrino reabre processo de US$ 7 bi por desastre em Mariana

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Processo é movido contra a BHP, parceira da Vale na barragem do Fundão

© Antonio Cruz/ Agência Brasil

O Tribunal de Recursos de Londres concordou nesta terça-feira em reabrir um processo de US$ 7 bilhões contra a mineradora anglo-australiana BHP pelo rompimento de uma barragem em Mariana (MG), em 2015, que causou o maior desastre ambiental da história do Brasil.

Um grupo formado por cerca de 200 mil reclamantes brasileiros vinha tentando ressuscitar o processo de 5 bilhões de libras (US$ 6,9 bilhões) movido na Inglaterra contra a BHP desde que um tribunal inferior suspendeu a ação em novembro, alegando abuso processual, e um juiz do Tribunal de Recursos manteve a decisão.

“Embora compreendamos totalmente as considerações que levaram o juiz à sua conclusão de que a reclamação deveria ser rejeitada, acreditamos que o recurso tem uma perspectiva real de sucesso”, disseram três magistrados do Tribunal de Recursos na decisão emitida nesta terça-feira.

O colapso da barragem de Fundão, pertencente à Samarco – joint venture (parceria) entre BHP e a brasileira Vale -, matou 19 pessoas e fez com que uma enxurrada de mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos invadisse o rio Doce e atingisse o Oceano Atlântico, a mais de 650 quilômetros do local do desastre.

Ação coletiva

A ação coletiva – uma das maiores da história do sistema legal inglês – é movida pelo escritório de advocacia PGMBM em nome de indivíduos, empresas, igrejas, organizações, municípios e povos indígenas brasileiros.

Tom Goodhead, sócio-gerente da PGMBM, disse que esta foi uma “decisão monumental” e que seus clientes sentiram que pela primeira vez os juízes reconheceram a importância do caso.

A BHP, maior mineradora do mundo em valor de mercado, classificou o caso como sem sentido e uma perda de tempo, alegando que a ação duplica procedimentos do Brasil e o trabalho da Fundação Renova, entidade criada pela companhia e seus sócios brasileiros para compensações pelo desastre.

“A posição da BHP continua sendo a de que os procedimentos não pertencem ao Reino Unido”, disse a empresa em comunicado. “As questões levantadas pelos reclamantes já estão cobertas pelo trabalho da Fundação Renova, por decisões já existentes da Justiça brasileira ou são temas de processos em tramitação no Brasil.” Agência Brasil

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