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Covid-19: Rio discute liberação de uso de máscara em novembro

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Avaliação será feita de acordo com a evolução epidemiológica da cidade

Uso de máscara para proteção contra o novo coronavírus.© Ricardo Wolffenbuttel/Governo de SC

A cidade do Rio de Janeiro vai discutir em novembro o início da liberação do uso de máscaras como medida sanitária obrigatória contra a covid-19. Segundo o secretário, Daniel Soranz, todas as medidas de retomada e reabertura serão tomadas com muita cautela e de acordo com a situação epidemiológica da cidade.

No mês de outubro a gente alcança 65% da população totalmente vacinada, a gente libera mais atividades a partir desse momento, e no mês de novembro, com toda a população [adulta] totalmente vacinada eu acho que é um momento mais propício para a gente discutir a liberação do uso de máscara ou não”.

Soranz participou da divulgação do 39º Boletim Epidemiológico da prefeitura, na manhã de hoje (1º). A partir deste mês, a prefeitura continua divulgando o boletim semanalmente, mas a entrevista coletiva passa a ser quinzenal. O secretário destacou que ainda não é o momento de liberar a população do uso de máscara.

“A gente entende que é cada vez mais difícil manter a população usando máscara, não é simples esse momento, já tem 1 ano e 8 meses de pandemia, não é simples para as pessoas continuar com medidas restritivas, utilizando máscara. Mas nesse momento, o nosso entendimento é que não se pode abolir o uso do protetor na cidade do Rio de Janeiro. Nos eventos testes aonde a população está totalmente testada, o panorama epidemiológico é diferente, o teste e a vacina são uma garantia maior, mas a gente ainda não se sente seguro para liberar a utilização de máscaras” .

Eventos testes

Até o momento, a prefeitura autorizou a realização de 12 eventos testes com público, aonde todos os participantes precisam estar vacinados e testados contra a covid-19. Cinco deles já ocorreram, todos jogos de futebol, sendo dois do Flamengo no Maracanã, dois do Vasco em São Januário e um do Botafogo no Engenhão. Em todos eles, houve uma detecção máxima de 1,1% do público ou trabalhadores testados positivos para a covid-19 e impedidos de entrar no estádio.

No primeiro evento autorizado, o jogo Flamengo e Grêmio no dia 15 de setembro, entre as 7.652 pessoas testadas, 68 deram positivo, o que corresponde a 0,9% do total. O acompanhamento por 15 dias mostrou que dez pessoas que foram ao jogo tiveram suspeita de covid-19, com sintomas de síndrome gripal leve, e apenas uma teve a confirmação da doença. Com isso, a incidência de casos suspeitos no evento foi de 15,5 para cada 10 mil pessoas, enquanto na cidade o índice é de 98,8.

Passaporte da vacina

O prefeito Eduardo Paes agradeceu a decisão de ontem (30) do presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, de derrubar a liminar que impedia a cobrança do passaporte da vacina para frequentar alguns lugares, como cinemas e academias de ginástica. Para o prefeito, as regras são feitas para a convivência em sociedade e não ferem a liberdade individual, mas sim protegem a coletividade.

“Nós queremos reafirmar e garantir o direito de ir e vir das pessoas. As pessoas que vierem [ao Rio de Janeiro] vão ter que continuar a usar cinto de segurança, vão continuar tendo que não fumar dentro de seus hotéis e restaurantes, vão ter que, na hora que pegar um avião, continuar a passar por um raio x ou scanear que por motivos de segurança. E nenhum de nós se incomoda com isso como um cerceamento ao direito individual, ao direito de ir e vir, às nossas liberdades democráticas”.

Paes destacou que a “absoluta maioria das pessoas quer se vacinar”, com o alcance na cidade de 99,2% de cobertura de primeira dose na população a partir de 12 anos e 65% com as duas doses ou dose única. Ele reafirmou a importância do passaporte vacinal como uma garantia sanitária para a cidade retomar as atividades econômicas, como o turismo.

“Essa é uma cidade turística, que quer receber turistas, que quer voltar à normalidade, que quer fazer o Réveillon, que quer fazer o carnaval, que quer ter um verão com os hóteis lotados. Quando nós exigimos o passaporte da vacinação, nós também estamos dando um sinal para aqueles que nos visitam. Com o passaporte da vacina, estamos dizendo para os turistas responsáveis, que se vacinaram, que eles podem vir com tranquilidade. E estamos dizendo também para aqueles que não se vacinaram que, por favor, não venham, porque eles não serão bem-vindos no Rio de Janeiro. É simples assim”.

De acordo com o prefeito, até a segunda quinzena de novembro quase 100% dos cariocas adultos estarão com o esquema vacinal completo.

Vacinação

Com o término da vacinação dos adolescentes, em outubro a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai fazer campanhas em locais de grande movimentação para alcançar as pessoas que ainda não tenham procurado um posto para se imunizar contra a covid-19.

“Ao longo do mês de outubro, cada unidade vai definir sua estratégia de vacinação, de acordo com a relação com aquele território, a proximidade com estações de metrô ou de BRT, ou outro ponto importante para vacinação. A gente está muito acostumado a fazer isso com as outras campanhas, então vamos montar postos de vacinação externos, volantes, em dias específicos, para ver se a gente aumenta essa cobertura. Falta menos de 1% da população ainda para vacinar com a primeira dose e a gente acredita que essa estratégia possa ajudar um pouco mais com esse avanço”, explica o secretário Soranz.

A vacinação segue esta semana com a repescagem da primeira para qualquer pessoa a partir de 12 anos e com a dose de reforço para idosos e trabalhadores da saúde. Até 30 de outubro podem tomar a dose de reforço quem tomou a segunda dose em abril. O calendário da prefeitura avança até fevereiro de 2022, com o reforço para os trabalhadores da saúde que tenham completado a vacinação em julho e agosto.

Hoje reforço está sendo aplicado também nos idosos de 79 e amanhã 78 nos de anos. Na semana que vem, serão contemplados os idosos até 73. A SMS também antecipou a segunda dose para quem recebeu a primeira da Pfizer e tem 40 anos ou mais. Estes podem procurar o posto para completar a imunização 21 dias depois da primeira dose.

Internações

As internações por covid-19 na cidade seguem em queda, com registro de 290 pessoas nos hospitais na última semana, uma queda de 56% com relação à semana 33, o ultimo pico do gráfico, quando 663 pessoas foram internados. No momento, a cidade está com 438 pessoas internadas por covid-19 e a taxa de ocupação dos leito dedicados à doença está em 49%.

O secretário destacou que a cidade vai começar a reverter esses leitos para outras especialidades, já que “não faz sentido manter esses leitos sem atender pessoas”. Segundo ele, entre as 218 pessoas internadas no Hospital Municipal Ronaldo Gazola, duas tinham tomado a primeira dose da vacina e dez a segunda dose, com os 95% sem nenhuma dose.

O município segue com todas as regiões com risco moderado, em amarelo, para a transmissão do novo coronavírus. Agência Brasil

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Réveillon cancelado? Veja situação em SP, Rio, Salvador e outras capitais

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O atraso na vacinação e a persistência da pandemia podem prejudicar os eventos da virada do ano em algumas das cidades em que esses festejos são tradicionais

Ano novo: São Paulo planeja realizar o réveillon na Avenida Paulista. (Gabriel Monteiro/secom/Agência Brasil)

A realização de réveillon com público e a tradicional queima de fogos da festa entrou em compasso de espera nas capitais brasileiras. O atraso na vacinação e a persistência da pandemia podem prejudicar os eventos da virada do ano em algumas das cidades em que esses festejos são tradicionais.

A prefeitura de Salvador espera definir o assunto nos próximos dias e o mesmo vale para Recife e Fortaleza. Em Belo Horizonte, o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 desaconselhou a realização do evento, enquanto a prefeitura de Florianópolis já lançou o Verão da Virada 2022, que inclui a festa com queima de fogos. Em São Paulo e no Rio, a programação está mantida.

Em Salvador, a definição ocorrerá após encontro entre o prefeito Bruno Reis e o governador Rui Costa (PT). No ano passado, a queima de fogos ocorreu sem público e foi transmitida pela internet.

Já as festas particulares devem ocorrer em mais de 20 locais na capital baiana. A última edição do festival da virada, na passagem de 2019 para 2020, reuniu 2 milhões de foliões durante os cinco dias de festa.

São Paulo planeja realizar o réveillon na Avenida Paulista. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) já disse que o evento voltaria a ser realizado depois da interrupção forçada pela pandemia de 2020 para 2021. Na quarta-feira, 24, a capital paulista alcançou a marca de 100% da população adulta totalmente vacinada.

No Rio, o prefeito Eduardo Paes (PSD) também planeja realizar o festejo na orla de Copacabana. Ele já vem repetindo desde julho que o evento ocorrerá em sua total capacidade, como em anos pré-pandemia. Na semana passada, a prefeitura informou que não há mais pacientes com covid-19 na rede municipal de saúde.

SEM CONFIRMAÇÃO

Situação diferente do Recife, onde a prefeitura ainda não confirmou o Réveillon com público. “O Recife entende que apenas com a superação da pandemia será possível assegurar os eventos”, disse, em nota.

Em Fortaleza, a festa também está indefinida. O prefeito José Sarto (PDT) criou um grupo para discutir a realização do evento. A possibilidade de haver a queima de fogos com a liberação das praias para o público já vinha sendo estudada pelo comitê da covid-19, devido à queda nos indicadores da pandemia. Uma das possibilidades é de que o réveillon só seja permitido para pessoas com a imunização completa.

O Comitê de Enfrentamento à Covid-19 desaconselhou a realização do Réveillon na capital mineira, devido ao risco de aglomerações. Foram levados em conta os índices de vacinação abaixo do desejado e o risco de aparecimento de variantes do coronavírus.

FLORIANÓPOLIS

Na capital catarinense, a queima de fogos será realizada exclusivamente na baía norte, com visualização da Beira-Mar Norte e Continental. Não haverá show musical.

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Nova variante: Anvisa recomenda restrições a voos de 6 países da África

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A orientação é em decorrência da identificação de nova variante do coronavírus B.1.1.529.

Anvisa: Países da Europa já restringiram viagens para o local de origem da nova variante e entrada de viajantes (Leandro Fonseca/Exame)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nota técnica nesta sexta-feira, 27, recomendando que o governo brasileiro restrinja voos e viajantes vindos dos países da África que identificaram a nova variante do coronavírus B.1.1.529.

Os países identificados na nota técnica são, especificamente, África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Por não haver voos diretos desses países para o Brasil, a Anvisa recomenda a restrição de entrada de viajantes dessas áreas também por qualquer outro meio de entrada. Brasileiros ou residentes legais que tiverem passagem por um desses países devem realizar quarentena de 14 dias, segundo o órgão.

A recomendação foi enviada para a Casa Civil. A agência informa que a efetivação da medida depende de de portaria interministerial editada conjuntamente pela Casa Civil, pelo Ministério da Saúde, pelo Ministério da Infraestrutura e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Países da Europa já restringiram viagens e entrada de viajantes do local de origem da nova variante. A nova variante preocupa autoridades mundiais pelo seu grande número de mutações: são 50 ao todo. Apesar de ainda ser cedo para dizer o quão transmissível ou perigosa ela é, a nova variante já levou a quedas nas bolsas.

Por Exame

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OMS alertou em março que a desigualdade nas vacinas geraria variantes

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Na época, Tedros Adhanom classificou como “sufocante” o pouco progresso feito em direção a uma distribuição mais igualitária dos imunizantes

Diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus (Christopher Black/OMS/Reuters)

À medida que as vacinas contra o coronavírus eram produzidas, entre 2020 e 2021, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, reforçava recorrentemente que os governos mundiais levassem em conta as projeções de especialista de saúde sobre quantas doses, e em qual período os lotes deveriam ser enviados para que fosse possível vacinar todo o mundo, não apenas os países mais ricos.

Isso era necessário, dizia ele, para reduzir as taxas de mortalidade e doenças graves nas nações mais pobres e para proteger suas populações das consequências econômicas.

As evidências também apontavam outro e mais latente motivo: quanto mais o vírus se espalha, maior a probabilidade dele sofrer uma mutação e resultar em uma cepa que pode se tornar perigosa para todos, incluindo os vacinados.

Talvez pelo devido descaso com o alerta, há indícios de que este temor se concretizou. Uma nova variante do coronavírus chamada B.1.1.529 foi identificada na África do Sul e vem preocupando autoridades mundiais pelo seu grande número de mutações: são 50 ao todo.

O quão ela é transmissível ou perigosa ainda está sob análise, mas a nova variante já levou a quedas na bolsa e a países da Europa restringindo viagens para seu local de origem.

Em março, Tedros Adhanom reforçou publicamente o pedido de forma ainda mais contundente: clamou para que países ricos compartilhem mais doses de vacinas contra o coronavírus a nações mais pobres. Segundo ele, vacinar todos os cidadãos enquanto a maior parte da população mundial continua sem os imunizantes dá uma “sensação falsa de segurança”.

“Se não for por solidariedade, peço que países ricos compartilhem as doses pelo seu próprio interesse”, disse Tedros, que completou ao afirmar que as nações mais desenvolvidas do mundo vacinam suas populações ao custo das vidas de idosos e profissionais da saúde de regiões de menor renda.

Não está claro exatamente onde a nova variante foi gerada. Pode ter sido na África do Sul ou Botswana, ou em um país vizinho.

Mas ambos os países têm baixas taxas de vacinação e documentaram um luta diplomática para garantir as doses, inclusive acusando as nações ricas de acumularem vacinas.

Até quinta-feira, apenas 23,51% das pessoas na África do Sul e 19,58% no Botswana foram vacinadas, informou o Our World in Data.

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Governo distribuirá óculos de visão noturna a policiais de fronteira

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Programa Vigia receberá viaturas, capacetes, coletes e kits de saúde

© Wilson Dias/Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou a entrega, nesta quinta-feira (25), de R$ 73 milhões em equipamentos de segurança para fortalecer o trabalho de policiais que atuam no Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (Vigia).

O evento contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e do titular da pasta, Anderson Torres, entre outras autoridades do governo federal.

Ao todo, segundo o ministério, são 230 viaturas, 225 óculos de visão noturna, 225 capacetes, 700 placas de proteção balística, 700 kits de primeiros-socorros e quatro binóculos com tecnologia térmica avançada, capazes de identificar movimentação suspeita a 8 quilômetros de distância. “São equipamentos de ponta, que vão contribuir para uma atuação mais eficiente e segura dos nossos policiais que atuam nas fronteiras e divisas de 12 estados do país”, afirmou Torres.

Os itens serão distribuídos entre as polícias civis, militares e federais presentes nas regiões de divisa e fronteira do Acre, Amapá, Amazonas, de Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, do Paraná, Rio Grande do Sul, de Rondônia, Roraima, Santa Catarina e do Tocantins.

Em balanço, o ministro da Justiça afirmou que, em dois anos, o Programa Vigia apreendeu 1,2 mil toneladas de drogas, com valor de mais de R$ 4,5 bilhões, além de ter feito investimentos de R$ 130 milhões na compra de equipamentos.

Por Agência Brasil

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Covid-19: Brasil registra 303 mortes e 12.126 casos em 24 horas

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País acumula 613,6 mil mortes e 22,055 milhões de casos

© 28/10/2021_Fernando Frazão/Agência Brasil

As secretarias estaduais e municipais de Saúde do Brasil registraram até o momento que 613.642 pessoas morreram em decorrência da covid-19. Desde ontem, as autoridades confirmaram 303 novas mortes por covid-19.  

Ainda há 2.837 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre se a causa foi covid-19 ainda demandar procedimentos.

Também conforme as estatísticas das autoridades de saúde, a soma de pessoas infectadas pelo coronavírus durante a pandemia atingiu 22.055.238. Nas últimas 24 horas, foram registrados 12.126 novos casos da doença.

Boletim Covid-19 de 25-11-2021
Boletim Covid-19 de 25-11-2021 – Ministério da Saúde

Ainda há 166.387 casos em acompanhamento de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Até esta quinta-feira, 21.275.209 pessoas se recuperaram da doença.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quinta-feira (25). A atualização consolida informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (153.755), Rio de Janeiro (68.935), Minas Gerais (56.104), Paraná (40.763) e Rio Grande do Sul (36.034).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.846), Amapá (2.002), Roraima (2.050), Tocantins (3.914) e Sergipe (6.041).

Vacinação

No total, até o início da noite desta quinta-feira (25) o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 306,9 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 158,5 milhões como primeira dose e 134,6 milhões como segunda dose e dose única. Foram aplicadas 13,2 milhões de doses de reforço.

Ainda conforme o painel do Ministério da Saúde, foram enviadas aos estados 372,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19.

 

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Caravana Iluminada de Natal passa por cidades do Litoral Norte nesta terça-feira

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Já cidades do Norte e a capital Florianópolis recebem a caravana na quarta (11).

Caravana Iluminada de Natal passa por cidades do Vale do Itajaí e Litoral Norte nesta terça-feira — Foto: Divulgação

Cidades do Litoral Norte de Santa Catarina recebem nesta terça-feira (10) a Caravana Iluminada de Natal da Coca-Cola. Os caminhões passam por Itajaí, Balneário Camboriú e Camboriú.

Na edição deste ano, um dos destaques são os veículos totalmente cenografados com imagens de pessoas celebrando a união em família ou entre amigos.

As caravanas também percorrerão as ruas com elementos inéditos: o caminhão com o tradicional cenário do Papai e da Mamãe Noel será decorado com cerca de 3.750 garrafas PET recicladas de tamanhos variados, compondo elementos como trenó, árvores e renas. Para garantir a iluminação de toda a frota, serão usados dois mil metros de mangueira LED.

Caravana Iluminada de Natal passa por cidades de SC — Foto: Divulgação

Caravana Iluminada de Natal passa por cidades de SC — Foto: Divulgação

Na quarta-feira (11), os caminhões da campanha passam por Joinville, Jaraguá do Sul e Florianópolis. O roteiro completo está disponível no site.
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