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Corpo de mulher queimada por companheira no DF é velado em cemitério da Asa Sul

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Tatiana Luz da Costa teve 90% do corpo atingido após discussão com Vanessa Pereira de Souza; elas moravam juntas. Pai da vítima precisou ser amparado durante velório.

Incêndio em apartamento deixa duas mulheres feridas no DF — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O corpo de Tatiana Luz da Costa, de 35 anos, será enterrado às 17h desta terça-feira (1º), no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, em Brasília. Ela morreu após ter 90% do corpo queimado em um incêndio provocado pela companheira, no apartamento onde moravam, em Santa Maria, no Distrito Federal.

A vítima vivia com Vanessa Pereira de Souza, de 34 anos. Segundo o delegado Alberto Rodrigues, Vanessa ateou fogo na companheira após uma discussão.

Durante o velório, que começou perto das 11h, o pai de Tatiana precisou ser amparado. Um amigo da família disse que todos estavam muito abalados porque Tatiana era uma pessoa muito calma e “que passava paz”.

“Eu vou sentir muita falta dela. Ela é mais uma estrela que está brilhando no céu.”

O crime

Familiares e amigos se despedem de Tatiana Luz em cemitério no Distrito Federal.  — Foto: Aline Ramos/G1

Familiares e amigos se despedem de Tatiana Luz em cemitério no Distrito Federal. — Foto: Aline Ramos/G1

No dia 23 de setembro passado, o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal foi chamado por causa de um incêndio em um apartamento no condomínio Total Ville, em Santa Maria.

Segundo os militares, ao chegar ao local, o fogo já estava controlado. Mas o sofá havia sido destruído e as duas mulheres atingidas. Um recipiente com álcool foi encontrado na sala.

Tatiana estava com mais de 90% do corpo ferido e Vanessa ficou com 40% do corpo queimado. As duas foram levadas pelos bombeiros para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Tatiana morreu nesta segunda-feira (30), uma semana após a internação. Vanessa, que foi presa em flagrante no hospital, permanece internada e sob escolta da polícia.

Este é o 25º caso de feminicídio registrado no Distrito Federal em 2019.

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Homem morre após cair de altura de 18 metros em cachoeira do DF

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Vítima sofreu afundamento do crânio, parada cardiorrespiratória e fraturas pelo corpo

Cachoeira

Um homem de 36 anos morreu após cair de uma altura de 18 metros na cachoeira do Tororó, em São Sebastião. O caso aconteceu nesta sexta-feira (05/06).

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) identificou a vítima apenas pelo primeiro nome, Thiago.

Segundo os bombeiros, Thiago estava no local com amigos. Ele foi encontrado pelos militares já em parada cardiorrespiratória, com afundamento do crânio e fraturas no joelho direito e antebraço.

O socorro ainda tentou, por uma hora, restabelecer os sinais vitais da vítima, que não resistiu e morreu ainda no local. O resgate aéreo prestou suporte ao resgate. O caso, agora, será investigado pela Polícia Civil do DF (PCDF).

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Homens armados prendem mãe e filho no banheiro durante assalto em Vicente Pires, no DF

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Crime ocorreu durante madrugada desta sexta-feira (5). ‘Ladrões tinham informações sobre a família’, diz polícia.

Casa, em Vicente Pires, ficou revirada após assalto durante madrugada desta sexta-feira (5), no DF — Foto: Arquivo pessoal

Três homens armados assaltaram uma casa em Vicente Pires, no Distrito Federal, e deixaram mãe e filho amarrados no banheiro. Os criminosos levaram R$ 14 mil, que estavam guardados no escritório, além de celulares, televisores, roupas, eletrodomésticos e dois carros.

A polícia suspeita que os assaltantes tinham informações sobre a família. O crime ocorreu por volta das 2h desta sexta-feira (5). Mãe e filho foram rendidos enquanto dormiam.

De acordo com os relatos da mulher, de 45 anos, e do jovem de 19 anos, os três homens “sabiam detalhes pessoais das vítimas, o que pode ter facilitado o acesso à residencia”. O trio teria entrado pela porta dos fundos da residência.

A 38° DP investiga o caso. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso.

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PCDF prende novos integrantes de grupo que traficava drogas sintéticas

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Um casal que faz parte da mesma associação criminosa já havia sido detido nessa quarta-feira (03/06). Prisões foram realizadas pela 35ª DP

Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II), prendeu em flagrante mais quatro integrantes da associação criminosa que abastecia a capital da República com drogas sintéticas. A ação ocorreu nesta quinta-feira (04/06), em continuidade às investigações sobre o grupo.

Nessa quarta-feira (03/06), os policiais da unidade haviam detido um casal, da mesma organização, quando tentava comercializar droga em um posto de combustível da região administrativa.

Os quatro criminosos, de 26, 29, 34 e 35 anos de idade, foram presos no momento em que comercializavam uma grande quantidade de drogas sintéticas no terminal rodoviário de Sobradinho II.

Com a organização, foram apreendidos 21 selos de LSD; 525 comprimidos de ecstasy; 13g de cocaína; quatro aparelhos celulares; R$ 635, em espécie; além de um veículo Toyota/Etios, utilizado no transporte da droga. No comércio dessa substância entorpecente, a organização criminosa obteria um lucro de R$ 25 mil.

“Cada membro da organização criminosa possuía tarefas bem definidas. O primeiro, motorista de aplicativo, transportava a droga; o segundo fazia o contato com os usuários; o terceiro atuava como atravessador, pegando a droga com o quarto indivíduo. Esse último é morador de Santo Antônio do Descoberto (GO) e fornecedor de droga sintética para todo o Distrito Federal”, explicou o delegado-chefe da 35ª DP, Laércio de Carvalho.

Durante as investigações sobre a associação criminosa, nove integrantes do grupo foram presos. A PCDF ainda informou que mais de mil selos de LSD e quase mil comprimidos de ecstasy, além de outras drogas, foram apreendidos.

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Operação investiga desvio de materiais hospitalares da Saúde do DF

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Policiais da Cecor, com o apoio do MP, cumprem mandados de busca e apreensão. Um dos alvos é médico e diretor do Iges

Secretaria de Saúde do DF.

Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Coordenação Especial de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor), desencadeou, na manhã desta quarta-feira (03/06), a Operação In Rem Suam. Os policiais investigam suspeita de desvio de materiais hospitalares, incluindo respiradores, da Secretaria de Saúde do DF.

O grupo alvo da operação, que tem apoio do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), seria liderado pelo médico Fabiano Duarte Dutra, diretor de Atenção à Saúde do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF). O órgão responsável por alguns hospitais e UPAs.

Fabiano Duarte Dutra é traumatologista e ortopedista e trabalhou na Medicina Cirúrgica do Hospital de Base do DF. Foi nomeado diretor do Hospital Regional de Santa Maria em março do ano passado. Antes, chegou a ser preso preventivamente por suposto envolvimento na Máfia das Próteses. Em agosto de 2017, Fabiano foi considerado inocente por falta de provas, pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Contudo, o Ministério Público apelou da absolvição e o processo continua tramitando.

As investigações desta quarta, conduzidas pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco), da PCDF, apontam para a possível atuação do servidor no esquema de desvio de materiais em meio à pandemia de coronavírus.

Ele teria se aproveitado do período de pandemia de Covid-19 para desviar materiais, principalmente respiradores, e posteriormente revendê-los tanto a particulares quanto ao próprio Governo do Distrito Federal, por meio de empresa acusada de participar do esquema.

Ao todo, são cumpridos sete mandados de busca e apreensão no DF, com a participação de 50 policiais civis, a fim de averiguar os desvios de materiais. Os alvos são as casas do servidor, o próprio Iges-DF e a empresa investigada, uma importadora de produtos hospitalares situada no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), bem como seus sócios.

O outro lado

Em nota, o Iges informou que está colaborando com as autoridades nesta quarta-feira (03/06).

“O Iges-DF reforça que a gestão é pautada pela transparência, não tolera irregularidades e todos os dados necessários serão repassados à equipe que conduz a operação. Ressalta, ainda, que não adquiriu insumos ou equipamentos com as empresas investigadas”, acrescentou o instituto.

Por outro lado, a Secretaria de Saúde informou que está colaborando com as autoridades. Mas pasta alegou que não pode revelar maiores detalhes para não atrapalhar as investigações.

Fabiano Duarte Dutra prestou depoimento na manhã desta quarta-feira. Logo em seguida, foi liberado. Segundo Cleber Lopes, advogado do médico, “não houve absolutamente nenhum desvio de conduta”.

O nome dado à operação — In Rem Suam — vem do latim e significa: “mandato em causa própria”.

 

 

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Caso Noélia: vizinho acusado de matar vendedora no DF vai a júri popular

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Almir Evaristo Ribeiro responde por feminicídio e está preso desde outubro de 2019. Data do julgamento não foi marcada.

Noélia Rodrigues foi assassinada com um tiro no rosto em uma estrada de terra em Vicente Pires, no DF — Foto: Facebook/Arquivo pessoal

O acusado de matar a vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira, de 38 anos, vai ser submetido a um júri popular. A Justiça do Distrito Federal entendeu que existem indícios suficientes para que Almir Evaristo Ribeiro seja julgado pelos crimes de homicídio qualificado – por feminicídio e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima – e porte ilegal de arma de fogo.

A sentença de pronúncia foi publicada nesta terça-feira (2) pelo juiz Paulo Afonso Correia Lima Siqueira. Na decisão, o magistrado determinou que o acusado permaneça preso porque “a gravidade concreta do fato atribuído ao réu, naturalmente, evidencia a necessidade de se resguardar a ordem pública, a instrução criminal e garantia da lei penal”. Ainda não há data para o julgamento.

O crime ocorreu outubro de 2019. Noélia desapareceu após sair da loja onde trabalhava, em um shopping da Asa Norte. No dia seguinte, o corpo dela foi encontrado em um matagal. O vizinho foi preso na semana seguinte e, segundo a polícia, tinha um relacionamento extraconjugal com a vítima (veja mais abaixo).

Acionada pela reportagem, a defesa do acusado não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.

Decisão do juiz

Almir Evaristo era vizinho de Noélia Rodrigues e foi preso por suspeita de feminicídio, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Almir Evaristo era vizinho de Noélia Rodrigues e foi preso por suspeita de feminicídio, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Na denúncia, o Ministério Público disse que Almir buscou Noélia em uma parada de ônibus próximo ao local onde ela trabalhava. Segundo o documento, “o denunciado conduziu o veículo para uma estrada de terra marginal à via Estrutural e lá parou o veículo. No local, o denunciado, aproveitando a região deserta, muniu-se da arma de fogo que trazia consigo e efetuou um disparo à curta distância contra o rosto da vítima, o que causou morte de Noélia”.

Ainda de acordo com o MP, o crime ocorreu “em contexto de violência doméstica, pois o denunciado ceifou a vida da vítima prevalecendo-se da relação íntima de afeto já existente entre eles”. No entanto, o órgão afirmou que a motivação do assassinato não tinha sido totalmente esclarecida.

Em depoimento à Justiça, Almir Evaristo negou o crime. Ele disse que tinha uma amizade com a vítima e que, no dia do crime, Noélia teria pedido a ele que a buscasse no trabalho.

Aos investigadores, o acusado disse que negou o pedido da amiga mas que, em seguida, decidiu buscá-la. Ainda segundo Almir, ao chegar no local combinado, Noélia disse que a carona não era mais necessária.

Ao analisar o caso, o juiz entendeu que “estão demonstrados os indícios mínimos de autoria suficientes para autorizar a decisão de pronúncia”.

O caso

O assassinato de Noélia foi o 28º feminicídio registrado no ano passado no DF. A vítima morava em Ceilândia com a família e deixou, além do marido, três filhos – que à época do crime tinham 5, 9 e 16 anos.

A polícia chegou a Almir Evaristo por meio de registros telefônicos apresentados por parentes da vítima. O documento mostrou ligações entre o vizinho e Noélia com mais de uma hora de duração.

Mensagem enviada por suspeito a marido de Noélia Oliveira — Foto: Afonso Ferreira/G1

Mensagem enviada por suspeito a marido de Noélia Oliveira — Foto: Afonso Ferreira/G1

À época da prisão do suspeito, o marido da vendedora disse que nunca havia desconfiado da relação entre os dois. Após a confirmação da morte de Noélia, Almir chegou a enviar uma mensagem de pêsames ao viúvo (veja imagem acima).

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Corpo de homem é encontrado esquartejado dentro de mala, no DF

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Cadáver estava enterrado na região do Itapoã, em estado de decomposição. Três suspeitos foram presos; Polícia Civil investiga homicídio.

Polícia Civil faz perícia em área de mata no Itapoã, onde foi enterrada uma mala com cadáver — Foto: TV Globo/Reprodução

O corpo de um homem foi encontrado, na madrugada desta terça-feira (2), esquartejado dentro de uma mala enterrada no Itapoã, no Distrito Federal. A Polícia Civil investiga o caso como homicídio. Três suspeitos foram presos.

Ainda na madrugada, a polícia acionou o Corpo de Bombeiros para auxiliar na escavação. A mala estava em um terreno próximo ao fórum da região, localizado em uma área de vegetação. Um vaso sanitário demarcava o local onde o corpo foi enterrado.

O cadáver estava em estado de decomposição. A perícia foi chamada para identificar a vítima e investigar quando houve o crime.

A apuração inicial indica que a vítima teria sido assassinada após um desentendimento motivado por ciúmes. Entre os suspeitos presos, um deles teria matado o homem, e os outros dois seriam os responsáveis por ocultar o corpo.

Corpo é encontrado esquartejado dentro de mala enterrada na região do Itapoã, no Distrito Federal  — Foto: PCDF/Divulgação

Corpo é encontrado esquartejado dentro de mala enterrada na região do Itapoã, no Distrito Federal — Foto: PCDF/Divulgação.

O trio foi localizado em uma casa onde o homem teria sido morto. No local, a Polícia Civil encontrou uma machadinha, uma enxada e uma pá.

A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), responsável pela investigação do caso, analisa as apreensões e interroga os detidos nesta terça.

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