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Confira dicas para proteger a sua empresa de ataques cibernéticos

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Tais ataques estão entre os cinco riscos mais comuns em curto prazo; então, o que fazer para garantir a segurança do seu negócio?

: Segmentos de serviços médico, financeiro, a indústria de manufatura e o comércio são os mais afetados por ataques cibernéticos (seksan Mongkhonkhamsao/Getty Images)

 

Os ataques cibernéticos estão entre os cinco principais riscos que podem ocorrer em até dois anos, de acordo com o estudo Global Risk Report 2021, feito por uma seguradora, em parceria com as universidades de Oxford e de Singapura e a consultoria de riscos e corretora Marsh & MacLennan. Na edição anterior do estudo, em 2020, eles estavam na sétima posição em probabilidade e em um horizonte de prazo mais longo.

Os segmentos de serviços médico, financeiro, a indústria de manufatura e o comércio são os mais afetados por ataques cibernéticos e, por consequência, os que mais procuram a modalidade de seguro para esta proteção, embora os ataques podem ocorrer em computadores pessoais.

A Bússola conversou com Hellen Fernandes, gerente de Linhas Financeiras da Zurich no Brasil, para saber mais sobre.

Bússola: Como o seguro cibernético protege as empresas?

Hellen Fernandes: O seguro é uma proteção de dados, que ajuda a evitar eventuais perdas financeiras, devido à violação de segurança ou de privacidade de informações. As proteções oferecidas atuam nas seguintes frentes:

  • Respostas a incidentes, com coberturas para o pagamento de custos e despesas para ajudar a empresa a lidar com a crise causada por esse vazamento de dados. Neste caso, há a necessidade de contratar especialistas para determinar a extensão do dano, seja em aspectos contábeis, técnicos ou mesmo de imagem. O objetivo aqui é reduzir os efeitos negativos à reputação da empresa;
  • Coberturas ao segurado com o pagamento de despesas para recuperar ativos digitais e base de dados, consequentes da interrupção de negócios e de ameaças cibernéticas;

 

  • Cobertura de questões de responsabilidade civil perante as pessoas afetadas (clientes ou funcionários das empresas) ou instituições que os representam por conta do vazamento indevido de seus dados pessoais. Neste caso, o seguro permite o pagamento dos custos de ação civil, coletivas ou individuais, incluindo advogados, para a defesa da instituição e prejuízos financeiros causados às pessoas afetadas, inclusive danos morais.

Porém, além de atuar no pós-incidente, algumas seguradoras também dão o suporte necessário para lidar com a crise, por meio de engenheiros especializados em riscos cibernéticos, para avaliação de riscos, ajudando-as a identificá-los e propondo melhores práticas de gestão do risco.

Bússola: Em que momento a empresa deve contratar um seguro cibernético? Quais são os pontos de atenção nessa contratação?

Hellen Fernandes: Empresas e pessoas são cada vez mais digitais. Consequentemente, tem seus dados cada vez mais expostos no universo online, o que explica o crescimento de ataques de hackers — um fenômeno que não é local; é mundial! Soma-se a isso o fato de que muitos usuários passaram a trabalhar em casa por conta da pandemia. Juntos, esses fatores transformaram o que era uma prática esporádica em uma ameaça frequente.

Nesse contexto, as empresas precisam ficar atentas às possíveis vulnerabilidades e, para tal, devem procurar ferramentas para gerir essa questão de maneira adequada e eficiente, buscando conhecimento e proteções de acordo com a legislação e com cada modelo de negócio.

Uma estratégia bem-sucedida de segurança e privacidade de dados passa por criar consciência quanto à existência desses riscos dentro da empresa e garantir que haja um engajamento, em especial da alta administração, para garantir que toda essa estratégia seja colocada em prática.

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5G será acionado em Curitiba, Goiânia e Salvador na terça-feira

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Prazo para tecnologia chegar a todas as capitais deve ser ampliado

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) confirmou, hoje (12), que as operadoras de telefonia poderão ativar suas redes de internet móvel 5G em Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Salvador (BA) a partir da próxima terça-feira (16).

A data foi confirmada pelos integrantes do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência (Gaispi) na faixa de 3.625 a 3.700 MHz, em reunião na manhã de hoje.

O Gaispi é formado por representantes da Anatel, do Ministério das Comunicações e de empresas, incluindo as de radiodifusão afetadas pelo projeto. A faixa de 3,5 GHz é a que garante as melhores potencialidades da quinta geração.

As três capitais se somam a Brasília (DF), onde o 5G foi ativado em 6 de julho deste ano; Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS) e João Pessoa (PB), onde a autorização para ativação das estações com tecnologia de quinta geração do serviço móvel entrou em vigor no dia 29 de julho; além de São Paulo, onde o sinal começou a ser ativado no último dia 4.

Prorrogação

O Gaispi também decidiu recomendar ao Conselho Diretor da Anatel a ampliação por mais 60 dias do prazo para que o sinal comece a ser liberado em outras 15 capitais. A proposta, que ainda será apreciada pelos conselheiros da agência reguladora, leva em conta informações fornecidas pela Entidade Administradora da Faixa (EAF – Siga Antenado), segundo a qual, Florianópolis (SC); Palmas (TO); Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES) deverão estar aptas a receber o 5G até 29 de agosto.

Inicialmente, a tecnologia deveria estar disponível em todas as capitais até o fim de setembro, mas, segundo a Anatel, pode ser necessário dilatar o prazo para permitir a conclusão das ações de desocupação da faixa de 3,5 GHz e resolver eventuais interferências na recepção das estações do Serviço Fixo por Satélite (FSS).

Na prática, se o Conselho Diretor da Anatel aprovar a sugestão do Gaispi, até 28 de outubro, a faixa de 3,5 GHz deverá estar disponível, livre de interferências, em Aracaju, Belém, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Fortaleza, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Porto Velho, Recife, Rio Branco, São Luís e Teresina. Com isso, as empresas teriam até 27 de novembro para ativar o serviço.

Kits

Quem utiliza antena parabólica para captar o sinal de emissoras de TV aberta precisará adaptar seu equipamento para evitar possíveis interferências. A Entidade Administradora da Faixa criou um programa para distribuir, gratuitamente, às famílias carentes das capitais brasileiras e que estão registradas no Cadastro Único para Programas Sociais [https://cadunico.dataprev.gov.br/#/] do governo federal, kits contendo novas antenas digitais, conversores e cabos. O pedido do kit e de instalação dos aparelhos pode ser feito pelo site do Programa de Distribuição de Kits [https://sigaantenado.com.br/distribuicao-kits/#criterios]. Também é possível obter mais informações pelo telefone 0800-729-2404.

Entenda

Desde que o sinal do 5G chegou ao país, no mês passado, consumidores passaram a buscar por preços de planos e aparelhos compatíveis com a nova tecnologia de rede, movimentando o mercado das operadoras de telefonia celular.

Também chamada de 5G puro, 5G Standalone ou 5GSA, a tecnologia promete permitir aos usuários navegar a uma velocidade média de 1 Gigabit (Gbps), dez vezes superior ao sinal do 4G.

Contudo, o consumidor deve estar atento às promoções e se informar sobre o tipo de rede de dados oferecida no momento da compra. E atentar para o fato de que há, em operação, aparelhos não compatíveis com o sinal do 5G puro, mas sim com o 5G no modo Dynamic Spectrum Sharing (DSS) ou non-standalone (NSA), também chamado de 5G “impuro” por operar na mesma frequência do 4G.

As operadoras Vivo, Claro e TIM foram as primeiras empresas a oferecer o sinal da 5G puro com ampla cobertura nas cidades já autorizadas.

Consultadas pela Agência Brasil, as operadoras informaram as condições que estão disponíveis para os clientes.

A Vivo informou que o sinal 5G estará disponível a todos os clientes, sem a cobrança de tarifas extras. Para acessar a tecnologia, é preciso ter um aparelho compatível e estar na área de cobertura.

A TIM respondeu que basta aos seus clientes interessados terem um aparelho compatível. Segundo a empresa, cerca de 70% de seu portfólio são de aparelhos com a nova tecnologia.

Já a Claro informou que já tem à disposição de seus clientes cerca de 50 aparelhos compatíveis – única coisa de que os interessados precisarão.

No site da Anatel, é possível verificar a lista de celulares homologados para o sinal 5G.

(Agência Brasil)

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Nova leva de smartphones dobráveis: Xiaomi e Motorola apresentam suas apostas

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Depois da Samsung apresentar o Galaxy Z Fold 4 e o Galaxy Z Flip 4 na quarta-feira, 10, as rivais mostram seus aparelhos para concorrer no segmento

(Xiaomi/Divulgação)

Smartphones de tela dobrável são versáteis, estilosos e certamente um produto de luxo, já que custam muito mais que as linhas principais das fabricantes e estão longe de serem a preferência do grande público.

O segmento é tão mais ameno na competição e demanda que os lançamentos das principais fabricantes, por coincidência ou não, se concentraram nesta mesma semana. Primeiro a Samsung apresentou na quarta-feira, 10, o Galaxy Z Fold 4 e o Galaxy Z Flip 4, e nesta quinta-feira, 11, Xiaomi e Motorola apresentam suas novas apostas: Mix Fold 2 e Razr 2022, respectivamente.

No Mix Fold 2 é esperado uma tela de 6,5 polegadas FullHD +, de proporção de 21: 9, e com tecnologia Eco² da Samsung, que consumirá até 25% menos energia. O processador, segundo rumores, será um Snapdragon 8 Plus Gen 1, auxiliado por 12 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento interno.

O dobrável também pode apresentar uma configuração de câmera tripla, sendo um sensor primário Sony IMX766 de 50MP, um secundário de 13MP e uma teleobjetiva com zoom óptico de 2x. Na bateria, os 5.000 mAh do Mix Fold 2 devem suportar carregamento rápido de 67W.

E se a Xiaomi segue com dimensões grandes, por outro lado, a Motorola aposta na dobra mais compacta. O seu Razr 2022 segue no formato de concha popularizado pelo Motorola V3 nos anos 2000. O aparelho deve ter uma tela OLED de 6,7 polegadas, 8 GB de RAM com configuração de armazenamento de 256 GB. De acordo com os rumores mais recentes, levarão o mesmo processador da rival Xiaomi Snapdragon 8 Plus Gen 1.

Os dobráveis da Samsung

Já a líder do setor Samsung trouxe na quarta-feira, 10, o Galaxy Z Fold 4 com tela de 7,6 polegadas, em dimensões de 23:9, e resolução de 2176 x 1812 pixels.

Na carcaça, o já mencionado Snapdragon 8 Plus Gen 1, com 12 GB de memória RAM e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento interno. Já a bateria de 4.400 mAh foi mantida, assim como o carregamento de 25W de potência.

O Galaxy Z Flip 4 manteve o tamanho de 6,7 polegadas do antecessor, no material Dynamic AMOLED 2X, e o notch em forma de furo. A resolução é Full HD+, enquanto a taxa de atualização chega a 120 Hz.

Já a tela secundária permanece em Super AMOLED com 1,9 polegada, além da resolução de 260 x 512 pixels. Ela não muda em usabilidade, ao permitir apenas algumas funcionalidades ao usuário.

Assim como o “irmão” maior, o Galaxy Z Flip 4 conta com o Snapdragon 8 Plus Gen 1 como sua plataforma móvel, para oferecer um desempenho top de linha com menos aquecimento e consumo energético satisfatório.

Este modelo contém 8 GB de memória RAM e três opções de espaço interno: 128 GB, 256 GB ou 512 GB. A bateria teve um ganho e passou de 3.300 mAh para 3.700 mAh, com o carregamento de 25W.

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Ex-funcionário do Twitter é condenado por espionagem para a Arábia Saudita

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Ele passou informações privadas de críticos do reino em troca de dinheiro

Twitter: ex-funcionário é condenado por espionagem para a Arábia Saudita (SOPA Images/Getty Images)

O ex-funcionário do Twitter Ahmad Abouammo foi considerado culpado de espionagem para a Arábia Saudita depois de passar informações privadas de usuários associadas a críticos do reino em troca de centenas de milhares de dólares.

Abouammo, 44, que trabalhou no Twitter de 2013 a 2015 gerenciando parcerias de mídia com usuários de alto perfil no Oriente Médio e Norte da África, também foi considerado culpado de lavagem de dinheiro, falsificação de registros e uma acusação de fraude eletrônica nesta terça-feira. Abouammo foi considerado inocente em cinco outras acusações de fraude eletrônica.

Abouammo acessou repetidamente as contas de e-mail e números de telefone de contas que criticavam o governo saudita, incluindo a conta anônima “mujtahidd”, disseram os promotores.

Ele então compartilhou essa informação com um funcionário saudita afiliado ao governo daquele país que, em troca, lhe deu um relógio de luxo e centenas de milhares de dólares, segundo os promotores.

“Eles pagaram por uma toupeira”, disse o promotor Eric Cheng nas alegações finais na semana passada, acrescentando que Abouammo recebeu subornos quase três vezes seu salário anual por quase um ano. “Todos nós sabemos que esse tipo de dinheiro não é à toa”.

Os jurados levaram quase três dias para chegar a um consenso sobre a acusação de espionagem, disse um dos jurados aos advogados no tribunal depois que o veredicto foi lido.

Um dos advogados de Abouammo se recusou a comentar. Os promotores não responderam imediatamente a um pedido de comentário, e o Twitter se recusou a comentar.

Abouammo está programado para voltar ao tribunal na quarta-feira para uma audiência. A defesa de Abouammo disse durante o julgamento que ele estava apenas fazendo seu trabalho enquanto estava no Twitter e que o governo não cumpriu o ônus da prova sobre as alegações de que ele estava envolvido em um esquema para fornecer informações sobre os críticos do governo saudita para contatos lá.

(Estadão Conteúdo)

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Google fora do ar? Curto-circuito em centro de dados deixa três feridos e gera instabilidade

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Curto-circuito em centro de dados do Google nos EUA deixa três feridos e gera instabilidade no serviço de busca

Google: usuários do Google relataram instabilidade com o serviço de busca e o aplicativo de geolocalização na noite desta segunda-feira (John Smith/Getty Images)

Uma falha elétrica em um centro de dados do Google localizado em Council Bluffs, em Iowa, nos EUA, deixou três pessoas feridas nesta segunda-feira. Elas apresentaram queimaduras pelo corpo e foram socorridas ao Nebraska Medical Center, no estado vizinho, segundo a imprensa local. De acordo com a emissora WOWT, os funcionários mexiam na rede elétrica quando ocorreu um curto-circuito.

Enquanto isso, usuários do Google relataram instabilidade com o serviço de busca e o aplicativo de geolocalização na noite desta segunda-feira, segundo o site de monitoramento Downdetector. O acesso já foi restaurado.

Procurado pela AFP, o Google disse ter ficado ciente de “um problema de atualização de software que ocorreu no final da tarde, horário do Pacífico, que afetou brevemente o Google Search e o Maps”.

“Pedimos desculpas pelo inconveniente”, acrescentou a empresa, dizendo ainda que atuou “rapidamente para resolver o problema”.

Nos Estados Unidos, incluindo grandes cidades como Nova York e Denver, mais de 40 mil pessoas usaram o Downdetector para registrar falhas no acesso ao Google, mas esse número foi reduzido consideravelmente cerca de duas horas depois. Houve reclamações também com relação ao serviços Google Cloud e Google Calendar, entre outros, mas em menor número.

 

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Getnet lança máquina de pagamento produzida à base de resíduos plásticos

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Empresa já produziu 70 mil unidades do modelo POS 3G Wi-Fi feitas de equipamentos que seriam descartados

Produto é inédito no mercado de adquirência (SOPA Images/Getty Images)

A Getnet, empresa de tecnologia e soluções de pagamento do grupo global PagoNxt, acaba de lançar a primeira máquina de cartão fabricada com peças recicladas de resíduos de equipamentos descartados. Já estão disponíveis 70 mil unidades em todo o Brasil. A ação é pioneira no mercado nacional de adquirência e foi desenvolvida em parceria com as empresas NewLand, Paytec e Brasil Reverso.

A partir de agora, todas as máquinas da Getnet, do modelo POS 3G com Wi-Fi, entregues pela NewLand, terão componentes reciclados pela Brasil Reverso no processo de fabricação. Para a produção destas primeiras unidades, a Getnet reciclou 42% de seus equipamentos que iriam para descarte. A expectativa é de que cerca de 150 mil terminais desse tipo sejam entregues a aproximadamente 20 mil clientes de todo o país até o final do ano. Os próximos passos são aumentar a quantidade de peças recicladas no processo de fabricação e aproveitá-las também em outros modelos.

“Nosso modelo de negócios, cultura e valores está cada vez mais em linha com o modo como queremos impactar positivamente a sociedade e o meio ambiente. Estamos evoluindo com o conceito de circularidade da nossa cadeia, para oferecer uma solução sustentável para o ciclo de vida de nossos produtos. E, por se tratar de material eletrônico que contém bastante plástico na composição, continuaremos com os estudos para avançar nesta frente”, diz Luciano Ferrari, vice-presidente de relações com investidores e ESG da Getnet.

Ao retornarem para o estoque da Getnet, todas as máquinas da modalidade aluguel passam por um processo de laboratório técnico e estético conduzido pela Paytec, uma das maiores operadoras logísticas para produtos e serviços de meios de pagamento da América Latina. Os equipamentos que não estão em bom estado para serem reutilizados são encaminhados à recicladora técnica Brasil Reverso, que é responsável pela desmontagem, separação de peças, reciclagem e pelo descarte correto dos resíduos.

O plástico resultante desse processo é triturado e encaminhado à NewLand, fabricante das máquinas, que consegue utilizar o plástico reciclado na composição de peças para a fabricação de um novo POS, que terá a mesma qualidade e eficiência dos aparelhos que não possuem material reciclado.

“Em nosso processo de reciclagem ganhamos mais eficiência de estoque de equipamentos, além de reduzir a produção de lixo eletrônico e garantir o processo de descarte corretamente. Além disso, vamos trazer os demais fornecedores da nossa cadeia a pensarem em soluções para esse processo, incrementando o formato de produto reciclado e buscando aumentar ao máximo o número de terminais inseridos no conceito de circularidade”, afirma Ferrari.

A logística reversa para o reaproveitamento de equipamentos também é uma constante na companhia. Somente no primeiro trimestre deste ano, a empresa conseguiu reaproveitar mais de 235 mil máquinas de pagamentos que voltaram ao mercado em ótimas condições de funcionamento, evitando o descarte de 10 toneladas de material eletrônico.

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Facebook e Amazon anunciam capacitação de graça de 50 mil brasileiros para trabalhar com o metaverso

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Gigantes da tecnologia se uniram em projeto que pretende capacitar trabalhadores para o metaverso, enquanto novas vagas de emprego continuam surgindo no setor

Programa de capacitação começa dia 20 de agosto (Chesnot / Colaborador/Getty Images)

 

O mercado das criptomoedas foi surpreendido por uma série de fatores, tanto internos quanto macroeconômicos, que geraram uma queda de mais de 50% em seus principais ativos. Grandes corretoras como a Coinbase realizaram demissões em massa e amargaram perdas significativas em seus balanços.

Por outro lado, os projetos não param e a evolução tecnológica desconhece a crise macroeconômica que se desenha, enquanto a falta de profissionais na área tecnológica parece ser uma realidade cada vez mais preocupante, que deve representar uma carência de mão de obra especializada de um milhão de profissionais somente no Brasil até 2030 de acordo com uma pesquisa da consultoria McKinsey.

No rol da evolução e da luta das empresas para garantir a presença de profissionais qualificados em seus quadros de funcionários, as oportunidades de aprendizado gratuito parecem brotar, assim como as novas chances de emprego.

A Meta (ex-Facebook) anunciou em maio deste ano investimentos massivos para a criação do metaverso, ocasião em que o CEO da gigante tecnológica, Mark Zuckerberg, falou em “perder quantias significativas de dinheiro nos próximos cinco anos” para bancar o projeto.

Agora, a empresa anuncia um novo projeto com objetivo de capacitar 50 mil brasileiros em tecnologias de nuvem, marketing digital e tecnologias para o metaverso, até 2023. Trata-se do Programa Portal Tech, que é uma parceria da Meta com a Amazon Web Services (AWS), serviço de computação em nuvem desenvolvido pela Amazon.

De acordo com o programa, os objetivos são “apresentar essas tecnologias a pessoas não familiarizadas com o setor e capacitar gratuitamente jovens e adultos formados em escolas públicas que tenham interesse em trabalhar nesse mercado, com foco em aumentar a participação de grupos hoje sub-representados em tecnologia, como mulheres, pessoas negras e da comunidade LGBTQIA+.

Os formados no curso profissionalizante do Portal Tech serão conectados com empresas que têm vagas de emprego para talentos com essa formação.” A primeira fase acontece no dia 20 de agosto e é direcionada ao acesso ao conhecimento enquanto a segunda fase é voltada à capacitação para a empregabilidade.

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