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Confiança da indústria cresce 0,2 ponto em dezembro, mostra FGV

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Com o aumento, que é o segundo consecutivo, o indicador chega a 94,5 pontos

Índice de Confiança da Indústria registrou aumento de 0,2 ponto na prévia de dezembro (Reprodução/Agência Brasil)

O Índice de Confiança da Indústria registrou aumento de 0,2 ponto na prévia de dezembro, na comparação com o número consolidado de novembro. Com essa, que é a segunda alta consecutiva, o indicador chega a 94,5 pontos. O dado foi divulgado hoje (20) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A alta foi provocada por uma melhor avaliação do empresariado em relação ao momento presente, medido pelo Índice da Situação Atual, que subiu 0,9 ponto, para 95,1 pontos. Já a confiança em relação ao futuro, medida pelo Índice de Expectativas, caiu 0,3 ponto no mês, para 94,2 pontos, o menor nível desde julho de 2017 (94,1 pontos).

O resultado preliminar de dezembro sinaliza queda de 0,9 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), para 74,3%, menor patamar desde setembro de 2017 (74,1%). Fonte: Portal Exame

 

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Economia

Petrobras contrata bancos em meio a planos para emissão de títulos nos EUA

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Títulos seriam emitidos pela subsidiária integral Petrobras Global Finance, com garantia total e da estatal

Petrobras: operação será conduzida por BNP Paribas, Bank of America, Itau BBA USA, JPMorgan, Scotia Capital e SMBC Nikko Securities Americas como coordenadores (Sergio Moraes/Reuters)

A Petrobras planeja oferecer uma ou mais séries de títulos no mercado norte-americano em uma nova emissão, em operação para a qual já contratou bancos, informou a companhia em comunicado nesta quarta-feira.

Os títulos seriam emitidos pela subsidiária integral Petrobras Global Finance, com garantia total e incondicional da estatal, disse a companhia, com a ressalva de que a transação está “sujeita às condições de mercado”.

A operação será conduzida por BNP Paribas, Bank of America, Itau BBA USA, JPMorgan, Scotia Capital e SMBC Nikko Securities Americas como coordenadores, acrescentou a Petrobras, sem mencionar possíveis valores para a captação.

 

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Economia

Japão aprova novo estímulo de US$1,1 tri para conter impacto da pandemia

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Com pacote que representa cerca de 40% do PIB do Japão, governo tenta evitar profunda crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus

Japão: pacote está entre os maiores do mundo para lidar com o coronavírus (Kyodo News / Colaborador/Getty Images)

O gabinete do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, aprovou nesta quarta-feira um novo pacote de estímulo de 1,1 trilhão de dólares que inclui gastos diretos significativos para impedir a pandemia de coronavírus de levar a terceira maior economia do mundo a uma recessão ainda mais profunda.

O estímulo recorde de 117 trilhões de ienes, que será financiado em parte por um segundo Orçamento extra, seguiu outro pacote de 117 trilhões de ienes lançado no mês passado.

O novo pacote leva os gastos totais do Japão para combater as consequências do vírus para 234 trilhões de ienes (2,18 trilhões de dólares), ou cerca de 40% do Produto Interno Bruto do país.

Os gastos combinados estão entre os maiores pacotes fiscais do mundo para lidar com o coronavírus, aproximando-se do tamanho do programa de ajuda de 2,3 trilhões de dólares dos Estados Unidos.

O pacote mais recente inclui 33 trilhões de ienes em gastos diretos, disse o Ministério das Finanças do Japão.

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Economia

Confiança da indústria no Brasil tem leve recuperação em maio, diz FGV

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Índice de Confiança da Indústria teve alta de 3,2 pontos em maio, para 61,4 pontos; em abril, o índice havia tocado a mínima recorde de 58,2 pontos

Indústria: Índice de Expectativas (IE) — que mede a percepção dos empresários sobre o futuro da indústria — teve alta de 5,3 pontos este mês, para 54,9 pontos (Getty Images/Getty Images)

A confiança da indústria no Brasil apresentou leve recuperação em maio, mas a alta nem de longe compensa as fortes perdas registradas entre fevereiro e abril diante das consequências da pandemia de coronavírus, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) teve alta de 3,2 pontos em maio, para 61,4 pontos, o segundo menor valor da série histórica. Em abril, o índice havia tocado a mínima recorde de 58,2 pontos.

Segundo a FGV, a leitura de maio representa recuperação de apenas 7,4% em relação à queda de 43,2 pontos observada entre fevereiro e abril desse ano.

“A Sondagem da Indústria de maio sinaliza acomodação da situação atual em níveis muito baixos e alguma calibragem das expectativas para os próximos meses”, disse em nota Renata de Mello Franco, economista do FGV-Ibre.

“(…) Ainda é cedo para concluirmos se o pior momento da crise ficou para trás. Para os próximos meses, o elevado nível de incerteza e de pessimismo em relação ao futuro podem colocar em xeque uma recuperação mais consistente da confiança.”

O Índice de Expectativas (IE) — que mede a percepção dos empresários sobre o futuro da indústria — teve alta de 5,3 pontos este mês, para 54,9 pontos. O Índice de Situação Atual (ISA), por sua vez, subiu apenas 1,2 ponto, para 68,6 pontos. Ambos os índices mostraram leve recuperação ante mínimas históricas.

A maior contribuição para o IE em meio veio da melhora das expectativas dos empresários sobre a produção nos próximos três meses. Já o fraco desempenho do ISA é resultado da combinação de melhores níveis de estoques, da estabilidade do grau de satisfação dos empresários com a situação atual dos negócios e de piora da avaliação sobre a demanda atual.

 

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UE apresenta plano de 750 bi de euros para recuperação após coronavírus

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Maior parte do dinheiro irá para Itália e Espanha, que receberão 313 bilhões de euros dos 750 bi de euros tomados no mercado

Itália: junta da Espanha, país será o que receberá mais ajuda (Alessandro Garofalo/Reuters)

A Comissão Europeia apresentou nesta quarta-feira um plano para tomar emprestado no mercado e então disponibilizar a países da UE 750 bilhões de euros em subsídios e empréstimos para ajudá-los a se recuperar dos impactos do coronavírus.

A maior parte do dinheiro irá para Itália e Espanha, os mais afetados pela pandemia, que juntos receberão 313 bilhões de euros em subsídios e empréstimos.

O objetivo também é proteger o mercado único da União Europeia de se fragmentar diante de crescimentos econômicos e níveis de riqueza divergentes conforme o bloco de 27 países emerge de sua recessão mais profunda esperada para este ano.

Dos 750 bilhões de euros, dois terços serão em subsídios financiados por tomadas de empréstimos conjuntos e um terço em empréstimos.

Os subsídios, embora controversos, são necessários porque Itália, Espanha, Grécia, França e Portugal já têm dívidas altas e dependem bastante do turismo, que foi interrompido pela pandemia. Seria mais difícil para eles do que para países do norte retomarem suas economias através de empréstimos.

O fundo de recuperação soma-se ao Orçamento de longo prazo da UE para 2021-27, que a Comissão irá propor em 1,1 trilhão de euros.

“No total, o Plano de Recuperação Europeu colocará 1,85 trilhão de euros para ajudar a impulsionar nossa economia e garantir que a Europa avance”, disse o Executivo da UE em documento intitulado “Momento da Europa: Reparo e Preparo para a Próxima Geração”.

Preocupação

Os 500 bilhões de euros em subsídios estão em linha com o desejo das duas maiores economias da UE –França e Alemanha– embora alguns países preferissem ver apenas empréstimos no pacote de recuperação.

A tomada de empréstimos terá que ser saldada, o que significa contribuições nacionais mais altas para o Orçamento da UE no futuro ou novos impostos.

A Comissão propôs novas receitas na forma de um imposto sobre plásticos, algum dinheiro de um esquema de negociação de CO2, imposto sobre serviços digitais, uma parte das taxas corporativas nacionais e um imposto de importação sobre produtos feitos nos países com padrões mais baixos de emissão de CO2 do que a UE.

Também propôs que o Orçamento da UE deveria receber uma fatia maior do Imposto sobre Valor Agregado pago pelos governos à UE.

 

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Dólar recua para abaixo dos R$ 5,40 e caminha para 5ª queda seguida

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Possível vacina e reabertura das principais economias aumentam apetite a risco

Dólar: moeda americana recua com ajuda do cenário externo (Chung Sung-Jun / Equipa/Getty Images)

O dólar recua frente ao real, nesta terça-feira, 26, refletindo o maior apetite a risco por parte dos investidores globais, que repercutem o afrouxamento das quarentenas nas principais economias do mundo e a possibilidade de uma nova potencial vacina se mostrar eficaz contra o coronavírus. No Brasil, a moeda americana caminha para o quinto dia consecutivo de desvalorização. Às 12h20, o dólar comercial caía 1,6% e era vendido por 5,372 reais, enquanto o dólar turismo, com menor liquidez, recuava 1,4%, cotado a 5,59 reais.

Desta vez, o mercado deposita suas expectativas em cima da possível vacina desenvolvida pela Novavax, do estado americano de Maryland. A empresa informou, na véspera, que começou a fase de testes em seres humanos. A corrida pela vacina tem sido uma das principais fontes de otimismo junto com a reabertura das economias.

Nos Estados Unidos, onde foram registrados o maior número de infectados pela doença, todos os estados já deram início ao processo de redução do isolamento social. Em Nova York, epicentro do coronavírus no país, a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês) retoma, hoje, o pregão presencial.

“O investidor está menos receoso, então ele deixa o porto seguro, que é o dólar, e vai para ativos de risco”, afirmou Jefferson Ruik, diretor de  câmbio da Correparti.

Com as principais economias do mundo deixando para trás as medidas mais rígidas de quarentena, Ruik acredita que o dólar possa perder ainda mais valor frente ao real. “O dólar ainda está alto. Só está nesses níveis por causa da pandemia”, afirmou.

No exterior, a moeda americana se desvaloriza contra as principais moedas emergentes, como o peso mexicano, o rublo russo, a lira turca e a rúpia indiana. O índice Dxy, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de divisas fortes, como o euro, a libra esterlina e o iene, cai 0,7%.

 

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Economia

PIB do Brasil deve cair 6% em 2020, diz Fitch

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Em relatório, a instituição cita a “deterioração da crise de saúde” provocada pelo coronavírus no Brasil

PIB: economia dos países emergentes deve ter queda de 4,5% neste ano (Cesar Okada/Getty Images)

A Fitch Ratings prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registrará contração de 6% em 2020, uma piora em relação à projeção anterior, publicada em abril, quando a estimativa apontava para retração de 4%. Em relatório divulgado nesta terça-feira, 26, a instituição cita a “deterioração da crise de saúde” provocada pelo coronavírus no País.

A revisão nos números brasileiros contribuiu para novo corte na previsão para o PIB dos países emergentes, excluindo China, que agora é de queda de 4,5% neste ano.

Na última atualização, a Fitch projetava contração de 3,9%.

Ainda segundo o documento, a economia da Índia deve encolher 5% no atual ano financeiro, que termina em março de 2021, frente à previsão anterior de crescimento de 0,8%.

 

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