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Comissão do Senado fala sobre espionagem dos EUA e pede asilo a Snowden

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Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado realiza audiência, na tarde desta quarta-feira (10/7), para discutir sobre o esquema de espionagem montado pelos Estados Unidos, a partir do monitoramento de e-mails e ligações telefônicas de pessoas e empresas no Brasil. O encontro conta com a presença do ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, e o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, o general José Elito Carvalho Siqueira.

Na terça-feira (9/7), a CRE aprovou nove requerimentos para também ouvir, em data a ser definida, os ministros Celso Amorim (Defesa) e Paulo Bernardo (Comunicações), além do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon e o colunista do jornal inglês The Guardian, o norte-americano Glenn Greenwald, sobre o caso revelado pelo ex-técnico de empresa contratada pela National Security Agency (NSA), do governo dos EUA,Edward Snowden, que aguarda asilo político internacional em aeroporto da Rússia. A comissão também deve ouvi os representantes do Google e do Facebook no Brasil, em audiência a ser realizada em conjunto com a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

A CRE também aprovou voto, a ser encaminhado à Presidência da República, em que manifesta apoio ao pedido de asilo ao governo brasileiro por Edward Snowden. Para o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), o apoio ao pedido de asilo se justifica, mesmo que a essa altura Edward Snowden já possa ter aceitado asilo da Venezuela. Segundo ele, o norte-americano “vai entrar para a História como herói, como alguém que defendeu as liberdades democráticas no mundo”.

A comissão também aprovou requerimento em que Lindbergh cobra informações aos Ministérios da Justiça e da Defesa, e ao chefe do GSI, para saber se o governo brasileiro autorizou o funcionamento de base de escutas telefônicas dos Estados Unidos em Brasília.

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Polícia conclui que morte de ex-integrante de facção criminosa que fez delação foi cometida por grupo do RS

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Douglas Gonçalves Romano dos Santos foi morto em Santa Catarina em fevereiro. Suspeitos do assassinato seriam de Porto Alegre e teriam ido ao estado vizinho para cometer o crime.

Jovem foi morto em Balneário Camboriú em fevereiro — Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina finalizaram o inquérito que investiga a morte de um ex-integrante de uma facção criminosa do RS. Douglas Gonçalves Romano dos Santos, de 23 anos, foi assassinado em fevereiro, em Balneário Camboriú, no estado vizinho. De acordo com a delegada Vanessa Pitrez de Aguiar Correa, os suspeitos do crime seriam de Porto Alegre.

Cinco mandados de prisão preventiva foram emitidos. Até o momento, três suspeitos de envolvimento no crime foram presos e dois seguem foragidos.

“A força tarefa ficou em constante troca de informações e realização de todas as diligências produzidas no Rio Grande do Sul, durante o período das investigações. Uma equipe daqui deslocou para Santa Catarina, fez diligências preliminares lá e averiguou-se a grande possibilidade, a qual veio a se confirmar, de que os executores seriam do Rio Grande do Sul, especificamente de Porto Alegre, e teriam ido a Santa Catarina para matar o Douglas”, explica a delegada.

Douglas realizou uma colaboração premiada no estado do Rio Grande do Sul em 2017. Em razão dessa delação, várias pessoas foram presas, drogas apreendidas e homicídios solucionados.

O jovem passou, então, a integrar o programa de proteção a testemunhas. No entanto, segundo a polícia, ele abandonou o programa no início de 2020, mudando-se para a região de Balneário Camboriú, onde foi executado.

Quando a polícia do Rio Grande do Sul soube do crime, os agentes entraram em contato com as autoridades catarinenses, e as duas instituições passaram a trabalhar em conjunto nas investigações.

Além dos cinco representados, outras três pessoas, entre elas uma menor de idade, também tiveram participação no crime. Contudo, conforme a polícia, em relação a eles não foi necessária a decretação de medidas cautelares.

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Dois homens são denunciados pelo CRM-AC após tentarem tirar registro com diplomas falsos

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Polícia desarticula grupo que aplicou golpe de R$ 2 milhões em servidores do GDF

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Esquema usava documentos falsos para contratar empréstimos em nome de funcionários públicos. Investigação apontou 31 vítimas.

Documentos falsos apreendidos durante operação Trickery, da PCDF — Foto: PCDF/Divulgação

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), uma operação para desarticular um grupo criminoso que usava documentos falsos para pegar empréstimos em nome de servidores do governo do Distrito Federal. O prejuízo estimado é de R$ 2 milhões.

Segundo a investigação, os suspeitos conseguiam dados de funcionários públicos por meio de pesquisas na internet, fabricavam os documentos e abriam contas bancárias em nome das vítimas.

Com as informações e um número de telefone celular cadastrado na agências, os criminosos contratavam empréstimos, financiavam veículos e transferiam valores para contas de terceiros. A polícia identificou que o dinheiro furtado era dividido entre os integrantes do grupo.

“Eles adoravam enaltecer os maços de dinheiro obtidos de forma ilícita”, disse a Polícia Civil.

Até esta terça-feira, 31 vítimas do golpe registraram ocorrências na delegacia. Os crimes ocorreram no ano passado e, segundo a apuração, os principais alvos eram servidores das secretarias de Saúde e de Educação e funcionários da Procuradoria Geral do Distrito Federal.

Crimes financiados

De acordo com a polícia, parte do dinheiro obtido por meio de fraudes era reinvestido em atividades ilegais, como na compra e venda de armas de fogo.

A investigação apontou ainda que os alvos da operação, batizada de Trickery (trapaça) têm vínculos com uma facção criminosa.

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Identificado motorista suspeito de atropelar e matar ciclista na Asa Norte, em Brasília

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Marcelo Damasceno Barroso fugiu sem prestar socorro e se apresentou na delegacia 11 dias depois; G1 tenta contato com defesa. Vítima morreu no local.

Bombeiros atendem ocorrência, na Asa Norte, onde dois ciclistas foram atropelados; um deles morreu — Foto: Corpo de Bombeiros do DF/ Divulgação

Foi identificado o motorista suspeito de atropelar e matar o ciclista Ricardo Aragão, de 58 anos, na noite do dia 10 de outubro. Marcelo Damasceno Barroso dirigia o carro envolvido no acidente, na quadra 704 Norte. Ele fugiu do local sem prestar socorro e se entregou à polícia na terça-feira (20).

A informação foi publicada pelo portal Metrópoles e confirmada pela Globo. Até esta segunda-feira (26), a Polícia Civil não havia divulgado a identidade dele devido à lei de abuso de autoridade.

Acompanhado de três advogados, Marcelo Damasceno Barroso se apresentou na 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), depois que os policiais fizeram buscas na casa onde mora.

Pedaço do para-choque do carro do suspeito de matar ciclista — Foto: PCDF/Divulgação

Pedaço do para-choque do carro do suspeito de matar ciclista — Foto: PCDF/Divulgação

De acordo com a investigação, Marcelo permaneceu em silêncio e não ficou preso por não haver flagrante. No entanto, o delegado João Guilherme Medeiros, responsável pelo caso, disse que ele já foi indiciado pelos crimes de homicídio, lesão corporal, omissão de socorro e evasão do local do acidente.

O carro supostamente envolvido no acidente foi apreendido e vai passar por perícia. Os policiais compararam um pedaço do para-choque encontrado no local da morte com o do veículo – que estava quebrado – e a peça encaixou, segundo os investigadores.

Ciclista atropelado

O acidente aconteceu na quadra 704, perto do Colégio Militar de Brasília, por volta das 22h do dia 10 de outubro. O Corpo de Bombeiros tentou reanimar o ciclista, por cerca de 40 minutos, no entanto, ele não resistiu aos ferimentos provocados pelo impacto da batida.

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Ex-mister é preso por atirar na namorada e em PM em estacionamento de boate em Cuiabá, diz polícia

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Disparos foram feitos depois que o suspeito tomou a arma do policial, segundo o boletim de ocorrência. Namorada foi baleada no braço e PM na mão.

O empresário e ex-mister Cuiabá, Michael Bruno Silva Batista, de 29 anos, foi preso na madrugada desta segunda-feira (26) em Cuiabá — Foto: Instagram/Reprodução

O empresário e ex-mister Cuiabá, Michael Bruno Silva Batista, de 29 anos, foi preso na madrugada desta segunda-feira (26) suspeito de atirar contra a namorada e um policial militar durante uma briga no estacionamento de uma boate, no Centro de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar e a Polícia Civil, Michael foi preso por ameaça e tentativa de homicídio. O G1 não localizou o advogado dele.

Segundo o boletim de ocorrência da PM, o ex-mister foi detido por um bombeiro que testemunhou a briga. Ele afirmou aos policiais que viu Michael agredindo e tomando a arma do policial militar, de 29 anos.

O empresário e ex-mister Cuiabá, Michael Bruno Silva Batista, de 29 anos, foi preso na madrugada desta segunda-feira (26) em Cuiabá — Foto: Facebook

O empresário e ex-mister Cuiabá, Michael Bruno Silva Batista, de 29 anos, foi preso na madrugada desta segunda-feira (26) em Cuiabá — Foto: Facebook

Disparos foram feitos e atingiram tanto o PM quando a namorada de Michael, de 27 anos.

Michael também tentou agredir o bombeiro e levou um soco no rosto. O policial foi atingido na mão e a namorada do suspeito foi baleada no braço. O primeiro foi socorrido até um hospital particular. Já a namorada foi levada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

Depoimento à Polícia Civil

Na Central de Flagrantes de Cuiabá, Michael afirmou que estava indo embora com a namorada e aguardava a entrega do carro dele, uma BMW, pelo manobrista da boate. Quando o funcionário chegou com o veículo, um homem, que seria o policial, disse que o carro era dele.

Michael afirma que o policial sacou a arma e eles começaram a brigar. Ele também contou que não sabe quem fez os disparos.

Testemunhas afirmaram que a briga, de fato, começou com a BMW já que os dois teriam o mesmo tipo de carro.

O delegado de plantão, Marcelo Fernandes Jardim, enviou um ofício ao Poder Judiciário e ao Ministério Público sobre a prisão em flagrante de Michael por desacato e tentativa de homicídio. O ex-mister será encaminhado para audiência de custódia em Cuiabá.

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Bombeiros resgatam porca e filhotes de dentro de cisterna em Patos de Minas

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Fato ocorreu na comunidade rural chamada Baixadinha.

Porca sendo resgatada de cisterna em Patos de Minas — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Uma porca e quatro filhotes foram resgatados com vida de dentro de uma cisterna pelo Corpo de Bombeiros na comunidade rural Baixadinha em Patos de Minas, na última sexta-feira (23).

Segundo os bombeiros, devido ao peso dos animais e à profundidade de 5 metros do fosso, foi necessário o uso de um sistema de multiplicação de força montado em um tripé.

Cisterna onde animais caíram em Patos de Minas tinha 5 metros de profundidade — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Cisterna onde animais caíram em Patos de Minas tinha 5 metros de profundidade — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

 

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terça-feira, 27 de outubro de 2020

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