Na última quarta-feira (22/4), durante uma palestra na Universidade de Brasília (UnB), Cármen Lúcia, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), destacou a importância da democracia e alertou que ela não pode ser silenciada.
Durante o discurso, ela relembrou o período da ditadura brasileira entre 1964 e 1985 e enfatizou que a população deve permanecer vigilante para evitar o retorno de regimes autoritários.
“A vida, como a democracia, se faz todo dia. E não é fácil. Não é aperfeiçoada. A vida é frágil, a democracia é frágil. Elas são ótimas e necessárias. Se a gente não lutar todos os dias pela vida, ela se perde. Perde-se de maneira física, factual ou se perde por o que ela podia não ter sido e não foi. Assim é a democracia.”, afirmou a ministra.
Cármen Lúcia presidiu o STF e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entre 2016 e 2018. Também foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além disso, atua como professora titular de direito constitucional na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).
A palestra fez parte das comemorações dos 64 anos da Universidade de Brasília, celebrados em 21 de abril, reforçando o compromisso da instituição com a defesa da democracia.
