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Capotamento na BR-060 deixa cinco vítimas, sendo três crianças

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O carro ficou submerso dentro de uma vala e as crianças precisaram ser transportados para o hospital.

(crédito: Divulgação/CBMDF)

Um acidente com capotamento na BR-060 deixou um veículo parcialmente submerso, dentro de uma vala de contenção de águas pluviais, na noite do último domingo (10/10). Dois adultos e três crianças estavam dentro do carro no momento do acidente. Duas das crianças foram resgatadas e retiradas da água por populares. O restante da família ficou presa às ferragens.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), uma menina de 9 anos e outra criança de 5 apresentaram fraturas e escoriações no corpo e acabaram encaminhadas para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC). O menino de 13 anos apresentou o maior grau de ferimentos, com fraturas na cabeça, no fêmur, hematomas nos olhos, frequência cardíaca elevada e dor nas pernas. Ele precisou ser retirado do veículo pela equipe de resgate.

O veículo foi estabilizado com cordas para evitar movimentação durante o socorro. Os bombeiros precisaram fazer a abertura forçada das portas e retirar o para-brisa do carro para abrir espaço para a remoção das vítimas. A mãe, Claudiane Pereira, não apresentou lesões aparentes, mas acompanhou as crianças ao hospital.

Antônio Evanílson, condutor do veículo e pai das crianças, não sofreu lesões aparentes e não precisou de transporte ao hospital. Ele informou que perdeu o controle da direção, saiu da pista e capotou.

Morte

Na madrugada do último domingo (10/10), uma criança morreu e quatro pessoas ficaram feridas em acidente de trânsito na DF-415. Por volta das 0h, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu essa ocorrência em uma estrada de terra, próximo à Escola Bucanhão. O veículo colidiu com a estrutura de concreto de uma ponte.

No carro, havia três crianças com menos de 6 anos e dois adultos. Segundo os bombeiros, ao chegarem no local, os socorristas encontraram uma criança, 5 anos, no banco de trás do veículo já sem sinais vitais. Uma mulher, 24 anos, estava deitada fora do veículo, com uma criança no colo. Ela tinha escoriações nos membros inferiores e se queixava de dor na região abdominal. Ela foi encaminhada para o Hospital Regional da Ceilândia (HRC).

O bebê, de apenas 1 ano, que estava no colo da mãe apresentava um corte na parte da frente da cabeça. Ele estava consciente e também foi encaminhado a um hospital. A outra criança, com 6 anos de idade, foi atendida pelos bombeiros com reclamações de dores no abdômen e também foi encaminhada para uma unidade médica.

 

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Em dez meses, operação Quinto Mandamento fez quase doze mil abordagens

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Dados alcançados resultam de uma série de ações do DF Mais Seguro, programa estruturante da Segurança Pública do DF, e forças de segurança

A redução dos crimes contra a vida tem colocado o Distrito Federal em destaque no cenário nacional. Por dois anos – 2019 e 2020 – foram alcançadas marcas recordes, com o menor número de homicídios dos últimos 35 e 41 anos, consecutivamente. Neste ano, as reduções continuam. O último mês, por exemplo, foi o mês de setembro com o maior número de vidas poupadas dos últimos 22 anos. Os dados alcançados resultam de uma série de ações do DF Mais Seguro, programa estruturante da Segurança Pública do DF, e forças de segurança.

A ação evidencia o trabalho integrado das forças de segurança e demais órgãos do Governo do Distrito Federal  | Foto: Divulgação/SSP/DF

Uma das estratégias adotadas foi a criação da operação Quinto Mandamento. Realizada aos finais de semana – de sexta a domingo – sob a coordenação da Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), reúne as forças de segurança – polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), DF Legal e Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF). Em pouco mais de dez meses, as ações resultaram em quase doze mil abordagens pessoais e quase dois mil veículos. No período,  quase sete mil servidores atuaram na ação, com uso de mais de duas mil viaturas.

“A presença policial, de fato, já inibe a prática criminosa e as abordagens são extremamente necessárias, pois complementam a atuação policial, e possibilitam que seja possível retirar das ruas pessoas com pendências judiciais e fazer apreensões de drogas e armas”, explica o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo.

De forma conjunta, a PMDF e a PCDF abordaram 11.693 pessoas e checaram 1.812 veículos, de janeiro até o último final de semana

A ação evidencia o trabalho integrado das forças de segurança e demais órgãos do Governo do Distrito Federal. “A avaliação dos resultados da Quinto Mandamento é sistemática e semanal, o que torna possível ajustar nossos processos de gestão as ações policiais. Um determinado crime pode aumentar ou diminuir num período, por isso é tão importante que essa avaliação seja sistêmica, para que possamos agir pontualmente e atingir resultados cada vez melhores”, completa Danilo.

No último final de semana, a operação foi realizada em Arniqueira, Guará I e II Estrutural, Águas Claras e Sol Nascente/Pôr do Sol. “Conseguimos adaptar a operação às nossas ações. Na última sexta-feira (22), realizamos uma grande ação em Arniqueira, com participação do secretário de Segurança e comandantes das corporações. No final de semana, realizamos a ação por dois dias na Estrutural, como parte das ações da Área de Segurança Prioritária (ASP), o que tem ocorrido semanalmente desde o lançamento do projeto da região”, explica o secretário Executivo de Segurança Pública, Milton Neves.

Em dez meses, os bombeiros fiscalizaram 802 estabelecimentos comerciais, em que orientaram comerciantes sobre a importância de manter em dia a documentação e cumprir exigências, como sinalização das saídas de emergência

Em Arniqueira, a ação contou também com a participação da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), com a intensificação da fiscalização de custodiados em prisão domiciliar e saída temporária e também  monitorados por tornozeleira na região.

“Pela terceira vez estamos integrando a Operação Quinto Mandamento, da SSP/DF. A Seape participou da operação com a fiscalização de custodiados e de pessoas monitoradas pelo Centro de Monitoração Eletrônica (Cime) durante a operação. Essa integração com as demais forças de segurança e outros órgãos de governo tem se mostrado cada vez mais eficiente para trabalho desenvolvido pela pasta e pela própria Polícia Penal dentro do contexto da segurança”, pontuou o secretário de Administração Penitenciária, Geraldo Nugoli.

Abordagens policiais

De forma conjunta, a PMDF e a PCDF abordaram 11.693 pessoas e checaram 1.812 veículos, de janeiro até o último final de semana. Durante as abordagens, tanto pessoais quanto veiculares, foi feita a verificação de documentos, como carteira de habilitação e registro do veículo.

A parceria entre as duas instituições resultou ainda na recuperação de veículo, apreensão de substâncias entorpecentes, simulacros, armas brancas e de fogo. Foram aplicados 68 testes de bafômetro e consulta a 199 mandados de prisão.

Bombeiros

Em dez meses, os bombeiros fiscalizaram 802 estabelecimentos comerciais, em que orientaram comerciantes sobre a importância de manter em dia a documentação e cumprir exigências, como sinalização das saídas de emergência.

Detran

O Detran, com apoio do DER e da PMDF, consultou 2401 veículos durante abordagens realizadas em pontos de bloqueios montados em entradas e saídas das regiões administrativas que a Quinto Mandamento foi realizada. Foram aplicadas 789 por infrações diversas, como descumprimento ao Código Trânsito Brasileiro (CTB), e outras 769 por alcoolemia administrativa. Foram removidos, ainda, 150 veículos ao depósito por apresentarem inconsistências. Cento e quarenta e cinco pessoas estavam dirigindo sem habilitação.

DF Legal

A Secretaria DF Legal, com apoio policial, abordou  2.665 estabelecimentos comerciais. Os fiscais interditaram 132 comércios. Outros 97 foram multados. De acordo com o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira, as medidas de segurança sanitária também foram observadas durante as abordagens.

“Em todos os momentos desses mais de um ano juntos, a DF Legal e a SSP estiveram ombreadas na manutenção da ordem pública. Essa parceria e integração foram fundamentais no combate à pandemia da Covid-19 e será, por muito tempo, na fiscalização das atividades econômicas e de desordens sociais e urbanas ou qualquer tipo de situação que beneficie a criminalidade no Distrito Federal”.

*Com informações da SSP/DF

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Polícia prende suspeitos de falsificar documentos e causar prejuízo de R$ 300 milhões ao GDF

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Agentes cumpriram sete mandados de prisão temporária e 14 de busca e apreensão em Brasília e em Goiás. Operação identificou que investigados abriram empresas ‘de fachada’ para conseguir vantagens tributárias.

Polícia Civil deflagra operação contra grupo suspeito de falsificar documentos, no DF — Foto: PCDF/Divulgação

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (28), um grupo suspeito de falsificar documentos e causar prejuízo de R$ 300 milhões ao Governo do Distrito Federal (GDF). Os investigadores cumpriram sete mandados de prisão temporária e 14 de busca e apreensão na capital federal e em Goiás.

De acordo com a investigação, o grupo é especializado na falsificação de documentos públicos, principalmente registros de identidades. Segundo os policiais, os investigados eram divididos em grupos e atuavam em núcleos distintos (veja mais abaixo).

Os policiais identificaram que, com os documentos falsos, os investigados abriam empresas “de fachada” para emitir notas fiscais eletrônicas. A partir disso, o esquema conseguiu créditos tributários e reduziu, assim, o recolhimento de impostos.

A suspeita é de que o grupo atuava há cerca de 10 anos. Além disso, há pelo menos 12 inquéritos em curso na Polícia Civil do DF contra práticas criminosas praticadas pelos suspeitos, de acordo com a investigação.

“As medidas visam a consolidação e o robustecimento dos elementos probatórios já coligidos, visando sedimentar a efetiva participação de cada integrante do grupo criminoso, além de apreensão de bens e valores e identificação de outros, visando o ressarcimento dos cofres públicos, além da conclusão dos inquéritos em andamento”, informou a Polícia Civil.

Os policiais afirmaram que o grupo pode responder por crimes como integrar organização criminosa, sonegação fiscal, falsificação de documento e uso de documento falso. Somadas, as penas podem chegar a 30 anos de prisão.

Divisão de tarefas

De acordo com a investigação, o grupo é dividido em três núcleos, com divisão de tarefas. O primeiro é chamado de “executivo” pela Polícia Civil. Segundo os investigadores, ele é composto por pessoas de uma mesma família, que elaboravam documentos públicos falsificados por meio de espelhos de identidades de várias unidades da federação.

O segundo núcleo é o “contábil”, que é composto por contadores e técnicos em contabilidades que ficavam responsáveis pela abertura das empresas de “fachada”. Elas eram criadas com os documentos fraudados pelo grupo “executivo”.

Por fim, o núcleo “operacional” era responsável por emitir as notas fiscais eletrônicas em nome das empresas de fachada, visando obtenção dos créditos.

A operação foi batizada de “SSP Brasil” e é conduzia pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT), com apoio da Subsecretaria da Receita da Secretária de Estado de Economia e da Promotoria de Defesa da Ordem Tributária, do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT).

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Polícia Civil prende 19 estudantes de medicina suspeitos de entrarem no curso com documentos falsos em GO e na BA

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Segundo delegado, alguns estudantes estavam na fase de internato atendendo à comunidade. Quatro suspeitos são da mesma família, sendo uma mulher, dois filhos dela e seu irmão.

 

Policiais civis cumprem mandado de prisão contra alunos de medicina em Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A Polícia Civil prendeu 19 estudantes de medicina, nesta quarta-feira (27), suspeitos de entrarem no curso com históricos escolares falsos no processo de transfência externa, ou seja, entre faculdades, para a Universidade de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Foram 17 presos em Goianésia, um em Formosa e um em Barreiras, na Bahia.

Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.

“Grande parte dos suspeitos estudava no Paraguai e falsificou documentos de faculdades no Brasil para transferência para outras faculdades também no país. As instituições que foram alvo da falsificação informaram que eles nunca estudaram lá”, esclareceu o delegado Danilo Fabiano.

Segundo a investigação, alguns deles nunca estudaram medicina e já entravam no quinto ou sexto-período do curso. Outros já estavam na fase de internato e atendendo à comunidade.

A investigação levantou que quatro estudantes são da mesma família, sendo uma mulher, seus dois filhos e seu irmão. Outro caso que chamou a atenção da polícia foi de quatro são casais, sendo marido e mulher.

A Universidade de Rio Verde (UniRV) disse em nota que identificou fortes evidências de fraude documental praticada por alguns dos candidatos no processo de transferência. A instituição explicou que as faculdades que seriam de origem dos alunos confirmaram as fraudes.

Aluno de medicina sendo levado para a delegacia após ser detido em Goianésia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Aluno de medicina sendo levado para a delegacia após ser detido em Goianésia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O comunicado diz ainda que a universidade comunicou as fraudes à Polícia Civil, que assumiu o caso e orientou na continuidade da transferência para não atrapalhar a investigação. Após a operação policial, a instituição comunicou que vai expulsar os estudantes investigados.

Apesar de a instituição ter sede em Rio Verde, os alunos estudavam em campus de Goianésia e Formosa, segundo a polícia. Foram apreendidos também aproximadamente 80 históricos escolares falsificados durante a operação.

O delegado informou que a investigação continua para identificar se outros alunos também usaram documentos falsos para ingressar em universidades de Goiás.

Fraudes

O delegado Danilo Fabiano disse que os alunos entravam a partir do quinto ou sexto período, sendo a metade do curso, sem ter estudado em qualquer faculdade no Brasil.

Foram falsificados documentos de oito universidades de medicina no país, as quais confirmaram as irregularidades à polícia durante a investigação.

“Grande parte era de alunos da UniRV, que denunciou as fraudes à Polícia Civil. O mandado cumprido na Bahia se refere a uma pessoa que já estava em outra faculdade, mas ela tinha apresentado documento falso em Goiás”, explicou o delegado.
Policiais civis aguardam alunos de medicina para efetuar prisão em GO — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Policiais civis aguardam alunos de medicina para efetuar prisão em GO — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Bolsa de estudo

Parte dos alunos investigados conseguiram bolsas de estudos pagas pelos cofres públicos. O delegado apurou que eles agiram em conjunto para fraudar os documentos.

A Polícia Civil informou que os estudantes podem responder por falsidade ideológica, uso de documento falso, associação criminosa e perigo à vida de outras pessoas.

“Como parte dos alunos era marido e mulher, a universidade dá uma bolsa de estudos de 25%. Com isso, como a universidade é uma fundação pública, causa dano ao erário, vez que parte do recurso é público”, explicou o delegado.

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‘Stalking’: homem é preso por perseguir e ameaçar ex-companheira no DF

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Vítima pediu socorro na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher. Ela disse que relacionamento chegou ao fim por comportamento ‘violento e possessivo’ do ex.

Fachada da Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (DEAM II) — Foto: SSP-DF/Divulgação

Um homem de 43 anos foi preso em flagrante, nesta terça-feira (26), por perseguir e ameaçar a ex-companheira. A mulher pediu socorro na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), na Asa Sul, em Brasília, depois que o suspeito foi até o trabalho dela, armado com uma faca.

Na Polícia Civil, a vítima contou que se separou há pouco tempo, devido ao comportamento “violento e possessivo” do suspeito, que trabalha como vigilante e tem porte de arma de fogo. ]

Ele foi autuado por ameaça e perseguição (stalking), no contexto da Lei Maria da Penha. A pena pode chegar a três anos de prisão.

Segundo relato da vítima, o autor não aceitou a separação dizendo que jamais admitiria vê-la com outro homem. Desde o fim da relação, as ameaças se intensificaram por meio de mensagens e, com isso, ela conseguiu proibir a entrada do autor no condomínio onde mora.

Mesmo assim, segundo a polícia, como o homem sabia que a ex-companheira era a primeira funcionária a chegar na empresa onde trabalha, ele foi ao local e, por mensagens, disse que só sairia de lá quando conseguisse conversar pessoalmente.

A vítima deixou o local pela porta dos fundos e foi até a Deam I para pedir socorro. Uma colega de trabalho também foi à delegacia e relatou que o autor havia feito gestos para ela, batendo na cintura, uma suposta menção ao fato de estar armado.

Ameaças e ‘faca para cortar laranja’

 

Faca tática encontrada com homem que stalkeava e ameaçava ex-companheira, no DF — Foto: PCDF/Divulgação

Faca tática encontrada com homem que stalkeava e ameaçava ex-companheira, no DF — Foto: PCDF/Divulgação

Após a denúncias, policiais foram até o trabalho da vítima, em Taguatinga Sul. De acordo com o delegado da Deam I, Renato Vieira Damasco, o homem foi encontrado ainda na porta da empresa.

“Ele foi revistado e encontramos uma faca tática, com lâmina de mais ou menos dez centímetros. Ao ser questionado, ele falou que só queria conversar com a vítima e que a faca ele usava para descascar laranja”, diz o delegado.

O homem foi preso e deve passar por audiência de custódia nos próximos dias. A vítima solicitou medidas protetivas de urgência, entre elas a suspensão do porte/posse de armas do autor.

O que é stalking

Perseguir uma pessoa online ou no mundo físico é crime. Em abril, foi sancionada uma lei que incluiu no Código Penal o crime de perseguição, conhecido também como “stalking”.

A pena para quem for condenado é de 6 meses a 2 anos de prisão, mas pode chegar a três anos com agravantes, como crimes contra mulheres.

Até junho deste ano, o Distrito Federal registrou 242 ocorrências, uma média de três por dia. Dos registros, mais da metade (56%) estão dentro de um contexto de violência doméstica, e 85% das vítimas são mulheres, mostram os dados.

 

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Homem condenado por estuprar filha é preso após 20 anos foragido

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O acusado foi condenado em 2002, mas estava foragido; policiais encontraram o homem em Minas Gerais. Ele abusava da própria filha quando a menina tinha 12 anos

(crédito: Divulgação/PCDF)

Em 2001 um homem foi denunciado por estuprar a própria filha, com 12 anos na época. Segundo a ocorrência, registrada na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), ele abusava sexualmente da menina, além de a constranger com carícias. A criança tinha ainda chupões por todo o corpo e relatou que sofria ameaças e agressões físicas. O acusado abusava da filha dentro do quarto e no interior do bar da família.

Após a denúncia, o caso foi investigado por policiais da DPCA e encaminhado ao judiciário, onde ocorreu o processo que resultou na sentença condenatória ao acusado de 20 anos e quatro meses de reclusão. Foi expedido mandado de prisão preventiva desde 2002, além de condenações por tentativa de homicídio, porte de arma de fogo em outros processos. No entanto, o procurado não se encontrava residindo mais no DF e foi dado como foragido.

Desde 2002, por meio da Operação “Pai maldito”, os policiais da DPCA investigavam o paradeiro do condenado na cidade de Unaí, em Minas Gerais. Após investigações locais, foi constatado que o homem estava em Uberaba, também no estado mineiro.

A equipe da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foi até a cidade na madrugada da última segunda-feira (25/10) para capturar o foragido. Ele foi encaminhado para o DF, onde foi preso e cumprirá a sentença.

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Corpo de pastor que escreveu que ressuscitaria é enterrado após três dias, em Goiatuba

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Huber Carlos Rodrigues escreveu em 2008 que ressuscitaria no terceiro dia após a sua morte, o que fez com que viúva não liberasse antes o corpo para sepultamento.

Pastor Huber Carlos Rodrigues deixou documento falando que ressuscitaria três dias após sua morte — Foto: Reprodução/Facebook

 

O corpo do pastor Huber Carlos Rodrigues, que escreveu que ressuscitaria após três dias, foi enterrado na madrugada desta terça-feira (26) em Goiatuba, na região sul de Goiás. O corpo dele estava na funerária desde sexta-feira (22), e a viúva se recusava a liberá-lo por acreditar que ele fosse ressuscitar.

Centenas de pessoas acompanharam o sepultamento nesta terça-feira. Vídeos mostram uma multidão aguardando o cortejo. Eles cantaram em homenagem ao pastor. O enterro aconteceu às 0h30.

O pastor morreu por complicações cardiorrespiratórias em um hospital de Itumbiara, a 55 km de Goiatuba. No documento, assinado em 2008, o pastor disse que teve divinas revelações do Espírito Santo e que passaria por um “mistério de Deus”, onde ressuscitaria às 23h30 – três dias após sua morte. O prazo terminou na noite desta segunda-feira (25).

“Minha integridade física tem que ser totalmente preservada, pois ficarei por três dias morto, sendo que no 3ª dia, eu ressuscitarei. Meu corpo durante os três dias não terá mau cheiro e nem se decomporá, pois o próprio Deus terá preparado minha carne e meu cérebro para passar por essa experiência”, escreveu no documento.

Multidão acompanha saída do cortejo de pastor que morreu e disse que ressuscitaria — Foto: Reprodução/Destak Informativo

Multidão acompanha saída do cortejo de pastor que morreu e disse que ressuscitaria — Foto: Reprodução/Destak Informativo.

A declaração foi assinada por duas testemunhas na época. Após a morte, o corpo do pastor ficou em um local refrigerado na funerária. O prazo de três dias foi respeitado a pedido da família.

A Prefeitura de Goiatuba informou que a Vigilância Sanitária chegou a notificar, na segunda-feira, a funerária a realizar o sepultamento imediato do corpo, observando uma resolução que dispõe sobre o Controle e Fiscalização Sanitária do Translado de Restos Mortais Humanos.

No entanto, a funerária disse que não tinha sido notificada até as 16h30 e que estava respeitando a vontade da família.

Pastor deixou documento assinado em 2008 dizendo que ressuscitaria — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Pastor deixou documento assinado em 2008 dizendo que ressuscitaria — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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