Claudinei Lima dos Santos, conhecido como Ney Lima, ganhou destaque nas redes sociais ao criar a personagem da candidata fictícia Ana Bafo de Rola, com o número 24024 e o partido “No Meio”. Ney usou a personagem para criar bordões de humor, brincando com o duplo sentido do nome Ana.
Nos vídeos que viralizaram, Ana Bafo de Rola aparece em campanha fictícia, usando vestido rosa e salto alto, dizendo frases como: “Eu sou Rola. Ana Bafo de Rola. 24024 para tapar esses buracos. O povo pede, o povo clama, porque Rola é bacana”. Em outras publicações, o humorista se dirige aos seus seguidores como “roleitores” e anuncia a entrada da personagem na política de forma humorística.
Depois do primeiro turno das eleições, Ney voltou a divulgar novos vídeos onde, de forma irônica, afirma que Ana Bafo de Rola teria sido eleita com cerca de 110 mil votos, o que representaria mais de 56% da votação. É importante destacar que essa candidatura foi criada apenas para entretenimento.
Essa não foi a primeira vez que Ney Lima usou Ana Bafo de Rola em brincadeiras relacionadas à política. Em 2021, a personagem reapareceu como candidata a vereadora, mantendo o número 24024. Em reconhecimento, em 2025, Ney recebeu uma moção de aplausos da Câmara Municipal de Serrinha (BA), proposta pelo vereador Jota Filho (Solidariedade), aparecendo caracterizado como a personagem.
Segundo Ney Lima, a personagem representa uma parte importante de sua carreira e serve para levar um humor ácido, crítico e ao mesmo tempo leve, que dialoga com a realidade política do país.
Como saber se uma candidatura é verdadeira?
- É possível consultar o sistema oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para verificar informações sobre candidaturas e contas eleitorais;
- O TSE também dispõe do Siade, um canal para receber denúncias sobre conteúdos falsos ou enganosos relacionados às eleições;
- As denúncias são analisadas por uma equipe especializada e, se necessário, encaminhadas para plataformas digitais avaliarem possíveis violações;
- Casos que possam indicar crimes ou infrações eleitorais são enviados aos órgãos competentes para investigação.
