A Praça do Buriti foi palco, na terça-feira (9), de uma campanha de doação de sangue intitulada GDF Sangue Bom. Essa ação faz parte do Junho Vermelho e foi organizada pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) junto com a Fundação Hemocentro de Brasília. O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) também apoiaram a iniciativa, que ocorreu durante todo o dia para incentivar a população a contribuir.
A ação contou com a coleta de sangue realizada pela equipe do Hemocentro de Brasília, além de atividades educativas e de conscientização sobre a importância da doação de sangue para a cidadania e mobilização social. Participaram também 36 garis do Distrito Federal, em um evento denominado Gari Sangue Bom, que estimulou os trabalhadores a doarem sangue.
A governadora Celina Leão declarou que a campanha se tornará uma ação contínua do Governo do Distrito Federal, com eventos ao longo do ano. Ela também mencionou futuros projetos sociais pela Ceiis, incluindo o apoio a pessoas em situação de rua em colaboração com o gabinete do primeiro-cavalheiro.
O primeiro-cavalheiro do DF e coordenador da Ceiis, Fabrício Faleiro, destacou que a doação de sangue é uma prática tradicional em sua família e a importância de motivar a população a doar regularmente.
Osney Okumoto, presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, informou que os estoques de sangue no DF estão em um nível razoável, mas reforçou a necessidade de mantê-los constantemente abastecidos para atender os 17 hospitais públicos da região. Ele ressaltou a importância da doação frequente, especialmente devido às plaquetas que têm validade curta, de cinco dias.
Além disso, o evento contou com a participação do Garizinho, personagem educacional do SLU, e apresentações do Teatro do Detran com atividades lúdicas para todas as idades.
Para doar sangue, é necessário apresentar um documento oficial com foto, ter entre 16 e 69 anos (menores precisam de autorização dos responsáveis), estar bem alimentado e saudável. O Hemocentro recomenda que pessoas com sintomas de doenças respiratórias ou febre esperem a recuperação antes de doar, pois podem estar temporariamente inaptes ou representar risco de transmissão.
