Flávio Bolsonaro declarou nesta sexta-feira que, se eleito presidente no segundo turno em 25 de outubro, pretende transformar a Caixa Econômica Federal em um banco semelhante ao Itaú nas favelas e ao Bradesco nas periferias.
Durante um encontro com apoiadores no Rio de Janeiro, ele disse que o banco público será usado para apoiar pequenos empreendedores nas regiões periféricas das cidades.
“A Caixa será o banco da prosperidade. Vai funcionar como o Itaú na favela e o Bradesco na periferia. O objetivo é levar conhecimento para que as pessoas possam abrir seus próprios negócios e se formalizar. Vamos reduzir impostos e oferecer financiamentos a custos baixos para promover a prosperidade”, afirmou.
Ele criticou o atual governo por injetar R$ 350 bilhões na economia apenas para tentar se reeleger, o que, segundo ele, gera inflação.
Críticas à desoneração dos combustíveis
Flávio Bolsonaro também criticou a extensão e ampliação da redução de impostos federais sobre etanol e gasolina, além da criação de um subsídio para importação de diesel, anunciada pelo governo Lula.
“Muitas pessoas ainda não entenderam a carga que isso representa para os consumidores, motociclistas, motoristas e caminhoneiros. Lula, por meio da Petrobras, subsidia cerca de R$ 2 no preço do diesel. Esse subsídio termina em 25 de outubro. No dia seguinte, o preço pode subir R$ 2 nas bombas. Isso é um governo irresponsável”, disse.
O candidato do PL também negou a intenção de acabar com programas sociais como Bolsa Família e Farmácia Popular.
“Vou garantir o Bolsa Família para quem precisa, mas farei muito mais. Quero oferecer qualificação profissional e criar o maior programa de mobilidade social do Brasil. Meu objetivo é tirar as pessoas da pobreza e transformá-las em pessoas ricas. O atual governo, por outro lado, apenas impede que as pessoas saiam da pobreza e as joga na miséria”, concluiu.
