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Braga Neto exalta redução de crimes e nega encerrar intervenção no RJ antes do prazo

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General afirmou ainda que saída de seu principal colaborador, o general de Divisão Mauro Sinott, não ocorreu por desavenças

Agência Brasil

 

O interventor federal na Segurança do Rio de Janeiro, general do Exército Walter Souza Braga Neto, também comandante militar do Leste, disse nesta quinta-feira (14) que a saída de seu principal colaborador, o general de Divisão Mauro Sinott, não ocorreu por desavenças.

Braga Neto negou a possibilidade de a intervenção ser encerrada antes do prazo decretado pela Presidência da República, 31 de dezembro. “A saída do meu segundo homem na intervenção não foi por nenhuma desavença. Já estava previsto. Eu o segurei por mais tempo”, afirmou Braga Neto. “A intervenção, até o momento, termina em 31 de dezembro, conforme o decreto presidencial.”

Chefe do Gabinete da Intervenção Federal, Sinott foi nomeado para comandar a 3ª Divisão do Exército, em Santa Maria (RS), segundo o Comando Militar do Leste.

O general entregou formalmente ao presidente Michel Temer o plano de gestão estratégica traçado: “O plano é um legado para governos futuros”. Ele disse que o Gabinete de Intervenção Federal já atingiu metas do plano e conseguiu reduzir a criminalidade no Rio.

Braga Neto disse que, de abril para maio passados, houve uma queda de 11,8% em homicídios dolosos, de 5,9% em latrocínios e de 15,7% em roubos de carga, conforme dados oficiais do Instituto de Segurança Pública do Rio.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que, atualmente, à exceção dos indicadores de confronto entre policiais e suspeitos, que tiveram aumento, houve “queda significativa” nos demais índices de criminalidade monitorados.

Braga Neto disse que a aplicação de dinheiro para reequipar as polícias não é um problema, mas ponderou que tem de seguir normas de licitações. Ele afirmou que está prestes a gastar cerca de 40% (R$ 400 milhões) do total de R$ 1,2 bilhão em recursos enviados pelo governo federal para a intervenção. As compras estão em processo de licitação: “O mais difícil é especificar o material que vai ser comprado. Todas as secretarias ligadas à intervenção estão sendo beneficiadas”.

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    Bancos deverão informar clientes sobre mudança no cheque especial, diz Procon

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    O Procon de São Paulo fez um balanço sobre os juros que afligem os consumidores. Ainda muito elevadas as taxas médias do cheque especial e do empréstimo pessoal terminarão 2019 menores que no início do ano.

    O empréstimo pessoal ficou em 6,24% ao mês, indicando decréscimo de 0,03 ponto percentual em relação à taxa média de 2018 – que era de 6,27% ao mês.

    O levantamento realizado pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor apontou que, apesar da taxa média do cheque especial ter acumulado maior variação negativa ao longo dos 12 meses, ainda é muita alta se configurando como uma das maiores do mercado.

    Só para se ter uma ideia, o índice ficou em 13,17% ao mês, indicando decréscimo de 0,09 ponto percentual em relação à taxa média do ano passado – que acabou em 13,26% ao mês.

    O chefe de gabinete do Procon de São Paulo, Guilherme Farid destaca que os bancos tem obrigação de comunicar os consumidores sobre tarifas.

    “Aquele consumidor que mantiver cheque especial até R$ 500 estará isento da tarifa. Acima disso, pagará 0,25% sobre o crédito concedido. Os bancos devem comunicar todos os consumidores da cobrança dessa tarifa.”

    Guilherme enfatizou que o consumidor que não for comunicado, e se sentir lesado, deve procurar os órgãos de defesa do consumidor a fim de fazer uma reclamação contra a instituição financeira que não seguir a legislação.

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    Vice-governador do Pará é alvo de mandados de busca e apreensão da PF

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    Polícia Federal investiga organização criminosa suspeita de fraudar licitações e contratos públicos em dez municípios do estado

    PF: polícia cumpre 23 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (Nacho Doce/Reuters)

    Rio — A casa do vice-governador do Pará, Lúcio Vale (PL), foi alvo de busca e apreensão pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (12). Agentes da PF também fizeram buscas no palácio do governo do Pará, com o objetivo de recolher documentos do vice-governador.

    A PF investiga se o vice-governador está envolvido em fraude em licitação, simulação de entrega de merenda escolar e pagamento de vantagem indevida a agentes públicos.

    Vale é alvo da Operação Vissaium, deflagada pela Controladoria-Geral da União (CGU), a Polícia Federal (PF) e a Receita Federal (RFB) nesta quinta-feira. A ação é decorrente da Operação Carta de Foral, deflagrada há um ano pela mesma força tarefa com o objetivo de combater a atuação de uma suposta organização criminosa que controla 11 empresas contratadas irregularmente por 10 prefeituras do Pará, as quais receberam mais de R$ 40 milhões desde 2013.

    A PF cumpre 23 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira, 10 de prisão preventiva e quatro de prisão temporária nos municípios de Belém e região metropolitana, Capanema, Peixe-Boi, Cachoeira do Piriá, Bragança e Garrafão do Norte.

    Segundo a CGU, o grupo teria desviado recursos públicos de municípios paraenses mediante a constituição de empresas de fachada utilizadas para fraudar licitações e contratos.

    As fraudes aconteciam em todas as fases das contratações: nas etapas preparatórias dos certames licitatórios, quando as cotações de preços eram “fabricadas” e não havia a devida publicidade das licitações; durante a licitação, em que empresas do grupo simulavam competição; e na própria execução dos contratos, quando a entrega dos produtos não era feita em sua totalidade, o que acarretava o superfaturamento das contratações, entre outras irregularidades.

    A investigação aponta que nos anos de 2010 a 2017, o grupo teria movimentado mais de R$ 39 milhões em recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Também foram identificados pagamentos com recursos da Saúde e Assistência Social.

     

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    Filho de Fernandinho Beira-Mar é condenado por roubo

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    Marcelo Fernando de Sá Costa foi preso por roubar carro em janeiro deste ano

    Fernandinho Beira-Mar: filho do criminoso foi preso (Luiz Roberto Lima/Futura Press/Veja)

    Rio —Marcelo Fernando de Sá Costa, filho de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, foi condenado a nove anos e oito meses de prisão pelos crimes de roubo majorado (pelo emprego da arma de fogo) e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

    No processo da 1ª Vara Criminal de Duque de Caxias, Marcelo, de 28 anos, é acusado de ter roubado um carro na manhã de 1º de janeiro deste ano. Ele foi preso em flagrante e, com ele, os policiais militares encontraram a pistola usada no crime. A sentença foi dada pelo juiz Alexandre Guimarães Gavião Pinto no dia 11 do mês passado.

    Durante audiência na Justiça, o filho de Beira-Mar foi reconhecido pelo motorista do veículo assaltado, o vigilante Geovanne Pereira do Vale. O homem relatou que passava em seu Fiat Idea verde pela Avenida Presidente Kennedy, altura do bairro Gramacho, por volta das 8h30, quando Marcelo fez um sinal para que ele parasse.

    Acreditando ser alguém que precisava de ajuda, a vítima obedeceu. Ao parar, viu a arma apontada em sua direção e ouviu a ordem para que saísse do carro. Rapidamente, Marcelo entrou no veículo, manobrou e seguiu na direção oposta.

    Marcelo Fernando foi preso em flagrante uma hora e dez minutos depois. Ele é acusado de ter matado três pessoas, nesse intervalo de tempo, usando o carro roubado. Primeiro, no bairro Vila Rosário, também em Caxias, onde foram assassinados Diogo Luiz Carvalho de Lima, de 25 anos, e Wesley Oliveira da Silva, de 24. De acordo com a denúncia do MP, o filho de Beira-Mar abriu fogo contra os dois.

    Após o duplo homicídio, Costa seguiu por mais 9 quilômetros até a Estrada Barão do Amapá. Por ali, passava o empresário Wallace Manoel Simões Rangel, de 38 anos, com sua esposa e o filho de 10 anos no carro.

    Rangel manobrava o veículo quando o Fiat Idea verde encostou a seu lado. Com o vidro abaixado e sem dizer uma palavra sequer, Costa atirou ao menos quatro vezes contra o carro da família, matando Wallace. Em seguida, saiu em disparada. Os processos relativos aos homicídios ainda estão em andamento, ambos na 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias.

    A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, responsável pelas investigações, conseguiu provas de que os tiros dados nas três vítimas fatais partiram da pistola encontrada com o filho de Beira-Mar. Peritos fizeram a comparação com projéteis recolhidos no local do crime por familiares das vítimas do duplo homicídio e também de um projétil retirado do corpo de Rangel.

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