Nossa rede

Economia

Bolsonaro: Guedes ainda quer criar Carteira Verde e Amarela

Publicado

dia

É uma maneira mais fácil das pessoas se empregarem com menos encargos trabalhistas’, declarou o presidente

 

(Flickr/Clauber Cleber Caetano/PR)

 

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (11) que o ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda deseja formalizar o programa Carteira Verde e Amarela, que reduz os encargos trabalhistas para o empregador. “Paulo Guedes quer criar o Carteira Verde e Amarela, que não conseguiu no ano passado. É uma maneira mais fácil das pessoas se empregarem com menos encargos trabalhistas”, declarou o presidente em entrevista ao grupo “O Liberal”, do Pará.

Bolsonaro ainda insistiu que o governo também estuda uma nova redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). Na semana passada, o presidente afirmou que gostaria de isentar a cobrança do imposto para mototaxistas. Já a ampliação no corte do IPI de 25% para 33% está descartada neste momento, como informou na semana passada o Estadão/Broadcast com fontes da equipe econômica.

O que é a Carteira Verde e Amarela?

A proposta foi enviada ao Congresso Nacional por meio de uma Medida Provisória (MP) e vale só para contratos de remuneração até o teto de 1,5 salário mínimo.

O principal estímulo para a contratação desses jovens é a redução entre 30% e 34% do custo para da mão de obra na modalidade, que terá desoneração na folha de pagamento.

A contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) cairá de 8% para 2%, e o valor da multa poderá ser reduzido de 40% para 20%, decidida em comum acordo entre o empregado e o empregador, no momento da contratação.

Os empregadores também não precisarão pagar a contribuição patronal para o Instituto Nacional do Seguro Social (de 20% sobre a folha), as alíquotas do Sistema S e do salário-educação.

 

Economia

Prazo para aderir ao Relp termina dia 31, alerta Receita Federal

Publicado

dia

Por

Pagamento pode ser feito em até 180 vezes

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O prazo para micro e pequenas empresas parcelarem suas dívidas pelo Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp) termina em 31 de maio, alertou a Receita Federal. O prazo também vale para microempreendedores individuais (MEIs).

Até a última sexta-feira (19), mais de 100 mil empresas já haviam aderido ao programa.

De acordo com o órgão arrecadador, podem ser regularizadas pelo Relp todas as dívidas apuradas pelo Simples Nacional até o mês de fevereiro de 2022. A adesão pode ser feita pelo e-CAC, disponível no site da Receita Federal ou pelo Portal do Simples Nacional.

O pagamento poderá ser parcelado em até 180 vezes, com redução de até 90% das multas e juros, dependendo do volume da perda de receita da empresa durante os meses de março a dezembro de 2020 (calculado em relação a 2019).

Parcelamentos rescindidos ou em andamento também poderão ser incluídos.

O parcelamento de débitos já inscritos em Dívida Ativa da União deve ser negociado junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

*Com informações da Receita Federal do Brasil

Ver mais

Economia

Ibovespa sobe com exterior após falas de Biden; dólar cai a R$ 4,80

Publicado

dia

Por

Presidente dos Estados Unidos diz considerar remoção de tarifas impostas à China por governo de Donald Trump

(Exame/Germano Lüders)

Ibovespa hoje: O principal índice da B3 avança nesta segunda-feira, 23, seguindo o bom humor internacional após o presidente americano, Joe Biden, voltar a citar a possibilidade de retirar tarifas impostas à China durante o governo o de seu antecessor Donald Trump.

Ibovespa: + 0,94%, 109.509 pontos

“Estou considerando. Não impomos nenhuma dessas tarifas. Elas foram impostas pelo último governo e estão sendo consideradas”, disse, de acordo com a Reuters. Mas o americano alertou: se a China invadir Taiwan, os Estados Unidos estão preparados para intervir militarmente.

Investidores preferiram se agarrar no copo meio cheio, de que a redução de tarifas da era Trump, já aventada por Biden na semana passada, pode contribuir para o crescimento econômico e controle da inflação.

O maior apetite ao risco tem feito investidores a desmontarem posições defensivas em dólar, levando à queda da moeda americana no mundo. No Brasil, o dólar cai pelo terceiro pregão seguido, sendo negociado próximo de R$ 4,80.

Dólar: – 1,46%, R$ 4,803

Na bolsa, o bom humor externo se traduz na valorização de empresas de commodities. A Vale, com a maior participação do Ibovespa, salta cerca de 2%, refletindo a disparada do minério de ferro nesta madrugada, após a Índia elevar impostos sobre exportação da matéria-prima. Siderúrgicas, também beneficiadas pela apreciação do metal, figuram entre as maiores altas da bolsa.

Vale (VALE3): + 1,75%
Usiminas (USIM5): + 3,35%

Já o preço do petróleo, negociado em leve alta no exterior, ajuda a impulsionar petrolíferas nesta sessão.

Petrobras (PETR4): + 1,55%
PetroRio (PRIO3): + 2,04%

“O que mais importa para o mercado brasileiro é o preço de commodities, que continua no espaço. O Brasil voltou a ser a bola da vez”, disse Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master.

Na ponta negativa da bolsa, as ações da CVC lideram as perdas do Ibovespa nesta manhã. De fora do índice, a Enjoei está entre os destaques negativos, após suspender a compra da Gringa .

CVC (CVCB3): – 5,30%
Enjoei (ENJU3): – 5,48%

Ver mais

Economia

Veja quem pode sacar até R$ 1.000 do FGTS nesta semana

Publicado

dia

Por

A consulta do saldo deve ser realizada por meio do aplicativo do FGTS

(Agência Brasil/Marcelo Camargo)

A Caixa libera esta semana o saque de até 1.000 reais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para mais dois grupos. Na quarta-feira, dia 25 de maio, os trabalhadores nascidos em agosto poderão sacar o dinheiro. Já no sábado, dia 28 de maio, é a vez dos nascidos em setembro. A Caixa estima que cerca de 6,8 milhões de pessoas terão direito a receber um volume somado de aproximadamente R$ 5 bilhões.

A ação de pagamento segue até 15 de junho e será efetuada de forma escalonada, conforme o mês de nascimento do trabalhador (veja calendário abaixo). A expectativa é que serão liberados cerca de R$ 30 bilhões para aproximadamente 42 milhões de trabalhadores com direito ao saque.

Calendário do saque extraordinário do FGTS

  • Nascidos em janeiro recebem em 20 de abril
  • Nascidos em fevereiro recebem em 30 de abril
  • Nascidos em março recebem em 4 de maio
  • Nascidos em abril recebem em 11 de maio
  • Nascidos em maio recebem em 14 de maio
  • Nascidos em junho recebem em 18 de maio
  • Nascidos em julho recebem em 21 de maio
  • Nascidos em agosto recebem em 25 de maio
  • Nascidos em setembro recebem em 28 de maio
  • Nascidos em outubro recebem em 1º de junho
  • Nascidos em novembro recebem em 8 de junho
  • Nascidos em dezembro recebem em 15 de junho

Quem pode sacar?

Qualquer pessoa que tiver conta vinculada do FGTS, seja ativa ou inativa, poderá realizar o saque do dinheiro, limitado ao valor de 1.000 reais. A consulta do saldo deve ser realizada por meio do aplicativo do FGTS. A nova versão foi disponibilizada pela Caixa no início do mês  passado e pode ser baixada na Apple Store e na Play Store do Google.

No site da Caixa, é possível consultar o saldo do FGTS: é necessário informar o NIS (PIS/Pasep), que pode ser consultado na carteira de trabalho ou em algum extrato que o trabalhador possua, e usar uma senha cadastrada pelo trabalhador. Além disso, a consulta ao saldo pode ser feita ainda pessoalmente, no balcão de atendimento de agências da Caixa ou no site da Caixa.

Como pedir o saque?

O crédito dos valores será realizado por meio de conta poupança social digital, o Caixa Tem. Os saques serão permitidos até 15 de dezembro.

Vale destacar que não será preciso que o trabalhador solicite o dinheiro. Ele será disponibilizado automaticamente na conta do trabalhador no Caixa Tem. Se essa pessoa com direito ao saque não tiver conta no Caixa Tem, a Caixa irá abrir uma em nome do trabalhador. A Caixa reforça que não será necessário ir até uma agência bancária. Todo o processo será realizado por meio do aplicativo. Para isso, é fundamental inserir os dados corretamente no app do FGTS.

Após o crédito dos valores na conta, será possível pagar boletos e contas e utilizar o cartão de débito virtual por meio do app do CAIXA Tem. O valor também poderá ser transferido para outras contas bancárias da Caixa ou de outro banco. Será possível ainda realizar transações por meio do Pix, além de efetuar saque nos terminais de autoatendimento da Caixa e nas casas lotéricas.

Não quero sacar. E agora?

Caso o trabalhador não queira receber os R$ 1.000 de sua conta do FGTS, ele deverá indicar que não deseja. Nesse caso, será necessário acessar a nova versão do Aplicativo FGTS para informar que não quer receber o crédito.

Após a realização do crédito na Conta Poupança Social Digital, o trabalhador poderá, ainda assim, optar pela reversão do crédito automático, também pelo app FGTS, até 10 de novembro de 2022. Caso o crédito dos valores tenha sido feito na Poupança Social Digital do trabalhador e essa conta não seja movimentada até 15 de dezembro de 2022, os recursos serão retornados à conta do FGTS, devidamente corrigidos e sem prejuízo ao trabalhador.

Ver mais

Economia

Ações nos EUA devem cair mais 10%, segundo gestores e traders

Publicado

dia

Por

Após o S&P 500 flertar com um mercado de baixa na semana passada e registrar mais de US$ 1 trilhão em perdas

S&P: é provável que o indicador continue a cair este ano antes de chegar a cerca de 3.500 pontos (Getty Images/Bloomberg)

Prepare-se para uma nova onda de queda no índice de ações mais acompanhado do mundo, à medida que crescem os temores do impacto econômico do maior aperto monetário do Federal Reserve em décadas.

Após o S&P 500 flertar com um mercado de baixa na semana passada e registrar mais de US$ 1 trilhão em perdas, os participantes da última pesquisa MLIV Pulse, do blog de mercados da Bloomberg, estimam que há mais por vir.

É provável que o indicador continue a cair este ano antes de chegar a cerca de 3.500 pontos, segundo a projeção mediana de 1.009 entrevistados. Isso representaria um declínio de cera de 10% em relação ao fechamento de sexta-feira de 3.901 – e uma queda de 27% em relação ao pico de janeiro.

A postura hawkish a todo custo do Fed, o caos nas cadeias de suprimentos e a intensificação das ameaças ao ciclo de negócios minam a confiança na máquina de lucros corporativos dos EUA, enquanto os valuations das ações continuam afundando.

Após a mais longa série de perdas semanais em mais de duas décadas, apenas 4% dos leitores do MLIV calculam que o S&P 500 atingiu o fundo do poço para o ano. E um punhado vê uma liquidação histórica rumo a 2.240 pontos – testando novamente as mínimas da pandemia.

Os gestores de renda variável sofreram uma queda pior durante o tumulto causado pela Covid em 2020, mas isso não serve de muito consolo para perdas projetadas dessa magnitude.

“Ainda acho que o pior não ficou para trás”, disse Savita Subramanian, chefe de renda variável e estratégia quantitativa para EUA no Bank of America, em entrevista à Bloomberg Television. “Há uma nuvem de sentimento negativo por toda parte.”

Projeções de lucro pessimistas como as da varejista Target e da empresa de equipamentos de rede Cisco Systems levaram os investidores a cortarem os preços das ações na semana passada. As posições vendidas em um grande fundo de ações negociado em bolsa saltaram para perto dos níveis vistos pela última vez em março de 2020.

Um novo movimento de refúgio em títulos do Tesouro americano sugere que os gestores estão ficando cada vez mais temerosos com a trajetória econômica, lockdowns na China e o prolongado conflito na Ucrânia.

Como o colapso das ações do setor de varejo na semana passada, os entrevistados se tornaram mais pessimistas na última parte do período de votação de 17 a 20 de maio. Em média, gerentes de risco foram mais pessimistas do que gestores de portfólios e operadores do chamado sell-side.

Ver mais

Economia

Paulo Guedes quer ‘DigiTax’: um imposto para as transações em criptomoedas

Publicado

dia

Por

De acordo com Paulo Guedes, o Ministério da Economia está trabalhando para criar um imposto para as transações com bitcoin e outras criptomoedas no Brasil

O Ministro apelidou o novo imposto de “DigiTax” (Flickr/Marcos Corrêa/PR)

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, não desistiu da proposta de criar um imposto sobre as transações digitais e voltou a falar sobre a criação de um novo imposto no Brasil, durante o evento “Perspectivas Econômicas do Brasil”, promovido pela Arko Advice.

Segundo Guedes a internet ajudou na criação de um ‘Camelódromo Virtual’, no qual empresas com sede em outros países vendem seus produtos para os brasileiros e, com isso, não pagam os impostos devidos no país, como é o caso, segundo Guedes, de empresas de e-commerce chinesas.

Guedes chegou a declarar que estas empresas podem inclusive usar bitcoin e criptomoedas como uma forma de ‘não deixar rastro’ , no entanto, nenhum dos principais e-commerces chineses como Alibaba, Aliexpress, BangGood, Cigabuy, Mini in the box, Deal Extreme, Wish ou Shein aceitam criptomoedas como forma de pagamento.

“O primeiro ângulo que eu queria explorar é esse, o mundo está em transformação rápida, os caras estão realmente despejando o tal do camelódromo virtual, existe mesmo, é uma invasão maciça e usando inclusive, parece que as liquidações são feitas em bitcoins, que é para não ter rastros.”, afirmou o ministro.

Guedes então afirmou que o governo não abandonou a proposta de taxar as transações digitais e, principalmente, as transações feitas com criptomoedas. Segundo ele o Ministério vem trabalhando para criar um imposto para os pagamentos com bitcoin, que ele chamou, em tom de piada de DigiTAX.

“Vai aparecer o DigiTAX aí já já, para equalizar o jogo. Tem países que estão pensando em colocar um imposto muito alto no bitcoin logo de cara, cobrando imposto antes. Nosso time está trabalhando nisso, reconhecemos que há uma dimensão digital que vai escapar aos controles convencionais, mas isso nos preocupa mesmo.”, afirmou.

Imposto digital já foi ‘vetado’ no Congresso

Desde que assumiu como Ministro da Economia no Governo do Presidenet Jair Bolsonaro, Paulo Guedes defende a criação de um novo imposto para tributar as transações digitais. Este novo imposto chegou a ser chamado pela imprensa de “Nova CPMF” e, depois de muitos debates e desgaste políticos, em maio de 2021, Guedes afirmou ter desistido da proposta.

“Esse imposto [de transações] foi interditado. Não vou brigar por ele. Estamos em uma democracia. Deixe isso para lá. Continuem com os encargos elevados e vamos fazer a reforma ampla tão desejada”, disse na época.

No entanto, em novembro do ano passado, o assuntou voltou a tona novamente quando o secretário especial da Receita Federal, José Tostes Neto, voltou a tratar do assunto e afirmou que era preciso criar um imposto que tivesse impacto nas operações financeiras, principalmente as realizadas com bitcoin, criptomoedas, cashback, programas de milhagem, entre outros, que, segundo ele, são operações que estão à margem do sistema sem qualquer regulamentação.

“Hoje em dia não existe mais comércio somente na forma tradicional. Eu uso a moeda digital, uso o cashback, uso programa de milhagem para comprar um monte de coisa. Eu não compro com dinheiro tradicional. Então isso não pode deixar de ser considerado se nós estamos discutindo como uma nova tributação possa incidir”, declarou

Na ocaisão Tostes Neto afirmou que em nenhum momento o governo desistiu totalmente de criar um imposto para as transações digitais e só estava esperando o momento certo para colocar o tema em debate novamente.

“O governo está observando atentamente para entrar no momento oportuno no debate”. afirmou.

Assim como Guedes, Tostes Neto defende a criação de um imposto para as transações com bitcoin desde 2019, quando os primeiros dados das transações com criptomoedas começaram a ser computados pela Receita Federal graças a Instrução Normativa 1888.

Em 2019 o governo também começou a escrever o texto da então chamada Reforma Tributária (que empacou tanto no Congresso como no Governo) e, nela, desde o início foi aventado a necessidade da criação de um imposto para as transações digitais, com os criptoativos incluídos neste novo escopo de tributação.

Na época, José Tostes que acompanhava as reuniões do Conselho de Política Fazendária (Confaz), declarou que o imposto proposto pelo Governo não deixaria, de forma alguma, as criptomoedas de fora.

Embora Guedes tenha declarado que deseja criar um imposto para as criptomoedas no Brasil, para que isso ocorra ele precisa da aprovação do Congresso Nacional (senadore e deputados), no entanto, a atual proposta de regulamentação do mercado de criptoativos no país não fala na criação de impostos para o setor.

Ver mais

Economia

Queda do bitcoin apresenta boa oportunidade de lucro, apontam analistas

Publicado

dia

Por

Analistas apontam que o preço do bitcoin deve continuar em queda, mas destacam que esta é uma boa oportunidade para lucros futuros

O preço do bitcoin está próximo dos US$ 30 mil (Unsplash/Reprodução)

Maio tem sido um dos piores meses no ano para o mercado de criptomoedas que sofreu a consequência do aumento da inflação nos EUA, levando os investidores a fugir dos ativos de risco como os criptoativos e, depois, a ‘falência’ da UST/LUNA que jogou todo o mercado em uma espiral de queda que levou o bitcoin para US$ 25 mil e fez o mercado cripto perder mais de US$ 1.5 trilhão.

No entanto, como aponta Isabela Rossa, country manager da Coin Cloud, a queda do bitcoin por causa da Luna já chegou ao fim e agora é preciso analisar como o mercado cripto irá lidar com as cicatrizes abertas em maio.

“Ainda pode haver consequências dos efeitos de fundos com exposição em Luna/UST precisando vender BTC para permanecer solvente”, aponta.

Já Felipe Medeiros, analista e sócio da Quantzed Criptos, destaca que há um forte suporte em tonro de US$ 25 mil e US$ 26 mil o que indica que não deve ocorrer uma queda abaixo destes níveis, embora um retorno para US$ 40 mil, no curto prazo, também parece improvável.

“O bitcoin tem se mostrado resiliente no suporte de 28 mil dólares. O mau humor tomou conta do mercado mas isso não foi suficiente para que o bitcoin e demais ativos do mercado perdessem o último fundo (26.700), que segundo dados onchain fornecidos pela glassnode, formou uma grande região de interesse”, disse.

Guilherme Rebane, Head of Latam da OSL, plataforma de ativos digitais, desaca que o bitcoin, com os acontecimentos recentes, entra na quarta semana de maio ainda patinando entre 28 e 30 mil dólares, depois de sondar o território dos 25 mil dólares.

“Alguns reguladores já vinham chamando a atenção para as stablecoins, e o desconforto que antes era apenas de poucos players de mercado em relação ao tema, agora ganha mais corpo”, avalia Rebane.

Para ele diversos fatores globais também são responsáveis por manter a pressão na cotação dos ativos digitais.

“A inflação, fruto da pandemia, o temor pelo aumento dos juros americanos, a Guerra entre Rússia e Ucrânia e as expectativas sobre a economia chinesa estão no radar dos investidores. O recente selloff das criptomoedas parece ter obrigado diversos players grandes do setor a reduzirem o risco na classe de ativo, isso deve trazer uma mudança na dinâmica do mercado.”, destacou;

Para Rebane, apesar do mal momento que impacta as criptomoedas e os ativos de risco, muitos investidores têm interpretado a situação como uma oportunidade de adquirir os ativos digitais em um momento de baixa do mercado.

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade

Viu isso?