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Bebê de seis meses morre em creche irregular em Planaltina, no DF; proprietária é presa

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Caso ocorreu na quarta-feira (20). Segundo polícia, mulher colocou bebê de bruços, em saco, para ficar imobilizada; ela deve responder por homicídio por omissão imprópria.

Creche onde criança morreu em Planaltina, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Um menina de seis meses de idade morreu após passar mal em uma creche irregular no Setor Residencial Leste, em Planaltina, no Distrito Federal. O caso ocorreu na quarta-feira (20). Uma das proprietárias da creche, que também atuava como cuidadora no local, foi presa na noite desta quinta (21) e deve responder por homicídio por omissão imprópria.

A criança chegou a ser levada ao Hospital Regional de Planaltina, mas já estava sem vida. A equipe da unidade de saúde fez manobras de ressuscitação por cerca de 20 minutos e intubou a criança, sem sucesso.

Aos pais, funcionárias da creche disseram à família que a criança se engasgou. No entanto, as investigações apontaram que a menina chorava muito e que a investigada se irritou, entrou no quarto onde a bebê estava, e a colocou em um saco, para que ficasse imobilizada.

A instituição não é cadastrada junto à Secretaria de Educação, nem tem alvará de funcionamento expedido pela Administração Regional de Planaltina. A escola chegou a iniciar o processo de obtenção da licença, mas não concluiu por falta de documentos (veja mais abaixo).

Depoimentos à polícia

Aos investigadores, o pai do bebê disse que foi à creche no fim da tarde, para buscar a filha. No local, foi impedido de entrar no prédio por uma funcionária, que disse que ele teria de esperar a chegada da esposa, para que pudessem falar sobre a filha juntos.

O homem disse que estranhou a situação e, em seguida, recebeu ligação de uma outra funcionária da creche. Ela contou que a criança tinha sido levada ao hospital e o pai se dirigiu ao local, onde encontrou a esposa e uma das donas da creche onde o fato ocorreu.

Nesta quinta, três funcionárias da instituição foram ouvidas. Uma delas disse que ouviu a criança chorando muito no berçário e viu o momento em que uma das proprietárias se irritou, entrou no quarto e fechou a porta. Segundo a mulher, o choro aumentou e, em seguida, parou.

Ainda segundo a funcionária, a dona da creche saiu sozinha do quarto. A monitora disse que entrou no local e encontrou a menina desfalecida. A proprietária então voltou e disse que levaria a criança para o hospital, porque ela tinha engasgado com catarro.

‘Situação precária’

Segundo o delegado Veluziano de Castro, da 31ª Delegacia de Polícia, enquanto esteve no quarto, a mulher colocou a menina no saco, para que desse menos trabalho. Para ele, não há dúvidas de que a morte da criança foi causada pelo comportamento da proprietária.

“Essa morte com certeza está ligada à omissão dessa responsável.”

Ele afirma que a creche é administrada por duas mulheres. A que foi presa atuava diariamente nos cuidados com as crianças e a outra, não.

Segundo o investigador, o estabelecimento atuava de forma precária, atendendo mais de 40 crianças, mas com apenas dois funcionários por turno. “A creche não tem a mínima estrutura de funcionamento, pela demanda”, diz.

O delegado informou que acionou o Conselho Tutelar para apurar se há indícios de maus-tratos contra as outras crianças da creche.

Creche irregular

Em nota, o governo do DF informou que o processo de licenciamento da creche não foi finalizado porque faltavam as autorizações da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Educação.

Após o caso, a Secretaria de Proteção à Ordem Urbanística do DF (DF Legal) informou que vai enviar “uma equipe ao local para averiguar as medidas que podem ser tomadas, uma vez que a mesma [creche] não deveria ter iniciado suas atividades sem todas as licenças válidas”.

Confira o posicionamento do GDF sobre a instituição:

“A instituição não é cadastrada na Secretaria de Educação do Distrito Federal.

A Administração Regional de Planaltina informa que a empresa deu entrada ao pedido de licença de funcionamento em 2020, mas não finalizou a documentação solicitada e, por isso, não obteve a licença.

Em consulta a Rede Sim DF, foi constatado que a mesma havia entrado com pedido de licenciamento, faltando as autorizações por parte da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Educação.

A Secretaria DF Legal informa que não consta em seu banco de dados nenhuma reclamação ou denúncia sobre a creche […], em Planaltina. A pasta diz que enviará uma equipe ao local para averiguar as medidas que podem ser tomadas, uma vez que a mesma não deveria ter iniciado suas atividades sem todas as licenças válidas.

A recomendação da Secretaria de Educação é que os pais ou responsáveis, antes de efetivarem a matrícula, sempre verifiquem se a unidade educacional está em situação regular junto à Secretaria, o que pode ser feito no próprio site da pasta, pelo endereço eletrônico https://www.educacao.df.gov.br/rede-particular-escolas-credenciadas/.”

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Pai é inocentado após passar dois anos preso acusado de matar o filho de oito meses

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Dorgival Junior foi inocentado pelo tribunal do júri, em Petrolina, depois que perícia particular provou que o bebê morreu após se asfixiar no próprio vômito.

Dorgival José da Silva Junior e a mãe, Maria Luzinete. Ela lutou para provar a inocência do filho — Foto: Emerson Rocha / g1 Petrolina

Durante dois anos e 14 dias, o ajudante de obras Dorgival José da Silva Junior, de 24 anos, ficou preso acusado de matar o filho, um bebê de apenas oito meses. A criança morreu em outubro de 2019, na casa onde morava com os pais e o irmão gêmeo, no bairro Nova Vida 1, em Petrolina, Sertão de Pernambuco.

Na última quinta-feira (25), depois de 12 horas de julgamento no fórum da cidade, a defesa de Dorgival conseguiu provar a inocência dele — a criança, segundo perícia particular pedida pela família, morreu asfixiada pelo próprio vômito. A decisão trouxe alívio para o coração da professora Maria Luzinete Gomes, mãe de Dorgival e avó dos gêmeos.

No dia seguinte ao veredito, Dona Luzinete, que sempre acreditou na inocência do filho, estava na porta do presídio Doutor Edvaldo Gomes para recebê-lo depois de 744 dias. Eles se abraçaram, sem grades ao redor e com o sentimento de que a justiça tinha sido feita.

A retomada da liberdade começou com o pagamento de uma promessa feita por eles. Mãe e filho caminharam por 25 km, durante quase 7 horas, do presídio até a casa de Dona Luzinete, que fica no N1, zona rural de Petrolina.

“As pessoas diziam: ‘você com essa idade, vai a pé, 25 km?’. Eu dizia que isso era pouco. Ruim foi dois anos de espera. Seis horas, sete horas a pé, 25 km, não é nada”, diz Maria Luzinete.

Entenda o caso

 

Para chegar até o final dos 25 km de caminhada, é preciso voltar até a madrugada do dia 20 de outubro de 2019, quando a história da família mudou. “Quando a gente acordou e fomos fazer o leite dos meninos, percebemos que um dos nossos filhos não estava respirando. Ligamos para o Samu, para saber o que tinha acontecido. O Samu chegou, viu a criança e, infelizmente, não tinha mais o que ser feito”, recordou Dorgival.

Na noite da morte do pequeno Douglas Ravi, na casa da família estavam Dorgival, a mãe da criança, o irmão gêmeo de Douglas e a babá. Todos dormindo após retornar de uma festa de aniversário. Depois que o Samu constatou a morte do bebê, a polícia foi chamada. “Foi feita a perícia e depois fomos encaminhados para a delegacia para prestar depoimento”, disse o pai.

Não demorou para que Dorgival fosse considerado suspeito do crime. De acordo com o advogado de defesa, Marcílio Rubens, a perícia técnica, que esteve na casa da família, detectou que Douglas sofreu uma asfixia direta — provocada pela obstrução das vias respiratórias —, o que causou a morte.

“Os indícios iniciais traziam a presença de sangue humano em uma camisa utilizada por Dorgival, no dia anterior à morte do bebê. Essa camisa foi localizada pela perícia e, constatado que o sangue seria do bebê, houve a suposição de que o pai teria praticado o crime. Em razão disso, foi determinada a prisão dele”, explicou o advogado.

Dorgival foi preso no dia 4 de novembro, 14 dias após a morte do filho. Uma situação pela qual ele nunca imaginou passar. “Nunca pensei que além da dor de perder meu filho, ia ser preso por conta disso. Fiquei realmente surpreso”.

Enquanto ele passava os dias presos, do lado de fora a família lutava para provar a sua inocência. Para o advogado, a ação dos familiares foi crucial para o desfecho do caso.

“O que contribuiu sobremaneira, decorrente do próprio esforço, sacrifício financeiro feito pela família, que é uma família simples, mas que se desincumbiu de custear uma perícia particular, de ir em busca de outras provas, sob pena de um sacrifício feito por eles, mas que possibilitou uma contraprova em relação às provas inicialmente produzidas e o questionamento acerca dessas provas, demonstrando que havia falhas investigativas”.

Durante o julgamento, o Ministério Público também pediu a absolvição de Dorgival, por entender que as provas seriam insuficientes para sustentar o pedido de condenação. A defesa alegou que a causa da morte não foi uma esganadura, assim como, que o pai não poderia ser o autor de qualquer violência contra a criança. Por meio de perícia particular paga pela família de Dorgival, ficou provado que Douglas Ravi morreu após se asfixiar no próprio vômito.

Do sonho de ser pai ao pesadelo na prisão

 

Ser pai sempre fez parte dos planos de Dorgival. Quando descobriu que a esposa estava grávida de gêmeos, ele contou que “foi a maior alegria do mundo”.

“Eu tinha o sonho de ser pai, e descobrir que eram gêmeos, foi uma bênção na vida da gente. Eu era muito feliz, muito abençoado por Deus, por ter os meus filhos”.

A morte de Ravi e a prisão mudaram a vida da família de ponta a cabeça. Além da liberdade e do filho morto, Dorgival perdeu os primeiros anos do filho que está vivo, o casamento e o emprego.

“Não conseguia dormir. Além de ter perdido meu filho, fui encaminhado para aquele lugar. Não desejo a ninguém. Perdi o emprego, esse tempo todo que passei lá, longe do meu outro filho. Não tive a oportunidade de acompanhar o crescimento de meu outro filho. O sonho de ser pai. Fui impedido de acompanhar o crescimento do meu filho”, lamenta Dorgival.

Enquanto lutava para comprovar a inocência de Dorgival, a família teve que conviver com notícias falsas sobre a morte da criança. Para Emerson Gomes, mesmo preso, o irmão sempre quis descobrir a verdade sobre a morte da criança.

Maria Luzinete e os filhos, Dorgival e Emerson  — Foto: Emerson Rocha / g1 Petrolina

Maria Luzinete e os filhos, Dorgival e Emerson — Foto: Emerson Rocha / g1 Petrolina

“Eu queria saber o que aconteceu e era o que ele mais queria também. Por isso, ele não se incomodou tanto em estar preso. Apesar de toda dificuldade, de todo esse processo, ele queria descobrir o que aconteceu com o filho dele. Devido [a] tantas mentiras e histórias mal contadas, eu sei que muita gente ao nosso redor acreditava que tinha acontecido isso daí”.

Recomeço

De acordo com o advogado Marcílio Rubens, pelo fato de a absolvição de Dorgival também ter sido solicitada pelo Ministério Público, a tendência é que não haja recurso. Livre das acusações, o pai só pensa em recomeçar a vida. Dorgival disse que, quando soube que seria libertado, só teve um pensamento.

“Ver meu outro filho. Deus fez tudo para que eu possa cuidar dele, recuperar o tempo perdido”.

Religiosa, Maria Luzinete fez do terço seu companheiro fiel durante os dias de prisão do filho. As idas ao presídio eram constantes, mesmo durante a pandemia, quando a entrada de visitantes foi proibida. Foi guiada pelo amor aos filhos, que ela nunca desistiu de lutar por justiça. Agora, a mãe espera que Dorgival consiga recomeçar.

“Espero que alguém possa dar oportunidade ao meu filho e veja ele como cidadão de bem, que ajude ele a arranjar um emprego. Ele tem uma criança para criar”, afirmou.

O sacrifício para provar a inocência de Dorgival, segundo o advogado, custou cerca de R$ 50 mil à família. O dinheiro foi investido na elaboração da perícia complementar e na busca por outras provas. Apesar das dívidas, a mãe não se arrepende. “O mais difícil de tudo foi a ausência dele”.

Ainda de acordo com Marcílio Rubens, com a inocência de Dorgival confirmada, a família pode entrar com ações indenizatórias contra o Estado e os meios de comunicação que publicaram notícias falsas sobre o caso.

“A retratação social, ainda que ela se dê em parte, dificilmente se dará no todo, pela dificuldade de você atingir as mesmas pessoas que tiveram a notícia [de que Dorgival cometeu crime] inicialmente. O que se busca é reconstituir, minimamente, a dignidade dessa família, trazer de volta aquilo que foi perdido, em parte, porque nada devolverá a Dorgival a perda do convívio com filho sobrevivente durante esses dois anos e 14 dias, a vida que ele perdeu de construir”, disse o advogado.

“O que a gente espera é uma reparação mínima. Erros dessa natureza devem servir como exemplo para que não se cometa novos erros, para que não se precipite o julgamento em relação às pessoas antes da maturação efetiva dos fatos”, concluiu.

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Enxurrada arrasta carros e arranca asfalto no DF

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Mais de 10 carros foram danificados. Via, em Taguatinga, foi interditada

Asfalto e galerias de águas pluviais destruídas na QNL 10, atrás do Sesi de Taguatinga, no DF — Foto: Carlos Britto/ Reprodução

 

asfalto cedeu e mais de 10 carros foram arrastados durante o temporal desta segunda-feira (29), em Taguatinga, no Distrito Federal. A enxurrada assustou os motoristas que seguiam por uma avenida movimentada na QNL 10

Crateras se abriram e pedaços de asfalto foram arrastados. Vários veículos ficaram danificados e a via precisou ser interditada.”Quando eu passei, a chuva já estava diminuindo e aquele estrago todo eu nunca tinha visto. Um asfalto prontinho assim desabar por causa da chuva é porque foi muito mal feito. Aquelas galerias [de águas pluviais] vieram tudo abaixo. Deve estar oco por baixo”, diz o jornalista aposentado Carlos Britto.

Enxurrada arrasta carros e asfalto na QNL 10, atrás do Sesi de Taguatinga, no DF — Foto: Carlos Britto/ Reprodução

Enxurrada arrasta carros e asfalto na QNL 10, atrás do Sesi de Taguatinga, no DF — Foto: Carlos Britto/ Reprodução

Carlos Britto fez imagens dos carros danificados. Segundo ele, os veículos foram empurrados pela força d’água e baterem uns nos outros.

“Qualquer lugar que tenha enxurrada a gente está acostumado, mas o asfalto ceder daquele jeito assusta. Qual a garantia a gente tem pra passar por ali. Eu me assusto muito porque sou motoqueiro e é muito risco de acontecer algo pior”, diz ele.

 

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Motorista bêbado que matou homem em Taguatinga é solto em audiência de custódia

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Juíz determinou o uso de tornozeleira eletrônica e o cumprimento de diversas medidas cautelares. O caso segue em segredo de justiça

O motorista bêbado que matou o motociclista Fábio Freire Pontes, de 38 anos, ao dirigir na contramão no Setor C Sul, em Taguatinga, foi liberado em audiência de custódia. O juiz que atendeu o caso determinou que o motorista, identificado como Yuri de Jesus Zerbini, 23 anos, usasse tornozeleira eletrônica e cumprisse diversas medidas cautelares.

Yuri passou por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (29/11), após ser preso em flagrante, neste domingo (28/11), no local do acidente que resultou na morte do frentista Fábio Freire. O processo segue em segredo de justiça.

O caso

Na manhã de domingo, Fábio Freire Pontes deixou sua casa para ir ao SOF Sul, no posto São Roque, onde trabalhava como frentista. No caminho para o trabalho, ele foi atingido pelo carro conduzido por Yuri, que estava bêbado e dirigia na contramão. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado, mas Fábio não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Yuri fez o teste do bafômetro e, segundo o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), tinha quantidade de álcool considerada crime de trânsito. O condutor foi autuado por embriaguez ao volante e homicídio doloso, quando se assume o risco de matar.

Após a colisão, Yuri se queixou de dores nas costelas e foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia. Descartado possíveis lesões, ele foi encaminhado para a 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro). De acordo com a Polícia Civil do DF (PCDF), o motorista não tinha antecedentes criminais.

Dor imensa

Ao Correio, um amigo contou que o frentista era prestativo e empenhado em ajudar os colegas. “Quando alguém tinha algum prejuízo, ele era o primeiro a propor alguma vaquinha. Ele era disposto a ajudar as pessoas, era um cara que sempre teve um coração imenso”, pontua Murillo Muniz, 25 anos, morador de Planaltina e frentista.

Pai de dois filhos, um menino e uma menina de 9 meses de idade, Fábio se dedicava muito à família. “Ele sempre quis muito ter uma filha. E agora vai deixando uma filha tão pequenininha. A menina não vai ter a oportunidade de conhecer o paizão que ela tinha, quem era o paizão dela. Por isso fica essa dor, o Fábio era um cara incrível”, assegura o amigo.

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Motorista de 31 anos morre após colidir carro em poste na EPNB

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Quando os militares chegaram no local, encontraram o homem preso às ferragens. O carro precisou ser cortado para que ele fosse retirado

(crédito: Divulgação/CBMDF)

Um homem de 31 anos morreu, na madrugada desta segunda-feira (29/11), após colidir o carro contra um poste de iluminação pública na EPNB, próximo a UPA do Núcleo Bandeirante. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), não há informações sobre a dinâmica do acidente.

Para a ocorrência, o CBMDF empregou cinco viaturas. De acordo com a corporação, o veículo envolvido no acidente era um VW Gol, que estava sendo conduzido por Renan Yon. Quando os militares chegaram no local, encontraram o motorista preso às ferragens, e o carro precisou ser cortado para que ele fosse retirado.

Durante o atendimento, Renan entrou em parada cardiorrespiratória e as equipes do CBMDF iniciaram as manobras de reanimação cardiopulmonar. Foram 50 minutos de manobras até o médico do CBMDF constatar óbito no local.

Além de Renan, havia duas passageiras no carro. Uma delas, identificada como Andressa, também ficou presa às ferragens do veículo. Ela foi retirada do carro e atendida pela equipe do CBMDF. Consciente, desorientada e estável, Andressa apresentava um corte profundo no queixo, e foi encaminhada para o Hospital de Base.

A última passageira, uma jovem de 17 anos, se encontrava no banco de trás do automóvel e não estava presa às ferragens. De acordo com os militares, ela reclamava de dores nas costas, na barriga e tinha um edema na face. Consciente, desorientada e estável, também foi encaminhada ao Hospital de Base.

 

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Polícia caça homem que matou mulher grávida, enteada de 1 ano e fazendeiro

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O caso macabro aconteceu na noite desse domingo (28/11), em Corumbá de Goiás — distante cerca de 124km de Brasília

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As forças de segurança do estado de Goiás se mobilizam para localizar o paradeiro de Wanderson Mota Protácio. O homem é acusado de matar a esposa grávida de 4 meses, a enteada, de 1 ano e 8 meses e um fazendeiro vizinho. O caso macabro aconteceu na noite desse domingo (28/11), em Corumbá de Goiás — distante cerca de 124km de Brasília.

Segundo informações preliminares da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), Wanderson assassinou a mulher e a criança dentro de casa com uma faca. Depois disso, ele foi até a fazenda do patrão, onde furtou um revólver com seis munições e se deslocou até uma propriedade vizinha. Lá, ele matou o fazendeiro Roberto Clemente de Matos e tentou estuprar a esposa dele.

A mulher ainda foi baleada e, de acordo com a apuração policial, fingiu-se de morta para escapar com vida. O assassino levou a caminhonete de Roberto e abandonou o veículo após alguns quilômetros, na GO-225. Neste momento, equipes da PMDF e PCGO estão em diligências para localizar o homem.

 

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PRF flagra cinco motoristas dirigindo após ingerir bebida alcoólica

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Quatro prisões ocorreram nesta madrugada, na BR 070, em Águas Lindas-GO. A outra aconteceu na noite de sábado (27/11) depois que o condutor causou um acidente na BR-251

(crédito: Divulgação/PRF)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu cinco condutores que dirigiam sob efeito de álcool nas últimas 24 horas. A madrugada foi movimentada, principalmente na BR-070 localizada em Águas Lindas de Goiás. Dos cinco, quatro motoristas foram detidos na região.

Um homem de 34 anos conduzia um Peugeot 307 quando foi abordado pelos agentes. O teste do bafômetro apontou níveis de embriaguez. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da Polícia Civil de Águas Lindas-GO.

No mesmo local, outro motorista de 36 anos, também foi preso quando o resultado do bafômetro registrou níveis acima do permitido. O homem dirigia um veículo de modelo Celta e, durante a abordagem, apresentou sinais de embriaguez. Além da prisão, o veículo estava com o licenciamento vencido e foi recolhido ao pátio da PRF.

Durante a fiscalização, os policiais rodoviários prenderam mais dois motoristas. Um homem, de 36 anos, que dirigia um Gol, soprou o bafômetro e o resultado foi 0,68 mg/L. O outro, um motorista de 55 anos, dirigia uma camionete Saveiro. O resultado do teste foi de 0,68 mg/L. Vale ressaltar que o limite para o teste é de 0,05mg/L. Ambos foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil de Águas Lindas-GO.

Colisão

A quinta e última prisão aconteceu depois que o motorista de um Ford Fiesta bateu na traseira de uma moto na BR-251 (Rodovia Júlio Garcia). O resultado do teste de etilômetro acusou 0,79 mg/L.

O carro foi recolhido ao pátio da Polícia Rodoviária Federal e o motorista conduzido para a Polícia Civil. O motociclista precisou ser encaminhado ao hospital com fraturas múltiplas.

*Com informações da PRF

 

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