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Após mãe e companheira que esquartejaram menino serem condenadas a 129 anos, avô de Rhuan desabafa: ‘Foi feita Justiça’

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Mãe do garoto foi sentenciada a 65 anos de prisão e a companheira dela pegou 64 anos. Corpo de Rhuan Maycon foi achado dentro de mala no Distrito Federal no ano passado. Avô diz que lembra do neto todos os dias e que não perdoa o que a dupla fez com a criança.

‘Feita Justiça’, diz avô após mãe e companheira que esquartejaram menino serem condenadas a 129 anos — Foto: Arquivo da família.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após mais de um ano e cinco meses, a espera por Justiça pela morte brutal do neto chegou ao fim. É o que diz o senhor Francisco das Chagas, mais conhecido como Chaguinha, avô do menino Rhuan Maycon, de 9 anos, que foi assassinado em 2019.

O Tribunal do Júri de Samambaia, no Distrito Federal, condenou Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa pelo assassinato da criança. O julgamento ocorreu nessa quarta-feira (25).

O corpo da criança foi encontrado na madrugada do dia 1º junho do ano passado, esquartejado, dentro de uma mala (veja mais abaixo). A dupla foi sentenciada pelos crimes de homicídio qualificado, lesão corporal gravíssima, tortura, ocultação e destruição de cadáver e fraude processual.

As penas foram fixadas em:

  • Rosana Auri da Silva Cândido, mãe do menino: 65 anos de reclusão e 8 meses e 10 dias de detenção
  • Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, companheira de Rosana: 64 anos de reclusão, além de 8 meses e 10 dias de detenção

Mesmo de longe, o avô do menino conta que acompanhou o julgamento das duas e que ficou satisfeito com o resultado do júri. Para ele, nada vai trazer a alegria de ter o neto em seus braços novamente, mas o fato de as duas acusadas pagarem pelo que fizeram ao menino já conforta o coração.“Para mim, ficou bom, achei que foi justo, apesar de que elas não vão passar esse tempo todo na cadeia. Foi feita Justiça, graças a Deus, tem gente que mata e pega menos tempo que isso. Hoje está como se tivesse acontecido agora esse crime, porque voltou tudo de novo, relembrei tudo, as pessoas ficam ligando para saber. É muito difícil, lembro dele todos os dias da minha vida e nunca vou esquecer. Mas, Deus dá o conforto pra gente seguir”, disse Chaguinha.

Questionado se tinha alguma chance de perdoar as duas mulheres, o avô do menino foi enfático: “Quem perdoa é Deus, eu não tenho esse poder. O que ela fez com meu neto destruiu toda família, a mais afetada, sem dúvida, deve ser ela [mãe de Rhuan].”

Mãe e companheira que esquartejaram menino foram condenadas a 129 anos de prisão — Foto: Divulgação PC/DF

Mãe e companheira que esquartejaram menino foram condenadas a 129 anos de prisão — Foto: Divulgação PC/DF

Julgamento

Segundo informações divulgadas pelo Ministério Público do DF (MPDFT), “durante o julgamento, Kácyla ficou em silêncio e assumiu a execução de todos os crimes, afirmando não haver nenhuma participação da companheira”.

No entanto, os jurados acataram na íntegra a denúncia do MP. Para o júri, as acusadas premeditaram o assassinato.

De acordo com a acusação, a dupla planejou como executar e destruir o corpo da criança. Na noite do crime, diz o MP, Rosana e Kacyla esperaram Rhuan dormir para cumprir o plano. A denúncia afirma que a mãe desferiu o primeiro golpe no peito da criança, que acordou com o ataque.

Já Kacyla teria segurado o menino para que a companheira desferisse os outros golpes. Segundo o Ministério Público, por fim, a mãe decepou a cabeça do filho ainda com vida.

A denúncia diz ainda que, após o assassinato, a dupla esquartejou, perfurou os olhos e dissecou a pele do rosto do menino. De acordo com o MP, as acusadas também tentaram incinerar partes do corpo em uma churrasqueira com o intuito de destruir o cadáver e dificultar o seu reconhecimento.

Como o plano inicial não deu certo, elas colocaram partes do cadáver em uma mala e duas mochilas. Rosana jogou a mala em um bueiro próximo à residência onde ocorreu o crime. Em seguida, moradores da região desconfiaram da atitude da mulher e acionaram a polícia.

Prisão

A mãe, Rosana Cândido, e a companheira dela, Kacyla Pryscila, foram presas na casa onde moravam com a criança e ainda com a filha de Kacyla, uma menina de 8 anos.

Em depoimento à polícia, Rosana contou que”sentia ódio e nenhum amor pela criança”. Segundo o Ministério Público do DF, a mãe de Rhuan arquitetou o crime por odiar a família do pai dele.

“Rosana nutria sentimento de ódio em relação à família paterna da vítima. Kacyla conhecia os motivos da companheira e aderiu a eles”, diz a denúncia.

 

Rhuan Maycon tinha quatro anos quando saiu do Acre com a mãe, segundo avô  — Foto: Arquivo da família

Rhuan Maycon tinha quatro anos quando saiu do Acre com a mãe, segundo avô — Foto: Arquivo da família

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Família do DF achada morta na BA: polícia crê que motorista dormiu ao volante

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Carro com três pessoas que deixaram Sobradinho rumo a Sobral (CE), no último dia 12, foi encontrado ontem, em ribanceira, próximo a Formosa do Rio Preto (BA). Polícia Civil do DF confirmou que os corpos são de José, Thatielle e Giovanna

(crédito: PCDF/Divulgação)

Depois de sete dias de desaparecimento, familiares e amigos do casal de técnicos em radiologia José Cleves Araújo e Thatielle Cardoso Aires, e da filha de José, a estudante Giovanna Araújo, receberam uma triste notícia. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou que os corpos encontrados dentro de um Honda Civic prata, na tarde de ontem, a cerca de 22km de Formosa do Rio Preto, no interior da Bahia, são da família.

José, Thatielle e Giovanna saíram de casa, em Sobradinho, na madrugada de terça-feira passada com destino a Sobral, no Ceará, onde passariam as férias. Segundo a PCDF, o último contato que a família teve com os três foi por meio de uma mensagem enviada por Giovanna, por volta das 6h31 do mesmo dia, informando que estavam no estado da Bahia. Depois disso, não houve mais notícias.

Desesperados, amigos e parentes deram início à divulgação de fotos e posts por meio de redes sociais, na tentativa de localizá-los. No cartaz dizia: “Qualquer informação, ligue para 190 ou 197. Carro foi visto passando por Barreiras (BA).” A divulgação logo se espalhou por todo o país. Uma ocorrência chegou a ser registrada na Divisão de Repressão a Sequestros da Polícia Civil (DRS/PCDF). A reportagem tentou contato com familiares, mas, abalados, preferiram não conceder entrevistas.

Buscas

Desde o dia do desaparecimento, forças de segurança do DF e da Bahia deram início às buscas. A operação contou com o auxílio de ferramentas tecnológicas, como os drones. Imagens das câmeras das rodovias também foram colhidas para tentar identificar o carro das vítimas.

Ontem, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou o carro da família em um penhasco, na Bahia, com três corpos no interior do automóvel, e acionou os agentes da DRS/PCDF. A identificação imediata das vítimas só não foi possível devido ao fato da área onde o carro foi encontrado ser de difícil acesso. Parentes foram chamados ao local para reconhecer os corpos.

Ao Correio, o diretor da DRS — responsável pelas investigações —, delegado Leandro Ritt, afirmou que, provavelmente, o condutor dormiu na curva e caiu na ribanceira. “Após a necropsia, os corpos virão para Brasília”, afirmou o investigador. O caso segue em investigação.

Nas redes sociais, o clima é de luto e tristeza. “Uma menina incrível, amorosa, alegre, linda, amiga de infância. Nos conhecemos na escola há 11 anos. Estudávamos juntas, brincávamos… Perdemos contato por um tempo, mas sempre me lembrava de você, dos nossos amigos da escola e de como era bom ter conhecido todos. Cinco anos depois, nos encontramos no seu aniversário de 15 anos. Era uma princesa, a mesma menina de antes, doce, carinhosa e gentil. Se tornou uma mulher linda e sonhadora. Deixará muitas saudades, lembranças boas da pessoa incrível que era. Descanse em paz”, escreveu uma amiga de Giovanna.

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Detran apreende carro com quase R$ 70 mil em débitos em São Sebastião

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Do valor total, mais de R$ 64 mil eram advindos de multas no trânsito. Além disso, a condutora do veículo era inabilitada

(crédito: Divulgação / Detran)

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) apreendeu um carro com quase R$ 70 mil em débitos. Desse valor, R$ 64.342,69 eram referentes a multas. A apreensão ocorreu na última sexta-feira (15/1), durante a Operação Cartas Marcadas, em São Sebastião. O intuito da ação era retirar de circulação os veículos com altos débitos.

Além dos débitos, o Fiat Strada era conduzido por uma motorista inabilitada e o proprietário do carro está com o direito de dirigir suspenso desde 2017. Ao todo, o veículo soma R$ 69.276,09 em dívidas. Com isso,  foi removido para o depósito do órgão.

Blitz no Sudoeste

No sábado (16/1), o Detran-DF flagrou  11 condutores dirigindo alcoolizados, um com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida e outro com a CNH suspensa. Seis remoções foram realizadas. Agentes do departamento montaram um ponto de bloqueio na altura da quadra 105, do setor Sudoeste, para a ação.

Operação Sossego

Da última sexta-feira (15/1) até a manhã de segunda-feira (18/1), o Detran realizou também, diversas ações da Operação Sossego, que tem o objetivo de fiscalizar motos com escapamento irregular. Dessa vez, as equipes atuaram no Guará, Riacho Fundo I e Ceilândia.

Ao todo, 151 motociclistas foram abordados. Destes, 22 estavam conduzindo as motos com os escapamentos irregulares, nove eram inabilitados, três estavam alcoolizados, três estavam com as habilitações vencidas e um com a CNH suspensa. Outros 41 foram autuados por motivos diversos e 17 veículos foram removidos para os depósitos. O Detran contou com o apoio da Polícia Militar para realizar as ações.

Operação 5º Mandamento

Durante a ação realizada no fim de semana no Sol Nascente, o Detran-DF realizou 42 abordagens, resultando em sete flagrantes de alcoolemia ao volante, cinco inabilitados, um condutor com a CNH vencida e um conduzindo moto com escapamento irregular. Outros oito foram autuados por motivos diversos e três veículos removidos para o depósito.

Com foco na redução de crimes violentos contra a vida, a Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF) realiza, desde agosto de 2020, a Operação 5º Mandamento. Sob a coordenação da pasta, a operação integrada reúne as forças de segurança – Polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF), Departamento de Trânsito (DETRAN-DF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF) – e outros órgãos, como DF Legal e Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF).

Com informações do Detran-DF

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Morre paciente de Manaus internada no Hospital Universitário de Brasília

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A vítima é uma mulher de 67 anos, que teve uma parada cardiorrespiratória e, mesmo após procedimento de reanimação por 40 minutos, não resistiu

(crédito: Divulgação/HUB)

Na tarde da última segunda-feira (18/1), morreu um dos pacientes com covid-19 transferidos de Manaus para o Hospital Universitário de Brasília (HUB). A vítima é uma mulher de 67 anos, que teve uma parada cardiorrespiratória e, mesmo após procedimento de reanimação por 40 minutos, não resistiu.

Segundo o HUB, a mulher estava aguardando vaga na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) na rede pública de saúde do Distrito Federal, e precisou ser intubada. O corpo deve seguir nesta terça-feira (19/1) para Manaus. O hospital informou, em nota, que a equipe psicossocial realizará o acolhimento aos familiares.

Dos 15 pacientes vindos de Manaus na madrugada do último domingo (15/1), quatro passaram a apresentar estado de saúde mais grave. Segundo informações do órgão, dois pacientes já foram transferidos para leitos de UTI da rede pública.

“O HUB esclarece que a enfermaria covid-19 tem 20 leitos, todos com suporte de oxigênio, e ainda sete ventiladores mecânicos. A estrutura e equipamentos são necessários para oferecer o cuidado adequado a esses pacientes, até a transferência para um leito definitivo de UTI na rede pública de saúde.”

 

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Polícia identifica corpos encontrados carbonizados em Sobradinho

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Caso ocorreu no último sábado (9/1). O corpo identificado foi o de Rosana Dantas da Costa, 37 anos. O proprietário do imóvel, Edson Fernandes da Silva, 55, também foi encontrado morto

(crédito: Divulgação/PCDF )

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) identificou uma das vítimas que foram encontradas carbonizadas em Sobradinho no último sábado (9/1). Segundo a corporação, Rosana Dantas da Costa, 37 anos, nasceu em Manaus (AM), mas estava morando em Brasília há alguns anos. Nenhum familiar foi encontrado para retirar o corpo da mulher.

O caso ocorreu na Quadra 3, conjunto H, em frente à Casa do Índio. Além de Rosana, o proprietário do imóvel, Edson Fernandes da Silva, 55, foi encontrado morto. Agora, a 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho) investiga se o incêndio foi acidental ou criminoso.

Na época do ocorrido, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu à ocorrência às 3h02, com 19 militares e quatro veículos. No imóvel destruído pelas chamas, as equipes acharam os corpos carbonizados.

 

 

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Mãe aguarda chegada do corpo da filha assassinada nos EUA: ‘2 anos e 7 meses que não a vejo e agora vou ver morta’

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Lídia Lúcia Ferreira Barbosa, 28 anos, encontrada morta em apartamento — Foto: Reprodução/Facebook

A empresária Lêda Barbosa, de 53 anos, espera a chegada do corpo da filha, Lídia Lúcia Ferreira Barbosa, de 28 anos, encontrada morta nos EUA. Ela conta que a família conseguiu a liberação do corpo e que ele deve chegar ao Brasil na próxima semana. Entretanto, lamentou que o reencontro seja nessa circunstância.

“Tem 2 anos e 7 meses que não vejo a vejo e agora vou ver morta. Eu quero vê-la. Pena que nessa situação”, disse.

Lídia foi encontrada morta no apartamento do ex-namorado no dia 22 de dezembro. O rapaz também foi encontrado morto no local. A suspeita é que ele tenha matado a jovem e, em seguida, se matado.

A irmã de Lídia, a servidora pública Leidianne Ferreira, de 34, viajou aos EUA para providenciar a liberação do corpo. O corpo foi embalsamado e está sendo preparado para o traslado ao Brasil. A previsão é que a chegada aconteça na próxima quarta-feira (20).

“Minha filha pegou alguns pertences da Lídia e vamos trazer também, quero tudo dela comigo”, disse a mãe.

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Carro capota e deixa dois feridos em acidente na L4 Sul

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A faixa da esquerda da via, no sentido Plano Piloto, foi interditada, o que causa reflexos no trânsito. Os dois feridos foram levados ao hospital

O acidente aconteceu próximo à Embaixada da China – (crédito: Divulgação/CBMDF)

Uma acidente na manhã desta quarta-feira (13/1) na L4 Sul deixou duas pessoas feridas. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para socorrer as vítimas, que foram levadas ao hospital.

Um dos carros chegou a capotar no gramado da pista. O acidente foi na altura da embaixada da China, na 813 sul. Com isso, a faixa da esquerda da via foi interditada, o que já provoca reflexos no trânsito, que está mais carregado na via, no sentido Plano Piloto.

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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

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