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Após chegada de 60,5 mil doses da vacina contra Covid-19, DF inicia vacinação ampliada de profissionais de saúde

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Inicialmente, imunização estava prevista apenas para aqueles que atuam diretamente no combate ao coronavírus. Segundo Secretaria de Saúde, aplicação seguirá com doses da primeira remessa da CoronaVac.

Central Distrital da Rede de Frio do Programa Nacional de Imunização, no DF, recebe primeiras doses da vacina contra Covid-19 — Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF

Com a chegada de 60,5 mil doses da vacina contra a Covid-19 – CoronaVac e AstraZeneca, nesta semana (relembre abaixo), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal iniciou a vacinação ampliada de profissionais de saúde das redes pública e privada da capital. Parte dos imunizantes foi distribuída, na manhã desta terça (26), para as Redes de Frio Regionais.

Inicialmente, a imunização estava prevista apenas para aqueles que trabalham diretamente no combate ao novo coronavírus. Entretanto, o público-alvo foi estendido. Confira quem faz parte:

  • Trabalhadores de saúde da Rede SES/DF de todos os níveis de atenção à saúde, bem como do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGES/DF), Serviço de Atendimento Móvel e Urgência (SAMU), da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (FEPECS) e da Administração Central (ADMC);
  • Trabalhadores dos hospitais privados, conveniados, filantrópicos, universitário e militares;
  • Trabalhadores dos serviços de Atenção Pré-Hospitalar (APH): Resgatistas do Corpo de Bombeiros Militar e outras instituições privadas que prestam APH;
  • Trabalhadores da saúde que serão vacinadores;
  • Idosos maiores de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e os colaboradores das instituições;
  • Pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência residentes em residências inclusivas (institucionalizadas) e os colaboradores das instituições;
  • Pacientes em AD2 e AD3 internação domiciliar, além de um cuidador familiar por paciente;
  • Pacientes em SAD-AC de internação domiciliar;
  • População indígena que reside em terras indígenas;
  • Profissionais de saúde inscritos nos programas de residência médica e multiprofissional, profissionais de saúde voluntários, profissionais de vigilância, limpeza e administrativo que atuam nas áreas supracitadas.

Em nota a secretaria informou que os funcionários de hospitais particulares serão vacinados em suas respectivas unidades, assim como os servidores da rede pública de saúde, que serão orientados pelas chefias dos setores e por informações publicadas na rede interna de comunicação.

Ainda de acordo com a pasta, por enquanto, a vacinação continuará ocorrendo com as doses recebidas da primeira remessa da CoronaVac – desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica chinesa Sinovac.

“Conforme os estoques das regiões forem terminando serão encaminhadas as doses da vacina AstraZeneca, assim evitaremos possíveis confusões na aplicação neste momento, já que são vacinas de fabricantes diferentes.”

Segundo o secretário-adjunto de Saúde do DF, Petrus Sanchez, na próxima semana, haverá uma nova reunião para deliberar sobre a chegada de novos lotes de vacinas à capital. Depois disso, haverá uma análise sobre a inclusão de novos públicos na campanha.

Diferenças entre as vacinas

Tanto a vacina da Universidade de Oxford quanto a CoronaVac precisam ser aplicadas em duas doses. No entanto, há diferenças nos dois imunizantes.

A CoronaVac precisa de um intervalo de 15 a 28 dias entre a primeira e segunda doses. Por isso, a Secretaria de Saúde afirma que vai priorizar a garantia da aplicação das duas doses com o material já disponível. Segundo a SES-DF, a segunda dose da CoronaVac começa a ser administrada em 2 de fevereiro.

Vacina de Oxford/AstraZeneca  — Foto: Heudes Regis/Governo de Pernambuco/Divulgação

Vacina de Oxford/AstraZeneca — Foto: Heudes Regis/Governo de Pernambuco/Divulgação.

Já com relação às vacinas da AstraZeneca, a pasta pretende seguir outro planejamento. Neste caso, o intervalo entre a primeira e a segunda é maior, de oito a 12 semanas. Por isso, a SES-DF pretende usar todas as 41,5 mil vacinas recebidas no último domingo (24) na aplicação da primeira dose, e aguardar um novo carregamento para a segunda aplicação.

A SES-DF afirma que está reforçando com os aplicadores de vacinas que os cartões vacinais precisam trazer a data da primeira dose, o fabricante e a data de retorno para a segunda dose. Para garantir a imunização, é imprescindível que as duas doses aplicadas sejam da vacina do mesmo fabricante.

Imunização no DF

Segundo a Secretaria de Saúde, até as 19h desta segunda-feira, 18.522 pessoas haviam sido vacinadas contra a Covid-19 na capital. O Distrito Federal segue o plano nacional de imunização do governo federal, e as vacinas usadas na capital são enviadas pelo Ministério da Saúde.

De acordo com o governador Ibaneis Rocha (MDB), a vacinação no DF “tem dado certo”. “As vacinas têm sido distribuídas de forma racional pelo Ministério da Saúde. Acredito que não deva se instalar uma corrida entre os estados para compra da vacina”, afirma.

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Coronavírus: MP cobra plano para gestão de leitos de UTI no DF e relatório de impacto das novas variantes

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Ofício pede ainda modelo de projeção estatístico sobre avanço da Covid-19 na capital. De acordo com Secretaria de Saúde, esclarecimentos serão encaminhados à promotoria.

Vacinação contra Covid-19 no DF — Foto: Reprodução / TV Globo

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) cobrou ao GDF “informações técnicas e científicas” sobre o impacto da circulação das variantes do novo coronavírus na capital, além do planejamento para a gestão de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O ofício foi encaminhado nesta terça-feira (2) à Secretaria de Saúde. O pedido de informações ocorre ao mesmo tempo em que o DF registra 4.887 óbitos por Covid-19 e 299,3 mil infectados. A taxa de ocupação de leitos na rede pública voltados para o tratamento da doença é de 90,7%.

Em nota, a secretaria informou que “todas as informações e esclarecimentos solicitados serão encaminhados ao Ministério Público”.

Em outro ofício, dessa vez entregue à Casa Civil, o MPDFT também requisita informações sobre o modelo de projeção estatístico de desenvolvimento da Covid-19 no DF.

Segundo os promotores, o levantamento chegou a ser feito no ano passado – uma parceria entre a Secretaria de Saúde e a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan). A projeção pode ser usada para identificar, de forma antecipada, a necessidade de leitos de UTI da rede hospitalar.

“Não é apenas uma questão de colocar novos leitos em funcionamento, em regime de urgência, sem a previsão de evolução da doença, que irá mostrar se as ações serão suficientes. Os modelos estatísticos, apesar das margens de erro, são o melhor parâmetro disponível”, disse o secretário-executivo da força-tarefa do MPDFT, Bernardo Matos.

Insumos hospitalares

 

Vacinação contra a Covid-19 no DF — Foto: Reprodução

Vacinação contra a Covid-19 no DF — Foto: Reprodução

A força-tarefa de enfrentamento à Covid-19 do MPDFT também solicitou ao GDF informações sobre estoque de medicamentos, exames laboratoriais e insumos hospitalares, como luvas, materiais de higiene e máscaras.

O Coordenador da força-tarefa do MPDFT, procurador de Justiça José Eduardo Sabo, disse que a situação “é preocupante”.

“Com relações às UTIs, a situação segue crítica. Os muitos leitos que estão sendo abertos pela Secretaria de Saúde estão sendo rapidamente ocupados. Além disso, a abertura de leitos é uma estratégia que tem um limite intransponível: a disponibilidade de profissionais de RH,de saúde”, disse.

“Não basta cama, ventilador ou aparelho de hemodiálise. Tem que ter intensivista, nefrologista, enfermeiro, técnico de enfermagem, fisioterapeutas e outros profissionais.”

Além do pedido por meio de documentos, o MPDFT se reuniu, na última segunda-feira (1º), com representantes da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). Os promotores defenderam melhorias na organização logística da vacinação e aceleração do plano de imunização.

Novas cepas

Variante brasileira do coronavírus — Foto: Reprodução/GloboNews

Variante brasileira do coronavírus — Foto: Reprodução/GloboNews.

 

No ofício encaminhado à Secretaria de Saúde, o MPDFT também pediu esclarecimentos sobre a existência ou não de um protocolo específico para o acompanhamento epidemiológico da circulação das novas cepas de Covid-19 na capital federal. O documento solicita também o detalhamento das ações de governo, como “cópia de eventual nota técnica ou protocolo correspondente”.

“Essa informação é indispensável para se fazer uma projeção do desenvolvimento da doença”, explicou o procurador de Justiça José Eduardo Sabo.

“Se esse controle biológico já estivesse sendo realizado efetivamente, o aumento recente de casos teria sido previsto, e as ações para controle do vírus e a estruturação do sistema de saúde poderiam estar melhor organizadas.”

No dia 18 de fevereiro, o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, disse em entrevista coletiva que uma amostra infectada com a variante B.1.1.7 do novo coronavírus e atribuída ao DF foi, na verdade, encaminhada por pesquisadores do Piauí.

Na ocasião, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) havia confirmado, em um boletim, o registro de infecção pela cepa na capital. No entanto, o GDF afirma que, até o momento, não há notificação de casos de variante da Covid-19 em moradores do Distrito Federal.

Além disso, o MPDFT quer ser comunicado sobre as providências adotadas pelo GDF para a habilitação do Laboratório Central do Distrito Federal como referência para sequenciamento genético de amostras e, assim, viabilizar a identificação de novas cepas de Covid-19. Os prazos do início das atividades também deverão ser informados.

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Vacina contra Covid-19: após receber 26,2 mil doses da CoronaVac, DF planeja ampliar grupo prioritário

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Metade do lote será reservada para aplicação da segunda dose, segundo Secretaria de Saúde. Pasta não deu detalhes sobre faixa etária contemplada.

Doses da vacina CoronaVac chegam no Distrito Federal — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

O Distrito Federal recebeu mais 26,2 mil doses da vacina CoronaVac na manhã desta quarta-feira (3), segundo a Secretaria de Saúde (SES-DF). A pasta afirmou que “vai definir na tarde de hoje o novo grupo a ser imunizado”, entretanto, não deu detalhes sobre a faixa etária que será contemplada.

A previsão da secretaria é distribuir os imunizantes aos postos e hospitais a partir das 14h desta quarta-feira. Metade do lote, que equivale a 13,1 mil unidades, será reservada para os atendimentos de segunda dose.

Na semana passada, idosos com idades de 76 a 78 anos começaram a ser imunizados após a chegada de 25,5 mil doses (saiba mais abaixo). Ao todo, 143.007 pessoas foram vacinadas na capital desde o início da campanha, em 19 de janeiro.

Estoque

 

Até esta terça-feira (2), o DF havia recebido 240.560 doses das vacinas contra a Covid-19. Desse total, 173.560 doses, entregues em quatro remessas, foram da vacina CoronaVac, que é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Da vacina Covishield, desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford, com a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca, a capital federal recebeu 67 mil doses, em duas remessas. Cerca de 5% do total recebido é reservado tecnicamente para repor eventuais perdas.

Nesta semana, a União Química, que possui laboratórios em Santa Maria, no DF, informou que poderá produzir 8 milhões de doses por mês da vacina Sputinik V, desenvolvida pelo instituto russo de pesquisa Gamaleya. A fabricação, no entanto, depende de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A farmacêutica possui documentos pendentes para análise.

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Vacina contra Covid-19: DF chega a 138,2 mil imunizados

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Nesta segunda-feira (1º), 7.723 pessoas receberam primeira dose. Total de vacinados com segunda dose chega a 49.251.

Secretaria de Saúde do DF atende idosos que agendaram aplicação da vacina em casa em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

No segundo dia de vacinação contra Covid-19 para idosos entre 76 e 78 anos no Distrito Federal, mais 7.723 pessoas receberam a primeira dose. Ao todo, a capital somava, até esta segunda-feira (1º), 138.270 imunizados desde o início da campanha, em 19 de janeiro.

Os dados são da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). Segundo a pasta, desse total, 49.251 já tomaram a segunda dose da vacina. Só nesta segunda, foram 6.026. A vacinação é feita exclusivamente por meio de agendamento, com marcação de horário pela internet.

A região central de Brasília foi a que teve o maior número de pessoas imunizadas. Foram 50.590, em nove locais: Asa Sul, Asa Norte, Lago Sul, Lago Norte, Vila Planalto, Vila Telebrasília, Sudoeste/Octogonal, Cruzeiro e Noroeste (veja balanço por região abaixo).

Estoque

A Secretaria de Saúde afirma que, das 240.060 doses recebidas do Ministério da Saúde, 208.580 já foram distribuídas para as regiões de saúde. Desse total, 83,3% foram aplicadas.

A ampliação da campanha para idosos a partir de 76 anos foi possível após a chegada de mais 25,5 mil doses da vacina Covishield, produzida pela universidade inglesa de Oxford, com a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca. Ao todo, a capital recebeu:

  • 162.560 doses da vacina CoronaVac, que é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac;
  • 41,5 mil doses da vacina Covishield.

Ambas as vacinas são aplicadas em duas doses. No caso da CoronaVac, o prazo entre uma dose e outra varia de 14 a 28 dias. Já para a vacina AstraZeneca/Oxford, o intervalo é de até 90 dias.

Balanço da 1ª dose

  • Região de Saúde Central: Asas Sul e Norte, lagos Sul e Norte, vilas Planalto e Telebrasília, Sudoeste/Octogonal, Cruzeiro e Noroeste – 50.590 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Sudoeste: Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas, Águas Claras, Arniqueira e Vicente Pires – 22.535 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Oeste: Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente/Pôr do Sol – 16.239 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Sul: Gama e Santa Maria – 14.918 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Centro-Sul: Guará, Cidade Estrutural, SIA, SCIA, Candangolândia, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I e Riacho Fundo II – 14.793 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Norte: Sobradinho, Sobradinho II, Planaltina e Fercal – 11.894 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Leste: Paranoá, Itapoã, Jardim Botânico e São Sebastião – 7.301 pessoas vacinadas

Total de doses aplicadas: 138.270

Doses distribuídas: 154.620

Balanço da 2ª dose

  • Região de Saúde Central: 14.061 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Sudoeste: 9.071 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Oeste: 6.769 pessoas vacinadas
  • Região Sul: 5.473 pessoas vacinadas
  • Região Norte: 5.523 pessoas vacinadas
  • Região Centro Sul: 5.316 pessoas vacinadas
  • Região de Saúde Leste: 3.038 pessoas vacinadas

Total de doses aplicadas: 49.251

Doses distribuídas: 72.010

 

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Governo do DF é condenado a indenizar servidora que sofreu tentativa de estupro no trabalho

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Caso ocorreu no Hospital Regional de Taguatinga; acusado era colega da vítima e foi condenado. Decisão é de segunda instância.

Hospital Regional de Taguatinga, no DF — Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

A Justiça do Distrito Federal condenou o governo do DF a indenizar uma servidora que sofreu uma tentativa de estupro enquanto trabalhava no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). O acusado era um colega da vítima, que foi condenado pelo crime, sem possibilidade de recurso, em 2019.

A decisão é de segunda instância, da 3ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF. Os desembargadores fixaram o valor da indenização em R$ 40 mil. O processo corre em segredo de Justiça, e as informações foram divulgadas pelo Tribunal de Justiça do DF (TJDFT).

Em nota, a Procuradoria-Geral do Distrito Federal informou que, no momento, “não tem nada a declarar”.

Plantão Noturno

De acordo com o tribunal, o servidor cometeu o crime durante o plantão noturno, quando a vítima também estava trabalhando. Um relatório médico juntado ao processo indicou que, após o fato, a mulher apresentou “quadro de insônia, choro fácil, dificuldade para se alimentar, ansiedade e pensamentos intrusivos recorrentes sobre o ocorrido”.

Em primeira instância, a Justiça já havia condenado o GDF a indenizar a servidora, também no valor de R$ 40 mil. O governo local recorreu, pedindo a redução do montante. No entanto, a decisão foi mantida integralmente em pelos desembargadores.

Ao analisar o caso, o relator do processo entendeu que “as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros”.

Ainda de acordo com o desembargador, o fato de o acusado já ter sido condenado pelo crime, sem possibilidade de recurso, confirma o direito à indenização. “Diante do trânsito em julgado da decisão condenatória do autor do fato [dano: violação da dignidade sexual da requerente], torna-se certo o dever de indenizar”, diz o voto do relator.

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Após reajuste da Petrobras, gasolina, diesel e gás ficam mais caros no DF

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Preço médio da gasolina, na refinaria, passa a ser R$ 2,60 por litro, alta de R$ 0,12 (4,8%). Diesel, que custa, em média, R$ 2,71, aumenta R$ 0,13 (5%); gás de cozinha também sobe.

Bombas de gasolina e etanol do posto estavam sem os lacres e adesivos — Foto: Polícia Militar / Divulgação

A partir desta terça-feira (2), a gasolina, o óleo diesel e o gás de cozinha ficam mais caros no Distrito Federal. A alta ocorre após a Petrobrás mudar os valores de venda nas refinarias do país.

O preço médio de venda da gasolina, nas refinarias, passa a ser R$ 2,60 por litro, alta de R$ 0,12 por litro (4,8%). Já o diesel, que custa, em média, R$ 2,71, tem um aumento de R$ 0,13 por litro (5%).

A Petrobrás também anunciou o aumento do preço do gás de cozinha. O botijão de 13kg vai subir R$ 1,90.

Nesta segunda-feira (1º), o litro da gasolina, nas bombas de Brasília, custava até R$ 5,45. De acordo com o presidente do Sindicato de Comércio Varejista de Combustíveis (Sindicombustíveis) Paulo Tavares, os postos vão repassar esse aumento para os consumidores, levando em conta os custos de cada estabelecimento.
“Quanto maior o preço da gasolina, mais difícil fica a vida, e temos menos cliente e mais inflação. Quem ganha com isso são os governos estaduais, aqui no caso, o GDF, que vai arrecadar com ICMS”, diz Tavares.

A Petrobrás afirmou que acompanha os preços do mercado internacional, que dependem da variação do câmbio, para cima ou para baixo.

Alta preços Petrobras — Foto: Economia G1

Alta preços Petrobras — Foto: Economia G1

 

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Imposto de Renda 2021: 9 dicas para enviar a declaração o quanto antes

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Ontem, a Receita Federal divulgou que no primeiro dia recebeu 430 mil declarações. Até o dia 30 de abril são esperadas 32 milhões

IR 2021: Quem recebeu rendimentos tributáveis iguais ou superiores a 28.559,70 reais no ano passado é obrigado a declarar, entre outros contribuintes (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A data de entrega da declaração do Imposto de Renda de 2021 começou na última segunda-feira, 1. Ontem, a Receita Federal divulgou que no primeiro dia recebeu 430 mil declarações. Até o dia 30 de abril são esperadas 32 milhões.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo, terá que paga uma multa de, no mínimo, R$ 165,74, descontada na restituição. Se você tiver imposto a pagar, a multa pode crescer até 20% do valor a ser pago.

Confira a seguir os passos para se livrar logo da sua declaração:

1) Faça o download do programa gerador do IR

Você pode baixar aqui o programa gerador da declaração do Imposto de Renda 2021 para Windows e outras plataformas, como Mac. No mesmo link, também é possível baixar a declaração por smartphone ou tablet, com os aplicativos da Receita para Android ou para iOS.

Quem já tem o programa gerador instalado não precisa fazer um novo download, pois será possível atualizá-lo automaticamente. Para isso, o contribuinte deve clicar em “Verificar atualizações”.

2) Importe os dados da declaração do ano passado

O programa do IR permite importar os dados que você preencheu no ano passado. Assim, você só vai precisar atualizar algumas informações e registrar novas transações.

A Receita pedirá um e-mail e telefone de contribuinte na declaração do IR, mas quem não quiser, não precisa informar.

Além disso, quando o contribuinte digitar um nome para um CPF ou CNPJ, o sistema irá armazená-lo e preenchê-lo automaticamente nos campos seguintes.

3) Reúna os informes de rendimento do empregador

O informe de rendimento mostra informações sobre rendimentos, contribuições ao INSS, Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), eventuais contribuições à previdência privada e coparticipação em plano de saúde corporativo.

Se a empresa em qual você trabalha atualmente ou da qual se desligou em 2019 ainda não enviou o informe, peça o documento para o departamento de recursos humanos.

4) Organize os informes de rendimento dos bancos

Os bancos disponibilizam os informes de rendimentos por correio ou pela internet. Quem não tem acesso ao internet banking pode obter o documento em caixas eletrônicos ou solicitá-lo nas agências bancárias.

Esse informe resume os rendimentos recebidos pelo contribuinte ao longo do ano, como rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica, rendimentos de tributação exclusiva, além de informações sobre bens e direitos, como aplicações financeiras e saldo em conta.

5) Separe os informes de rendimento de gestoras e corretoras

Este passo é só para quem tem investimentos em gestoras ou corretoras independentes. Os informes de rendimento contêm o saldo em conta e em cada aplicação financeira, bem como os rendimentos anuais.

6) Recolha os comprovantes de despesas médicas e odontológicas

Não há limites para a dedução de gastos com saúde no IR, mas, para que essas despesas possam reduzir o imposto a pagar ou gerar imposto a restituir, os gastos devem ser acompanhados de comprovantes.

Os documentos devem trazer a razão social da empresa ou o nome do profissional, seu CNPJ ou CPF, o endereço do estabelecimento, o serviço realizado, o nome completo do paciente e o valor.

7) Levante os comprovantes de despesas com educação

Se você teve despesas com escola, faculdade, pós-graduação ou ensino técnico, sejam elas diretamente ligadas a você ou a seus dependentes, você deve reunir os documentos que detalham os pagamentos e deve se certificar de que eles contêm o nome e o CNPJ da instituição de ensino.

8) Organize os comprovantes de rendimento e pagamento de aluguéis

Quem paga ou recebe aluguéis também deve reunir os documentos relacionados. Se o inquilino for pessoa física e os pagamentos foram feitos diretamente ao proprietário, sem o intermédio de imobiliárias, a comprovação junto à Receita é feita com os recibos dos depósitos bancários.

Se houver uma imobiliária administrando um imóvel ocupado por pessoa física, ela pode fornecer um histórico dos aluguéis pagos no ano. Também é possível pedir uma cópia do documento que a imobiliária entrega ao Fisco, a DIMOB.

Caso o inquilino seja pessoa jurídica, ele é responsável por entregar o informe de rendimentos para o proprietário, uma vez que é ele quem deve recolher o imposto de renda.

9) Guarde os comprovantes por cinco anos para evitar a malha fina

Os documentos usados para a declaração de IR devem ser guardados por cinco anos já que durante esse período a Receita pode convocar o contribuinte para prestar esclarecimentos.

Além de separar os documentos citados acima, pode ser necessário recolher outros comprovantes, conforme as suas movimentações financeiras em 2020. Se você comprou ou vendeu um imóvel, recebeu recursos de ações judiciais ou doou dinheiro para instituições com incentivos fiscais, por exemplo, terá que levantar esses comprovantes também.

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quinta-feira, 4 de março de 2021

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