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“A primeira dose foi em 2018, a segunda dose vai ser em 2022”

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Presidente Jair Bolsonaro.

Nesta sexta-feira (28), ao retornar ao Palácio da Alvorada, no início da noite, o presidente Jair Bolsonaro parou para conversar com apoiadores que o aguardavam. Um deles falou ao mandatário sobre os “prejuízos à juventude” causados por opositores.

– Não tome quartéis, tome escolas. Vejo adolescentes de 15 anos falando besteiras a meu respeito. Quando eu tava lá [referindo-se a eventos da década de 70] nem o pai desses garotos era nascido – disse Bolsonaro.

– Que interesse eu tenho em falar uma coisa que não fosse verdade? Interesse nenhum. O João 8:32 derrotou esses caras em 2018 – afirmou Bolsonaro, numa referência ao trecho do evangelho de João, capítulo 8, versículo 32 (E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará).

O presidente complementou citando as eleições presidenciais de 2022, assunto já altamente em voga no país.

– A primeira dose foi em 18, a segunda dose vai ser em 22 – declarou.

Os apoiadores presentes concordaram em uníssono.

– Já tivemos uma pequena amostra – disseram.

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Anvisa pede inclusão de eventos adversos na bula da vacina da Janssen

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Farmacêutica tem 30 dias para atender a solicitação

Miva Filho/ SES-PE(Fotos Públicas)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) requereu à farmacêutica estadunidense Janssen e a sua representante no Brasil Cilag a inclusão na bula da vacina contra a covid-19 de informações sobre os eventos adversos ocorridos durante a imunização. As companhias têm 30 dias para cumprir a solicitação.

Eventos adversos são episódios indesejados registrados em pessoas que receberam a vacina, que devem ser comunicados à Anvisa para o monitoramento de vigilância em saúde sobre esses produtos.

Segundo a agência, entre os eventos adversos notificados aparecem aumento do número de linfonodos (como caroços no pescoço), sensação de dormência em algumas partes do corpo, diminuição da sensibilidade da pele, zumbido no ouvido, diarreia e vômitos.

Notificação

A notificação de eventos adversos precisa ser feita à Anvisa mesmo se não houver suspeita de que o desconforto foi provocado pelo medicamento. De acordo com a Anvisa, a subnotificação pode retardar a identificação de sinais de risco e subestimar a dimensão de um problema.

A comunicação pode ser feita por meio do site da Anvisa, pelos sistemas Vigimed e Notivisa. Ali, há possibilidade de relatar problemas em diversos produtos, entre eles medicamentos e vacinas. Agência Brasil

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Ação pede para a prefeitura de SP continuar distribuindo marmitas

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MP e defensoria querem manutenção do projeto Rede Cozinha Cidadã

Uma ação ajuizada na quarta-feira (15) pela Promotoria de Justiça de Direitos Humanos em conjunto com a Defensoria Pública do Estado de São Paulo pede que a prefeitura de São Paulo mantenha o projeto Rede Cozinha Cidadã, com a distribuição de, no mínimo, 10 mil marmitas por dia a pessoas em situação de extrema vulnerabilidade.

Os autores da petição inicial argumentam que o projeto da prefeitura teve início em abril de 2020, como uma das medidas para enfrentar os efeitos a crise de saúde pública causada pela covid-19. Um ano depois, o programa estava funcionando em sua plena capacidade, com a distribuição de 10 mil marmitas diárias.

Contudo, a partir de agosto deste ano, o Rede Cozinha Cidadã passou por reduções em sua abrangência, sendo que a prefeitura prevê distribuir, a partir do fim de setembro, apenas 800 marmitas.

A ação destaca que o serviço é de grande relevância e imprescindível à garantia da vida e da dignidade. “Assim, sua abruta interrupção demonstra o absoluto descaso do administrador público com a vida humana dos mais necessitados, em especial, as pessoas em situação de rua”, diz a promotoria na ação.

Outro lado

Segundo a prefeitura, o programa Rede Cozinha Cidadã foi desenvolvido em caráter emergencial no início da pandemia, cenário de forte redução da circulação de pessoas e com restrições do comércio na cidade de São Paulo.

“O programa se notabilizou como tecnologia social para oferecer refeições prontas à população em situação de rua e, ainda, ajudar os restaurantes que perderam movimento devido à pandemia que passaram a receber 10 reais por refeição, gerando capital de giro suficiente para manter empregos durante o período mais restritivo. Em pouco mais de um ano e meio o programa distribuiu 3,9 milhões de refeições”, diz a nota da prefeitura.

Agora, com a progressão do cenário pandêmico e o período atual de maior abertura em relação ao funcionamento do comércio, a prefeitura informou que está direcionando os beneficiários do programa Rede Cozinha Cidadã para o Bom Prato, serviço estadual vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDS-SP), composto por equipamentos permanentes, gratuitos, que ficam próximos à maior parte dos pontos de distribuição, com total capacidade para garantir a segurança alimentar desta população.

A administração municipal informa ainda que manterá três pontos de distribuição de marmitas, que ficam mais distantes dos restaurantes do programa Bom Prato até o próximo dia 25. “Cabe salientar que a população que recebe o benefício tem sido orientada pelos agentes sobre as mudanças”, informa a nota.

A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) informa ainda que ampliou no período da pandemia a oferta de serviços nos quais as pessoas em situação de rua têm acesso a refeições, banheiros, kits de higiene e orientações. Em abril de 2020, começou a funcionar, na região do Cambuci, o Núcleo de Convivência Emergencial, com capacidade de oferecer café da manhã, almoço e café da tarde para 250 pessoas. Na região da Luz são distribuídas mil refeições (500 almoços e 500 jantares) diariamente.

A rede municipal conta com 11 núcleos de Convivência, com 3.812 vagas. Para os núcleos de Convivência da Sé, Prates, Porto Seguro, Luz e Bela Vista foram aditados em caráter emergencial mais 1.760 vagas e serão entregues mais dois núcleos na região central com capacidade para atender mais 400 pessoas.

A prefeitura distribuiu desde agosto 4 mil cartões com QR Code, fornecidos pelo governo do estado, para pessoas em situação de rua que não estejam acolhidas nos serviços da rede socioassistencial para serem usados nas unidades do Bom Prato. A distribuição foi feita pelas equipes de abordagem do Serviço Especializado de Abordagem Especial (SEAS) nos territórios com maior número de pessoas em situação de rua e pela equipe da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania nos pontos das marmitas. Agência Brasil

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Covid-19: governo lança plano de testagem em seis cidades brasileiras

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Até o fim do ano, serão distribuídos 60 milhões de testes

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde lançou hoje (17) o Plano Nacional de Testagem da Covid-19 em seis cidades brasileiras. Já foram distribuídos 4 milhões de testes rápidos de antígeno, e a previsão é chegar a 60 milhões até o fim do ano, para identificar casos sintomáticos e assintomáticos na população geral e em grupos vulneráveis.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participou da cerimônia de lançamento em Natal. O evento foi realizado de forma simultânea também em Porto Velho, Campo Grande, Macapá, Belo Horizonte e Foz do Iguaçu, no Paraná.

Os resultados do plano servirão para monitorar os índices de contágio e as variantes do novo coronavírus e orientar sobre medidas de controle da circulação do vírus nas cinco regiões do país. Quem fizer teste e tiver resultado positivo terá que iniciar o isolamento social.

“Aquele que é negativo pode voltar às suas atividades normais e, assim, conciliaremos o binômio saúde e economia, para que nosso país volte a crescer”, disse Queiroga.

A testagem será reforçada nas unidades básicas de saúde para pacientes com sintomas e em pontos de triagem em locais de grande circulação para pessoas assintomáticas. O teste de antígeno é feito com amostras de swab (cotonete) de nasofaringe, fica pronto em 15 minutos e consegue diagnosticar a infecção viral atual, mas não detecta os anticorpos adquiridos.

Em agosto, o ministério realizou o projeto piloto do plano em Brasília, com a testagem de 217 voluntários. O resultado foi que 94,9% dos testes tiveram negativo para covid-19, e 5,1% daqueles cujo exame deu positivo receberam atestados médicos e foram encaminhados para o isolamento em casa.

Estratégia

Segundo o ministro, a estratégia  do Ministério da Saúde engloba ainda a Pesquisa de Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil (PrevCov), lançada em maio, que envolve a testagem em 62.097 domicílios de 274 municípios, o equivalente a 211.129 pessoas. Mais de 30 mil já foram testadas para identificar a presença de anticorpos do tipo IgG para a covid-19, apontando quem já foi infectado ou desenvolveu resposta imunológica após a vacinação.

“Vamos vencer o nosso único inimigo que é o vírus. E estamos conseguindo, vacinando a população e agora ampliando nossa capacidade de testagem”, afirmou o ministro.

De acordo com Queiroga, a infraestrutura de testagem também foi reforçada em todo o país, com investimentos do ministério nos laboratórios centrais de saúde, para a realização de exames do tipo RT-PCR, que também detectam a infecção enquanto ainda está ativa.

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RJ: secretário ficou surpreso com nota sobre vacinação de adolescentes

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Ministério suspendeu doses de covid-19 para doses sem comorbidades

Fotos: Myke Sena/MS

O secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, criticou hoje (17) a Nota Técnica do Ministério da Saúde, publicada ontem, que suspendeu a vacinação de adolescentes contra a covid-19.

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foram identificados 1,5 mil eventos adversos em adolescentes imunizados, todos de grau leve. Foi notificado um caso de morte de um jovem em São Paulo, mas o episódio ainda está sendo investigado para avaliar se a causa foi o imunizante.

“A gente foi surpreendido ontem com uma nota técnica do Ministério, das mais absurdas possíveis, que suspende a vacinação de adolescentes. Uma nota técnica que não corresponde à verdade, a vacina da Pzifer é uma vacina segura para adolescentes, é uma das mais aplicadas no mundo todo, depois da AstraZeneca”, disse o secretário.

Soranz destacou também que a nota falta com a verdade ao dizer que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda a vacinação de adolescentes.

A OMS não chegou a afirmar que a imunização de adolescentes não deveria ser realizada. Em vídeo publicado em junho, a organização disse apenas que, naquele momento, a vacinação de adolescentes entre 12 e 17 anos não deveria ser prioritária.

“A OMS recomenda sim a vacinação dos adolescentes”, destacou Soranz. “Então a desculpa dessa nota técnica, uma comunicação totalmente desorganizada, de efeitos adversos, não se aplica. O que se aplica é a falta de vacinas e quais serão as prioridades das pessoas para tomar vacina nos próximos dias”.

Segundo o Ministério da Saúde, no entanto, a nota técnica está alinhada com a recomendação da OMS que diz que os países devem priorizar a imunização das faixas-etárias com maiores riscos de desenvolverem formas mais severas da doença. A OMS orienta que a vacina covid-19 seja aplicada apenas em jovens com comorbidades.

O ministério diz ainda que não há falta de vacinas para cumprir o calendário de imunização contra a covid-19. A vacina da Pfizer é a única autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a aplicação em adolescentes.

Para o secretário de Saúde do Rio de Janeiro, entretanto, a nota coloca em risco o Programa Nacional de Imunização (PNI). “A gente sabe que essa nota não tem embasamento científico, mas mesmo assim vamos reunir o nosso Comitê Científico na próxima semana para reforçar a necessidade da vacinação dos adolescentes. A vacinação não é importante apenas para evitar casos entre os adolescentes, mas é importante para reduzir a transmissão e evitar que os adolescentes possam transmitir para pessoas que possam ter doenças mais graves, como a covid-19”.

O prefeito Eduardo Paes destacou que, para ele, a vacinação dos adolescentes deve continuar na cidade, tanto a primeira como a segunda dose.

“Nós não dialogaremos com a morte no Rio de Janeiro. O que nós esperamos é que os técnicos, sanitaristas, epidemiologistas, pessoas ligadas à área de saúde, com o comando do secretário Daniel Soranz, possam agir com liberdade. O secretário jamais vai tomar uma decisão a partir de uma ligação matinal do prefeito da cidade achando alguma coisa sobre algo que ele desconhece completamente. O que vai nos nortear aqui vai ser a ciência, nós não acreditamos em teses delirantes. Nós trabalhamos respeitando a vida.”

Na coletiva de imprensa de ontem, o ministro Queiroga reclamou que, a despeito da orientação anterior para que a imunização deste público tivesse início apenas no dia 15 de setembro, já foram vacinados 3,5 milhões de adolescentes por autoridades locais de saúde.

Segundo o ministro, a pasta poderá rever a sua posição, “desde que haja evidências científicas sólidas em relação à vacinação em adolescentes sem comorbidades”. Segundo Queiroga, no momento, é importante investigar os eventos adversos. “Nós temos essas crianças e adolescentes que tomaram essas vacinas que não estavam recomendadas para eles. Nós temos que acompanhar esses adolescentes”, ressaltou.

No Rio de Janeiro, Daniel Soranz argumentou, nesta sexta-feira, que não havia motivos para esperar a data definida pelo ministério (15 de setembro), já que havia doses disponíveis antes dela e a pandemia pede urgência nas ações. O município já vacinou 240 mil adolescentes com a primeira dose, o que corresponde a 50% do grupo. Hoje, estão sendo imunizados os meninos de 14 anos.

O calendário para a próxima semana ainda não foi divulgado, pois a confirmação da continuação da campanha para adolescentes de 13 e 12 anos, os últimos do grupos por idade, aguarda a reunião do Comitê Científico, marcada para segunda-feira (20) e a chegada de novas doses, que deve ocorrer na terça-feira.

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São Paulo retoma aplicação de segunda dose com AstraZeneca

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A cidade, que sofre com a falta da AstraZeneca para aplicar a segunda dose da vacina contra covid-19, recebeu 204 mil doses e pode recomeçar, ainda hoje, as aplicações

(Myke Sena/MS/Agência Brasil)

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse, nesta manhã, que o município deve retomar o uso do imunizante AstraZeneca/Oxford/Fiocruz como segunda dose contra a covid-19 nesta sexta-feira (16) ou no sábado. Desde o último dia 10, a capital paulista sofre com a falta da vacina da AstraZeneca para a aplicação da segunda dose.

“Hoje estamos recebendo 204 mil doses da AstraZeneca, que vão chegar nos nossos centros de distribuição. E então será feita a colocação dessas vacinas na nossa cidade. A gente retoma a vacinação de segunda dose da AstraZeneca muito possivelmente hoje à tarde ou no máximo amanhã”, disse o prefeito.

Em nota, o Programa Municipal de Imunizações de São Paulo informou que a capital recebeu hoje 204.880 doses do imunizante, que já começará a ser distribuído aos postos de vacinação. Enquanto isso não ocorre, a intercambiliadade com a Pfizer prossegue na cidade de São Paulo.

Com a falta da vacina AstraZeneca/Oxford/Fiocruz em todo o estado, o governo paulista autorizou da intercambialidade com a vacina da Pfizer/BioNTech, ou seja, aquelas pessoas que tomaram a primeira dose da AstraZeneca deveriam tomar a segunda dose do mesmo imunizante neste mês de setembro, mas não estavam encontrando a vacina nos postos, poderiam receber a da Pfizer na segunda aplicação. A medida está em vigor desde 10 de setembro.

Ontem (15), em entrevista coletiva à imprensa, a coordenadora do Plano Estadual de Imunização de São Paulo, Regiane de Paula, disse que o estado recebeu 456 mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford/Fiocruz do Ministério da Saúde e que teria início, imediatamente, o envio para os municípios, de forma a regularizar a aplicação da segunda dose com esse imunizante. Segundo Regiane, com a chegada das doses, o estado deixará de aplicar a Pfizer como segunda dose naqueles que haviam tomado a AstraZeneca como primeira dose.

“Usamos de forma emergencial [a vacina da Pfizer] na sexta-feira porque não tínhamos a vacina da AstraZeneca. E usamos a intercambialidade com a vacina da Pfizer desde então”, explicou Regiane de Paula

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Governo recua e só recomenda vacinação para adolescentes com comorbidades

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Na semana passada, o Ministério da Saúde havia recomendado a imunização de adolescentes a partir do dia 15 em todo o Brasil

Fotos: Camila Batista / Semsa/ Fotos Públicas

O Ministério da Saúde revisou seu entendimento anterior e decidiu a partir de agora só recomendar a vacinação contra Covid-19 de adolescentes entre 12 e 17 anos que tenham comorbidades, deficiência permanente ou estejam privados de liberdade, segundo nova nota informativa divulgada pela pasta.

Na semana passada, a pasta havia recomendado a imunização de adolescentes a partir do dia 15 em todo o Brasil.

A decisão do ministério ocorre num momento em que Estados têm reclamado falta de estoques de vacina e há preocupações com o avanço da variante Delta, mais transmissível.

Na nota, a pasta citou algumas premissas para mudar a orientação. Entre outros pontos, o ministério afirmou que a Organização Mundial de Saúde (OMS) “não recomenda a imunização de criança e adolescente, com ou sem comorbidades”, que a maioria dos adolescentes em comorbidades acometidos por Covid apresentam evolução benigna e que os benefícios da imunização desse grupo “ainda não estão claramente definidos”.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgou uma manifestação defendendo a vacinação de todos os adolescentes.

“A vacinação de todos os adolescentes é segura e será necessária, priorizando neste momento aqueles com comorbidade, deficiência permanente e vulneráveis como os privados de liberdade e em situação de rua. Havendo quantitativo de doses suficientes para atender a estas prioridades deve imediatamente ser iniciada a vacinação dos demais adolescentes”, afirmou o Conass.

O vice-presidente da CPI da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), cobrou durante a sessão desta quinta informações do ministério a respeito da mudança da orientação. Segundo ele, a OMS –ao contrário do que a pasta alega– defende a vacinação dos adolescentes.

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