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Facebook lança “botão de contexto” no Brasil para combater notícias falsas

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Recurso traz informações sobre o veículo e número de compartilhamentos

São Paulo – O Facebook testa uma série de recursos para dar mais confiança aos usuários da plataforma sobre as notícias que leem. Em meio a muitas fake news, o Feed de Notícias da rede social conta agora com um “botão de contexto”, representado por um “i” no canto inferior direito das postagens, entre a imagem e o título da notícia. A novidade foi anunciada no dia 9 no blog oficial da empresa.

Ao clicar no botão, o usuário poderá conferir informações sobre o veículo autor da notícia, como sua descrição do Wikipédia, artigos relacionados sobre o mesmo assunto, número total de compartilhamentos, amigos que compartilharam e a opção para seguir a página.

A função é testada desde o ano passado nos Estados Unidos e chega agora ao Brasil, Argentina, Colômbia e México.

Plataforma aposta em munir usuários com mais informações

O Facebook também anunciou que fará testes com usuários americanos para checar se uma notícia tem mais credibilidade quando se conhece mais sobre seu autor. Ao se deparar com uma notícia no formato de Instant Article, o usuário poderá clicar no nome do autor e conferir informações semelhantes às do “botão de contexto”. Segundo o comunicado, a intenção das novidades é “proporcionar mais contexto às pessoas, para que elas possam decidir por si mesmas o que ler, confiar e compartilhar”.

Veja o vídeo de demonstração do “botão de contexto” (texto em inglês):

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O timbre original

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O reconhecimento de voz é a área da inteligência artificial que mais cresce — graças ao estalo pioneiro do HAL de ‘2001 — Uma Odisseia no Espaço’

Obsessivo, o diretor americano Stanley Kubrick (1928-1999) pediu ao ator canadense de escola shakespeariana Douglas Rain que durante dois dias seguidos repetisse as frases que seriam ditas pelo computador HAL 9000, o vilão de 2001 — Uma Odisseia no Espaço, de 1968. Mais de cinquenta vezes o intérprete entoou os versos de um clássico do cancioneiro inglês, Daisy Bell, de 1892 — variava o tom, ora monótono, ora acelerado, soltando as cordas vocais ou apenas murmurando as palavras. Rain, ou melhor, a voz de Rain, deu vida a um dos mais celebrados personagens da história do cinema, pai e mãe da inteligência artificial como a conhecemos hoje. O ator morreu no domingo 11, aos 90 anos, de causas não reveladas — seu legado, o timbre aveludado, reconfortante e amigável que emprestou à máquina imaginada por Kubrick a partir do livro de Arthur C. Clarke, foi o pontapé inicial dos mecanismos de reconhecimento de voz que proliferam agora na chamada internet das coisas. Sem Rain, não teríamos a Siri dos iPhones ou a Alexa da Amazon.

O canadense não foi escolhido à toa. “Era preciso um computador que parecesse vir de lugar nenhum”, diz o professor de linguística Jack Chambers, da Universidade de Toronto. “O inglês do Canadá soa normal a ouvidos de americanos, porque as vogais não revelam a origem.” Esse “vir de lugar nenhum” é a gênese das vozes eletrônicas que grassam atualmente — nos smart­phones, nos carros, nas geladeiras, nos aparelhos de som, em quase tudo o que o ser humano de carne e osso inventou de pôr para conversar. É assim em inglês, em português, em todas as vinte línguas faladas pela Siri. A prosódia desapaixonada, quase fria, mais do que a tecnologia embarcada, é a preocupação central dos desenvolvedores de inteligência artificial.Não há guerra tecnológica mais acirrada, atualmente, que a dos comandos de voz. No campo de batalha estão gigantes como Amazon, Apple, Google, LG, Samsung e Microsoft. Trata-se de um mercado que até 2023 valerá mais de 18 bilhões de dólares, com crescimento estimado de 19% ao ano. É um valor que pode ser atribuído a HAL, a Douglas Rain e à boutade eterna da odisseia de 2001:“Sinto muito, Dave, receio que eu não possa fazer isso” ou, no original em inglês, “I’m sorry, Dave. I’m afraid I can’t do that”.

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Vai viajar nas férias? Saiba como se proteger dos hackers

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Com a chegada do verão e das férias de natal, o fluxo de pessoas aumenta em aeroportos e rodoviárias de todo o país. Isso significa duas coisas: muita gente usando o Wi-Fi público destes lugares e as entradas USB disponíveis em estações de carregamento de bateria. Por estes dois motivos, os aeroportos e as rodoviárias são os principais alvos de hackers durante essa época do ano.

Para ajudar você a manter seus dados seguros durante o período de férias, aqui estão algumas dicas de como se proteger de hackers enquanto você espera o seu avião, o seu ônibus, ou mesmo amigos e familiares em aeroportos e rodoviárias.

Cuidado com o Wi-Fi grátis

Essa é uma regra para a vida! Usar Wi-Fi gratuito é conveniente, mas também perigoso. Nestes casos, quando você conecta o smartphone à rede de internet grátis, hackers podem interferir como intermediários, ou seja, colocando-se entre você e o ponto de conexão. Assim, as informações que você compartilha ficariam expostas.

Para evitar este tipo de dor de cabeça, utilize um VPN, que permite configurar a própria rede privada no Wi-Fi público, protegendo sua atividade online dos olhares indiscretos. E se você usar um VPN, opte sempre pelo aplicativo pago, pois é sempre mais seguro. Além disso, dê preferência por navegar em site que HTTPS, em vez de HTTP.

Por fim, usar a conexão 4G do seu smartphone é sempre uma boa ideia em lugares com grande fluxo de pessoas. Isso porque, ao usar o plano de dados, a sua operadora autentica a conexão e criptografa os dados que passam por ela.

Se precisar de internet no computador ou tablet, você tambem pode sempre transformar o celular em um ponto de acesso pessoal.

Desligue o GPS, Wi-Fi e Bluetooth

Desligar o GPS, Wi-Fi e Bluetooth impede que o dispositivo se conecte a uma rede ou aparelhos com intenções maliciosas.

Use o recurso de criptografia do sistema

Ao ativar o recurso de criptografia do sistema do seu smartphone, você impede que leitores não autorizados consigam decodificar os seus dados. Tanto o Google quanto a Apple oferecem este tipo de configuração de segurança.

Está função é especialmente importante, visto que quando você está viajando, as chances de perda e roubo do seu celular são maiores.

Não use estações de carregamento públicas

Pode até parecer exagero, mas conectar o aparelho a uma porta USB de estações de carregamento públicas oferece grande risco. Muitos hackers podem usar essa mesma conexão USB para transferir malware direto para o seu dispositivo e acessar seus e-mails, mensagens de texto, fotos e contatos. Alguns podem até comandar a câmera do aparelho ou mesmo ativar o microfone.

Desta forma, use sempre o seu próprio cabo USB e adaptador CA para conectar o celular à tomada. Ou leve consigo um carregador portátil pronto para uso.

Essas são algumas dicas para curtir as férias numa boa, sem expor seus dados, e evitar dores de cabeça futuras.

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Como criar um buscador de GIFs para o Gmail

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É possível enviar arquivos GIFs em seus e-mails sem sair do cliente de e-mail do Google

Há muitos complementos que podemos instalar no Gmail para potencializar seus recursos. A dica de hoje dá a possibilidade de integrar um buscador de arquivos GIF ao cliente de e-mail do Google.

Esse add-on pode ser baixado no Marketplace da empresa ou, melhor ainda, instalar diretamente do Gmail, clicando em configurações e escolher o item “instalar complementos”, como mostra a tela abaixo.

Reprodução

Em seguida vá ao campo de busca do G Suite Marketplace e pesquise por “Gfycat: GIFs for Email”. Ao ser listado o complemento, clique na caixa para fazer a instalação e, na sequencia, a extensão pedirá autorização da sua conta. A partir daí, basta escolher sua conta do Gmail que já aparece listada e pronto. Agora o complemento está disponível na barra lateral do Gmail, como mostra a figura abaixo:

Reprodução

Para usá-lo, basta clicar nesse ícone e depois em qualquer e-mail ou abrir um e-mail novo. Então você verá uma lista com sugestões e também pode fazer uma busca de acordo com o tema desejado. Ao escolher, basta arrastar o GIF para o corpo do e-mail.

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