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WhatsApp prepara novo recurso para funcionar em mais de um celular

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Se liberada para todos, a nova função poderá mudar a forma como o aplicativo gerencia dados de usuários

WhatsApp: aplicativo testa recurso para usar mais de um dispositivo com a mesma conta (SOPA Images / Colaborador/Getty Images)

O aplicativo de mensagens WhatsApp, que pertence ao Facebook, prepara um novo recurso para funcionar em mais de um celular ao mesmo tempo. A informação é do WABetaInfo, site especializado em antecipar novas funções do WhatsApp.

O novo recurso já está presente em uma das versões preliminares do aplicativo para smartphone, mas ainda não chegou a todos os usuários.

Assim como no concorrente Telegram, o usuário de uma conta no WhatsApp poderá tê-la ativa em dois dispositivos ao mesmo tempo: dois celulares ou um celular e um tablet, por exemplo. Com isso, deixaria de ser necessário estar conectado sempre no mesmo dispositivo.

A nova função é diferente do que acontece hoje com o WhatsApp Web, que é um espelhamento da interface do aplicativo em um computador, e não exatamente um segundo login.

WABetaInfo ressalta que a novidade está entre as prioridades da equipe de desenvolvimento do WhatsApp. No entanto, não há previsão de lançamento oficial do novo recurso.

O que não está certo ainda é como o WhatsApp fará a gestão de dados dos usuários, como histórico de conversas, imagens, mensagens de áudio e documentos. A premissa do aplicativo é que, com o login único, os dados permanecem apenas no smartphone de cada pessoa, e não nos servidores do WhatsApp. Esse ponto, inclusive, sempre foi o principal argumento da defesa do aplicativo perante a Justiça brasileira em casos de solicitação de compartilhamento de dados de indivíduos suspeitos de envolvimento em crimes.

A adição mais recente ao WhatsApp foi o modo escuro, que deixa a interface predominantemente preta para economizar bateria de celulares e também cansar menos os olhos dos usuários. Esse recurso permaneceu em período de testes por pouco mais de um ano, o que pode servir de parâmetro para o tempo de duração dos testes de novas funções no aplicativo.

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Descrito como antivírus, app para Android roubava dados dos usuários

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Malware chamado de Defensor ID foi retirado da Play Store no dia 19 de maio

Vírus: aplicativo Defensor ID era um malware disfarçado (Reprodução/Reprodução)

A empresa de segurança virtual Eset identificou um malware que estava disfarçado de antivírus e disponibilizado para download na Play Store, a loja de aplicativos para Android. Chamado de Defensor ID, o programa era na verdade um trojan bancário capaz de roubar informações pessoais armazenadas nos smartphones de quem instalava o app.

O aplicativo esteve disponível na loja de apps desde o dia 3 de fevereiro e era descrito como um programa de segurança semelhante a um antivírus. Ele foi identificado como uma ameaça pelo Google e acabou sendo removido da plataforma de aplicativos pela companhia no dia 19 de maio.

De acordo com a Eset, o aplicativo passava a funcionar como um trojan a partir do momento em que o usuário concordava em permitir que o programa acessasse configurações de acessibilidade e dados do sistema do dispositivo para capturar informações digitadas na tela do aparelho.

Aos usuários que baixaram o aplicativo, a recomendação é eliminar qualquer vestígio do programa no smartphone e usar um antivírus adequado para fazer uma varredura por eventuais arquivos maliciosos na memória do aparelho. Também vale trocar as senhas e utilizar um mecanismo de autenticação em dois fatores para e-mails, redes sociais e serviços bancários.

 

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Coronavírus: empresas de tecnologia criam adesivo que monitora temperatura

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O adesivo é equipado com um microchip deve ser conectado a um smartphone para monitorar a temperatura corporal de uma pessoa

Coronavírus: grupo tem o objetivo produzir um dispositivo que possa ser fabricado em larga escala (Remo Casilli/Reuters)

Um grupo de empresas de tecnologia está trabalhando em um pequeno adesivo que pode ser usado para monitorar temperaturas corporais elevadas que às vezes podem indicar os primeiros sintomas de covid-19.

O adesivo é equipado com um microchip especialmente desenvolvido que será produzido em uma fábrica operada pela SkyWater Technology, em colaboração com a projetista de chips Linear ASICs e a empresa de investimentos Asymmetric Return Capital. O adesivo deve conectar-se a um smartphone para monitorar a temperatura corporal de uma pessoa, disseram as empresas.

O grupo tem como objetivo produzir um dispositivo que pode ser fabricado em larga escala para monitorar remotamente as temperaturas.

“Isso será especialmente importante quando entrarmos na temporada de gripe ainda este ano”, afirmou Bryan Wisk, sócio fundador da Asymmetric Return Capital, em comunicado.

O projeto faz parte de uma parceria mais ampla com duas outras empresas: a desenvolvedora de software SensiML e a Upward Health, operadora de serviços de saúde em domicílios.

As empresas esperam usar inteligência artificial para analisar sinais como o som da tosse e identificar padrões únicos para os sintomas de Covid-19. Essas descobertas podem ser usadas para criar sistemas baseados em sensores que podem rastrear o vírus e retardar sua disseminação.

“Há uma enorme necessidade de melhores ferramentas de triagem pré-diagnóstico, conforme as medidas de reabertura são implementadas nos EUA e no mundo”, disse Chris Rogers, presidente-executivo da SensiML, em comunicado.

 

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Mesmo com US$ 40 milhões em aportes, Kovi puxa o freio de mão na pandemia

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Startup de aluguel de carros para motoristas de aplicativo precisou redesenhar seu negócio para operar durante a quarentena do novo coronavírus

Kovi: startup já captou mais de 40 milhões de dólares em aportes de fundos de investimento brasileiros e estrangeiros (Kovi/Divulgação)

A crise do coronavírus fez com que diversas startups precisassem redesenhar seus negócios para continuarem operando durante e no cenário pós-pandemia. Uma dessas empresas é a Kovi, que atua com o aluguel de carros para motoristas de aplicativos. Com mais de 40 milhões de dólares em aportes recebidos, a companhia viu seu faturamento derreter neste ano e agora traça uma nova forma de obter renda e evitar a devolução dos veículos de seus clientes.

Fundada em junho de 2018 pelos empreendedores Adhemar Milani Neto e João Costa, a Kovi foi criada para facilitar a locação de automóveis para motoristas de aplicativos como Uber e 99. A empresa ganhou destaque ao captar em duas rodadas de financiamento 40,6 milhões de dólares em aportes recebidos de fundos de investimento de peso no mercado de capitais. Entre eles, a Monashees, o Y Combinator, a Maya Capital e o Global Founders Capital.

Com planos a partir de 369 reais por semana para motoristas que rodam até 1.250 quilômetros em sete dias, a companhia lucra na diferença entre o que gasta no leasing de 18 ou 24 meses com montadoras e o que cobra na locação dos condutores de aplicativos de transporte

É preciso deduzir também, é claro, os gastos operacionais e as despesas com manutenção preventiva e corretiva são feitos pela startup, que ainda arca com os custos de IPVA, licenciamento e o seguro do automóvel, além de eventuais reparos.

A empresa que já tem já tem 192 funcionários e escritórios em São Paulo, Porto Alegre e México não abre números de faturamento, mas informa ter crescido mais de 100 vezes durante o ano passado passando de 50 para mais de 6.000 veículos locados.

Para 2020, a previsão era manter o crescimento. O problema é que a crise do novo coronavírus que isolou as pessoas em casa e diminuiu drasticamente o uso de aplicativos de transporte pode atrapalhar esse plano. “Nosso faturamento caiu mais de 80% durante os últimos dois meses de quarentena”, afirma João Costa, diretor executivo da Kovi. “Houve um volume muito grande de devoluções de veículos e passamos a lidar com um percentual maior de inadimplência.”

Por conta deste e de outros motivos, a startup suspendeu temporariamente as locações de novos veículos até que a pandemia aparente sinais de estar sendo controlada.

Para lidar com as dificuldades a solução foi estudar parcerias com outros aplicativos de transporte. Mas não de pessoas. “O plano é realocar os motoristas de aplicativos em outras plataformas para garantir que eles mantenham uma renda, mas entregando produtos”, afirma o Costa. Segundo ele, quase 2 mil motoristas cadastrados na plataforma já passaram a realizar entregas para serviços como iFood e Rappi.

Se o cenário atual não é o ideal, a startup brasileira que seduziu investidores estrangeiros espera um futuro mais promissor no cenário pós-pandemia. O empresário explica que mantém conversas com investidores para a realização de novas rodadas de captação. Ele não descarta a possibilidade de anunciar um novo investimento neste ano, mas diz que isso dificilmente deve acontecer.

Enquanto não anuncia novos aportes, a startup prepara o lançamento de dois novos produtos que devem ser anunciados ainda neste ano, durante o segundo semestre. Um deles será voltado para os motoristas e outro será direcionado para o consumidor final. Ou seja, o cliente que não necessariamente vai alugar um veículo para trabalhar com um aplicativo de transporte de passageiros ou de delivery.

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Cientistas batem recorde de velocidade de internet de 44 terabits/segundo

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Com essa velocidade, seria possível fazer o download de 50 arquivos de 100 gigabytes ao mesmo tempo em apenas um segundo

Fibra óptica: pesquisa foi feita em uma rede de fibra óptica de 75 quilômetros (Wikipedia/Reprodução)

Pesquisadores da Austrália e do Canadá conseguiram atingir uma velocidade de transmissão de dados recorde de 44,2 terabits por segundo usando uma nova tecnologia que vem sendo testada em cabos de fibra óptica. Em um estudo publicado na revista Nature Communications, os cientistas demostraram a nova tecnologia fazendo a transmissão em uma rede com uma distância de 75 quilômetros.

Com essa velocidade de conexão alcançada pelos cientistas, seria possível, em teoria, baixar 50 arquivos de 100 gigabytes cada um, simultaneamente, em apenas um segundo.

Os pesquisadores chegaram a esta velocidade usando uma tecnologia chamada de “micro-pente”, um tipo de microprocessador óptico que permite transmitir informações de forma mais compactada por meio de redes de fibra óptica. O resultado da pesquisa sugere que um dia é possível que a mesma tecnologia seja implementada nas redes existentes, sem a necessidade de instalar novos cabos.

“Este é um dos sistemas de transmissão mais eficientes implementados em uma rede de telecomunicações tradicional, dada a quantidade recorde de informações que podem ser compactada e transmitida em uma fibra óptica com perda mínima de dados”, diz o professor Roberto Morandotti, do Institut National de la Recherche Scientifique do Canadá, um autores do estudo.

De acordo com os pesquisadores, a tecnologia permite melhorar o desempenho, o consumo de energia e a eficiência das redes de fibra óptica existentes. É a primeira vez que os processadores “micro-pentes” são utilizados em um experimento de campo, fora do laboratório.

O objetivo de utilizar os processadores “micro-pentes”, segundo Morandotti, é substituir os lasers que são utilizados nas redes de fibra óptica tradicionais. Com essa tecnologia, um único processador substitui os vários lasers coloridos e consegue gerar um conjunto de ondas com mais facilidade e precisão.

Ainda não é possível dizer se a tecnologia vai permitir que os consumidores tenha uma conexão de internet com uma velocidade tão alta quanto a atingida pelos cientistas, mas a pesquisa aponta um caminho nessa direção.

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Brasileira de TI usará 100% de energia de parque eólico em 2022

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A empresa de tecnologia Tivit planeja se tornar a primeira do ramo no Brasil a usar apenas energia sustentável

Energia eólica: Tivit terá operação no Brasil com energia sustentável (i-Stockr/Getty Images)

A empresa brasileira de tecnologia Tivit planeja se tornar a primeira do ramo no Brasil a usar 100% de energia limpa a partir de 2022. A energia será gerada no Rio do Vento, um parque eólico no Rio Grande do Norte.

A estratégia visa fornecer energia para os 30 escritórios da companhia e seus quatro data centers no Brasil.

O parque será construído pela Casa dos Ventos, companhia brasileira responsável por projetos de energia eólica.

“A questão ambiental tem se mostrado cada vez mais urgente e nossa intenção é deixar um legado de sustentabilidade. A companhia terá sua energia suprida por um dos maiores projetos eólicos do mundo, e esperamos, por meio dessa ação, continuar a impactar positivamente nossos colaboradores, fornecedores e as empresas com as quais mantemos relações”, diz Carlos Gazaffi, presidente da Tivit.

A iniciativa da empresa de tecnologia busca reduzir o impacto de suas operações à natureza. A brasileira tem 7.000 funcionários e 10 data centers espalhados pela América Latina. 0

Para Lucas Araripe, diretor de projetos e novos negócios da Casa dos Ventos, o projeto ajuda a consolidar o movimento de procura por energia sustentável no país. “Rio do Vento evitará a emissão anual de um milhão de toneladas de CO2 graças a Tivit e outros clientes que se tornaram nossos parceiros no projeto”, disse, em nota.

O Rio do Vento terá capacidade instalada de 504 megawatts e gerará 1.200 empregos. A operação comercial começa no segundo semestre do ano que vem.

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Adolescente cria monitor da covid-19 e recusa oferta de R$ 44 milhões

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Oferta envolvia controle editorial do site; “a responsabilidade não deveria estar em uma criança aleatória”, afirmou ele ao Business Insider

Avi Schiffmann (Instagram/Reprodução)

Aos 17 anos de idade, o estudante americano Avi Schiffmann fez uma escolha que pode parecer difícil para muitos, mas que, para ele, não foi tanto assim: recusar 8 milhões de dólares (cerca de 44 milhões de reais na cotação atual). Schiffmann é o criador de um dos sites de monitoramento do coronavírus mais populares do mundo, o ncov2019.live, e recebeu a oferta milionária de uma empresa para continuar programando o site, por tempo indeterminado. “Eu só tenho 17 anos, eu não preciso de 8 milhões de dólares. Não quero me aproveitar dessa situação”, afirmou ele em entrevista ao site americano Business Insider.

Segundo Schiffmann, 100% do seu tempo livre é consumido por atualizar os dados do site, que monitora a situação global da covid-19. Por dia, são cerca de 30 milhões de visitantes.

A plataforma é atualizada constantemente com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) e de sites dos governos dos países. No mapa, é possível ver onde o surto tem sido mais forte, a porcentagem de mortes, casos ativos e críticos e também quantas pessoas já se recuperaram da doença. Para o Brasil, o monitoramento de Schiffmann aponta 312.074 infectados, 20.112 mortos e 125.960 recuperados — números um pouco maiores dos que os divulgados pelo Ministério da Saúde na noite desta quinta-feira (21).

A oferta milionária foi feita por uma empresa que pretendia ter o controle editorial do site e mantê-lo apenas como programador, colocando anúncios visando os milhões de visitantes. Segundo ele, o faturamento seria muito maior se ele colocasse seus próprios anúncios, mas “esse não é o foco do website”.

O motivo por trás da decisão, de acordo com ele, é o fato de ele não querer pop-ups “arruinando o design de interface do usuário”, que estaria fora de seu controle caso o site fosse vendido. Ele também não quer estar sob contrato para manter o site rodando ou para fazer mudanças que ele não concorda. Ao Business Insider, Schiffman contou que sabe que muitas pessoas não têm internets rápidas o suficiente para suportar anúncios.

O adolescente se sente orgulhoso do projeto que desenvolveu, mas não quer se tornar famoso por isso. “No futuro, eu espero que a pressão esteja na OMS para fazer uma ferramenta dessas. A responsabilidade não deveria estar em uma criança aleatória”, afirmou ele ao BI.

Ele se descreve como um “aluno terrível” e conta que faltou às aulas por duas semanas para focar na ferramenta. Também ao site, Schiffmann afirmou que já ficou acordado 50 horas seguidas para atualizá-la. “Mas é óbvio que as pessoas querem saber as estatísticas.”

“As pessoas vão achar que eu vou me arrepender dessa decisão, mas eu planejo fazer muitas coisas no meu futuro”, contou ele. O jovem também recebeu uma proposta de emprego da Microsoft, entre outras empresas, mas diz que não quer aceitar nada por enquanto. “Quero continuar com os meus projetos e também a última coisa que você quer fazer depois de desenvolver um dia todo no trabalho é desenvolver ainda mais”, disse. “Eu conheço muitos investidores agora. Se eu abrisse uma empresa amanhã, eles leriam meu projeto de negócio, pelo menos”, afirmou.

Após a decisão de rejeitar a oferta, Schiffmann recebeu diversos comentários odiosos nas suas redes sociais e virou alvo de memes. Em seu perfil no Twitter, ele afirmou que “as pessoas ainda não entendem o por quê”. “O objetivo do site sempre foi informar as pessoas ao redor do mundo sobre a pandemia, e não fazer dinheiro, vou ter oportunidades para isso no futuro. Eu valorizo mais as oportunidades e conexões que vocês me trazem, é mais importante para mim do que dinheiro”, escreveu ele.

Avi Schiffmann@AviSchiffmann

Thank you all for supporting me to help keep the site ad-free forever. There will never be any unwanted sponsorships, pop-ups, referral links, or advertisements of any kind. You have my promise about that, and I thank every single one of you for your kofi donations and support!

Avi Schiffmann@AviSchiffmann

The goal of this site has always been to spread information across the world about the ongoing pandemic, and not to make money, there will be opportunities for that in the future. I value the opportunities and connections all of you bring, it is worth far more to me than $$$.

Em relação aos dados, ao jornal americano The Seattle Times, Schiffmann afirmou que “é muito difícil saber quais são mais precisos”. “Muitos departamentos de saúde não divulgam informações públicas. Mas a minha observação principal é que o mundo não está tão preparado quanto deveria. A China construiu um hospital em 10 dias. Eles deveriam se preparar antes para algo assim. Eles deveriam descobrir o que fazer se as escolas fecharem por meses. Ninguém na América estava com medo até a semana passada”, disse.

A ideia do estudante é retirar o site do ar quando a pandemia acabar e transformá-lo em uma página que compara dados entre o novo vírus e a SARS ou a Gripe Espanhola. Schiffman quer entrar para a história e acredita que o site será algo que as pessoas se lembrarão daqui uns anos. Em partes, ele está certo: o site já rendeu o prêmio Webby, principal prêmio de excelência na internet.

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