O Distrito Federal presencia novamente a morte de jovens após agressões em tumultos de rua.
Os casos recentes de Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, e Leonardo Ferreira da Silva, 19 anos, ocorridos com poucos dias de intervalo, mostram um padrão repetido ao longo do tempo: pequenas discussões que acabam se transformando em violência grave, com ataques realizados por grupos e vítimas frequentemente incapazes de se defender.
Essa situação não é nova. Desde os anos 1990, situações parecidas marcaram a história da capital federal.
A crueldade contra Marco Antônio Velasco, em 1993, e contra o promotor de eventos Ivan Rodrigo da Costa, conhecido como Neneco, em 2006, ilustram como a agressão coletiva continua sendo uma triste repetição.

