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quinta-feira, 29/01/2026

Vigilância Sanitária reforça inspeções em escolas particulares do DF no início das aulas

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Com o começo do ano letivo, a Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) aumentou a fiscalização nas escolas particulares da capital. Entre os dias 19 e 29 de janeiro, a Operação Visa Volta às Aulas realizou inspeções em aproximadamente 1,4 mil instituições de educação infantil, ensino fundamental e médio. A ação tem como objetivo garantir ambientes seguros para estudantes e trabalhadores logo no retorno das atividades.

Entre as escolas visitadas, uma unidade na Asa Norte recebeu equipes técnicas para avaliar as condições sanitárias e estruturais. Assim como nas demais instituições do DF, a fiscalização examinou salas de aula, áreas de recreação, acessibilidade, ventilação e iluminação para assegurar que os espaços estejam apropriados para receber crianças e adolescentes.

A operação também avaliou reservatórios de água, limpeza de caixas d’água, controle de pragas e manejo de resíduos. Cozinhas, cantinas e refeitórios foram inspecionados com foco em refrigeração, armazenamento, controle de temperatura e uso adequado de equipamentos de proteção. Áreas externas, parques, brinquedos, piscinas e ações de combate à dengue completaram a vistoria.

Alimentação saudável e fiscalização rigorosa

“Essas inspeções são fundamentais para prevenir doenças e garantir ambientes seguros para crianças e adolescentes. A participação das famílias também é essencial, observando a estrutura da escola e a qualidade dos alimentos oferecidos”, afirma a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé. Por sua vez, a diretora da escola, Leila Maia, ressalta o caráter educativo da ação. “Sempre notei a atuação da Vigilância Sanitária como um instrumento de educação. Essa parceria fortalece um processo contínuo de melhoria e nos auxilia a manter um ambiente mais saudável para todos, especialmente para as crianças, que são nossa principal prioridade.”

A ação também reforça o cumprimento do Decreto nº 36.900/2015 e do guia de cantinas saudáveis da Divisa/SES-DF, lançado em 2025. A norma proíbe alimentos ultraprocessados e prevê multas entre R$ 2 mil e R$ 70 mil em casos de irregularidades. “Essa iniciativa é essencial para preservar a saúde das crianças. Exigimos certificações e monitoramos todas as etapas”, destaca Débora Campos, coordenadora de nutrição da escola. Em cinco dias, 124 estabelecimentos foram autuados e mais de 100 kg de alimentos irregulares foram apreendidos.

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