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segunda-feira, 05/01/2026

Vice-secretário afirma que Maduro será julgado nos Estados Unidos

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O vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, declarou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, finalmente enfrentará a Justiça por seus crimes. Maduro foi capturado e levado para os Estados Unidos após uma operação militar norte-americana na Venezuela, realizada no sábado (3/1).

Em seu perfil na rede social X, Landau comentou que um novo momento de esperança surge para a Venezuela e que o tirano deixou o poder. Ele reforçou que Maduro agora enfrentará a justiça pelos delitos cometidos.

EUA atacam Venezuela

Na data mencionada, Estados Unidos realizaram ataques em várias regiões da Venezuela. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o líder venezuelano Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país.

A embaixada dos EUA em Bogotá pediu que cidadãos norte-americanos evitem viajar para a Venezuela e que fiquem longe das fronteiras venezuelanas com Colômbia, Brasil e Guiana, em razão dos recentes eventos.

Essa ofensiva dos EUA foi justificada com o argumento de combater o tráfico internacional de drogas, aumentando a tensão política na região. Maduro tem sido apontado como líder do Cartel de los Soles, organização recentemente classificada pelos Estados Unidos como terrorista internacional.

Trump confirmou a captura de Maduro e sua remoção da Venezuela, destacando que a operação contou com o apoio das forças de segurança americanas e que uma coletiva de imprensa será realizada para falar sobre o assunto.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, pediu provas de vida de Maduro e expressou preocupações quanto ao desaparecimento dele e da primeira-dama Cília Flores.

Reação do governo venezuelano

O governo da Venezuela acusou os Estados Unidos da realização de um ataque à região e declarou estado de emergência em todo o país. Em nota oficial, Nicolás Maduro repudiou a agressão militar grave cometida pelo governo dos Estados Unidos contra território e população venezuelanos, atingindo áreas civis e militares em Caracas, capital da República, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

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