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Unhas com glitter: 50 inspirações e tutoriais para se jogar no brilho

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MISS LADY FINGER.

O glitter está em todos os âmbitos da moda. Seja nas roupas, sapatos ou acessórios, é fácil de encontrar peças nas lojas e com os esmaltes não é diferente. Com essa febre do brilho, usar unhas com glitter se tornou parte do dia a dia de quem ama a arte da esmaltação. Descubra agora como usar o estilo.

O primeiro passo para amar as unhas com glitter é se inspirar. Os modelos incluem filhas únicas, decorações, francesinhas e até mesmo unhas completamente dominadas pelo brilho. Confira!

Combine o glitter com películas de unha

TELMA LEAL

 Surpreenda com um azul brilhante

CHELSEA KING

 Acerte com o clássico

BANA

 Que tal uma francesinha diferentona?

KAREN GUTIERREZ

 Capriche nas decorações com glitter

CHESEA KING

 Use o glitter vermelho em ocasiões especiais

LOVE NAILS & HAIR EXTENSIONS

Fuja do comum usando brilhos de cores diferentes na decoração

MISS LADY FINGER

 Deixe o fundo da unha transparente para brilhar mais

CASSANDRE MARIE

 O dourado fica lindo em festas

LOVE NAILS & HAIR

 Combine com outras técnicas

CRIS AMARO

Uma filha única vermelha é puro glamour

CRIS AMARO

 As unhas com glitter podem ser pretas

ROSE B. Ficam ótimas coloridas

 

ERRIN LOPEZ

E muito glamurosas no prata

ERRIN LOPEZ

Existem opções para quem gosta de delicadeza

MOON NAILS

 Para quem sonha em ousar

IMAGINATION NAILS

 Para as tradicionais

THABATA WYNA PIMENTA

 E até mesmo para quem quer transmitir romantismo

THABATA WYNA PIMENTA

 Use o glitter junto com pedrarias

URBAN NAILS

 Se jogue no neon!

IMAGINATION NAILS

Não tenha medo de misturar cores

POLISHÉ

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Exercício físico pode diminuir o risco de doença renal crônica

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Um estudo com quase 200 mil pessoas indica que ter uma vida ativa ajuda a manter o funcionamento adequado dos rins

Os rins também se beneficiam dos exercícios. (Ilustração: Saúde/SAÚDE é Vital)

 

O exercício é um célebre remédio para muitas doenças, mas sua ação nos rins ainda é pouco estudada em comparação com outros órgãos, como coração e cérebro. Pois uma nova pesquisa acaba de mostrar que suar a camisa com regularidade pode evitar a doença renal crônica.

Publicado no British Journal of Sports Medicine, o trabalho envolveu 199 421 taiwaneses com idade média de 20 anos. Eles foram acompanhados por cerca de quatro anos, passando por avaliações médicas, exames e aplicação de questionários que determinavam os níveis de atividade física de cada um.

Resultado: os sedentários apresentaram uma queda anual mais significativa na taxa de filtração glomerular (uma medida que indica a saúde dos rins). Entre eles, a probabilidade de ser diagnosticado com doença renal crônica era quase 10% maior, mesmo quando outros fatores de risco foram contabilizados.

O que é doença renal crônica

Carca de 10% dos adultos possuem algum grau dessa perda progressiva da capacidade de filtrar o sangue, trabalho principal dos rins. O agravamento do quadro pode culminar em transplante ou sessões de hemodiálise, além de prejudicar o bem-estar e até ameaçar a vida da pessoa.

Na maior parte do tempo, contudo, a enfermidade não manifesta sintomas claros. Ela é resultado de anos e anos de convívio com certas doenças crônicas (como hipertensão e diabetes) e maus hábitos, a exemplo de consumo excessivo de álcool e tabagismo.

Com o novo achado, o sedentarismo pode entrar nessa lista.

Como a atividade física beneficia os rins

Estudos realizados em animais indicam que o processo de filtragem das toxinas em si é mais eficiente nos indivíduos ativos. Outras pesquisas apontam o exercício como fator protetor contra pedras nos rins e até tumores no órgão, mas os motivos disso são desconhecidos, principalmente em humanos.

Fora que há uma relação indireta nessa história. O esforço físico regular, em intensidade moderada, por ao menos 150 minutos semanais, protege contra obesidade, diabetes e hipertensão, três problemas que comprometem a saúde renal.

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O segundo tipo mais comum de câncer nas mulheres é o ginecológico

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Esse grupo de tumores, que afeta o sistema reprodutor feminino, é muito comum, mas pouco conhecido. Conheça as causas, os sintomas e formas de prevenção

Os tumores do aparelho reprodutor feminino estão entre os mais comuns nas mulheres. (Foto: GI/Getty Images)

É fundamental aproveitar o Dia Internacional da Mulher e o mês de março como um todo para falar sobre saúde feminina. E principalmente sobre doenças comuns e sérias, a exemplo dos tumores ginecológicos. Entram nesse grupo: câncer de colo uterino, endométrio, ovário, vulva e vagina.

Recentemente, o “EVA – Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos” lançou a campanha “Nós seremos a primeira geração sem câncer do colo do útero”, que representa tanto um desejo dos especialistas quanto uma possibilidade real. Hoje, ele é o terceiro câncer mais incidente entre as brasileiras, com mais de 16 mil novos casos por ano e alta mortalidade (cerca de 30%). No entanto, é passível de prevenção. Isso porque mais de 90% dos casos são relacionados com a infecção por HPV, que pode ser praticamente extinta com vacinação, conforme foi explicado no último artigo do blog Câncer em Pauta pela oncologista Karime Kalil.

O câncer de corpo do útero (ou endométrio), por sua vez, ocupa a oitava posição entre os mais comuns no sexo feminino. O sintoma mais encontrado é o sangramento vaginal anormal. Isso envolve sangramentos mais intensos que o habitual, fora do período menstrual, entre os ciclos menstruais ou quando a mulher havia parado de menstruar.

Nos últimos anos, houve um aumento significativo na incidência do tumor de corpo do útero, que, na maioria dos casos, pode ser prevenido. Como? Adotando hábitos saudáveis, como a prática regular de atividade física, alimentação balanceada e controle do peso (mulheres com obesidade são mais propensas à doença). Um estilo de vida balanceado, aliás, diminui o risco de vários tipos de câncer e de outras doenças.

Já o câncer no ovário, sétimo no ranking feminino geral, se difere mais dos tumores na região do útero (colo e corpo). A doença ainda não possui fatores de risco estabelecidos em muitos casos — por isso a prevenção é tão difícil. Os especialistas sabem que há relação com a idade (acima de 50 anos) e aspectos hormonais, ambientais e hereditários. Porém, cerca de 90% dos casos ocorrem sem causa conhecida.

Além disso, não existem sintomas específicos e o diagnóstico é bem difícil. Também não possuímos exames de rastreamento — a exemplo da mamografia para câncer de mama. Resultado: 75% dos casos são descobertos em estágio avançado.

Essa conjuntura resulta em alta mortalidade. Aproximadamente 6 em cada 10 pacientes falecem em decorrência do tumor no ovário.

Embora os dados sejam alarmantes para essa doença, existe uma maneira de diminuir os riscos de ser surpreendido por ela: o mapeamento genético. Metade dos diagnósticos de câncer no ovário ocorre devido a uma mutação em genes envolvidos no reparo de danos ao DNA. Aliás, 50% dessas mutações são herdadas dos pais e o restante surge ao acaso.

Quando a paciente apresenta uma mutação hereditária no gene BRCA (presente em 14% das mulheres com câncer de ovário), falamos que ela tem a síndrome Mama-Ovário. É o caso da atriz norte-americana Angelina Jolie, que optou pela retirada preventiva das mamas e dos ovários.

Essa alteração pode ser comprovada por meio de teste genético. No entanto, para ser elegível a ele, é necessário apresentar algumas características, como:

· Câncer de mama diagnosticado antes dos 40 anos

· Câncer de mama bilateral; câncer de mama em homem

· Mutação genética BRCA1/BRCA2 na família

· Histórico de câncer de ovário na família.

Vale ressaltar que todas as pacientes com câncer de ovário epitelial são candidatas a rastreamento de mutações.

No ano passado, foi sancionada em Minas Gerais a Lei 23.449/2019, que permite às mulheres com alto risco de câncer de mama e ovário realizarem esse exame genético gratuitamente. Porém, até o momento, ela não foi colocada em prática. Como a aprovação, por si só, não garante o direito de pacientes terem um diagnóstico precoce, é necessário oferecer infraestrutura, educar os profissionais e criar procedimentos para que a legislação seja cumprida efetivamente.

Para a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), é imprescindível colocar esforços em melhorias nas condições de atendimento, tratamentos e equipamentos. Além de capacitar os profissionais da atenção básica do SUS em prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce, fundamentais no combate ao câncer.

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Maquiagem com batom vermelho: 25 ideias e tutoriais para arrasar

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fotos de maquiagem com batom vermelho para brilhar em qualquer ocasião

LARA CARVALHO

Batom vermelho e olho delineado é um clássico

MICHELE PASSA

 O batom vermelho é sucesso para as loiras

TAYLOR SWIFT

 Para as morenas

VANESSA CARRA MAKEUP

 E também para as ruivas!

BRUNA VIEIRA

Aposte no tom matte

CAMILA NUNES

 O batom vermelho da make pode ser escuro

NATHÁLIA TEODORO

 Ou vibrante para a sua formatura

ELAISA CAMILO

A maquiagem com batom vermelho fica perfeita de olhos pretos

LÉO BERNARDES

 Use o batom vermelho para destacar o delineado

VANESSA CARRA MAKE UP

 Ouse usando batom vermelho na sua formatura

NATHALIA CAPELO

 Combine o batom vermelho com olhos coloridos

GAROTA DE BATOM

A make discreta ganha destaque com batons marcantes

SANG JEON

Vermelho e muito brilho para arrasar

IZÂNGELA FRANÇA

 Quem não sonha em se formar usando uma maquiagem dessas?

NATHÁLIA TEODORO

 Rosa com vermelho é a combinação do momento

LINHA MARIANA SAAD

Capriche nos cílios para destacar a make

ANA VEIGGA

O batom vermelho fica lindo para noivas

ANA VEIGGA

Use o batom matte se preferir manter destaque apenas na sombra

GABRIEL MOURA

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