Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, determinou que os países convidados a integrar o “Conselho da Paz” para administrar a Faixa de Gaza deverão pagar 1 bilhão de dólares para garantir um cargo vitalício no grupo.
O conselho contará com cerca de 60 países, incluindo o Brasil, cujo presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o convite oficialmente por meio da embaixada em Washington. O mandado dos membros será de três anos, com possibilidade de renovação mediante o pagamento exigido, que será destinado ao fundo do conselho.
Entre os integrantes fundadores estão o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Além disso, fazem parte o enviado dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro de Trump, Jared Kushner.
O conselho foi criado no contexto da chamada “Fase Dois” do plano de 20 pontos de Donald Trump para pôr fim ao conflito na Faixa de Gaza, com foco na desmilitarização e governança tecnocrática da região.
O valor exigido para permanecer como membro permanente será avaliado pelo próprio presidente do conselho, Trump, e deverá ser pago já no primeiro ano de funcionamento da instituição.
Este movimento ocorre após a primeira fase do plano, que entregou níveis significativos de ajuda humanitária e preparou o ambiente para uma transição política na região.
