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Trump joga gasolina no clima de tensão nos Estados Unidos

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 Apesar de pedidos do governo local, presidente visita cidade onde negro foi baleado pelas costas pela polícia

Trump fez uma comparação entre policiais que reagem com violência à golfistas que “pipocam”, durante uma entrevista para a Fox News (Tom Brenner/Reuters)

O presidente Donald Trump abriu a primeira semana de campanha depois das convenções partidárias inflamando ainda mais os ânimos de um país que atravessa um dos momentos de maior tensão racial em décadas.

Trump visitou a cidade de Kenosha, estado de Wisconsin, onde Jacob Blake, negro, foi alvejado com sete tiros nas costas, disparados por um policial branco, há nove dias. Blake, que estava desarmado, perdeu os movimentos das pernas.

“As pessoas estão vendo o que acontece em cidades [governadas por] democratas e estão enojadas. Elas não acreditam no que está acontecendo em nosso país.”

Trump não visitou a família de Blake – cujos três filhos pequenos estavam no carro quando ele foi vítima dos tiros –, supostamente porque eles teriam pedido a presença de um advogado.

O presidente visitou um negócio que foi incendiado nos distúrbios que se seguiram à divulgação do vídeo de Blake sendo baleado e depois reuniu-se com autoridades de segurança locais.

A viagem presidencial aconteceu horas depois de uma mais um entrevista controversa, em que Trump descreveu cidades que “queimam há décadas”, classificando o movimento Black Lives Matter de marxista e sugerindo teorias da conspiração em relação a seu adversário, Joe Biden.

Falando na noite de segunda-feira a Laura Ingraham, Trump também fez uma comparação que deixou muita gente incrédula – inclusive a própria entrevistadora, uma das suas mais ferrenhas defensoras na rede Fox News. Policiais que reagem com violência extrema são como golfistas que “pipocam” que erram uma “tacada a um metro do buraco”, disse o presidente americano. Golfe é o esporte predileto de Trump. Em três anos e meio, ele jogou pelo menos 275 vezes, segundo a CNN.

 “Eles podem fazer 10.000 coisas ótimas, e aí uma maçã podre, ou um pipoqueiro… eles pipocam. Atirar nas costas várias vezes. Você não poderia fazer algo diferente, tentar dominá-lo? Bem, ele [a vítima] poderia estar tentando pegar uma arma. Mas eles [os policiais] pipocam… como num campeonato de golfe, eles erram uma tacada a um metro do buraco”, afirmou Trump. “Você não está comparando [o incidente] com golfe. Porque é claro que é isso o que a mídia vai dizer”, afirmou Ingraham, aparentemente tentando dar uma chance para que o presidente repensasse seus comentários.  Mas Trump aparentemente gostou da metáfora, pois repetiu o termo na visita a Kenosha.

Foi uma das poucas vezes em que Trump se referiu diretamente ao incidente envolvendo Blake. O tema da visita não teve quase nenhuma menção ao que motivou os protestos na cidade – que saíram do controle nas madrugadas de segunda e terça-feira da semana passada. O único interesse do presidente era falar dos distúrbios.

 O episódio com Blake ocorreu no domingo 23, desencadeando uma nova onda de protestos em Kenosha e em outras cidades do país. Dois dias depois, um jovem de 17 anos foi preso acusado de envolvimento em dois homicídios.

 Kyle Rittenhouse, o adolescente detido, e estava armado com um rifle semiautomático e foi a Kenosha supostamente para “defender propriedades”. Em vídeos que circulam nas redes sociais, ele está sendo perseguido por outros manifestantes, quando cai no chão e abre fogo.

Em Portland, no extremo noroeste do país, protestos também vêm acontecendo diariamente há três meses. No final de semana passado, um grupo de apoiadores de Trump desviou da rota planejada para uma carreata se dirigiu ao centro da cidade — onde se concentravam os manifestantes que pediam justiça racial.

Das caçambas de suas picapes, eles dispararam balas de paintball e gás pimenta contra pessoas na calçada. Um dos manifestantes pró-Trump, Aaron Danielson, foi morto com um tiro no peito. Ele fazia parte do grupo de extrema direita Patriot Prayer, que apoia Trump.

Questionado sobre a presença de civis armados sob o pretexto de defender propriedades e garantir segurança nas cidades conflagradas, Trump afirmou: “Sei que havia muitos apoiadores [meus], mas eram protestos pacíficos. A tinta [das balas de paintball] é um mecanismo de defesa. Trump também não condenou os Rittenhouse, suspeito de matar duas pessoas em Kenosha, afirmando que o jovem agiu em legítima defesa. “Ele caiu, foi atacado violentamente e provavelmente teria sido assassinado”, afirmou o presidente americano.

Comentaristas políticos de quase todo o espectro político mais uma vez expressaram incredulidade com as palavras escolhidas por Trump.

Num momento em de extrema tensão racial, o presidente se recusa a fazer pedidos de união e calma — pelo contrário. Sua estratégia é desviar as atenções da pandemia do coronavírus, que já deixou mais de 180.000 mortos nos Estados Unidos, para tentar culpar os democratas pelos protestos violentos – que são pontuais.

Biden responde

Em um raro evento de campanha, o candidato da oposição, Joe Biden, fez um discurso na segunda-feira em Pittsburgh, repudiando as declarações do adversário.

“O presidente é incapaz de falar a verdade, encarar os fatos ou aliviar o sofrimento [do país]. Ele não quer jogar luz, ele quer gerar calor”, afirmou Biden. “Ele pode achar que matraquear as palavras ‘lei e ordem’ o fortalece, mas ao não pedir que seus apoiadores parem de agir como milícias armadas ele demonstra como é fraco.”

O democrata vem sendo criticado por não viajar mais pelo país. Desde o início da pandemia, Biden, 77, raramente saiu de Delaware, seu estado. A pouco mais de dois meses da eleição, a hashtag #whereisjoe vem sendo usada pelos eleitores de Trump para descrever um candidato ausente.

Trump também faz parte do grupo de risco por causa da idade (ele tem 74 anos), mas vem viajando o país e visitando estados que podem ser decisivos no colégio eleitoral, como Wisconsin.

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A limpeza de 500 mil dólares na Casa Branca antes da posse de Biden

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Prédio da Casa Branca, em Washington (Giuseppe Amoruso/EyeEm/Getty Images)

O governo dos Estados Unidos gastará quase US$ 500.000 em uma limpeza profunda da Casa Branca antes que o presidente eleito Joe Biden tome posse no dia 20 de janeiro, segundo informações da CNN.

O edifício foi centro de três surtos de covid-19 desde o início da pandemia. Segundo a historiadora Kate Brower Andersen, sempre houve uma limpeza profunda entre as administrações, mas nunca nessa proporção. Os contratos para serviços de limpeza incluem US$ 127.249,00 em “Limpeza inaugural”, US$ 44.038,00 para a limpeza de carpetes e US$ 29.523,00 em limpeza de cortinas.

A limpeza entre os presidentes é realizada geralmente pela pópria equipe da Casa Branca no intervalo de seis horas, quando os presidentes participam da cerimônia de posse. Além da limpeza do edifício, os 100 funcionários da Casa Branca realizam também pequenos trabalhos de manutenção.

A Casa Branca possui 132 salas distribuídas em seis andares. Isso inclui 35 banheiros, 412 portas e 28 lareiras. O contrato de US$ 127.249,00 foi concedido à empresa Didlake, com sede na Virgínia, que ajuda pessoas com deficiência a encontrar emprego, segundo informações da CNN.

A papelada também incluiu um contrato de US$ 115.000 para substituir e instalar novos carpetes em várias salas. O governo também fechou um contrato de US$ 37.975,00 para remoção de lixo e reciclagem e $ 53.000 para pintura e revestimentos de parede, além de US$ 50.000,00 em horas extras.’

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Governo da Holanda renuncia após escândalo com subsídios fiscais

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Inquérito parlamentar descobriu que funcionários do serviço de impostos acusaram erroneamente famílias de fraude em subsídios para creches

Mark Rutte: erros de autoridades fiscais levaram milhares de famílias à ruína financeira na Holanda (John Thys/Pool/Reuters)

O governo do primeiro-ministro Mark Rutte renunciou nesta sexta-feira, 15, após erros de autoridades fiscais que levaram milhares de famílias à ruína financeira na Holanda. Um inquérito parlamentar descobriu no mês passado que funcionários do serviço de impostos acusaram erroneamente famílias de fraude em subsídios para creches, causando uma “injustiça sem precedentes”.

“Erros foram cometidos em todos os níveis que geraram grande injustiça para milhares de famílias. Pessoas inocentes foram criminalizadas e suas vidas destruídas”, disse Rutte em entrevista coletiva.

Cerca de 10 mil famílias foram obrigadas a reembolsar dezenas de milhares de euros, em alguns casos levando ao desemprego, falências e divórcios. Muitas das famílias foram visadas com base em sua origem étnica ou dupla nacionalidade, disse a administração fiscal no ano passado.

Orlando Kadir, um advogado que representa cerca de 600 famílias em um processo contra políticos, disse que as pessoas foram visadas “como resultado de perfis étnicos por burocratas que escolheram seus nomes de aparência estrangeira”.

“Nunca é aceitável que alguém sinta que está sendo discriminado com base na nacionalidade, raça, gênero ou (orientação) sexual. É absolutamente inaceitável em um estado baseado na lei”, afirmou o primeiro-ministro, no poder desde 2010. “Trata-se de dezenas de milhares de pais que foram esmagados pelo Estado. Não pode haver dúvida, esta é uma mancha colossal. Todos concordamos: quando todo o sistema falha, apenas uma responsabilidade comum pode ser assumida”.

O gabinete permanece no cargo por enquanto para cuidar da crise do coronavírus. Rutte, que está no fim de seu terceiro mandato, se dirigiu ao palácio barroco Huis Ten Bosch, em Haia, para discutir sua renúncia. Uma eleição já foi marcada para 17 de março.

A crise política ocorre em meio ao mais difícil confinamento da pandemia de covid-19. Embora o apoio público às medidas tenha diminuído nas últimas semanas, o Partido Popular para a Liberdade e a Democracia (VVD), de Rutte, ainda está em alta nas pesquisas de opinião pública antes das eleições de março.

No poder desde 2010, o partido tenta um quarto mandato. As pesquisas indicam algo em torno de 30% dos votos, mais do que o dobro do segundo colocado PVV, do partido anti-islã de Geert Wilders.

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Mundo ultrapassa marca de 2 milhões de mortes por covid-19

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Até agora em 2021, a média de mortes é de mais de 11.900 por dia ou uma vida perdida a cada oito segundos

Covid: dada a rapidez com que o vírus está se espalhando devido a variantes mais infecciosas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o pior pode estar por vir (Amanda Perobelli/Reuters)

O número de mortes por coronavírus no mundo ultrapassou 2 milhões nesta sexta-feira, segundo contagem da Reuters, enquanto os países buscam adquirir vacinas e detectar novas variantes da covid-19.

O mundo levou nove meses para registrar 1 milhão de mortes pelo novo coronavírus, mas apenas três meses para ir de 1 milhão para 2 milhões de mortes, o que demonstra uma taxa acelerada de óbitos.

Até agora em 2021, a média de mortes é de mais de 11.900 por dia ou uma vida perdida a cada oito segundos, de acordo com contagem da Reuters.

“Nosso mundo atingiu um marco de partir o coração”, disse o chefe da Organização das Nações Unidas, António Guterres, em um vídeo.

“Por trás desse número impressionante estão nomes e rostos: o sorriso agora é apenas uma lembrança, o assento para sempre vazio na mesa de jantar, a sala que ecoa o silêncio de um ente querido”, afirmou ele, pedindo mais coordenação global e financiamento para o esforço de vacinação.

Em 1º de abril, o número global de mortos pode chegar a 2,9 milhões, de acordo com uma previsão do Institute for Health Metrics and Evaluation.

Dada a rapidez com que o vírus está se espalhando devido a variantes mais infecciosas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o pior pode estar por vir.

“Estamos entrando em um segundo ano disso. Pode ser ainda mais difícil devido à dinâmica de transmissão e algumas das questões que estamos vendo”, disse Mike Ryan, principal autoridade de emergências da OMS, durante um evento na quarta-feira.

Os Estados Unidos têm o maior número total de mortes, com mais de 386.000, seguido por Brasil, Índia, México e Reino Unido. Juntos, os cinco países são responsáveis por quase 50% de todas as mortes por Covid-19 no mundo, mas representam apenas 27% da população global.

A Europa, região mais afetada do mundo, registrou mais de 615.000 mortes até agora e é responsável por quase 31% de todas as mortes relacionadas à covid globalmente.

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Em Hong Kong, 11 pessoas são presas por ajudarem na fuga de ativistas

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A polícia chinesa confirmou que os detidos são suspeitos de terem contribuído, em agosto passado, na tentativa de fuga de 12 ativistas pró-democracia de Hong Kong

Entre as pessoas detidas estava Daniel Wong, advogado especializado na defesa dos direitos humanos (Philip FONG/AFP)

A polícia prendeu 11 pessoas em Hong Kong, nesta quinta-feira (14), suspeitas de terem ajudado um grupo de ativistas em sua tentativa de fugir de barco para Taiwan.

“Onze pessoas foram detidas pelo serviço encarregado da segurança nacional por ‘conspiração com o objetivo de ajudar criminosos’”, disse um oficial de polícia à AFP.

Este policial confirmou que os detidos são suspeitos de terem contribuído, em agosto passado, na tentativa de fuga de 12 ativistas pró-democracia de Hong Kong.

Ameaçados na ex-colônia britânica por seu envolvimento nas manifestações pró-democracia de 2019, estes 12 militantes foram detidos pela Guarda Costeira chinesa quando tentavam fugir para Taiwan.

As prisões de quinta-feira ocorreram oito dias após uma grande operação contra mais de 50 figuras da oposição de Hong Kong, detidas em nome da draconiana lei de segurança nacional imposta por Pequim no final de junho.

Entre as pessoas detidas nesta quinta-feira, estava Daniel Wong, advogado especializado há anos na defesa dos direitos humanos e conhecido por ser um fervoroso militante do movimento pró-democracia.

“A polícia encarregada da segurança nacional chegou à minha casa às 6h10 e, por enquanto, não sei para qual delegacia vão me levar”, escreveu Wong em sua conta no Facebook.

Este homem de 71 anos também é o criador de um restaurante em Taipei que emprega e ajuda cidadãos de Hong Kong que fugiram para Taiwan.

Willis Ho, um ex-líder estudantil, confirmou que sua mãe está entre os detidos.

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Biden apresentará plano para injetar US$1,5 tri na economia dos EUA

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O novo governo vai trabalhar com o Congresso em um rápido pacote de estímulo depois que Biden assumir o cargo em 20 de janeiro

Joe Biden: Biden fez campanha no ano passado com a promessa de enxergar a pandemia de forma mais séria que o presidente Donald Trump (Joe Raedle/Getty Images)

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, vai apresentar uma proposta de pacote de estímulo nesta quinta-feria para impulsionar a economia durante a pandemia de coronavírus com um alívio econômico que pode superar 1,5 trilhão de dólares e ajudar as comunidades minoritárias.

Biden fez campanha no ano passado com a promessa de enxergar a pandemia de forma mais séria que o presidente Donald Trump, e o pacote busca colocar essa promessa em movimento com um influxo de recursos para a distribuição da vacina contra o coronavírus e a recuperação econômica.

O novo governo vai trabalhar com o Congresso em um rápido pacote de estímulo depois que Biden assumir o cargo em 20 de janeiro, embora o impeachment de Trump ameace dominar os parlamentares nas primeiras semanas.

O pacote de estímulo inclui compromisso com cheques de estímulo de 1.400 dólares, de acordo com fonte familiarizada com a proposta, e Biden deve fazer parceria com empresas privadas para aumentar o número de norte-americanos sendo vacinados.

Uma parcela significativa dos recursos financeiros adicionais será dedicada a comunidades minoritárias. “Acho que vocês verão uma ênfase real nessas comunidades carentes, onde ainda há muito trabalho duro a ser feito”, disse outra autoridade de transição.

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Pico de Covid no Japão adia abertura de parque da Nintendo

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Atração não será inaugurada em 4 de fevereiro segundo planejado e a abertura foi adiada indefinidamente

Fachada do Universal Studios Japan theme park em Osaka, no Japão (Bloomberg/Bloomberg)

A Universal Studios Japan adiou a inauguração de seu tão aguardado parque temático Super Nintendo World devido ao pico de casos de coronavírus, o que levou o governo a expandir a declaração de estado de emergência.

O anexo ao parque de diversõesUniversal Studios Japan, localizado nos arredores de Osaka, não será inaugurado em 4 de fevereiro segundo planejado e a abertura foi adiada indefinidamente, em conformidade com o pedido do governo de restrição de viagens e atividades não essenciais. Organizadores disseram que irão reavaliar a situação e decidir sobre uma nova data assim que o estado de emergência for suspenso.

A nova atração é concebida como uma réplica em tamanho real dos personagens e ambientes dos jogos mais populares da Nintendo, que tem sede em Kyoto. O parque inclui lojas e atividades de passeio. Uma das primeiras atrações será um passeio de Mario Kart dentro de uma recriação do Castelo de Bowser. Inspirado em uma ideia da franquia Super Mario, no passeio os visitantes poderão coletar moedas virtuais usando uma pulseira enquanto exploram a área e interagem com os recursos do parque por meio de um console Switch.

O parque é um dos maiores projetos já concebidos pela Universal Studios Japan, com custo de cerca de US$ 580 milhões. A inauguração estava programada para meados do ano passado, antes de enfrentar o primeiro adiamento imposto pela pandemia. É um passo importante nos esforços da Nintendo para ampliar suas franquias além dos jogadores de console. Filmes, lojas de produtos e aplicativos para smartphones são pensados como um gancho para atrair novos usuários a comprar máquinas e software de games.

Nesta semana, o Japão expandiu o estado de emergência fora da região de Tóquio para abranger outros centros econômicos do país, como Osaka, enquanto tenta controlar o aumento recorde de infecções.

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

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