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Trump diz que Boeing deve consertar e fazer “rebranding” de 737 MAX

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O presidente dos Estados Unidos falou sobre o avião 737 MAX, da Boeing, que está envolvido em dois acidentes que deixaram dezenas de mortos

Trump: “Eu iria consertar o Boeing 737 MAX, adicionar alguns recursos extras e renovar o avião com um novo nome”, afirmou o presidente (Tom Brenner/Getty Images)

Washington — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta pediu segunda-feira à Boeing para corrigir e fazer o ‘rebranding’ do 737 MAX, após dois acidentes que deixaram mortos, enquanto reguladores de todo o mundo continuam a trabalhar com a fabricante para revisar sua aeronave suspensa.

A Administração Federal de Aviação (FAA, sigla em inglês) tem se reunido com importantes companhias aéreas e convocado uma revisão conjunta com reguladores de aviação de outros países, enquanto procuradores federais, o gabinete do inspetor geral do Departamento de Transportes dos EUA e um painel de avaliação estão revisando a certificação do avião.

Em um post no início da manhã no Twitter, Trump, dono da companhia aérea Trump Shuttle, de 1989 a 1992 e entusiasta da aviação, deu seu próprio conselho.

“O que eu sei sobre branding, talvez nada (mas eu me tornei presidente!), mas se eu fosse a Boeing, eu iria consertar o Boeing 737 MAX, adicionar alguns recursos extras e renovar o avião com um novo nome. Nenhum produto sofreu como este, mas mais uma vez, o que diabos eu sei?” escreveu o presidente.

O comentário de Trump vem enquanto a Boeing tenta restaurar a confiança em seu jato mais vendido, a principal fonte de lucro e dinheiro da fabricante de aviões com sede em Chicago, que já recebeu cerca de 5 mil pedidos, ou cerca de sete anos de produção, para a aeronave.

“Isso sem dúvida prejudicou a reputação da Boeing e prevemos uma queda no valor da marca em mais de 12 bilhões de dólares”, disse o presidente-executivo David Haigh por email quando perguntado sobre os comentários de Trump.

“Este é um episódio temporário a longo prazo para a Boeing”, disse ele, acrescentando que a Toyota e outros se recuperaram de crises semelhantes de alto nível sem um drástico exercício de rebranding.

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Holanda julgará quatro pessoas por assassinato pela derrubada do voo MH17

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Investigadores identificaram como suspeitos três russos e um ucraniano pela derrubada do avião da Malaysia Airlines, em 2014

Os promotores da Holanda devem indiciar quatro pessoas por assassinato no caso da derrubada, com um míssil russo, do voo MH17, da Malaysia Airlines, na Ucrânia em 2014 e o julgamento começará em março de 2020, anunciaram nesta quarta-feira (17) as famílias das vítimas.

“Um julgamento começará em 9 de março de 2020 contra quatro pessoas acusadas de assassinato”, afirmou à imprensa Silene Fredriksz, que perdeu um filho e sua nora na tragédia, pouco depois de um encontro das famílias das vítimas com as autoridades holandesas sobre a investigação.

Três russos e um ucraniano são suspeitos na derrubada do avião MH17

A equipe internacional que investiga a derrubada do voo MH17 anunciou nesta quarta-feira que ordens de prisão foram emitidas contra três russos e um ucraniano suspeitos de envolvimento no caso.

Os investigadores identificaram como suspeitos os russos Serguei Dubinski, Igor Girkin e Oleg Pulatov, assim como o ucraniano Leonid Karchenko. Os quatro são processados por assassinato pela Promotoria holandesa.

 

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Doador de sêmen é considerado pai por Justiça na Austrália

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O Supremo australiano decretou que o homem, que doou o sêmen há mais de 10 anos, tem direito de visitar regularmente a criança

Austrália: o homem identificado como Robert, doou sêmen para uma amiga lésbica em 2006 (FatCamera/Getty Images)

Um homem que há mais de 10 anos doou sêmen para uma amiga lésbica tem direitos parentais sobre a filha gerada pela mulher, decidiu nesta quarta-feira a Suprema Corte da Austrália.

O tribunal destacou que o homem figura na certidão de nascimento da menina e se manteve “extremamente próximo” da filha, o que lhe dá o direito de se manifestar sobre a possibilidade de que ela vá morar na Nova Zelândia.

O homem, identificado apenas como “Robert” nos documentos legais, concordou em doar seu esperma a uma amiga em 2006 para uma inseminação artificial.

Segundo o tribunal, apesar de não viver junto, “Robert” tem um “papel central no suporte financeiro da menina, em sua educação e no seu bem-estar em geral”.

Os problemas surgiram quando a mãe da menina e sua companheira decidiram se mudar para a Nova Zelândia, em 2015.

A juíza Margaret Cleary decretou que um tribunal inferior se enganou ao decidir contra a paternidade, e determinou que a menina permaneça na Austrália para que “Robert” tenha direito a visitas regulares.

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Egito acusa ONU de querer “politizar” morte de Mursi

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Ex-presidente egípcio Mohamed Mursi desmaiou e faleceu pouco depois após sair de audiência no tribunal

Mohamed Mursi: Ex-presidente egípcio morreu após mal súbido (Mark Wilson/AFP)

O governo do Egito acusou nesta quarta-feira a ONU de querer “politizar” a morte de Mohamed Mursi, uma reação ao pedido do Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos por uma investigação “minuciosa e independente” sobre o falecimento, na segunda-feira, do ex-presidente islamita.

O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Ahmed Hafez, criticou em um comunicado o pedido da ONU após a morte do ex-presidente, que faleceu quando estava no tribunal. Ele afirmou que esta é uma “tentativa deliberada de politizar um caso de morte natural”.

“Qualquer morte súbita na prisão deve ser acompanhada por uma investigação rápida, imparcial, minuciosa e transparente, realizada por um órgão independente para revelar a causa da morte”, afirmou na terça-feira Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos.

Mohamed Mursi ficou preso durante quase seis anos e permaneceu em isolamento. Na segunda-feira, quando estava no tribunal, desmaiou e faleceu pouco depois.

 

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