O governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (16/12) que aumentou a proibição de entrada no país, acrescentando cinco novos países à lista de veto total e estabelecendo novas restrições parciais para outros 15 países. Esta medida foi oficializada por meio de um decreto assinado pelo presidente Donald Trump e representa o retorno a uma das políticas mais marcantes de seu primeiro mandato.
De acordo com a Casa Branca, essa ação tem como objetivo reforçar a segurança nacional e aprimorar os critérios de triagem e verificação para estrangeiros que desejam ingressar nos Estados Unidos.
O anúncio foi feito poucos dias após a prisão de um cidadão afegão acusado de disparar contra dois soldados da Guarda Nacional durante o feriado de Ação de Graças, um incidente que autoridades americanas mencionam em referência às preocupações de segurança.
Com o novo decreto, a entrada nos Estados Unidos ficará completamente proibida para cidadãos de Burkina Faso, Mali, Níger, Sudão do Sul e Síria. Além disso, o governo norte-americano decidiu barrar totalmente a entrada de pessoas portadoras de documentos de viagem emitidos pela Autoridade Palestina, justificando a medida pela dificuldade em verificar a autenticidade desses documentos de forma adequada.
