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domingo, 25/01/2026

Trump afirma que Maduro tentou escapar durante operação nos EUA

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O presidente Donald Trump afirmou neste sábado (3/1) que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, tentou escapar durante uma operação conduzida pelos Estados Unidos. Maduro foi capturado e está sendo levado para Nova York, onde enfrentará acusações ligadas ao narcotráfico.

Durante uma entrevista em sua residência em Mar-a-Lago, Flórida, Trump relatou que Maduro tentou se refugiar em uma sala protegida, mas foi impedido pelos militares americanos.

A operação aconteceu por volta das 2h da manhã, horário de Caracas, e envolveu troca de tiros. Trump ressaltou que Maduro poderia ter sido morto caso tivesse resistido ao ataque.

“Ele estava tentando alcançar um local mais seguro, protegido por portas reforçadas, mas a intervenção rápida impediu sua fuga. Houve resistência e troca de tiros,” afirmou Trump.

Do lado dos EUA, não houve mortes ou feridos, embora o presidente norte-americano não tenha detalhado as perdas venezuelanas. A operação mobilizou 150 bombardeiros de 20 bases diferentes e vinha sendo planejada há meses.

Período de transição

Trump anunciou que o governo dos EUA assumirá o controle da Venezuela durante um período de transição seguro e meticuloso. Os secretários de Estado, Marco Rubio, e da Defesa, Pete Hegseth, liderarão esse processo junto a autoridades locais a serem definidas, podendo incluir a vice-presidente Delcy Rodriguez.

O objetivo da ação seria interromper o tráfico de drogas e retomar o controle das companhias petrolíferas na região, que teriam sido saqueadas por bilhões de dólares.

O governo americano não descarta novas operações na Venezuela caso haja resistência local e pretende compensar aqueles prejudicados pelo regime.

Indiciamento de Maduro

Após sua captura, Maduro e a primeira-dama Cilia Flores foram levados a bordo do navio militar US Iwo Jima. Uma imagem oficial divulgada por Trump mostra Maduro vendado, algemado e escoltado por agentes da agência antidrogas (DEA).

O casal será conduzido a Nova York, onde enfrentará acusações por narcoterrorismo, conspiração para tráfico de drogas e posse de armamento pesado. A custódia do presidente venezuelano será decidida pela Justiça Federal do Estado de Nova York.

Ainda não há previsão para o início do julgamento.

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