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TRF2 permite que Temer saia do Brasil para palestra na Inglaterra

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Por 2 votos a 1, o TRF2 permitiu que Michel Temer viaje para a Inglaterra neste domingo (13)

O ex-presidente Michel Temer foi autorizado a deixar o país

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) permitiu que o ex-presidente Michel Temer saia do Brasil. A defesa de Temer pedia que ele fosse liberado para viajar à Inglaterra, para proferir palestra, entre os dias 13 e 18 deste mês.

Os desembargadores decidiram manter a liminar do relator Ivan Athié, que já havia autorizado a viagem, contrariando decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro. O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF) havia solicitado à Justiça Federal a cassação da liminar que autorizou a viagem, com objetivo de Temer dar palestras na Oxford Union.

O ex-presidente foi preso duas vezes este ano pela Lava Jato do Rio, na Operação Descontaminação, acusado dos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Depois de ter sido solto pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em maio, ele foi proibido de deixar o país sem autorização judicial e teve que entregar o passaporte à Justiça.

O advogado Eduardo Carnelós, que defende Temer, sustentou que não se trata de viagem de turismo e que a ida em nada prejudicaria o processo. “O que esta viagem poderá causar de dano ao processo? Qual é o prejuízo? Qual o sentido jurídico de se impedir esta viagem? Apenas impor humilhação ao paciente e ao país. Que não se imponha ao ex-presidente uma humilhação, a atingir a própria imagem do país”, argumentou Carnelós.

Ele foi rebatido pelo procurador Carlos Alberto Gomes de Aguiar, salientando que Temer é réu e não poderia ter privilégios. “Peço ao tribunal que não submeta o Brasil a um vexame. Fatos que nos envergonham. Ele é réu. Viajar para dar palestra? Ele é réu. Há um grave dano para a credibilidade da Justiça. Réu não merece a deferência. É um atentando a ordem pública. No final das contas, o que se trata aqui é de privilégios. Ele não nos representa”, disse o procurador.

O relator Ivan Athié defendeu a concessão da permissão de viagem a Temer, ressaltando que a entidade onde ele iria palestrar era reconhecida mundialmente e o ex-presidente, uma pessoa de notável conhecimento jurídico.

O presidente da turma, desembargador Abel Gomes, iniciou seu voto dizendo que discordava do relator. Citou a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que proíbe a ausência do país sem autorização judicial e entrega do passaporte. E disse que historicamente sempre indeferiu autorizações de viagens a réus. “O STJ deu o dedo. Agora ele quer o braço”, disse Abel.

O último a votar foi o desembargador Paulo Espírito Santo, que acompanhou o voto do relator, desempatando o resultado, com dois votos favoráveis a Temer, dizendo que já havia dado decisões permitindo a outros réus de viajarem e questionando se Michel Temer, um ex-presidente, iria fugir do país.

*Com Agência Brasil

 

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Doentes crônicos têm tratamento especializado

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Unidade no Paranoá é referência no atendimento de diabéticos, hipertensos e pacientes com problemas cardiovasculares

Valneilde Carvalho Fontenele levou a filha de 10 anos até o ambulatório do HRL em um atendimento de rotina. A criança é acompanhada pelo Cadh há dois anos | Foto: Luiz Fernando Cândido/Região de Saúde Leste

 

O Distrito Federal conta com unidades especializadas no tratamento de doenças crônicas não transmissíveis na rede pública de saúde. Doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão são as mais recorrentes e os pacientes enfermos precisam de cuidados médicos constantemente.

O Centro de Atenção ao Diabético e Hipertenso (Cadh), localizado no ambulatório do Hospital da Região Leste, no Paranoá, é uma das unidades de referência que atende adultos, crianças e adolescentes.

De junho até novembro deste ano, foram realizados 4.177 atendimentos pela equipe multidisciplinar do Centro de Atenção ao Hipertenso e Diabético

O morador do Paranoá Richard Saul, de 18 anos, recebe assistência na unidade já faz algum tempo. “Antes, a glicemia estava muito alta e eles ( os profissionais) me ajudaram a controlar tudo. Estão me ensinando agora a contagem de carboidrato, o que vai me ajudar”, diz. O paciente foi à unidade acompanhado da mãe e relata que já teve casos de diabetes na família.

Valneilde Carvalho Fontenele levou a filha de 10 anos até o ambulatório do HRL em um atendimento de rotina. A criança é acompanhada pelo Cadh há dois anos. “Aqui recebemos tratamento e somos bem atendidas e assistidas por todos. O Cadh é muito bom”, ressalta.

Atendimento

A endocrinologista pediatra da unidade, Emanuella Vital Campos Fernandes, detalha como é realizada a abordagem ao paciente. “Geralmente começa com a consulta. Em seguida, informamos detalhadamente o que é a doença, a sua fisiopatologia. Explicamos porque aconteceu, o seu tratamento e como vai ser a assistência”, explica.

De junho até novembro deste ano, foram realizados 4.177 atendimentos pela equipe multidisciplinar do Centro de Atenção ao Hipertenso e Diabético. Para ser atendido no local, é necessário procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. Havendo necessidade, o paciente é encaminhado ao ambulatório do HRL.

“Os usuários têm suas demandas de saúde mapeadas ou totalmente resolvidas dentro do serviço, por uma equipe multidisciplinar, até a estabilização clínica e compartilhamento do cuidado com a equipe da atenção primária correspondente à área”Mayara de Souza Correia Paixão, gerente de Planejamento, Monitoramento e Avaliação da Dirase, Região de Saúde Leste

De modo geral, nas UBSs os pacientes são avaliados e direcionados aos serviços especializados da atenção secundária nos casos de alto ou muito alto risco. Além do Cadh, há serviços em outras regiões de saúde, como o Cedoh, na Asa Norte, o Cedhic, no Guará, e outros ambulatórios.

Esse atendimento acontece nos ambulatórios e policlínicas que funcionam em todas as regiões de saúde. Com o modelo de atendimento integrado, a expectativa é de maior adesão e continuidade no tratamento dos doentes crônicos e de acesso à rede de atenção especializada.

“Os usuários possuem suas demandas de saúde mapeadas ou totalmente resolvidas dentro do serviço, por uma equipe multidisciplinar, até a estabilização clínica e compartilhamento do cuidado com a equipe da atenção primária correspondente à área”, frisa a gerente de Planejamento, Monitoramento e Avaliação da Diretoria de Atenção Secundária (Dirase), Região de Saúde Leste, Mayara de Souza Correia Paixão.

O morador do Paranoá Richard Saul, de 18 anos, recebe assistência na unidade já faz algum tempo. Ele teve casos de diabetes na família | Foto: Luiz Fernando Cândido/Região de Saúde Leste

Equipe multidisciplinar

O Centro de Atenção ao Diabético e Hipertenso (Cadh) conta com uma equipe de atendimento multidisciplinar com endocrinologista, cardiologista, nutricionista, psicólogo, assistente social, oftalmologista, neurologista, enfermeiro e técnico de enfermagem.

O Cadh é um serviço ambulatorial que dispõe a Atenção à Saúde da Pessoa com Doenças Crônicas Não Transmissíveis: hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus. É um dos centros no DF que atendem ao público adulto e infantil.

*Com informações da Secretaria de Saúde

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Hospitais públicos guardam ciência e pesquisa em bibliotecas próprias

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Acervo está disponível para servidores, residentes e estudantes de medicina e enfermagem. Hoje, DF conta com quatro unidades em funcionamento

Cada biblioteca tem um acervo especializado em uma área da saúde. No caso do Hmib, o conteúdo é focado em obras de pediatria, ginecologia e obstetrícia | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Quando os estudantes de enfermagem Ana Aparecida Santos, 23 anos, e Thyago Pereira Decena, 27 anos, que fazem estágio no Hospital Materno Infantil Dr. Antonio Lisboa (Hmib), na Asa Sul, têm dúvidas durante um atendimento, eles sabem exatamente onde buscar o conhecimento: na biblioteca localizada na unidade de saúde.

“É uma biblioteca bem completa. Quando estamos [atuando] na prática e fica uma dúvida, usamos a biblioteca para buscar as informações”, conta Ana Aparecida. O ato faz parte do período de “internato” (último ano do curso) dos estudantes, quando eles precisam entregar uma devolutiva sobre os atendimentos para serem avaliados.

Servidores da Secretaria de Saúde, residentes e alunos dos cursos de medicina e enfermagem da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências de Saúde (Fepecs), da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), da Escola Técnica de Saúde de Brasília (Etesb) e das entidades vinculadas têm acesso à informação especializada de saúde no acervo disponível nas bibliotecas mantidas em alguns hospitais da rede pública.

Estanis Martinele, bibliotecária do Hmib

A função é nutrir a categoria com bibliografia nacional e internacional em ciências da saúde. As bibliotecas disponibilizam aos usuários os serviços de empréstimo de publicações, computação bibliográfica, normalização de documentos e pesquisa em bases de dados, mediante a apresentação do crachá ou documento de identidade e comprovante de vínculo funcional.

De acordo com a Secretaria de Saúde, outros três hospitais, além do Hmib, contam com bibliotecas abertas para visitação. São eles: o Hospital Regional do Gama (HRG), o Hospital da Região Leste (HRL) e o Hospital Regional de Ceilândia (HRC).

Conteúdo

Cada biblioteca tem um acervo especializado em uma área da saúde. No caso do Hmib, o conteúdo é focado em obras de pediatria, ginecologia e obstetrícia. “O objetivo da biblioteca é promover acesso à informação. Como o Hmib é especializado nessas três áreas, o nosso acervo tem livros com esse foco para ajudar os servidores e os estudantes”, explica a bibliotecária Estanis Martineli, que trabalha há dois anos na unidade.

Em média, o local no Hmib atende 240 pessoas por mês. Ao todo são cerca de 400 títulos disponíveis no local, mas o acervo sempre sofre alterações devido à possibilidade que as unidades têm de trocar entre si as obras, de acordo com a demanda dos usuários. Livros, artigos, trabalhos de conclusão de curso e CDs e DVDs integram a rede de bibliotecas da Secretaria de Saúde (SES). O conteúdo disponível pode ser conferido no site oficial (acesse aqui).

Além das publicações, o espaço tem três computadores com acesso à internet e uma sala reservada. O local é o preferido do estudante Thyago Pereira Decena para as discussões temáticas com os demais colegas de curso. “Eu gosto muito do espaço reservado, porque podemos debater em grupo. Também considero o acervo completo, com livros brasileiros e internacionais”, afirma Thyago.

Thyago Pereira Decena, estudante de enfermagem

Durante a pandemia, a bibliotecária Lucimar Menezes, também do Hmib, notou uma mudança no perfil de pesquisa dos usuários. “Tivemos mais demanda sobre bibliografias ligadas à covid-19. Recebemos pedidos de levantamento bibliográfico sobre o tema”, revela.

Uma das demandas foram estudos sobre o atendimento de pacientes com diabetes diagnosticados com coronavírus. “Essa foi uma novidade. Os staffs [compostos pelos médicos da SES que dão aula] nos procuraram mais nesse período de pandemia. O nosso público, em geral, são os estudantes”, completa Estanis.

A crise sanitária também mudou a rotina. Os usuários podem ficar mais tempo com os livros. Cada publicação passa por 40 dias de isolamento e higiene antes de retornar para as prateleiras. O limite de pessoas dentro dos espaços também sofreu mudanças para evitar aglomerações.

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Doentes crônicos têm tratamento especializado

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Unidade no Paranoá é referência no atendimento de diabéticos, hipertensos e pacientes com problemas cardiovasculares

O Distrito Federal conta com unidades especializadas no tratamento de doenças crônicas não transmissíveis na rede pública de saúde. Doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão são as mais recorrentes e os pacientes enfermos precisam de cuidados médicos constantemente.

O Centro de Atenção ao Diabético e Hipertenso (Cadh), localizado no ambulatório do Hospital da Região Leste, no Paranoá, é uma das unidades de referência que atende adultos, crianças e adolescentes.

O morador do Paranoá Richard Saul, de 18 anos, recebe assistência na unidade já faz algum tempo. “Antes, a glicemia estava muito alta e eles ( os profissionais) me ajudaram a controlar tudo. Estão me ensinando agora a contagem de carboidrato, o que vai me ajudar”, diz. O paciente foi à unidade acompanhado da mãe e relata que já teve casos de diabetes na família.

Valneilde Carvalho Fontenele levou a filha de 10 anos até o ambulatório do HRL em um atendimento de rotina. A criança é acompanhada pelo Cadh há dois anos. “Aqui recebemos tratamento e somos bem atendidas e assistidas por todos. O Cadh é muito bom”, ressalta.

Atendimento

A endocrinologista pediatra da unidade, Emanuella Vital Campos Fernandes, detalha como é realizada a abordagem ao paciente. “Geralmente começa com a consulta. Em seguida, informamos detalhadamente o que é a doença, a sua fisiopatologia. Explicamos porque aconteceu, o seu tratamento e como vai ser a assistência”, explica.

De junho até novembro deste ano, foram realizados 4.177 atendimentos pela equipe multidisciplinar do Centro de Atenção ao Hipertenso e Diabético. Para ser atendido no local, é necessário procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. Havendo necessidade, o paciente é encaminhado ao ambulatório do HRL.

De modo geral, nas UBSs os pacientes são avaliados e direcionados aos serviços especializados da atenção secundária nos casos de alto ou muito alto risco. Além do Cadh, há serviços em outras regiões de saúde, como o Cedoh, na Asa Norte, o Cedhic, no Guará, e outros ambulatórios.

Esse atendimento acontece nos ambulatórios e policlínicas que funcionam em todas as regiões de saúde. Com o modelo de atendimento integrado, a expectativa é de maior adesão e continuidade no tratamento dos doentes crônicos e de acesso à rede de atenção especializada.

“Os usuários possuem suas demandas de saúde mapeadas ou totalmente resolvidas dentro do serviço, por uma equipe multidisciplinar, até a estabilização clínica e compartilhamento do cuidado com a equipe da atenção primária correspondente à área”, frisa a gerente de Planejamento, Monitoramento e Avaliação da Diretoria de Atenção Secundária (Dirase), Região de Saúde Leste, Mayara de Souza Correia Paixão.

O morador do Paranoá Richard Saul, de 18 anos, recebe assistência na unidade já faz algum tempo. Ele teve casos de diabetes na família | Foto: Luiz Fernando Cândido/Região de Saúde Leste

Equipe multidisciplinar

O Centro de Atenção ao Diabético e Hipertenso (Cadh) conta com uma equipe de atendimento multidisciplinar com endocrinologista, cardiologista, nutricionista, psicólogo, assistente social, oftalmologista, neurologista, enfermeiro e técnico de enfermagem.

O Cadh é um serviço ambulatorial que dispõe a Atenção à Saúde da Pessoa com Doenças Crônicas Não Transmissíveis: hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus. É um dos centros no DF que atendem ao público adulto e infantil.

 

 

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Natal no Cerrado celebra meio ambiente no DF

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Ações de conscientização ambiental começam na sexta-(3) nos parques ecológicos do Riacho Fundo e Sucupira, em Planaltina, e vão até 6 de janeiro

O Governo do Distrito Federal, por meio do Instituto Brasília Ambiental e da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), promove, nesta sexta-feira (3), às 9h, a abertura do Natal no Cerrado 2021, no Parque Ecológico Sucupira, em Planaltina. A ação natalina de conscientização ambiental acontecerá até 6 de janeiro de 2022, simultaneamente, na unidade de Sucupira e no Parque Ecológico do Riacho Fundo.

As fotografias do concurso Eu Amo Cerrado, promovido na Semana do Cerrado 2021, também poderão ser apreciadas pelos visitantes | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental

“Essas exposições são fruto de uma parceria entre o Brasília Ambiental, Sema e CitiNova e foram pensadas para incentivar um olhar mais amoroso para as belezas que nos cercam, compondo as unidades que integram o Projeto Parque Educador”Marcus Paredes, chefe da Educ

Nesta edição serão disponibilizados novos painéis da exposição “Natureza é…”, que realça a beleza do cerrado com frases inspiradoras. Com ajuda de QR Code, os frequentadores das UC’s poderão ouvir o som dos animais representados durante a experiência, que contará também com banners e publicações sobre a importância do bioma e sua preservação.

As fotografias do concurso Eu Amo Cerrado, promovido na Semana do Cerrado 2021, também poderão ser apreciadas pelos visitantes. “Essas exposições são fruto de uma parceria entre o Brasília Ambiental, Sema e CitiNova e foram pensadas para incentivar um olhar mais amoroso para as belezas que nos cercam, compondo as unidades que integram o Projeto Parque Educador”, aponta Paredes.

Riacho Fundo

E por falar em Parque Educador, o Parque Ecológico do Riacho Fundo, que integra o projeto, receberá no dia 7 de dezembro, a partir das 9h, exposições em continuidade às atividades realizadas na inauguração do Natal no Cerrado. O evento terá a presença de alunos da Escola Classe 2 do Riacho Fundo, que participaram do programa em 2021.

Os visitantes interessados poderão ainda contribuir com a recuperação do cerrado na ação “Muvuca de Sementes”, onde serão realizados plantios com sementes de plantas nativas em locais específicos das duas unidades de conservação.

*Com informações do Brasília Ambiental

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Réveillon é cancelado no DF

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Governado Ibaneis Rocha, teme pela nova variante Ômicron

© Dênio Simões/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal decidiu suspender as flexibilizações das medidas contra a covid-19 previstas para o final do ano, e cancelou a festa de Réveillon na capital federal. O cancelamento  foi confirmado por publicação em seu Tweettar terça-feira (30/11), pelo chefe do Executivo local, Ibaneis Rocha (MDB).

De acordo com o governador, a definição foi feita em reunião nesta manhã, para tratar do assunto. O cancelamento ocorreu diante do risco da nova variante do novo coronavírus, a Ômicron. Por enquanto, a nova cepa não foi confirmada no Brasil e nem no DF mas, segundo Ibaneis, é preciso cuidado. “Queremos evitar a possível circulação da nova variante”, disse.

Há cerca de uma semana, o chefe do Executivo local anunciou que a Secretaria de Cultura preparava uma festa com, pelo menos, cinco palcos e shows no DF. À época, Ibaneis reiterou que o avanço da vacinação e a queda dos índices da pandemia eram favoráveis para as comemorações.Veja abaixo.

 

 

 

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Quer conhecer qual é a estrutura de uma UPA?

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Com fotos, a Agência Brasília apresenta os 15 espaços diferentes de cada unidade e suas respectivas funções

Maria Antônia Prota, de 89 anos, foi atendida na UPA após sofrer um corte no pé | Fotos: Geovana Albuquerque / Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) está construindo sete Unidades de Pronto Atendimento (UPA), das quais quatro já foram inauguradas: uma em Ceilândia, uma no Paranoá, uma no Gama e no Riacho Fundo II. A Agência Brasília visitou a UPA Ceilândia II nesta quarta-feira (3) para mostrar como funciona esse tipo de unidade, que está entre a Unidade Básica de Saúde (UBS) e o hospital na escala de atendimento à população.

Inaugurada em 24 de setembro, no primeiro mês, a UPA Ceilândia II realizou mais de 5,5 mil atendimentos, sendo cerca de 2 mil  atendimentos de urgência e 3 mil  atendimentos médicos. Mensalmente, o número de acolhimentos com classificação de risco ultrapassa os 3,1 mil.

As novas UPAs construídas pelo GDF seguem o mesmo padrão. Todas têm capacidade de atender 4,5 mil pessoas por mês e possuem mais de 154 profissionais para atender a comunidade, incluindo médicos. enfermeiros, laboratoristas e administrativo. Elas possuem também sala para exames de raio-x e laboratório para exames gerais. O investimento médio nas novas unidades é de R$ 6,5 milhões.

Além das unidades no Gama, Paranoá, Riacho Fundo II e Ceilândia, nos próximos meses, o GDF se prepara para entregar UPAs em Planaltina, Brazlândia e Vicente Pires.

Enquanto acompanhava o fluxo de atendimento na UPA Ceilândia II, a reportagem conversou com Joana Darc, de 65 anos. Ela levou a mãe Maria Antônia Prota, de 89 anos, para ser atendida após sofrer um corte no pé. Joana aprovou a inauguração da UPA e o atendimento na unidade.

“Vai ser muito bom para nós ter essa unidade perto de casa, a população estava precisando demais. A estrutura é ótima, estão de parabéns”, elogiou Joana Darc.

As UPAs são o caminho para atendimento de urgência e emergência em clínica médica, casos de pressão e febre alta, fraturas e cortes e exames como raio-x, eletrocardiograma e demais procedimentos laboratoriais.

Nesses espaços são ofertados serviços de média e alta complexidade, como se fosse o meio-termo entre a Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os hospitais. O que determina a ordem de atendimento é a gravidade do risco, e não a ordem de chegada. Se você ainda tem dúvida de quando deve procurar uma UBS, UPA ou hospital, clique aqui.

“Ela vem para uma área que já buscava esse tipo de atendimento, uma área carente, e chega para atender 4,5 mil usuários, desde situações leves até situações graves. Essa UPA chega para desafogar hospitais e trazer qualidade no atendimento, além de fazer um diagnóstico melhor. É fundamental essa UPA hoje do Setor O, que atende inclusive outras regiões que não eram assistidas”, comenta o gerente da UPA, Flávio Amorim.

Conheça, a seguir, a estrutura da UPA Ceilândia II

Recepção

Ao entrar na UPA, o usuário retira uma senha no painel eletrônico para ser acolhido na triagem e classificado de acordo com classificação do enfermeiro atendido na triagem. Em seguida, retorna à recepção para fazer seu cadastro e ser atendido em seguida. O local conta com cadeiras, banheiros adaptados e Wi-Fi grátis à disposição.

Sala Verde

Com 10 poltronas, o espaço é destinado a pacientes de casos mais leves, medicações rápidas e observação e um atendimento mais rápido de ser liberado. É também onde eles recebem medicação. A sala conta com quatro técnicos e um enfermeiro.

Sala Amarela

Destinada a pacientes que aguardam resultados de exames, pareceres ou precisam ser observados por um período maior de tempo. Nela há seis camas e um leito de isolamento. A sala conta com um médico, um enfermeiro e dois técnicos de enfermagem 24h por dia.

Sala Vermelha

Possui dois leitos e é destinada a pacientes graves. Conta com um médico, um enfermeiro e dois técnicos de enfermagem 24h por dia. A sala dispõe de ventiladores de última geração, desfibriladores, camas com balança de pesagem, eletrocardiograma, bombas de infusão e outros equipamentos.

Sala de assistente social

Fundamental no acolhimento de pacientes usuários de drogas, com transtorno social, de pessoas carentes, entre outras que que apresentem situação vulnerável. Funciona todos os dias da semana, de 7h às 19h.

Consultórios

As novas UPAs do DF dispõem de três consultórios e sala de espera entre os consultórios.

Sala de eletrocardiograma

Destinada para realização de exame de eletrocardiograma (ECG) para examinar pacientes.

Sala de coleta

Local onde é coletado sangue do paciente, conta com duas poltronas.

Sala de raio-x

Embora o Ministério da Saúde não exija que as UPAs tenham uma sala de raio-x, as novas unidades construídas pelo GDF possuem equipamento e equipe capacitada. Elas são equipadas com equipamentos de última geração. Funciona 24h por dia, onde são feitos em média 15 exames por dia.

Laboratório

Onde são analisados os materiais. Possui refrigerador, microscópio, centrífuga, contador de células e outros equipamentos.

Onde são analisados os materiais. Possui refrigerador, microscópio, centrífuga, contador de células e outros equipamentos.

Farmácia

Equipada com sedativos, testes rápidos e medicamentos para atendimento. Conta com um farmacêutico e um auxiliar de enfermagem 24h por dia.

Tanque de oxigênio

Onde fica armazenado o oxigênio para atender os pacientes. Há também uma sala onde fica armazenada a central de oxigênio com cilindros de backup e de transporte cilindros de oxigênio

Sala de vácuo, oxigênio e ar comprimido

Neste espaço ficam as máquinas de última geração com capacidade para atender a todos os pacientes com os insumos necessários.

Gerador de energia

A UPA também dispõe de gerador e Nobreak de energia para em caso de falta de energia.

Posto policial

A segurança é feita dentro da UPA e no perímetro dela, para cuidar de pacientes e do patrimônio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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