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Toyota e Subaru se unem para desenvolver SUV elétrico

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A ideia é dividir o custo de se produzir um carro de emissões mais baixas, mas montadoras disseram em comunicado que vendas serão sob suas próprias marcas

BAIXA EMISSÃO: montadoras de todo o mundo competem para desenvolver novas tecnologias para veículos (Getty Images/Getty Images)

TÓQUIO — A Toyota e a Subaru anunciaram nesta quinta-feira que planejam desenvolver em conjunto um veículo utilitário esportivo elétrico em uma plataforma produzida em conjunto para tentar dividir o custo de produzir um carro de emissões mais baixas.

A dupla aplicará as tecnologias de tração nas quatro rodas da Subaru e as tecnologias de eletrificação de veículos da Toyota ao novo SUV, que cada um venderá sob suas próprias marcas, disseram as montadoras em um comunicado.

A mudança para compartilhar tecnologia ressalta o enigma que a Toyota e outras montadoras globais enfrentam, que estão competindo para desenvolver novas tecnologias de veículos, incluindo carros elétricos com bateria e carros autônomos, que exigem investimentos maciços.

“A Subaru e a Toyota acreditam que é necessário seguir um modelo de negócios que vai além das convenções, ultrapassando as fronteiras industriais”, disseram as montadoras.

A Toyota está buscando parcerias com montadoras e empresas de tecnologia rivais para reduzir o gasto de capital para o desenvolvimento dessas novas tecnologias. Em abril, a empresa anunciou que forneceria às outras montadoras sua tecnologia híbrida, uma área que liderou desde que foi pioneira do Prius em 1997.

Como a menor das principais montadoras do Japão, a Subaru está lutando para investir e desenvolver veículos de baixa emissão e serviços de transporte sob demanda, considerados necessários para sobreviver à agitação tecnológica na indústria automobilística mundial.

O anúncio desta quinta-feira baseia-se numa parceria entre a Toyota e Subaru existente desde 2005. A Toyota é o maior acionista da Subaru, com uma participação de 16,77%, mostrou dados Refinitiv.

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Niantic processa grupo de supostos trapaceiros do ‘Pokémon Go’

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Empresa afirma que o Global++ está destruindo o jogo com seu aplicativo

A Niantic processou membros do Global++ por supostamente oferecerem versões “derivadas não autorizadas” (hackeadas) do Pokémon Go, do Ingress e até mesmo do ainda beta Harry Potter: Wizards Unite. Os aplicativos móveis modificados não só violam os direitos de propriedade intelectual, disse a Niantic, mas “afetam a integridade da experiência de jogo” ao ajudar os jogadores a trapacear. Isso prejudica o entusiasmo das pessoas e, portanto, poderia “interferir” nos negócios da Niantic.

Alguns dos membros do Global++ foram nomeados, incluindo o suposto líder, Ryan Hunt, e o promotor do YouTube, Alen Hundur. Fora isso, existem também 20 membros anônimos que não foram identificados até o momento.

Apesar de não ter divulgado comunicado oficial, a Global++ retirou seu site e servidores do ar. Ela diz estar fechando “indefinidamente” para honrar suas “obrigações legais”.

Assim como acontece com outros processos judiciais, alguns aspectos do processo da Niantic podem ser controversos. Embora a Global++ claramente não tenha permissão para modificar os apps da empresa, alguns questionam se os estúdios estão realmente perdendo receita devido a isso.

Contudo não existem dúvidas de que aplicativos que ajudam a trapacear podem estragar a experiência do usuário, e a Niantic deve achar que uma ação judicial impedirá outras possíveis dores de cabeça com trapaceiros.

Via: Engadget

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CEO da Huawei revela qual prejuízo esperado após sanções dos EUA

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O CEO afirma que a empresa pode não se recuperar até 2021. Eles esperam uma queda de 40% na demanda de smartphones da marca mundo afora

Ren Zhengfei, fundador e CEO da Huawei, disse que espera que as sanções dos EUA contra a empresa causem uma queda de bilhões de dólares na receita gerada pela companhia neste ano. Ele afirma que o faturamento pode cair para US$100 bilhões este ano, ante os US$104 bilhões registrados em 2018. Anteriormente, sua previsão era de U$125 bilhões de receita em 2019.

“Não esperávamos que [a administração de Trump] nos atacasse em tantos aspectos”, disse Ren à Reuters, embora tenha acrescentado que a empresa não espera cortar gastos e nem realizar demissões em grande escala.

No começo, o CEO foi bastante afiado em sua resposta à ordem executiva assinada por Trump, e disse que a Huawei tinha planos de contingência para lidar com a proibição. No entanto, todas as implicações da proibição tornaram-se mais complicadas para a empresa do que o esperado.

O Google suspendeu a licença da empresa para o uso do Android nos próximos celulares da companhia, a ARM não irá mais vender seus chipsets e vários países estão mudando para suspender o uso dos equipamentos de rede 5G que a companhia chinesa pretende fornecer. Até mesmo o uso de cartões SD e tecnologia Wi-Fi foi afetado, embora não tenha sido totalmente proibido.

Ren confirmou que essas questões podem resultar em uma queda na demanda internacional de smartphones da marca de até 40% – havia uma estimativa de que a empresa esperava uma redução de 60%. Levando tudo isso em conta, o CEO disse que a empresa pode não se recuperar até 2021.

Via: The Verge

 

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Samsung recomenda varredura de TVs QLED em busca de vírus

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Empresa publicou vídeo no Twitter indicando como ativar o antivirus, mas disse que não foi em resposta a uma ameaça específica

 

Quase tudo que se conecta à internet pode ser hackeado e a Samsung sabe disso. Por essa razão, a empresa publicou no Twitter um vídeo no domingo com um tutorial de como verificar se sua Smart TV está infectada por vírus.

Não está claro o que motivou a publicação e nem porque o sistema operacional não faz automaticamente a busca em segundo plano. Porém, devido às inúmeras perguntas, a sul-coreana excluiu o tweet na manhã desta segunda-feira (17/6). Mas você pode conferi-lo aqui graças ao CNET, que salvou o texto.

A verificação do seu computador em busca de vírus é importante para mantê-lo funcionando sem problemas. Isso também vale para a sua TV QLED se ela estiver conectada ao Wi-Fi! 

Evite ataques de software mal-intencionado à sua TV, usando o antivírus na sua TV a cada poucas semanas. Veja como  pic.twitter.com/7hWUfJwy1K

– Suporte Samsung EUA (@SamsungSupport) 17 de junho de 2019

A conta respondeu no Twitter que o vídeo foi postado “para a educação do cliente e para tê-lo como uma etapa específica de solução de problemas” e não necessariamente foi feito em resposta a qualquer ameaça específica.

Para procurar vírus em sua TV Samsung QLED, vá para “Configurações” e depois “Geral”. Uma vez lá, role para baixo até “Gerenciamento do sistema”, clique na guia “Segurança inteligente” e depois “Digitalizar”. Isso acionará o software antivírus integrado para fazer uma varredura de verificação na sua televisão. Quase todas as TVs da Samsung acima de 40 polegadas são Smart Tvs, ou seja, podem se conectar a redes Wi-Fi

Muitas das TVs da empresa operam com o Tizen, um sistema operacional proprietário, que possui um navegador da Web e uma loja de aplicativos, oferecendo assim duas portas de entrada para códigos maliciosos entrarem na sua televisão. Portanto, talvez a dica da Samsung seja valiosa.

Via: CNET

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