O Tesouro Nacional divulgou um relatório com previsões sobre as finanças do país para os próximos dez anos. O estudo mostra que as contas do Governo Central deverão passar de um déficit em 2026 para um superávit até 2035, indicando um avanço na gestão fiscal.
De acordo com o relatório, a receita do governo deve aumentar gradualmente, atingindo um pico em 2032, enquanto as despesas devem diminuir em relação ao PIB até 2035, seguindo regras para manter a sustentabilidade das contas públicas.
As despesas obrigatórias, que incluem benefícios da Previdência Social e investimentos mínimos em saúde e educação, crescerão moderadamente, assim como as despesas discricionárias, que são gastos facultativos do governo.
A dívida pública bruta do governo geral deve crescer até 2032, chegando a cerca de 88% do PIB, e depois diminuir levemente até 2035. A dívida líquida seguirá um padrão semelhante, terminando em torno de 75% do PIB ao final do período.
Para manter a dívida estável em 2025, será necessário um esforço fiscal adicional, ou seja, o governo terá que gerar economias maiores do que atualmente previsto.
O relatório também traz análises com diferentes cenários econômicos e detalha aspectos importantes das receitas e despesas públicas conforme recentes reformas e políticas adotadas pelo governo.
Este documento é importante para ajudar a população e especialistas a entenderem melhor a situação financeira do país e os desafios para garantir a saúde das contas públicas a longo prazo.
*Informações fornecidas pelo Governo Federal
