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Tempestades de inverno: onda de frio extremo leva o caos aos EUA

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Massa de ar do Ártico empurra os termômetros para mínimas históricas no sul e no centro do país, pouco acostumados a temperaturas tão extremas, provocando mortes, cortes de energia e suspensão da vacinação contra a covid

(crédito: Montinique Monroe/AFP)

Uma tempestade de inverno intensa no sul e centro dos Estados Unidos, já considerada histórica, deixou milhões de pessoas sem eletricidade e, pelo menos, 20 mortos nos últimos dias — sete só ontem. No estado da Carolina do Norte, a situação foi agravada por um tornado, que provocou três óbitos. Segundo especialistas, as condições do Ártico levaram a níveis recorde de temperaturas baixas em vários estados pouco acostumados — e mal preparados — a um frio tão extremo. A vacinação contra a covid-19 teve de ser suspensa nas áreas mais castigadas.

O Serviço Meteorológico Nacional (NWS) informou que a situação deve se alastrar pelo país, com temperaturas mínimas até sexta-feira. A tempestade de inverno, segundo as previsões, vai se deslocar para o Nordeste dos EUA antes de “fazer uma linha reta” para o leste do Canadá. “Mas não antes de provocar fortes nevascas e geadas em partes do leste dos Grandes Lagos e Nova Inglaterra”, assinalou o NWS, deixando mais de 150 milhões de americanos em alerta.

Diante das estimativas, o governador de Nova York, Andrew Cuomo, ordenou aos serviços de emergência que se preparassem para o granizo e geadas. “Esse sistema meteorológico maciço está fazendo seu caminho através do país e pronto para entregar um golpe de neve, gelo e fortes ventos em todo o estado durante os próximos dois dias”, justificou.

Chuvas congelantes, nevascas e frio polar atingem o país nos últimos dias. De acordo com informações do weather.com, com sede em Atlanta, a tempestade invernal provocou ao menos quatro tornados, incluindo o registrado na Carolina do Norte, na madrugada de ontem, que afetou, especialmente, duas comunidades costeiras de Brunswick.

“Estima-se que, ao menos, 50 casas foram afetadas no incidente e várias linhas elétricas foram danificadas, provocando cortes de luz”, informaram os serviços de emergência do condado, em um comunicado. Fotos e vídeos divulgados pelos meios de comunicação mostravam árvores derrubadas, casas e automóveis destruídos.

Bem mais acostumado a recordes de calor, o Texas está sendo, particularmente, afetado pela onda polar. Segundo o site poweroutage.us, mais de 4 milhões de clientes residenciais, comerciais e industriais ficaram sem eletricidade no estado até a manhã de ontem. Na capital do estado, Austin, a temperatura era de -12 graus Celsius, muito abaixo da média de fevereiro.

Emergência

A situação no Texas, onde 10 pessoas teriam morrido, levou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a assinar, no domingo, uma declaração de emergência no estado, fornecendo assistência federal. Cenas pouco comuns aconteceram em Houston, onde os moradores montaram bonecos de neve.

Também foi decretado estado de emergência em outros estados, como Alabama, Oklahoma, Kansas, Mississippi e Oregon, onde 200 mil pessoas permaneciam, ontem, sem eletricidade. “Não sobrevivemos a quase um ano de pandemia para perder pessoas para uma nevasca ou tempestade de gelo”, declarou o governador do Kentucky, Andrew Beshear.

Nas cidades do Mississippi, os moradores acordaram com uma paisagem incomum: ruas cobertas de neve e gelo. Sem recursos para lidar com a situação, as autoridades se esforçaram para garantir o mínimo, como limpar as estradas, uma vez que não possuem máquinas de remoção de neve, porque raramente precisa delas, conforme o The New York Times.

De acordo com o NWS, tempestades, chuvas fortes e baixas temperaturas também são esperadas para a Flórida. “Essa espetacular onda de frio que atinge o território continental dos Estados Unidos está ligada à combinação de uma alta pressão ártica com temperaturas congelantes e uma depressão muito ativa com ondas de precipitação”, especificou o serviço de meteorologia, acrescentando: “Centenas de recordes de frio foram registrados e serão quebrados.”

No centro do país, as temperaturas já atingiram recordes, durante o fim de semana, com -45ºC em partes de Minnesota, um dos estados mais frios dos Estados Unidos.

Atenas debaixo da neve

Numa situação pouco usual, a Acrópole de Atenas acordou, ontem, sob um manto de neve, que também cobriu outros monumentos da antiguidade na capital grega. Além da paisagem inusitada, a onda fria Medeia, que atingiu todo o país, causou transtornos. A nevasca interrompeu o trânsito em alguns bairros do centro. As avenidas e rodovias foram cobertas por uma espessa película branca nos subúrbios ao norte da capital, onde não havia limpadores de neve suficientes para liberar a rede viária. Os fortes ventos obrigaram os navios que ligam Atenas às ilhas do Egeu a permanecerem no porto. Rajadas de mais de 100km/h foram registradas. Por conta da situação, o programa de vacinação contra
a covid foi suspenso.

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Confiança na vacina contra covid-19 aumenta no mundo, diz estudo

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Nos seis países onde a pesquisa foi realizada, a maioria das pessoas privilegia as medidas sanitárias para proteger a população em relação à economia

Diversos países europeus restringiram a aplicação da vacina em idosos, como França, Alemanha, Itália, Suécia e Polônia (Amanda Perobelli/Reuters)

A confiança da população em relação à vacina contra a covid-19 aumenta em países como Reino Unido, Estados Unidos e até na França, país tradicionalmente cético, conforme confirmado nesta segunda-feira (1) por estudo publicado pelo Kekst CNC.

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Reino Unido busca brasileiro misterioso que levou a variante da covid ao país

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Corrida para localizar o portador da mutação brasileira do coronavírus inclui testagem em massa; governo estuda medidas mais restritivas nas fronteiras

Londres: governo britânico procura portador da variante brasileira da covid (Suzie Howell/The New York Times)

Neste domingo, dia 28, o governo britânico informou que três casos da variante brasileira da Covid-19 foram identificados na Inglaterra e outros três, na Escócia. O alerta acendeu a luz amarela nas autoridades sanitárias. Falta encontrar um dos portadores da mutação do vírus — cinco já foram rastreados. Todos estiveram no Brasil recentemente. O infectado misterioso, que pode ser um brasileiro, não preeencheu os dados pessoais no formulário solicitado pelas autoridades de saúde na chegada ao país.

Os passageiros que chegam ao Reino Unido são testados para a Covid-19 no aeroporto. É preciso informar o número de telefone para que as autoridades possam entrar em contato caso o resultado do exame dê positivo.

Dos três infectados na Inglaterra, dois têm um histórico de viagens frequentes ao Brasil. Ambos moram no condado de Gloucester, no sudoeste do país. Todas as pessoas com as quais eles têm contato já foram rastreadas e testadas para o coronavírus. “Há um terceiro portador da variante que até agora não conseguimos rastrear”, disse o governo britânico no domingo.

A corrida para encontrar o portador misterioso já começou. O governo vai fazer testagens em massa no condado de Gloucester e rastrear os passageiros de voos recentes do Brasil para o Reino Unido. As duas  pessoas infectadas pela variante que moram na Inglaterra estavam no voo Swiss Air LX318, que saiu de São Paulo no dia 10 de fevereiro. É importante mapear com quem os portadores da variante tiveram contato para que essas pessoas também sejam testadas e colocadas em quarentana, se necessário, para evitar que a nova cepa se espalhe.

A preocupação com a circulação da nova variante, considerada mais transmissível, acendeu o alerta máximo no Reino Unido. O governo britânico já estuda medidas mais restritivas em relação às fronteiras. Nesta segunda, dia 1º, o Ministério de Saúde deve se reunir com membros do Parlamento para atualizá-los sobre as últimas informações sobre a presença da P.1 no país e as providências necessárias para conter sua circulação.

Um estudo reente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revela que a carga viral das pessoas infectadas com a nova cepa pode ser dez vezes mais alta do que a encontrada em pacientes contaminados com versões anteriores do vírus. No Brasil, a P.1 já foi identificada em estados como o Amazonas, São Paulo, Rio Grande do Sul.

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Não seja egoísta e tome a vacina contra covid, diz rainha Elizabeth

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A monarca do Reino Unido e seu marido, o príncipe Philip, de 99 anos receberam a primeira dose da vacina no castelo de Windsor

Rainha Elizabeth: mais de 18,6 milhões de britânicos já receberam a primeira dose da vacina (Ben Stansall/Reuters)

A rainha Elizabeth, de 94 anos, que no mês passado tomou a primeira dose da vacina contra a covid-19, encorajou os britânicos a também tomar o imunizante dizendo que não dói e que aqueles que estão receosos devem pensar nos demais.

A monarca do Reino Unido e seu marido, o príncipe Philip, de 99 anos e que está internado em um hospital com uma infecção não relacionada à covid-19, receberam a primeira dose da vacina no castelo de Windsor, onde estão morando durante a pandemia. A idade de ambos os coloca entre os grupos prioritários da campanha britânica de vacinação.

“Uma vez que você recebe a vacina, você tem a sensação de saber que está protegido, e acho que é muito importante, e pelo que pude perceber é bastante inofensiva”, disse a rainha em uma videoconferência com autoridades de saúde que supervisionam a vacinação nos quatro países que compõem o Reino Unido.

“Foi muito rápido, e recebi várias cartas de muitas pessoas que ficaram bastante surpresas sobre quão fácil foi receber a vacina. E a injeção — não doeu nada”, disse ela, que comparou o vírus a uma praga.

Mais de 18,6 milhões de britânicos já receberam a primeira dose da vacina, e celebridades incluindo o cantor Elton John e o ator Michael Caine se juntaram a campanhas para encorajar as pessoas a se vacinar quando uma dose estiver disponível.

“É obviamente difícil para as pessoas se elas nunca receberam uma vacina, porque elas devem pensar nas outras pessoas em vez de em nelas mesmas”, disse a rainha, que descreveu a campanha de vacinação britânica, uma das mais rápidas do mundo, como “notável”.

Outros membros da família real britânica, como o herdeiro do trono, príncipe Charles, e seu filho mais velho, príncipe William, visitaram centros de vacinação para agradecer aos funcionários e voluntários por seu trabalho.

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Israel diz que metade da população recebeu vacina contra covid-19

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O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pretende vacinar todos os israelenses acima de 16 anos até o final de março

(Bloomberg/Bloomberg)

Israel já administrou ao menos uma dose da vacina contra Covid-19 a 50% da população, e 35% dos israelenses já receberam também a segunda dose, disse o ministro da Saúde, Yuli Edelstein, nesta sexta-feira.

Israel conta os palestinos de Jerusalém Oriental, incluídos na campanha de vacinação iniciada em 19 de dezembro, como parte da população de 9,3 milhões de habitantes. Os palestinos da Cisjordânia ocupada e da Faixa de Gaza não são parte da campanha israelense.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pretende vacinar todos os israelenses acima de 16 anos até o final de março, quando concorre à reeleição. Ele diz que isto permitiria uma reabertura pós-pandemia do país em abril.

Mas o Ministério da Saúde está preocupado com a diminuição da procura da vacina Pfizer-BioNTech.

Como contraposição a isso, a pasta está limitando o acesso a alguns locais de lazer que reabriram para pessoas que apresentam um “Passe Verde” em um aplicativo que mostra que foram totalmente vacinadas.

 

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Países com melhor educação fecharam escolas por menos tempo na pandemia

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O Brasil – sempre entre as últimas colocações no ranking do exame – teve 267 dias de escolas fechadas até o fim de janeiro

Educação na pandemia: entre os 21 países analisados, 17 fizeram monitoramento dos casos de covid para isolar infectados e entender se a contaminação foi na escola ou fora dela (Amanda Perobelli/Reuters)

Países que são considerados modelos de educação e com os melhores resultados no Pisa, a maior avaliação internacional de estudantes, fecharam escolas por menos tempo durante a pandemia. Alemanha, Reino Unido, Dinamarca, Suécia, Cingapura e França ficaram menos de 90 dias com aulas não presenciais.

O Brasil – sempre entre as últimas colocações no ranking do exame – teve 267 dias de escolas fechadas até o fim de janeiro. A maioria dos Estados ainda não reabriu as redes e a preocupação com a situação atual da pandemia de coronavírus no País está fazendo com que governadores e prefeitos adiem a volta.

Os dados foram tabulados pela consultoria Vozes da Educação, com apoio da Fundação Lemann e do fundo Imaginable Futures, considerando a situação da educação em 21 países durante a pandemia. Ao cruzarem informações da Organização Mundial da Saúde sobre números de casos com o total de dias em que escolas ficaram abertas, concluíram que elas não foram responsáveis pelo aumento das transmissões – como outros estudos científicos têm mostrado.

“Temos de comprar brigas maiores antes de pensar em deixar as escolas fechadas”, diz o diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne. “Dados os efeitos deletérios sobre a aprendizagem, para a saúde mental e para as famílias, e a quantidade de evidências de baixa infecção nas escolas, a gente deveria estar discutindo o que mais se pode fazer para abrir escola mais rápido”, acrescenta.

Um exemplo no estudo é a França, que fechou bares e restaurantes mantém as escolas abertas desde o dia 4 de janeiro e não teve aumento de casos. No Reino Unido, apesar de escolas terem sido fechadas em janeiro e fevereiro em um duro “lockdown”, o primeiro-ministro Boris Johnson anunciou que elas voltarão em março, mais de um mês antes de academias, salões de beleza e outros serviços.

Segundo a fundadora do Vozes da Educação, Carolina Campos, responsável pela pesquisa, as análises mostram que outros locais abertos, como bares, restaurantes e comércio, influenciaram muito mais na subida da curva de casos do que as escolas. O estudo também indica que os países que ficaram menos tempo com a educação fechada também tiveram uma reabertura de sucesso. Entre os fatores em comum estão uma comunicação transparente com a sociedade, monitoramento dos casos de covid e coordenação nacional.

Entre os 21 países analisados, 17 fizeram monitoramento dos casos de covid para isolar infectados e entender se a contaminação foi na escola ou fora dela. Só cinco (Argentina, Chile, França, Reino Unido e Uruguai) incluíram os professores na lista prioritária para vacinação contra a covid.

Novo normal”

Muitos deles tiveram que abrir e fechar escolas diversas vezes, mas, para Carolina, isso é o esperado para o “novo normal na educação”, já que estamos ainda no meio de uma pandemia e “infecções infelizmente ainda vão ocorrer”. “É importante que os pais no Brasil entendam que abrir e fechar escola ou colocar uma turma em quarentena não são sinônimos de insucesso”, diz. “Isso é muito melhor do que manter as escolas fechadas. Se o Brasil tivesse reaberto em setembro, quando a curva estava baixa, teríamos oferecido com dignidade um semestre para as crianças.” O estudo mostra que países que tiveram sucesso na reabertura promoveram uma comunicação homogênea entre gestores, fizeram lives com o ministro da Educação, criaram sites com números de casos das escolas, dialogaram com sindicatos.

Mesmo em vizinhos latinos há exemplos de boa comunicação e integração. O ministro da Educação argentino tem viajado para dialogar nas 24 províncias. No Chile, foi criado o programa “Yo confío en mi escuela” (Eu confio na minha escola), dando à comunidades autonomia para decidir a reabertura.

No Brasil, não há nenhum plano do Ministério da Educação para volta presencial. Sindicatos também têm tentado impedir a abertura das escolas em Estados como São Paulo. Para Mizne, o calendário de aberturas no País está muito lento. “Países que levam a educação a sério priorizaram a reabertura. Essa discussão já está superada lá fora.”

 

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Relação estremecida? EUA conclui que príncipe saudita mandou matar jornalista

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Jamal Khashoggi, morador dos EUA que escrevia artigos de opinião para o jornal Washington Post nos quais criticava as políticas do príncipe herdeiro, foi morto e esquartejado em 2018

Jamal Khashoggi: jornalista foi assassinado em 2018 (Chris McGrath / Equipe/Getty Images)

O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, aprovou uma operação para capturar ou matar o jornalista dissidente Jamal Khashoggi, que foi assassinado em 2018, de acordo com uma avaliação antes confidencial da inteligência dos Estados Unidos que foi divulgada nesta sexta-feira de maneira calculada para limitar o dano nas relações bilaterais.

Khashoggi, morador dos EUA que escrevia artigos de opinião para o jornal Washington Post nos quais criticava as políticas do príncipe herdeiro, foi morto e esquartejado por uma equipe de agente ligados ao príncipe herdeiro no consulado do reino em Istambul.

Riad nega qualquer envolvimento do príncipe herdeiro, o governante de fato da Arábia Saudita.

“Avaliamos que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Muhammad bin Salman, aprovou uma operação em Istambul, na Turquia, para capturar ou matar o jornalista saudita Jamal Khashoggi”, disse o escritório do diretor de Inteligência Nacional em um relatório publicado em seu site.

“Baseamos esta avaliação no controle do príncipe herdeiro sobre a tomada de decisão no reino, no envolvimento direto de um conselheiro importante e de membros da equipe de segurança de Muhammad bin Salman na operação e no apoio do príncipe herdeiro ao uso de medidas violentas para silenciar dissidentes no exterior, inclusive Khashoggi”.

Washington coreografou os acontecimentos para suavizar o golpe. Na quinta-feira, o presidente norte-americano, Joe Biden, conversou com o pai de 85 anos do príncipe herdeiro, rei Salman, uma ligação na qual os dois lados disseram ter reafirmado sua aliança de décadas e prometido cooperação.

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segunda-feira, 1 de março de 2021

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