A Polícia Civil do Distrito Federal finalizou a investigação sobre três mortes que aconteceram em uma UTI de um hospital privado em Taguatinga. Três técnicos de enfermagem foram formalmente acusados de homicídio qualificado e de falsificação de documentos.
De acordo com a investigação da Coordenação de Repressão a Homicídios e Proteção à Pessoa, os técnicos teriam usado substâncias perigosas que não fazem parte dos procedimentos médicos normais. Isso pode ter causado uma parada cardíaca rápida nas vítimas, o que levou à investigação mais profunda.
As vítimas tinham entre 33 e 75 anos e moravam em diferentes regiões do Distrito Federal. A investigação começou depois que o hospital percebeu que as mortes não estavam seguindo um padrão normal e comunicou as autoridades.
Na operação policial, foram emitidos mandados de prisão preventiva para os três suspeitos. Também foram feitas buscas em locais no Distrito Federal e em Goiás, onde foram apreendidos aparelhos eletrônicos que ajudarão no andamento das investigações.
A polícia disse que os dois primeiros técnicos podem pegar até 90 anos de prisão, se forem condenados. A terceira técnica pode receber até 60 anos de prisão. O processo está mantido em sigilo pela justiça.
