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SP avança para a maior reabertura da economia desde o início da quarentena

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O governo do estado divulga a reclassificação de 17 regiões. Capital ainda não deve progredir para a fase verde, uma antes da reabertura total

Rua 25 de março: tradicional centro de comércio popular da capital paulista está aberto há quase dois meses. (Eduardo Frazão/Exame)

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Saúde

Volta às aulas presenciais é seguro? Infectologistas orientam os pais e falam sobre a vacinação infantil

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Em meio ao avanço de casos de covid-19 e influenza [gripe], decidir mandar os filhos para a escola é uma dúvida de muitas mães, pais e responsáveis. Embora o momento ainda seja pandêmico, o retorno escolar é necessário e, graças ao avanço da vacinação, é considerado mais seguro.

O infectologista, professor da UFSM e membro consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) Alexandre Schwarzbold defende o retorno presencial, reforçando que em 2020, ano de início da pandemia, o cenário era completamente diferente, devido à falta de proteção vacinal em toda comunidade escolar, bem como falta de informação sobre a saúde das crianças. “Agora temos toda a população adulta vacinada e, provavelmente, a maior parte das crianças também estarão imunizadas contra o novo coronavírus até a segunda semana de início das aulas, dependendo da região do Brasil”, diz.

Em relação ao surto de influenza, o médico reitera que o vírus sempre esteve em nosso meio e acredita que terá arrefecimento, com volta no outono. “Embora a H3N2 [nova cepa da gripe] não era coberta pela vacina, todos os anos há campanha vacinal que inclui as crianças, o que reduziu significativamente a circulação do vírus”, destaca.

Schwarzbold reforça a exposição histórica pediátrica à influenza, sem desconsiderar que nunca se teve contato com a nova cepa e a possibilidade de diagnóstico positivo para ambas as doenças respiratórias, que pode agravar o quadro. “Não temos dados de tanta prevalência simultânea dos vírus nas pessoas. Então, na população infantil, a influenza não fica como um fator de risco para adquirir o coronavírus. No entanto, é um público suscetível, caso não esteja vacinado em uma situação de surto de influenza.”

Levando em consideração o histórico de ambas as doenças, Igor Thiago Queiroz, infectologista do Hospital Giselda Trigueiro (RN) e presidente da Sociedade Riograndense de Infectologia (SRGI) aconselha os pais a mandarem as crianças saudáveis e sem comorbidades para o colégio. “Caso o(a) filho(a) tenha uma doença grave e seja parte do grupo de risco, nesse momento de maiores casos, seria melhor ficar em casa e aguardar esse período passar para voltar à escola com segurança.”

Schwarzbold defende que a criança imunizada pode — e deve — ir todos os dias para as aulas presenciais. Ele aponta a importância de encarar a escola como um local seguro, onde todas as medidas de proteção serão tomadas. Afinal, vale considerar que nos demais locais os pequenos também podem ser expostos ao vírus, mesmo em casa, com os pais saindo para trabalhar, por exemplo.

“Acho que não há mais espaço para o híbrido. Penso que devemos restringir esse formato na educação infantil e ensino fundamental para crianças com patologias e comorbidades importantes, até porque é um grupo que depende de uma segunda dose, o que não daria tempo nesse retorno às aulas”, declara.

Vacinação infantil

Ambos os especialistas defendem a volta às aulas presenciais, no entanto, é necessário continuar seguindo as medidas de proteção contra a covid-19 — que são as mesmas para a gripe. E estar com a vacinação em dia é indispensável. Embora crianças e adolescentes tendem a ter quadros mais leves de covid, muitas vezes assintomáticas e com menores chances de complicação, como ressalta Igor Thiago, não se descarta a fatalidade da doença.

De acordo com o Instituto Butantan, desde o início da pandemia, o Brasil soma mais de 1,4 mil mortes de crianças de até 11 anos em decorrência do novo coronavírus e mais de 2,4 mil casos de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) associada à covid-19, conjunto de sintomas graves que podem levar à morte, segundo o Ministério da Saúde.

Os números acima parecem baixos quando comparados as mais de 600 mil mortes de adultos pelo vírus no país, mas não deixa de ser lamentável e alarmante, o que reforça a necessidade da imunização infantil. “A vacinação desse público é estratégia importante para reduzir o número de mortes por conta da covid-19 nessa faixa etária, no Brasil, cujos indicadores são mais expressivos do que em outras nações”, conforme declara a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) em nota.

Alexandre Schwarzbold explica que a falta de vacinação inicial nesse público não foi por falta de necessidade, e sim resultado de um processo, afinal, com o andamento da pandemia em 2020, as crianças foram mais poupadas do ponto de vista de aquisição e gravidade do vírus. “Isso pode ter sido um equívoco, visto que no mundo, principalmente no Brasil, as escolas fecharam, o que isolou as crianças, deixando-as menos expostas às variantes que circulavam”, prejudicando o processo de avaliação. Além disso, é comum que estudos clínicos sobre a segurança das vacinas e suas eficácias nas crianças sejam mais tardios, por segurança.

“Tivemos recentemente dados de segurança e eficácia da vacinação infantil, e só a partir disso iniciaram as campanhas. Nesse ponto epidêmico, quando temos boa parte da população vacinada, a única população suscetível para que o vírus continue circulando é a pediátrica”, explica o infectologista. “O potencial do vírus migrar para essa população infantil é muito grande. Já estamos vendo isso no mundo, principalmente onde tem as maiores ondas de Ômicron [variante da covid]. Portanto, é fundamental vacinarmos as crianças nesse momento”, garante.

Em nota, a SBP destaca que, “até o momento, os estudos realizados apontam a eficácia e a segurança da vacina aplicada na população pediátrica, a qual é fundamental no esforço para reduzir as formas graves da covid-19”. E reforça o papel do imunizante na prevenção de morte, dor, sofrimento, emergências e internação em todas as faixas etárias.

Os efeitos adversos da vacina entre as crianças são raros e reversíveis. Segundo um relatório publicado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) com dados entre 3 de novembro e 19 de dezembro de 2021, das 8,7 milhões de doses aplicadas com imunizantes Pfizer-BioNTech nesse grupo etário, com idade média de 8 anos, foram registrados 4.249 casos de efeitos adversos, sendo a maioria (4.149) sintomas leves, como dor no local da aplicação, dor de cabeça, tontura e fadiga. Outros 100 relatos de efeitos mais sérios com necessidade de hospitalização incluíram febre, vômito, convulsões e 15 casos de miocardite — inflamação do músculo cardíaco.

“A miocardite, quando é causada pelo vírus, muitas vezes não é revertida. Além disso, essa condição é muito mais comum pela infecção do vírus do que na vacinação”, garante Alexandre.

No Brasil, a CoronaVac se mostrou eficaz para a população pediátrica, além de demonstrar ter menos efeitos colaterais, segundo a médica e imunologista Ester Sabino, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em entrevista ao Instituto Butantan.

Como orientar as crianças na volta às aulas

O infectologista Igor Thiago Queiroz reforça que escolas e funcionários devem promover as medidas preventivas contra covid através de orientação aos alunos, cartazes informativos e disponibilização de álcool gel e sabonetes para lavar as mãos. Já Alexandre Schwarzbold destaca que a medida fundamental é o distanciamento, além de estruturas físicas que priorizem atividades ao ar livre e espaços ventilados, evitando locais fechados com ar-condicionado.

Ambos os especialistas indicam aos pais orientarem os filhos sobre as seguintes medidas:

• Utilização de máscara, cobrindo totalmente o nariz e a boca — acessório deve ser trocado a cada 3 ou 4 horas, principalmente se estiver úmido;

• Higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel, sempre que tocar em algum material ou compartilhar algum objeto;

• Distanciamento social, tanto nas salas de aula quanto nas filas e intervalos;

• Em casos de sintomas, comunicar imediatamente o colégio e não levar a criança para as aulas presenciais.

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Brasil

TSE e WhatsApp terão ferramenta para denunciar disparos em massa nas eleições

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Após o WhatsApp ter sido usado para distribuição em massa de fake news, na disputa de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pretende aprimorar uma ferramenta criada em parceria com o aplicativo para denunciar esse tipo de prática nas eleições presidenciais de 2022. A informação foi antecipada ao Estadão/Broadcast pelo head de Políticas Públicas da plataforma no Brasil, Dario Durigan.

A ferramenta será uma versão melhorada de um serviço que funcionou nas eleições municipais de 2020 e será lançada no momento em que a Justiça Eleitoral avalia suspender o funcionamento de outro aplicativo de mensagens, o Telegram, por causa da falta de colaboração no combate às informações falsas. O Telegram não tem representação no Brasil.

Agora, quem receber mensagens consideradas suspeitas poderá preencher um formulário hospedado no site da Justiça Eleitoral. Caso a mensagem seja considerada como disparo ilegal de campanha, o tribunal vai requisitar ao WhatsApp que exclua a conta. Nesse caso, os responsáveis podem ter a conta banida do aplicativo e, caso o TSE conclua que há relação direta com alguma campanha, a candidatura pode sofrer sanções que vão de multa até a cassação.

Disparos de mensagens em massa pelo WhatsApp motivaram denúncias contra a chapa de Jair Bolsonaro em 2018. O caso foi julgado pelo TSE em outubro de 2021, quando a maioria do tribunal absolveu o presidente eleito e seu vice, Hamilton Mourão, mas traçou diretrizes do que não será aceito em 2022.

“Todo mundo sabe o que aconteceu, ninguém tem dúvida de que as mídias sociais foram inundadas com disparos em massa ilegais, com ódio, desinformação, calúnia e teorias conspiratórias. Basta ter olhos de ver para saber o que aconteceu no Brasil”, disse o presidente do TSE Luís Roberto Barroso, na ocasião. Alexandre de Moraes, que irá presidir a Corte em 2022, afirmou que “se houver repetição do que foi feito em 2018, o registro (da candidatura) será cassado e as pessoas que assim fizerem irão para a cadeia por atentar contra as instituições e a democracia no Brasil.”

A plataforma usada pelo TSE e pelo WhatsApp na campanha de 2020 para denunciar disparos em massa recebeu 4.981 denúncias, número menor até mesmo que a quantidade de cidades onde houve eleições. Após passarem pelo filtro da Justiça Eleitoral, o aplicativo baniu 1.042 números cadastrados no aplicativo de mensagens.

Segundo levantamento realizado pelo Mobile Time e pela Opinion Box em 2020, o WhatsApp está instalado em 99% dos smartphones do Brasil, mantendo o posto de aplicativo mais utilizado no País. Ao todo, a empresa diz ter 120 milhões de usuários mensalmente ativos no Brasil. De acordo com o estudo, 88% dos usuários confirmaram já ter recebido algum tipo de fake news pelo app. Uma em cada três pessoas confessaram já ter repassado informações adiante sem checar sua veracidade.

A empresa afirma que não faz controle de conteúdo, ou seja, não vai punir usuários por propagarem fake news, mas, sim, evitar o envio automatizado de mensagens, que, mesmo sendo proibido, foi usado nas últimas eleições.

“Qualquer usuário pode denunciar ao TSE. Isso fortalece uma mensagem que eu tenho passado ao mundo político: não contrate disparo em massa, não faça marketing político no WhatsApp. Isso faz mal para a democracia e pode prejudicar as campanhas eleitorais, levando a prejuízo da chapa”, afirmou o head de Políticas Públicas do WhatsApp no Brasil, Dario Durigan, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

O TSE confirmou o desenvolvimento da ferramenta . Além disso, a Justiça Eleitoral e a plataforma pretendem desenvolver um assistente virtual para conversar com eleitores sobre combate a fake news diretamente no aplicativo. “O acordo do WhatsApp com o TSE visa justamente proteger a democracia contra comportamentos inautênticos, mas sem restrição indevida ao debate público e à liberdade de expressão”, afirmou o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, por meio da assessoria de imprensa após reunião com o WhatsApp.

Neste mês, o Twitter anunciou que a plataforma no Brasil terá um recurso para denúncia de fake news, ainda em fase de testes. De acordo com a empresa, a eleição deste ano pesou para que o País fosse integrado ao experimento. A ferramenta foi questionada por especialistas e políticos que temem ser banidos do site e ficar sem propaganda na campanha.

A seguir, os principais trechos da entrevista com Dario Durigan, head de Políticas Públicas do WhatsApp no Brasil:

O que o WhatsApp fará para combater as fake news nas eleições?

O WhatsApp fez, em 2020, e vai aprimorar em 2022, uma plataforma de denúncia de conta suspeita de disparo em massa. É uma ferramenta do TSE elaborada em parceria com o WhatsApp. Isso fortalece uma mensagem que eu tenho passado ao mundo político: não contrate disparo em massa, não faça marketing político no WhatsApp. Isso faz mal para a democracia e pode prejudicar as campanhas eleitorais, levando a prejuízo da chapa.

O TSE estuda sanções para plataformas que não colaborarem, como no caso do Telegram. Isso é positivo ou representa abuso?

O combate à desinformação é importante e muito sério. Tomar medidas é tarefa de todo mundo. A realidade do WhatsApp, que é muito diferente de outros aplicativos, é de uma colaboração intensa com a Justiça. A colaboração e as respostas às decisões judiciais marcam uma diferença com grande parte dos aplicativos de mensageria.

Os políticos fazem propaganda pelo WhatsApp…

O WhatsApp não é lugar de propaganda eleitoral profissional. O WhatsApp é um lugar de conversas privadas. É evidente que há conversas sobre política. Isso é natural e compreensível. Em havendo uso de mecanismos profissionais para fins de estruturação de campanha de marketing, esse tipo de padrão abusivo, padrão não humano, as contas serão banidas.

Vai ser possível evitar fake news na eleição ou isso é incontrolável?

A fake news mal intencionada, distribuída profissionalmente, por grupos organizados, financiados, me parece que sim e caminhamos para isso. Outra coisa é a desinformação mais comum, orgânica. Aqui é um debate de longo prazo. A linguagem das pessoas no dia a dia se faz de maneira imprecisa, com vieses. Como o WhatsApp acaba sendo o espaço dessas conversas, há muita imprecisão.

A empresa quer separar a ‘tia do zap’ da milícia digital?

Não sei se eu colocaria nesses termos. Todo tipo de coordenação financiada em que não fique claro para o usuário que tipo de finalidade você quer com aquela mensagem é muito ruim, independentemente do espectro ideológico. Proteger o usuário é o que deve ser priorizado nesse combate imediato.

A plataforma pode ser responsabilizada por alguém ter usado o aplicativo para fake news?

A mensagem ganha proteção da criptografia de ponta a ponta. O conteúdo é dos usuários. O WhatsApp não tem acesso ao conteúdo, não modera o conteúdo das conversas. É estranho ao WhatsApp fazer controle de conteúdo.

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Brasil

Cliente que teve dedo amputado em mercado pede R$ 200 mil em danos morais na Justiça

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Na última quarta-feira (26), foi distribuído para a 5ª Vara Cível de Sorocaba, no interior de São Paulo, uma ação de R$ 200 mil de danos morais e estéticos de uma cliente, de 50 anos, que teve um dedo amputado quando uma empilhadeira passou por cima do pé em um mercado. As informações são do G1.

O caso da vítima aconteceu no dia 23 de dezembro do ano passado. Conforme o boletim de ocorrência registrado pela mulher, ela estava sozinha fazendo compras quando entrou em um corredor que não estava isolado e, na sequência, a empilhadeira passou por cima do pé dela ao se movimentar.

Segundo o operador do equipamento, ele aguardava clientes passarem pela área quando a cliente teria colocado o pé embaixo da máquina. Ao tentar se afastar, a vítima foi atingida.

O atacadista, conhecido como Assaí, tentou fazer um acordo com a cliente, que não foi aceito. O advogado da mulher entrou com a ação na Justiça contra o mercado, que ainda não foi notificado.

Na época do acidente, o Assaí informou, em nota, que foram prestados os primeiros socorros e a unidade acionou imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que levou a cliente para um hospital. “”Um funcionário foi destacado para acompanhá-la e garantir que a cliente recebesse toda a assistência necessária. Desde o primeiro momento, a empresa acompanhou o caso com atenção e vem custeando todas as despesas médicas e hospitalares para garantir o bem-estar da cliente. Além disso, vem mantendo contato e permanece à disposição da família para o que precisarem. Adicionalmente, a empresa reforçou com a loja todos os processos para o trânsito das empilhadeiras a fim de garantir que novas ocorrências não voltem a acontecer”, dizia o comunicado.
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Brasil

Lula tem 44% das intenções de votos contra 24% de Bolsonaro, aponta pesquisa Ipespe

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Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT nas eleições presidenciais de 2022, registrou 44% das intenções de voto. Jair Bolsonaro (PL) aparece na segunda colocação, somando 24%. Os dados são da pesquisa Ipespe divulgada nesta quinta-feira (27).

Os percentuais registrados pelos dois pré-candidatos são os mesmos do último levantamento, que havia sido divulgado na primeira quinzena de janeiro.

Na terceira colocação aparecem o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 8%. Por conta da margem de erro, eles estão tecnicamente empatados com João Doria (PSDB), que soma 2% das intenções de voto.

A pesquisa XP/Ipespe foi realizada entre os dias 24 e 25 de janeiro e ouviu mil pessoas com 16 anos ou mais em todas as regiões do país.

A coleta das opiniões foi feita por telefone, e a margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95,5%. O levantamento foi registrado junto à Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-06408/2022.
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É Destaque

Bolsonaro anuncia reajuste de 33,24% para piso salarial de professores

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(Alan Santos/PR/Flickr)

A disposição de conceder a reposição foi antecipada pelo chefe do Executivo na quarta-feira, 26, a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada

Pela Lei do Magistério, o reajuste de professores é atrelado ao chamado valor por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), definido pelo Ministério da Educação, com base na inflação. No ano passado, o governo não concedeu reajustes.

Na quarta, o presidente havia dito a apoiadores que iria “seguir a lei”. “Vou seguir a lei. Governadores não querem 33%. Eu vou dar o máximo que a lei permite, que é próximo disso”, afirmou Bolsonaro. Governadores e prefeitos pressionavam o governo federal a tentar modificar a lei do piso e o cálculo do reajuste como forma de evitar um aumento no piso salarial dos professores — e, assim, minimizar o impacto nos cofres de estados e municípios.

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Aconteceu

TIM inaugura loja no metaverso

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Loja da TIM no metaverso Cryptovoxels (Tim/Reprodução)

Trata-se de um tipo de replicação para o mundo virtual de uma loja conceito aberta no Rio de Janeiro

metaverso está, aos poucos, se tornando um lugar de interesse para as grandes marcas e empresas. Um relevante sinal disto é o desembarque da operadora TIM nas terras virtuais, que inaugura nesta quinta-feira, 27, uma loja dentro do Cryptovoxels plataforma de construção de metaverso.

O curioso é que o espaço se baseia em um lugar no mundo real, também inaugurado hoje. Trata-se de uma loja conceito, que teve um soft opening no final do ano passado no Barra Shopping, no Rio de Janeiro, e que, segundo a telefônica, ‘marca o início de uma nova experiência na jornada do cliente, repleta de inovação e com direito à chegada na nova camada da realidade que integra os mundos real e virtual’.

A nova loja é vista pela TIM como parte da estratégia omnichannel, no qual se tenta integrar todos os canais de atendimento ao cliente em um só. Nela, o cliente poderá experimentar acessórios e smartphones já com a tecnologia 5G e até equipamentos para conexão de residências utilizando a ultra banda larga fixa da TIM Live. O próprio consumidor poderá realizar atividades básicas desde consultar, imprimir, pagar faturas, adquirir planos, serviços e muito mais.

Já a replicação da loja no virtual foi uma idelização da agência MetaMundi, que funciona como um crossover da Metaverse Agency, de Byron Mendes, e Dellarte Soluções Culturais, de Steffen Daueslberg. Os mesmo produtos da loja conceito estarão lá e se o cliente decidir por realizar uma compra, será direcionado do metaverso para o site de vendas da TIM.

“Aproveitamos a abertura da flagship para marcarmos nossa entrada no metaverso. Escolhemos o Cryptovoxels pois ele é o mais habitado por marcas e, principalmente, por brasileiros. Com esse passo, faremos também com que os nossos clientes já estejam habituados ao mundo metaverso e associem a nova realidade à marca TIM”, afirma Bruno Vasconcellos, diretor de e-commerce e canais remotos da TIM Brasil.

Na TIM virtual

O espaço é dividido em duas partes: no primeiro andar, uma experiência estética similar à da loja conceito do Barra Shopping; no segundo, com acesso feito via teleporte, há um espaço “gamer”, com portfólio de produtos da TIM e de seus parceiros.

E, ainda no primeiro trimestre de 2022, será lançada uma arena de eventos virtuais com foco em música e entretenimento. Ali, por exemplo, a marca traria convidados para apresentações.

Na TIM real

O estabelecimento tem uma área para exposição de smartphones, gadgets e outros acessórios.

Outra área exclusiva para atendimento ao cliente, com disponibilidade de especialistas em tecnologia para sanar dúvidas e outros consultores de atendimento.

Há também um espaço dedicado para serviços oferecidos por parceiros da TIM, como Netflix, HBO, Deezer e Ampli.

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