As ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu-DF) usam diferentes sons nas sirenes para ajudar no trânsito e garantir segurança ao atender emergências.
Em 2025, o Samu-DF realizou mais de 643 mil chamados, e cerca de 80 mil precisaram de ambulância. Para José Jenecy dos Santos, motorista do Samu, entender esses sons é essencial para diminuir o tempo de resposta e proteger todos os envolvidos.
“Reconhecer a sirene é importante para chegar rápido ao paciente e levá-lo ao hospital para o cuidado necessário”, explica Jenecy. “Precisamos de espaço no trânsito para cumprir nosso trabalho.”
O Samu-DF utiliza quatro tipos de sirenes, dependendo da via e do trânsito. Nas rodovias e áreas abertas, o som “wail”, longo e oscilante, ajuda os motoristas a perceberem a aproximação das ambulâncias com antecedência, evitando paradas bruscas e manobras perigosas.
Nas áreas da cidade com muito trânsito, o som “yelp”, curto e agudo, facilita a passagem das ambulâncias em meio aos congestionamentos, fazendo os motoristas abrirem espaço rapidamente.
O som “fá-dó”, que alterna duas notas simples e suaves, é usado em baixa velocidade, como perto de hospitais ou durante manobras. Ele indica a presença da ambulância sem assustar, além de ajudar na organização quando há mais de uma ambulância.
Esses tipos de sirenes podem ser usados alternadamente durante o trajeto, conforme o caminho muda. Assim, a sirene se comunica de forma eficaz com o trânsito, promovendo mais segurança para motoristas, pedestres e equipes do atendimento.
Informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.
