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Servidora de hospital é sequestrada ao sair do plantão no Gama

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A servidora estava no estacionamento entrando no carro, no último domingo (3/11). O suspeito está preso

A Polícia Militar conseguiu encontrar o veículo e prendeu o suspeito, 20 anos, em flagrante
(foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)

Uma servidora do Hospital Regional do Gama (HRG), 39 anos, foi sequestrada na manhã do último domingo (3/11), quando saía do plantão, por volta das 6h. Ela estava indo para o carro, no estacionamento da unidade de saúde, quando foi abordada. O suspeito anunciou o assalto e a obrigou a dirigir até o Setor de Oficinas do Gama. Em seguida, ele liberou a vítima e seguiu com o carro e outros pertences dela.
Às 6h50, a Polícia Militar conseguiu encontrar o veículo e prendeu o suspeito, 20 anos, em flagrante. Ele foi encaminhado para a 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) para as providências cabíveis. O veículo da vítima, um celular e uma quantia em dinheiro foram restituídos.
Por meio de nota, a direção do hospital afirmou que a unidade prestou toda a assistência à servidora e continuará realizando acompanhamento psicológico durante o tempo que ela necessitar. O HRG informou que várias medidas serão tomadas no sentido de ampliar a segurança no local e garantir que situações como essa não voltem a ocorrer.
”O HRG conta com várias entradas e saídas, e uma das medidas que a direção irá adotar é centralizar a entrada e saída em um único local, de forma que a segurança seja mais pontual e ativa. Outra ação será o reforço da iluminação e a mudança no processo de entrada e saída dos veículos na unidade”, diz o texto.
A direção do hospital ressaltou ainda que solicitará à Secretaria de Segurança Pública que seja instalado um posto da Polícia Militar dentro do hospital.

 

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Guindaste é usado para retirar carro que parou em cima de duas casas após motorista embriagada provocar acidente, no DF

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Carro pesa 1,6 mil quilos. Donos das casas estavam viajando e agora querem saber quem vai pagar pelo prejuízo.

Carro atinge casa em Vicente Pires, no Distrito Federal, e fica suspenso entre telhado e muro — Foto: Arquivo Pessoal

Um guindaste foi usado nesta segunda-feira (11), para retirar um carro que foi parar em cima da laje de uma casa em Vicente Pires, no Distrito federal. A motorista, que segundo o teste do bafômetro estava embriagada, também atingiu o telhado de uma segunda moradia (vídeo acima).

O acidente foi no sábado (9). Os donos das duas casas atingidas são irmãos e estavam em Minas Gerais (veja mais abaixo).

O carro pesa cerca de 1,6 mil quilos. Quem pagou pelo guindaste foi o dono do veículo, que estava na carona. Conforme a polícia, ele e a mulher que dirigia tinham consumido bebidas alcoólicas.

Dentro do carro, a reportagem viu garrafas e caixas de bebidas. Lucas Marcelino, o dono de um dos imóveis, disse que “voltou correndo ao saber do acidente”.

O aposentado disse que agora quer saber quem vai pagar pelo prejuízo. A Defesa Civil disse que houve danos nas duas casas atingidas.

Carro em alta velocidade atinge o muro de duas residências em Vicente Pires, no DF

As câmeras de segurança de um condomínio vizinho registraram o momento em que o carro se aproximou das casas atingidas. Nas imagens é possível ver que eçe passou em alta velocidade, bateu em um muro e pareceu voar (veja vídeo acima).

A Administração de Vicente Pires e o Corpo de Bombeiros acompanharam a retirada do veículo. O G1 não localizou o dono do carro e nem a motorista.

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‘Racismo homotransfóbico’, diz polícia sobre caso de jovem que levou 17 facadas no DF

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Felipe Augusto Milanez, de 23 anos, foi agredido na saída de uma festa em Brazlândia. Três menores de idade, incluindo adolescente de 15 anos, foram apreendidos.

Marcas de facadas no corpo do jovem Felipe Milanez, vítima de ataque homofóbico no DF — Foto: Reprodução/TV Globo

O esfaqueamento de um jovem de 23 anos na saída de uma festa em Brazlândia, no Distrito Federal, é investigado pela Polícia Civil como “racismo homotransfóbico” – motivado por preconceito racial e de orientação sexual.

O crime ocorreu no dia 7 de outubro, quando o estudante de odontologia Felipe Augusto Milanez levou 17 golpes de faca pelo corpo e foi xingado por um grupo de, pelo menos, dez pessoas.

Segundo o delegado à frente das investigações, Anderson Cavichioli, o caso será encaminhado à Justiça como tentativa de homicídio duplamente qualificado, “tanto pelo motivo torpe, em razão do racismo homotransfóbico, quanto pela impossibilidade absoluta de defesa da vítima.”

O delegado Anderson Cavichioli, da 18ª DP em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

O delegado Anderson Cavichioli, da 18ª DP em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução.

Um dos suspeitos preso na última sexta-feira (8), de 19 anos, negou que as agressões tenham sido motivadas por ódio à orientação sexual da vítima.

“Ele negou homofobia, embora tenha descrito que, durante as agressões, as pessoas chamavam a vítima de ‘viado’, fazendo referência ofensiva e pejorativa à orientação sexual”, disse Cavichioli.

Menores envolvidos

De acordo com o delegado, o responsável por começar as agressões ao estudante tem 15 anos. Ele e outros três menores de idade foram identificados e ficarão sob a responsabilidade da Delegacia da Criança e do Adolescente.

Cavichioli acredita que o grupo que agrediu Felipe Augusto Milanez faz parte de “uma gangue” de Brazlândia. Segundo ele, os maiores de idade envolvidos no crime podem pegar até 30 anos de prisão.

O crime

O crime ocorreu por volta das 2h de uma segunda-feira. Felipe afirma que saia de uma festa com dois amigos e estava abraçado com um deles quando começou a ser agredido verbalmente. Segundo ele, próximo à Rua do Lago, três suspeitos apareceram e começaram a xingá-lo.

O jovem Felipe Milanez foi vítima de um ataque homofóbico no DF — Foto: Reprodução/TV Globo

O jovem Felipe Milanez foi vítima de um ataque homofóbico no DF — Foto: Reprodução/TV Globo

Felipe diz que virou as costas para deixar o local, mas levou uma facada na cabeça. O jovem, então, reagiu com um soco no agressor. Foi quando um grupo de cerca de dez pessoas começou a atacá-lo.

Além da cabeça, o estudante levou facadas no ombro, peito, costas e joelho. Ele teve perfurações nos pulmões, rompeu o ligamento do joelho e passou a ter dificuldades para andar.

Felipe Milanez ficou internado por oito dias após ataque homofóbico — Foto: Reprodução/TV Globo

Felipe Milanez ficou internado por oito dias após ataque homofóbico — Foto: Reprodução/TV Globo

Durante as agressões, um amigo tentou ajudá-lo e também foi agredido. Já sangrando e sem forças, Felipe entrou em um carro estacionado, mas um dos agressores conseguiu invadir o veículo e continuou o ataque.

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Mala deixada no centro de Brasília mobiliza esquadrão antibombas e Força Nacional

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Objeto próximo ao Memorial JK continha roupas e produtos de higiene; operação durou cerca de duas horas. Risco foi descartado após radiografia.

Mala suspeita deixada próximo a Memorial JK, em Brasília — Foto: PMDF/Divulgação

Equipes do esquadrão antibombas da Polícia Militar isolaram os arredores do Memorial JK, em Brasília, para inspecionar uma mala deixada próximo ao ponto turístico na manhã desta segunda-feira (11).

Os militares atuaram por cerca de duas horas e, após uma radiografia, as suspeitas de explosivo ou de agente químico foram descartadas. Dentro da mala, os militares encontraram meias, roupas, sandálias e produtos de higiene pessoal.

Agentes da Força Nacional de Segurança Pública também foram acionados para acompanhar a operação. Militares disseram à reportagem que o reforço se deu em razão da reunião da 11ª Cúpula do Brics, programada para acontecer em Brasília nesta quarta (13) e quinta-feira (14).

Militares inspecionam mala suspeita de conter bomba ou agente químico; objeto foi deixado próximo a Memorial JK, em Brasília — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Militares inspecionam mala suspeita de conter bomba ou agente químico; objeto foi deixado próximo a Memorial JK, em Brasília — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação.

O capitão Souza Mendes, do Corpo de Bombeiros, explicou  que os militares consideram ameaças de bomba objetos desconhecidos ou suspeitos, como malas e mochilas, deixados próximo a um patrimônio público ou ponto de visitação turística.

“Quem faz ameaça de bomba quer que ela tenha repercussão”, disse.

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