O Senado aprovou um projeto que exige que o Sistema Único de Saúde (SUS) tenha um atendimento rápido para emergências relacionadas ao coração.
O projeto de lei 5.972/2023 determina que medicamentos que dissolvem coágulos sejam usados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), conforme as regras do Ministério da Saúde. Esses medicamentos ajudam pacientes que sofreram infarto.
Como o projeto foi aprovado sem mudanças, segue agora para aprovação final pela Presidência da República.
A proposta é do deputado Rafael Simões (União-MG) e foi apoiada pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP). Ela destaca que um atendimento padronizado pode salvar vidas, facilitar o trabalho dos médicos e diminuir as diferenças de tratamento no país.
Mara Gabrilli explica que, quando não for possível fazer procedimentos especializados imediatamente, o uso desses medicamentos é uma forma eficaz de tratamento que reduz mortes e complicações.
O texto deixa claro que o Ministério da Saúde já tem regras para esses casos, mas transformá-las em lei vai garantir mais segurança e estabilidade no atendimento. Se for sancionada, a nova regra valerá 180 dias depois de ser publicada.
