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Sánchez obtém maioria dos votos para formar governo de esquerda na Espanha

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Sánchez conseguiu formar governo com o apoio da formação de esquerda Unidas Podemos (UP), com que formará uma coalizão formal

Pedro Sanchéz: votação põe fim a um bloqueio político na Espanha que existia desde as eleições gerais realizadas em 28 de abril do ano passado (Europapress/Getty Images)

Madri — Pedro Sánchez, líder do Partido Socialista (PSOE), conseguiu nesta terça-feira a maioria de votos no Congresso da Espanha, para obter um novo mandato como presidente do governo, ao conseguir 167 votos favoráveis, 165 contrários, em sessão que contou com 18 abstenções.

A vitória de hoje aponta que o país terá o primeiro governo de coalizão na história recente, com mais inclinação para a esquerda, após a confirmação apertada entre os parlamentares.

A votação põe fim a um bloqueio político na Espanha que existia desde as eleições gerais realizadas em 28 de abril do ano passado, em que o PSOE também venceu, mas não conseguiu formar uma maioria, o que obrigou a realização de novo pleito, em 10 de novembro.

Sánchez conseguiu formar governo com o apoio da formação de esquerda Unidas Podemos (UP), com que formará uma coalizão formal, que terá o apoio de vários pequenos regionais e nacionalistas.

Os partidos independentistas de esquerda do País Basco e da Catalunha, EH-Bildu e ERC, respectivamente, se abstiveram.

Os votos contrários vieram dos partidos de direita e extrema-direita, Ciudadanos, PP, Vox; de duas legendas independentistas catalãs, JxCat e CUP, além de várias outras formações regionais de cunho conservador.

 

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Reino Unido deve abrir mão da Huawei para seu 5G; China reage

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Embaixador chinês no Reino Unido disse que o país terá de suportar as consequências se não permitir que a Huawei se envolva nas redes de telecomunicações

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Austrália fecha fronteira estadual pela 1ª vez em 100 anos por covid-19

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Número de casos de covid-19 de Melbourne aumentou nos últimos dias, o que levou autoridades a adotarem medidas rígidas de distanciamento social

Austrália: o estado de Vitória relatou 127 infecções novas por covid-19 de domingo para segunda-feira (James Ross/Reuters)

A fronteira entre os dois Estados mais populosos da Austrália fechará a partir de terça-feira por tempo indeterminado, disse o premiê do Estado de Vitória, Daniel Andrews, nesta segunda-feira, devido a um surto local de coronavírus.

A decisão marca a primeira vez em que a divisa com a vizinha Nova Gales do Sul foi fechada em 100 anos – autoridades impediram a circulação entre os dois Estados em 1919, durante a pandemia de gripe espanhola.

O número de casos de Covid-19 de Melbourne, a capital de Vitória, aumentou nos últimos dias, o que levou as autoridades a imporem ordens rígidas de distanciamento social em 30 subúrbios e a colocar nove torres de moradias públicas em isolamento total.

O Estado relatou 127 infecções novas por Covid-19 de domingo para segunda-feira, seu maior aumento de um dia desde que a pandemia começou, e também uma morte, a primeira do país em mais de duas semanas, o que elevou o total nacional a 105.

“É a decisão sensata, a decisão certa neste momento, dados os desafios significativos que enfrentamos para conter o vírus”, disse Andrews aos repórteres em Melbourne ao anunciar o fechamento da fronteira.

Mas a interdição provavelmente será um golpe na recuperação econômica da Austrália, que ruma para sua primeira recessão em quase três décadas.

Andrews disse que a decisão de fechar a fronteira, que entra em vigor às 23h59 de terça-feira, foi tomada juntamente com o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, e com a premiê de Nova Gales do Sul, Gladys Berejiklian. A única outra divisa interna de Vitória, com o Estado da Austrália do Sul, já está fechada.

A Austrália está se saindo melhor do que muitos países durante a pandemia de coronavírus, já que teve pouco menos de 8.500 casos até o momento, mas o surto de Melbourne causou alarme. O país relatou uma média de 109 casos diários na semana passada – na primeira semana de junho a média foi de somente 9 casos diários.

 

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Coronavírus deixa 73 países em risco de escassez de remédios para HIV

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Pesquisa indica que interrupção no acesso a esses medicamentos por seis meses poderia levar ao dobro nas mortes por Aids na África Subsaariana

Setenta e três países alertaram que estão em risco de ficar sem medicamentos antirretrovirais (ARV) em razão da pandemia de covid-19, de acordo com pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) realizada antes da conferência bianual da Sociedade Internacional de Aids. Vinte e quatro países relataram que estão com baixo estoque de ARVs ou sofrem com interrupções no fornecimento desses medicamentos que salvam vidas.

A pesquisa se deu após uma previsão, em maio, de que uma interrupção de seis meses no acesso a esses medicamentos poderia levar ao dobro nas mortes por Aids na África Subsaariana – apenas em 2020.

Em 2019, aproximadamente 8,3 milhões de pessoas foram beneficiadas pelos antirretrovirais nos 24 países que estão enfrentando a escassez no fornecimento.

O número representa cerca de um terço de todas as pessoas no mundo que estão em tratamento contra o HIV. Apesar de não haver cura, os antirretrovirais podem controlar o vírus.

A incapacidade dos fornecedores de entregarem os antirretrovirais dentro do prazo e a paralisação dos serviços de transportes terrestre e aéreo estão entre as causas das interrupções citadas na pesquisa. O acesso limitado aos serviços de saúde em decorrência da pandemia também é um fator preponderante.

“As descobertas dessa pesquisa são muito preocupantes. Países e seus parceiros precisam fazer tudo que puderem para garantir, a quem precisa, o acesso ao tratamento contra o HIV. Não podemos permitir que a pandemia de covid-19 desfaça todas as conquistas na resposta global a essa doença”, alertou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Procurada pela reportagem, a OMS ainda não divulgou a lista dos países que relataram risco de escassez dos medicamentos contra HIV.

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União Europeia autoriza venda do remdesivir contra o coronavírus

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Estudo mostra que os pacientes com covid-19 e tratados com remdesivir se recuperam em média quatro dias antes que os demais enfermos

Coronavírus: este é o torna o primeiro remédio autorizado na UE para o tratamento da covid-19 (Gilead Sciences Inc/Handout/Reuters)

A Comissão Europeia autorizou provisoriamente a venda do medicamento antiviral remdesivir para o tratamento de pacientes com coronavírus na União Europeia (UE), depois da aprovação da Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

O Executivo comunitário concedeu “uma autorização de comercialização condicional para o medicamento remdesivir, que se torna o primeiro remédio autorizado a nível da UE para o tratamento da COVID-19”, afirma um comunicado.

“Concedemos esta autorização menos de um mês depois da apresentação do pedido”, afirmou a comissária da Saúde, Stella Kyriakides, para quem isto demonstra “a determinação da UE de responder rapidamente” aos novos tratamentos.

A autorização de comercialização condicional na UE é reservada aos fármacos cujos benefícios são considerados maiores que os riscos, apesar de não contar ainda com dados completos. A duração é de um ano, com possibilidade de renovação.

A molécula do laboratório americano Gilead Sciences foi desenvolvida para tratar os pacientes com febre hemorrágica ebola, sem sucesso, mas durante um teste nos Estados Unidos o remédio mostrou certa eficácia contra a COVID-19.

De acordo com o estudo, os pacientes com esta doença e tratados com remdesivir se recuperam em média quatro dias antes que os demais enfermos. Seu uso já foi autorizado em casos de emergência nos Estados Unidos e Japão.

Em sua recomendação, prévia à autorização da Comissão com a aprovação dos 27 países europeus, a EMA propõe seu uso para adultos e adolescentes a partir dos 12 anos que sofrem de pneumonia e precisam de oxigênio.

O novo coronavírus provocou mais de 500.000 mortes no mundo desde que foi detectado em dezembro, de acordo com um balanço da AFP com base em fontes oficiais. A Europa é a região do mundo com mais mortes, quase 200.000.

De modo paralelo, cientista de todo o mundo lutam contra o tempo para desenvolver uma vacina contra o coronavírus.

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Primeiro-ministro da França apresenta demissão a Macron

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Mudança de gabinete era esperada após a derrota sofrida pelo partido do governo nas eleições municipais

Primeiro ministro francês, Edouard Philippe (Sebastian Widmann/Getty Images)

O primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, apresentou nesta sexta-feira (3) a demissão em bloco do governe ao presidente Emmanuel Macron, que aceitou o pedido, anunciou a presidência.

O governo atual permanecerá a cargo dos assuntos correntes até a nomeação do novo gabinete, destacou o Palácio do Eliseu em um comunicado.

De modo imediato, a presidência não anunciou os motivos da demissão, mas uma mudança de gabinete era esperada após a derrota sofrida pelo partido do governo nas eleições municipais.
A grande incógnita é se o presidente continuará com Edouard Philippe, conservador, à frente do governo ou se buscará uma guinada à esquerda para os últimos dois anos de mandato, já pensando nas eleições de 2022.

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Trump mantém festa de 4 de julho apesar de recorde de casos de covid-19

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Em Washington, comemoração de independência terá show pirotécnico e distribuição de 300.000 máscaras, mas seu uso não será obrigatório

TRUMP, NESTA QUINTA-FEIRA: o presidente se recusa a usar máscara, e participará de evento para 7.500 pessoas (Tom Brenner/Reuters)

Em campanha pela reeleição, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manteve em sua agenda dois eventos que se tornaram alvos de críticas pela aglomeração que deverão causar em plena pandemia do coronavírus.

Nesta sexta-feira (3), Trump visitará o Monte Rushmore, no estado da Dakota do Sul, para participar de uma festa de fogos de artifícios no memorial onde estão esculpidos os rostos de quatro históricos presidentes americanos. E amanhã (4), no Dia da Independência, o feriado mais importante para os americanos, Trump participará de mais um show pirotécnico, dessa vez em Washington, a capital do país.

No Monte Rushmore, Trump deverá fazer um discurso enaltecendo o patriotismo e a importância de preservar os monumentos históricos, alguns deles alvos recentes de manifestantes por glorificar personagens ligadas à escravidão e ao racismo. A escultura em granito com os rostos dos presidentes George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln atrai cerca de 3 milhões de turistas por ano. Trump não esconde seu desejo de um dia ter o seu rosto também imortalizado no local.

A expectativa é que o evento no Monte Rushmore atraia cerca de 7.500 pessoas. Elas serão orientadas a manter distanciamento social, mas o uso de máscaras não será obrigatório (Trump, aliás, se recusa a usar o acessório facial). Grupos de índios sioux, que consideram o local uma área sagrada, prometem realizar um protesto contra o presidente. Há temores de que os fogos de artifício possam gerar focos de incêndio nas florestas da região.

No sábado, o ponto alto da festa do Dia da Independência será no National Mall, um grande parque em Washington onde estão localizados vários museus, prédios históricos e o Capitólio, a sede do Congresso americano. Além da queima dos fogos de artifício, com duração prevista de 35 minutos, estão programadas acrobacias com aviões da força aérea e shows de música. Trump deverá fazer um discurso na Casa Branca.

O governo pretende distribuir 300.000 máscaras entre o público que comparecer ao National Mall, mas não vai barrar ninguém que se recuse a usar a proteção facial. A prefeita de Washington, a democrata Muriel Bowse, aconselhou a população a comemorar o feriado de 4 de julho em suas casas. Browse não tem jurisdição sobre a área federal onde se realizará a festa da independência.

Na quinta-feira, os Estados Unidos registraram mais de 53.000 novos casos de covid-19, um novo recorde em um único dia. O país teve até agora cerca de 2,8 milhões de pessoas infectadas e 130.000 óbitos causados pelo novo coronavírus.

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