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sábado, 14/02/2026

Rubio suaviza relação dos EUA com Europa: “Somos filhos da Europa”

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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, participou da Conferência de Segurança de Munique, realizada na Alemanha, no sábado, dia 14 de fevereiro de 2026. Durante seu discurso, Rubio buscou suavizar os laços entre os Estados Unidos e a Europa, que estavam tensos após a tentativa do ex-presidente Donald Trump de adquirir a Groenlândia. Curiosamente, ele não mencionou o território em sua fala.

Ao contrário do tom crítico apresentado anteriormente pelo vice-presidente dos EUA, JD Vance, no mesmo evento no ano anterior, Rubio adotou uma postura mais amigável neste ano. Ele destacou a importância da renovação da amizade histórica e da maior civilização da história.

“Não buscamos a separação, mas sim revitalizar uma antiga amizade e renovar a maior civilização da história da humanidade”, afirmou Rubio. “Para nós, americanos, nossa casa pode estar no Hemisfério Ocidental, mas sempre seremos filhos da Europa.”

Rubio ressaltou a importância das relações profundas entre os Estados Unidos e a Europa, não apenas em termos econômicos e militares, mas também culturais e espirituais.

Ele enfatizou que fazemos parte da civilização ocidental única, unidos por vínculos históricos, religiosos, culturais, linguísticos e ancestrais, além dos sacrifícios realizados conjuntamente ao longo dos séculos. Além disso, destacou o compromisso compartilhado para o futuro.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, comentou em entrevista que se sente tranquila e reconfortada com as declarações de Rubio, classificando-o como um aliado forte e amigo.

No entanto, Rubio também reafirmou as demandas dos Estados Unidos, principalmente em relação às políticas europeias de imigração, comércio e meio ambiente. Ele afirmou que o presidente Trump exige seriedade e reciprocidade de seus parceiros na Europa.

Por fim, Rubio criticou o papel da Organização das Nações Unidas (ONU), apontando que o sistema de cooperação internacional precisa passar por uma reforma, e que a entidade teve pouca participação na resolução dos conflitos em Gaza e Ucrânia. Segundo ele, os Estados Unidos não pretendem ser meros observadores do declínio do Ocidente.

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