Nossa rede

Tecnologia

Rodovia “elétrica” na Alemanha recarrega caminhões em movimento

Publicado

dia

O sistema foi desenvolvido pela empresa de engenharia Siemens e os caminhões são da Scania, unidade da Volkswagen

Caminhão da Scania em rodovia eletrizada da Siemens (Siemens/Divulgação)

A Alemanha inaugurou o primeiro trecho da chamada rodovia elétrica, que conecta caminhões híbridos (que funcionam com motorização elétrica e à combustão) a cabos aéreos, permitindo que os veículos sejam recarregados enquanto circulam pelas principais vias de transporte do país.

O trecho de 10 quilômetros ao sul de Frankfurt, na rodovia A5, foi inaugurado na semana passada, segundo comunicado do estado de Hesse, região central da Alemanha. Por enquanto, um caminhão está usando o sistema, e a previsão é incluir mais quatro até 2020.

O sistema foi desenvolvido pela empresa de engenharia Siemens, com sede em Munique. Os caminhões são da Scania, unidade da Volkswagen. O sistema utiliza tecnologia semelhante às dos trens ou bondes, permitindo que caminhões sejam conectados enquanto circulam a uma velocidade de até 90 quilômetros por hora, recebendo energia dos cabos aéreos. A eletricidade recarrega a bateria dos caminhões para que possam circular por um tempo determinado, e um motor a diesel é acionado quando a bateria acaba.

A Siemens começou a desenvolver o projeto em 2010 em uma pista para testes nos arredores de Berlim. A primeira pista completa foi inaugurada em 2016, nos arredores de Estocolmo, e a empresa agora desenvolve outra na Califórnia.

O plano de fusão da divisão de mobilidade da Siemens, que fabrica trens e equipamentos de sinalização, com a concorrente francesa Alstom foi vetado recentemente pela Comissão Europeia. O presidente da Siemens, Joe Kaeser, disse que a unidade deve expandir os negócios além do segmento de trens e incluir uma ampla gama de opções de mobilidade, como carros elétricos e autônomos.

Veja o vídeo de divulgação da nova rodovia a seguir.

 

 

Comentário

Tecnologia

São Francisco se posiciona contra uso de identificação facial pelo governo

Publicado

dia

A cidade de São Francisco votou por impedir que o governo utilize dessa tecnologia em seu território

Reconhecimento facial: São Francisco se opõe à decisão nacional (Getty/Getty Images)

São Paulo – A cidade de São Francisco, na Califórnia, acaba de se tornar a primeira cidade dos Estados Unidos a banir o uso de reconhecimento facial por serviços do governo. A medida foi votada pelo conselho da cidade, e teve 8 votos favoráveis contra 1 voto contra.

A tecnologia utilizada para reconhecimento facial é feita através de algoritmos que, por meio de uma foto ou imagem em vídeo, comparam o rosto humano com informações disponibilizadas pelo sistema — que arquiva informações reunidas pelo governo. Essas fotos podem ser tiradas em áreas públicas, mesmo sem consentimento dos indivíduos.

Para Matt Cagle, membro da União Americana pelas Liberdades Civis, essa decisão representa um grande passo para São Francisco na questão de uma democracia justa. “Com esse voto, São Francisco declarou que a tecnologia de vigilância facial é incompatível com uma democracia saudável, e residentes merecem ter uma voz em decisões sobre a vigilância de alta tecnologia.”, disse Cagle para a BBC.

Apesar de essa tecnologia não ser utilizada pela polícia local e mais outros 53 departamentos, o Aeroporto Internacional de São Francisco e o Porto de São Francisco poderão utilizar o serviço, conforme previsto pela lei federal. Empresas privadas, bem como sistemas de segurança e celulares, também poderão fazer uso do reconhecimento facial.

Para que a medida seja oficialmente aprovada e assinada pela prefeita de São Francisco, London Breed, o conselho precisa votar novamente. Apesar do fato de que duas supervisoras estavam ausentes na primeira votação, o resultado final deve permanecer o mesmo. A medida deve entrar em vigor na próxima semana, após a segunda votação.

 

Ver mais

Tecnologia

Táxi aéreo elétrico realiza primeiro voo em Munique

Publicado

dia

O avião tem alcance de 300 quilômetros, permitindo trajetos como o de Nova York a Boston

O primeiro jato de passageiros do mundo com decolagem e aterrissagem totalmente vertical e elétrica foi apresentado ao mercado após completar seu primeiro voo.

A startup alemã Lilium planeja ter uma frota da aeronave de cinco assentos – que pode operar com um piloto ou em modo drone – voando por cidades em todo o mundo até 2025. O serviço será cobrado por trajeto e não poluirá a atmosfera, com emissão zero de carbono. O jato é cinco vezes mais rápido do que um carro e produzirá menos ruído do que uma moto.

O avião tem alcance de 300 quilômetros, permitindo trajetos como o de Nova York a Boston. Um rápido voo entre o Aeroporto Internacional John F. Kennedy e Manhattan deve custar cerca de US$ 70 por passageiro, sendo mais barato do que um helicóptero e oferecendo preços competitivos em relação aos serviços de limusine mais caros, disse o diretor comercial da empresa, Remo Gerber, em entrevista.

Um protótipo em tamanho real e peso total decolou da base da Lilium, nos arredores de Munique, em 4 de maio, e iniciou testes de voo para garantir a aprovação regulatória, informou a empresa nesta quinta-feira. A aeronave é movida por 36 motores que giram após a decolagem para que o jato se desloque para a frente como um avião tradicional, usando apenas 10% da energia de drones multirotor com base na tecnologia de helicópteros. Essa economia, por sua vez, permite que a aeronave voe a mesma distância por 10 vezes, superando os problemas de alcance, considerados um grande obstáculo para os aviões elétricos.

 

Ver mais

Tecnologia

WhatsApp, Facebook e Instagram enfrentam instabilidade no Brasil

Publicado

dia

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade