O governo do Rio de Janeiro cortou 6.145 cargos comissionados até 21 de agosto, conseguindo economizar R$ 221 milhões até o final do ano. Essa ação faz parte de uma reorganização administrativa que está acontecendo, incluindo a diminuição do número de secretarias e a realização de auditorias.
Muitos dos funcionários desligados nem chegavam a usar os sistemas do Estado, sendo considerados ‘fantasmas’. Eles apareciam apenas uma vez por mês para assinar o ponto.
Até 21 de agosto, o governo também contratou 2.496 servidores. A economia prevista refere-se apenas aos cargos que ainda estão vagos. novas demissões podem acontecer após auditorias no Gabinete de Segurança Institucional e na Controladoria Geral do Estado.
As nomeações feitas desde março no primeiro escalão são, em sua maioria, de servidores efetivos, que passam por uma avaliação do Gabinete de Segurança Institucional. A gestão busca proteger os recursos públicos e utilizá-los de forma responsável e eficiente.
Atualmente o governo do estado possui 28 secretarias, contra 32 em março. Para diminuir o número de pastas, algumas foram unidas.
A administração interina do desembargador Ricardo Couto começou em 23 de março de 2026, depois que o governador Cláudio Castro renunciou para concorrer ao Senado Federal. Em 24 de março, o Tribunal Superior Eleitoral declarou Castro inelegível, decisão confirmada em 2 de junho por 5 votos a 2. A inelegibilidade vale por oito anos a partir das eleições de 2022, até 2030.
