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quinta-feira, 08/01/2026

Réveillon na Avenida Paulista tem 140 furtos e 5 roubos de celular, informa polícia

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Durante as celebrações de Réveillon nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro na Avenida Paulista, no centro de São Paulo, foram registrados 140 casos de furtos e 5 casos de roubos de celulares, segundo comunicado da Secretaria de Segurança Pública (SSP) divulgado na última segunda-feira.

O governo do estado, sob a gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), destacou uma redução de 27,5% nos registros de ocorrências em comparação a eventos anteriores, apesar da revisão dos números referentes à virada do ano passado.

Em janeiro de 2025, a secretaria havia informado 33 furtos de celulares na Avenida Paulista, mas posteriormente corrigiu esse número para 191 boletins de ocorrência de furtos e nove casos de roubo durante a festa do Réveillon do ano anterior, o que representa uma diferença de 579%. Essa divergência se deve ao registro de ocorrências posteriores à divulgação inicial.

A SSP explicou que a divulgação dos dados neste ano ocorreu quatro dias após o evento, permitindo a inclusão de mais registros, enquanto no ano anterior os dados foram apresentados logo após a virada do ano, o que não contemplou todos os boletins feitos posteriormente, especialmente os realizados via Delegacia Eletrônica.

Os roubos ocorreram principalmente na madrugada de 1º de janeiro, enquanto os furtos se concentraram na noite de 31 de dezembro.

Para garantir a segurança, a Polícia Militar mobilizou quase 2.000 policiais e cerca de 130 veículos, contando com o apoio do Policiamento de Choque, Trânsito, Aviação, Corpo de Bombeiros, Centro de Operações e agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM), que atuaram ao redor da avenida.

A Prefeitura de São Paulo estima que cerca de 2,1 milhões de pessoas participaram da festa da virada, que contou com 14 horas de apresentações musicais e 15 minutos de queima de fogos. Entre os principais artistas estavam os cantores João Gomes, Belo, Ana Castela, Simone Mendes e a dupla Maiara e Maraisa.

Um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgado pela administração do prefeito Ricardo Nunes (MDB) indicou que o evento gerou uma movimentação econômica estimada em R$ 2,3 bilhões e criou mais de 20 mil empregos temporários.

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