Nossa rede

Mundo

Restrição de viagens do Brasil para os EUA pode durar meses

Publicado

dia

A partir desta quarta, passageiros vindos do Brasil não poderão entrar no país, a exemplo do que já ocorre com viajantes da China e da Europa

Aeroportos: brasileiros podem chegar aos Estados Unidos a partir de um outro país (Rahel Patrasso/Reuters)

Começou a valer na madrugada desta quarta-feira (27) a medida que barra a entrada nos Estados Unidos de passageiros vindos do Brasil. A decisão foi tomada pelo presidente americano Donald Trump no domingo por causa do rápido aumento do número de casos da covid-19 no país. A Casa Branca havia divulgado inicialmente que a restrição entraria em vigor na sexta-feira, mas a medida foi adiantada em dois dias.

A proibição se aplica aos brasileiros e aos cidadãos de quaisquer nacionalidades que estiveram em território brasileiro nos últimos 14 dias. Mas um brasileiro que chegar aos Estados Unidos a partir de um outro país – o Japão, por exemplo – ainda poderá entrar nos Estados Unidos, desde que não tenha passado pelo Brasil nos 14 dias anteriores.

Há exceções para cidadãos americanos ou pessoas com residência permanente nos Estados Unidos e seus familiares. Mas, nesses casos, as pessoas são orientadas a entrar nos Estados Unidos por meio de um dos 13 aeroportos preparados para receber passageiros de países com alta incidência da covid-19. Elas também são orientadas a fazer uma quarentena voluntária de 14 dias.

A restrição ao Brasil é igual à que foi adotada pelos Estados Unidos nos meses de fevereiro e março para passageiros que estiveram na China, no Irã e na maioria dos países europeus – incluindo todos os países da área de livre circulação de pessoas da União Europeia, o Reino Unido e a Irlanda.

O que chama a atenção é que, depois de mais de dois meses, as restrições para a entrada nos Estados Unidos continuam em vigor mesmo com a recente queda no número de casos na Europa e na China e com a flexibilização das medidas de quarentena. Isso sugere que ainda deve levar um bom tempo para que os brasileiros possam voltar a viajar para os Estados Unidos até que a pandemia esteja controlada por aqui.

Ontem, o Ministério da Saúde contabilizou mais de 16 mil novos casos da covid-19 no Brasil e 1.039 mortes. Com isso, o país chegou a 391.222 casos confirmados e 24.512 mortes. A proliferação do novo coronavírus fez o Brasil alcançar rapidamente o posto de segundo país com mais incidência da doença no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Em número de mortes, o Brasil é o sexto e já se aproxima da Espanha, um dos países mais castigados pela pandemia na Europa, que contabiliza 27 mil mortes.

O bloqueio à entrada de passageiros do Brasil é mais um golpe para as empresas do setor aéreo, que já estavam combalidas pela queda na demanda de viajantes durante a pandemia e por outras medidas de restrições às viagens. As duas maiores companhias aéreas da América Latina – Latam e Avianca – entraram recentemente com pedidos de recuperação judicial por causa dos efeitos da pandemia. Na noite de ontem, nenhum dos três principais aeroportos internacionais do país (Guarulhos, Galeão e Viracopos) listava a partida de voos para os Estados Unidos para esta quarta-feira.

Com menos voos entre o Brasil e os Estados Unidos, o transporte de carga aéreo também tende a ser prejudicado, afetando as operações de empresas que dependem da importação e da exportação de produtos e bens intermediários por esse meio de transporte – o que é mais uma notícia ruim para as companhias brasileiras em meio à crise. Como se vê, o Brasil está pagando um preço alto por causa da falta de controle da pandemia.

Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Comentar

Mundo

Massagista da equipe olímpica espanhola de ciclismo testa positivo para covid-19

Publicado

dia

Por

O caso de covid-19 de Eleguezabal é o primeiro que ocorre na delegação espanhola. Nos últimos dias, surgiram vários casos em outras delegações, como as da República Checa e da África do Sul

(crédito: AFP / Ludovic MARIN)

Um massagista da equipe olímpica espanhola de ciclismo testou positivo para covid-19, na véspera da estreia masculina nos Jogos de Tóquio – informou o Comitê Olímpico Espanhol (COE) nesta sexta-feira (23/7).

O restante do grupo testou negativo, e os ciclistas poderão competir.

“Os integrantes da seleção passaram por um PCR, cujo resultado foi negativo, e eles poderão competir amanhã (sábado (24/7)), aumentando as medidas de proteção à saúde”, disse o COE em um comunicado.

A nota especifica que a pessoa afetada pelo resultado positivo é “o massagista da equipe espanhola de ciclismo, Joseba Eleguezabal”.

Os alertas surgiram pouco antes, depois de o presidente do Conselho Superior de Esportes (CSD), José Manuel Franco, ter declarado à rádio pública espanhola que “surgiu um problema de última hora com o ciclismo”.

“Surgiu um resultado positivo de um massagista, e espero que não afete o restante da equipe”, acrescentou Franco.

O caso acontece na véspera do teste de estrada, em que Alejandro Valverde lidera a equipe espanhola de ciclismo.

A prova acontecerá em um percurso de 234 quilômetros entre o parque Musashinonomori e o autódromo Fuji International Speedway, com cinco passagens de montanha. A mais exigente delas é a subida ao icônico Monte Fuji, na metade da corrida.

O caso de covid-19 de Eleguezabal é o primeiro que ocorre na delegação espanhola. Nos últimos dias, surgiram vários casos em outras delegações, como as da República Checa e da África do Sul.Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 começam nesta sexta-feira (23/7), enquanto as infecções continuam aumentando na capital japonesa.

Ver mais

Mundo

Alemanha lista Espanha e Holanda como de ‘alto risco’ por covid-19

Publicado

dia

Por

Qualquer indivíduo que chegar ao país procedente de países de alta incidência deverá cumprir uma quarentena de 10 dias

 

(crédito: Ingo Joseph/Reprodução)

O instituto de saúde pública alemão anunciou nesta sexta-feira (23/7) a inclusão de Espanha e Holanda na lista de países com alta incidência de coronavírus, o que significa novas restrições para os viajantes.

A medida do Instituto Robert Koch entrará em vigor na próxima terça-feira (27/7).

Este anúncio chega no momento em que a primeira economia europeia tenta conter os novos casos, diante da rápida propagação da variante Delta, altamente contagiosa, em pleno temporada turística do verão (inverno no Brasil).

Em um comunicado, a instituição afirmou ainda que a Geórgia também está entre os países de alta incidência, ou seja, aqueles com taxas de novos casos iguais, ou superiores, a 200 a cada 100.000 pessoas nos últimos sete dias.

Qualquer indivíduo que chegar à Alemanha procedente de países de alta incidência deverá cumprir uma quarentena de 10 dias. Este intervalo pode ser reduzido para cinco dias, se o teste de detecção de coronavírus der negativo.

Pessoas que foram totalmente vacinadas, ou que se recuperaram da covid-19 recentemente, estão isentas da obrigatoriedade da quarentena.

A Alemanha vem registrando um forte aumento de novos casos nas últimas semanas, impulsionado pela variante Delta. Ainda assim, continua em melhor situação do que a maioria dos países vizinhos.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 2.089 novos casos e 34 mortes, o que eleva sua taxa de incidência em sete dias para 13,2.

Ontem (22/7), a chanceler alemã, Angela Merkel, disse estar preocupada com o “crescimento exponencial” das infecções por covid-19 na Alemanha e pediu aos alemães que se vacinem.

 

Ver mais

Mundo

Blinken visitará a Índia em plena retirada dos EUA do Afeganistão

Publicado

dia

Por

O país tem sido um dos apoiadores mais entusiastas do governo afegão, que assumiu o cargo com apoio internacional após a invasão dos Estados Unidos depois dos ataques de 11 de setembro de 2001

(crédito: Mandel NGAN / AFP)

O secretário de Estado americano, Antony Blinken, visitará a Índia pela primeira vez, um país cada vez mais alinhado com Washington à medida que aumentam as preocupações com a escalada do Talibã no Afeganistão.

O Departamento de Estado informou que Blinken se encontrará com o primeiro-ministro Narendra Modi e seu ministro das Relações Exteriores, Subrahmanyam Jaishankar, na quarta-feira (28/7), em Nova Delhi, antes de fazer escala no Kuwait.

É a primeira visita de Blinken à Índia, que desde o final da década de 1990 se aproximou dos Estados Unidos, à medida que as duas maiores democracias do mundo passaram a compartilhar posições sobre o crescimento da China, o extremismo islâmico e outros desafios.

A Índia tem sido um dos apoiadores mais entusiastas do governo afegão, que assumiu o cargo com apoio internacional após a invasão dos Estados Unidos depois dos ataques de 11 de setembro de 2001.

O presidente Joe Biden ordenou que as tropas americanas deixassem o Afeganistão até o final de agosto, encerrando a guerra mais longa da história dos Estados Unidos, enquanto os insurgentes do Talibã avançavam rapidamente no terreno.

Ver mais

Mundo

ONU promove debates sobre mudanças climáticas no Brasil

Publicado

dia

Por

Organização lançou a campanha “Nós >> o movimento”

Lazer no Parque do Ibirapuera após a flexibilização do isolamento social durante a pandemia de covid-19.

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou hoje (22) a campanha “Nós >> o movimento”, com o objetivo de “aumentar o diálogo e as ações em torno das mudanças climáticas no Brasil”, por meio da promoção de debates sobre o tema até a realização da 26ª sessão da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP26, a ocorrer de 1° a 12 de novembro, em Glasgow, Escócia.

De acordo com a entidade, estão previstas ações em espaços públicos, onde será mostrado o impacto que a questão climática causa na sociedade. A primeira ação será no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, onde totens digitais exibirão mensagens sobre como o clima está conectado com a saúde, o bem-estar, a proteção de áreas verdes e a promoção de ecossistemas mais saudáveis.

A campanha pretende ampliar a conscientização das questões sobre o clima, “mostrando de que maneira ele está conectado com desafios e problemas atuais do país, como desemprego, segurança alimentar e mobilidade, mas reforçando que as soluções estão disponíveis, e são acessíveis, práticas e realistas”, diz a entidade ao informar que pretende, com as ações, fortalecer indivíduos, comunidades, empresas e lideranças, articulando conexões e conversas sobre a agenda climática.

“Todos são convidados a participar, debatendo ações e compartilhando conteúdos. Por meio da contribuição de vários agentes que trabalham com proteção ambiental e justiça climática, além de pessoas interessadas em fazer parte dessa ação, “Nós >> o movimento” quer mostrar a urgência e a relevância da questão do clima”, detalhou, em nota, a ONU.

Materiais da campanha, histórias de quem está fazendo sua parte e outras informações sobre as mudanças climáticas podem ser obtidas a partir do site www.nosomovimento.com.br. Agência Brasil

Ver mais

Mundo

Crise política e pandemia disparam pobreza em Hong Kong

Publicado

dia

Por

A taxa de desemprego aumentou no início de 2021, atingindo seu maior índice em 17 anos, a 7,2%. Desde então, regrediu ligeiramente

(crédito: ANTHONY WALLACE/AFP)

Morando apertados em um quitinete, “Rainbow” e sua família mal conseguem se sustentar, assim como milhares de famílias que caíram na pobreza nos últimos dois anos, devido ao impacto da crise política e da pandemia da covid-19.

Já faz um ano que, quase todos os dias, o marido de “Rainbow” (apelido para preservar sua identidade) volta para o apartamento de 26 metros quadrados sem ter conseguido trabalho como eletricista.

“Antes da pandemia, trabalhava de 20 a 25 dias por mês. E agora só quatro ou cinco dias. Teve um mês em que não trabalhou”, lamenta esta mulher, de 43 anos.

Hong Kong é um dos territórios mais ricos do mundo, mas também um dos mais desiguais.

Seu Produto Interno Bruto (PIB) per capita é de cerca de US$ 48.000. E, mesmo depois de um ano de gastos públicos incomuns em função da pandemia, o governo local possui amplas reservas, em torno de US$ 116 bilhões.

Esta cidade de 7,5 milhões de habitantes tem cerca de 5.000 bilionários, um número que aumentou 48% em cinco anos, de acordo com o relatório anual sobre a riqueza da Knight Frank. E são 280.000 milionários.

A riqueza dos ricos aumenta, mas a pobreza também.

Nos últimos dois anos, o número de famílias que ganham o equivalente a US$ 1.170, ou menos, por mês, dobrou para 149.000, de acordo com um estudo recente do governo.

Pouca ajuda social

A família de “Rainbow” é uma delas. Há um ano, porém, sua renda era de quase o triplo.

No momento, tem conseguido limitar suas despesas diárias com alimentação ao equivalente a US$ 13 e faz o possível para que suas filhas, de 4 e de 18 anos, continuem a comer de forma equilibrada.

“Os adultos comem comida enlatada, e as crianças comem produtos frescos”, explica.

Esta ex-colônia britânica foi atingida pela pandemia, quando a economia já estava em recessão por meses de crise política e pelas manifestações em massa em 2019.

Essas manifestações protestavam contra a crescente tutela chinesa, apesar do princípio “Um País, Dois Sistemas”. A multidão também tomou as ruas contra o Executivo local – alinhado a Pequim – por sua incapacidade de conter as desigualdades e de resolver a crise imobiliária que faz de Hong Kong uma das cidades mais caras do mundo para se morar.

O avanço da pobreza em Hong Kong é alarmante, devido à baixa magnitude de subsídios sociais, afirma Lai Hiu-tung, da ONG Concern for Grassroot’s Livelihood Alliance.

“A maior parte da ajuda é excepcional e de curto prazo”, explica.

“Muitos desempregados”

Maggie, de 35 anos, é uma das centenas de pessoas que dependem da ajuda alimentar distribuída duas vezes por semana pela associação de Lai.

Depois de engravidar pela segunda vez, não encontrou trabalho como balconista e não tem mais um salário fixo para sustentar as duas filhas.

Seu marido, que também é vendedor, sofreu uma queda de 30% no salário mensal durante a pandemia.

“A política da empresa dele mudou, e ele recebe muito menos comissões”, acrescenta.

O casal pensou na possibilidade de trabalhar em plataformas de entrega de comida, mas há muita concorrência.

“Há muitos desempregados. Não somos os únicos procurando um segundo emprego”, lamenta.

A taxa de desemprego aumentou no início de 2021, atingindo seu maior índice em 17 anos, a 7,2%. Desde então, regrediu ligeiramente.

Os manifestantes acusam a chefe do governo local, Carrie Lam, de fechar os olhos para a situação econômica de seus eleitores e de se concentrar na repressão aos oponentes pró-democracia.

Recentemente, têm havido promoções entre os funcionários de alto escalão da área de segurança do governo. O ex-ministro da Segurança John Lee, por exemplo, tornou-se conselheiro de Lam, uma posição que lida, com frequência, com questões sociais.

Lam diz que fará da habitação o tema central de seu mandato, que termina no próximo verão.

Hoje, o tempo de espera para se ter acesso à moradia social é de em torno de 5,8 anos, 12 meses a mais do que quando Carrie Lam chegou ao poder.

A família “Rainbow” está à espera há sete anos e vive em habitações provisórias. Ainda assim, considera-se com sorte agora. Antes, sua família morava em um casebre como os que são construídos, ilegalmente, nos telhados dos prédios.

“Eu durmo mal e me sinto péssima” vendo nossas economias diminuírem, desabafa “Rainbow”.

E acrescenta: “todas as pessoas estão sob pressão”.

 

Ver mais

Mundo

Mineradora Rio Tinto avaliará poluição em Papua Nova Guiné

Publicado

dia

Por

Pressionada por organizações de defesa dos direitos humanos, a Rio Tinto disse que buscará “identificar e avaliar os impactos” da mina

(crédito: AFP / NESS KERTON)

A mineradora multinacional Rio Tinto aceitou investigar o legado ambiental e humano da gigantesca mina de Panguna, na ilha de Bougainville, em Papua Nova Guiné – anunciou a empresa anglo-australiana, acusada, entre outras coisas, de se isentar de sua responsabilidade de limpar os resíduos tóxicos.

A multinacional informou que abrirá uma investigação sobre esta mina de cobre e ouro. Centro da violenta guerra civil em Bougainville nas décadas de 1980 e 1990, esta mina continua poluindo os rios próximos mais de três décadas depois de seu fechamento, conforme denúncias de moradores locais.

Em 2016, a Rio Tinto cedeu o controle de suas ações na mina de Panguna para os governos de Papua Nova Guiné e de Bougainville. A população também acusa a mineradora de tentar evitar os custos de limpeza do local.

Panguna já foi a maior mina de cobre a céu aberto do mundo, representando, sozinha, até 40% das exportações de Papua Nova Guiné. Ficou em funcionamento de 1972 a 1989.

Seus danos ambientais causados e o benefício econômico nulo para os habitantes locais deflagraram fortes confrontos entre o Exército e os rebeldes separatistas. A guerra civil causou 20.000 mortes e ainda é o conflito mais violento no Pacífico, desde a Segunda Guerra Mundial.

Identificar e avaliar os impactos

Pressionada por organizações de defesa dos direitos humanos, a Rio Tinto disse que buscará “identificar e avaliar os impactos” da mina.

“É um primeiro passo importante para a abertura de um diálogo com aqueles que foram afetados pelo legado da mina de Panguna”, declarou o diretor-geral do grupo, Jakob Stausholm.

“Levamos este assunto muito a sério e estamos decididos a identificar e avaliar o papel que podemos ter tido em qualquer impacto negativo”, acrescentou.

Em um primeiro momento, a Rio Tinto financiará um painel independente de especialistas internacionais para avaliarem o impacto. Este anúncio deve reunir as organizações que militam pela criação de um fundo de indenização para as vítimas e pela restauração dos lugares afetados.

O custo da limpeza da área é estimado em US$ 1 bilhão.

“É um dia muito importante”, afirmou Theonila Roka Matbob, uma política local.

“Durante muitos anos, a mina de Panguna envenenou nossos rios com cobre. Nossas crianças estão doentes por causa da poluição”, completou.

O Centro Jurídico para os Direitos Humanos de Melbourne, que recebeu as queixas de mais de 150 habitantes de Bougainville, viu neste anúncio “um avanço importante” e prometeu “garantir que a avaliação conduza a uma ação rápida da Rio Tinto para ser responsabilizada por seu legado desastroso na ilha de Bougainville”.

Em 1998, um cessar-fogo foi alcançado e, em um referendo realizado em 2019, quase a totalidade dos eleitores (98%) desta ilha do Pacífico se declarou a favor da independência. Bougainville desfruta de autonomia desde 2005.

Seus líderes estabeleceram o ano 2027 como prazo para alcançar a independência total e abandonar Papua Nova Guiné.

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade
Publicidade

Viu isso?