Após o ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, o governo venezuelano classificou a ação como uma agressão armada. Diversos governos e líderes internacionais expressaram seu posicionamento diante das acusações feitas contra Caracas. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a ofensiva em Caracas, afirmando que capturou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa.
Gustavo Petro, presidente da Colômbia, usou as redes sociais para denunciar que Caracas está sendo bombardeada. Ele clamou pela imediata reunião da OEA e da ONU para tratar o assunto.
O governo venezuelano convocou todas as forças sociais e políticas para se unir contra essa agressão imperialista, destacando que o povo e a Força Armada Nacional Bolivariana estão mobilizados para proteger a soberania e a paz do país.
Foi declarado estado de Comoção Exterior em todo o território venezuelano, com medidas urgentes para proteger os cidadãos, manter as instituições republicanas e enfrentar o ataque armado.
Em reações internacionais, Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, condenou o ataque e pediu uma ação rápida da comunidade internacional. O Irã também criticou a ação, considerando-a uma violação clara da soberania da Venezuela e solicitando ao Conselho de Segurança da ONU que intervenha.
Enquanto isso, o presidente argentino, Javier Milei, comemorou a aparente captura do líder venezuelano em uma publicação nas redes sociais.
O governo da Venezuela formalizou denúncias internacionais, afirmando que o ataque viola a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios de soberania e igualdade entre as nações, e representa uma ameaça à estabilidade da América Latina e do Caribe.
Segundo o comunicado oficial, o objetivo do ataque seria tomar o controle de recursos estratégicos, como petróleo e minerais, mas o governo rejeita essa hipótese e reafirma seu compromisso com a independência nacional.
A Força Armada Nacional Bolivariana foi mobilizada, com comandos de defesa instalados em todas as regiões do país, enquanto a diplomacia venezuelana busca apoio em organizações internacionais.
O governo reafirmou seu direito à legítima defesa conforme a Carta da ONU, pedindo solidariedade internacional.
Na madrugada do dia 3 de janeiro, Caracas sofreu várias explosões atribuídas pelo governo venezuelano aos Estados Unidos, que levaram à decretação de emergência nacional. Imagens divulgadas mostram fumaça e fogo em diversos pontos da cidade, porém ainda não há informações oficiais sobre vítimas ou confirmação independente dos fatos, reforçando a necessidade de cautela nos relatos.
