Os protestos no Irã persistem apesar da forte repressão das forças de segurança. De acordo com a ONG de direitos humanos Hrana, pelo menos 65 pessoas perderam a vida, incluindo 50 manifestantes e 15 membros das forças de segurança.
O presidente Donald Trump declarou que os Estados Unidos estão preparados para auxiliar diante da situação, ressaltando que o povo iraniano busca liberdade como nunca antes.
A repressão foi intensificada pelo regime, com a Guarda Revolucionária, elite militar, classificando os protestos como ações de “terroristas” e reforçando seu compromisso em proteger prédios públicos, considerados uma “linha vermelha”.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram multidões nas ruas de Teerã, focos de incêndio e manifestações expressivas. Um apagão na internet dificultou a avaliação completa da situação.
Os protestos tiveram início em 28 de dezembro motivados por inflação crescente e rapidamente adquiriram caráter político, com pedidos pelo fim do regime clerical no país. As autoridades iranianas acusam Estados Unidos e Israel de fomentarem os protestos.
