O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS) vai investir R$ 339 milhões em 2025 para apoiar projetos do Ministério da Saúde em parceria com hospitais renomados. Essa informação foi dada na primeira reunião do Comitê Gestor, em 4 de fevereiro, na sede da Organização Pan-americana da Saúde em Brasília.
Foram aprovados 23 projetos este ano, sendo que 14 deles ajudam a ampliar o acesso a consultas, exames e tratamentos especializados, alinhados ao programa Agora Tem Especialistas. A entrada do A.C. Camargo Cancer Center, que foi reconhecido pela sua excelência em 2024, aumentou os recursos disponíveis no triênio. Atualmente, são cerca de R$ 3,5 bilhões investidos em 200 projetos nas áreas de pesquisa, gestão, tecnologia, capacitação e atendimento à saúde.
Adriano Massuda, secretário executivo do Ministério da Saúde, ressaltou que o Proadi-SUS é fundamental para fortalecer o SUS e garantir atendimento universal, completo e justo para toda a população brasileira.
O comitê inclui representantes de todas as secretarias do Ministério da Saúde, da Anvisa, da Agência Nacional de Saúde Suplementar, dos conselhos nacionais das secretarias municipais e estaduais de saúde, além dos sete hospitais de referência: A.C. Camargo Cancer Center, Beneficência Portuguesa de São Paulo, Einstein Hospital Israelita, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital do Coração, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio Libanês.
Na reunião, foram aprovados projetos para 2026, como o do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, que terá R$ 2,6 milhões para treinar profissionais do SUS nas áreas de oncologia, radioterapia, anestesiologia e sedação segura, ajudando o Programa Mais Médicos Especialistas.
A Beneficência Portuguesa receberá R$ 3,3 milhões para integrar políticas de saúde e assistência social no Programa Brasil Saudável.
O Hospital Sírio Libanês terá dois projetos: um com R$ 2,5 milhões para oferecer melhor apoio a pessoas com problemas ligados a jogos e apostas, dentro da Rede de Atenção Psicossocial; e outro com R$ 2 milhões para melhorar a conexão e troca de informações na Rede Nacional de Dados em Saúde.
Além disso, foi alterado um projeto de R$ 29 milhões do A.C. Camargo Cancer Center, que foca na coordenação do cuidado a partir da Atenção Primária à Saúde.
Todos esses projetos são acompanhados e avaliados pelo Ministério da Saúde para garantir que sigam os princípios do SUS e atendam às necessidades da população.
Com informações do Governo Federal
