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domingo, 15/02/2026

Primo de crianças desaparecidas em Bacabal ajuda nas buscas após alta

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Em Brasília

BRUNA FANTTI
FOLHAPRESS

Um menino de 8 anos, primo de duas crianças que ainda estão desaparecidas no interior de Bacabal, no Maranhão, recebeu alta do Hospital Geral na terça-feira (20), depois de ficar internado por 14 dias.

As buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, já duram três semanas e ainda não há informações concretas sobre onde os irmãos estão.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão informou que o menino, logo após sair do hospital, recebeu permissão judicial para participar das buscas. Ele acompanhou os policiais e indicou o caminho que fez com os primos até uma cabana velha chamada casa caída, que fica a cerca de 50 metros do rio Mearim.

O menino foi encontrado no dia 7 de janeiro por carroceiros numa estrada de terra em Bacabal.

O governo do Maranhão disse que ele continuará recebendo acompanhamento psicológico e vai ajudar com informações para tentar encontrar os primos.

As equipes concentram as buscas em um local onde cães farejadores sentiram a presença das crianças. Militares da Marinha estão usando um equipamento subaquático chamado side scan sonar para investigar cerca de três quilômetros do rio Mearim.

Nesta terça-feira (20), foi restringida a entrada de pessoas que não fazem parte da força-tarefa na região do rio e no ponto de busca.

Entenda o caso

Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4 anos, desapareceram no dia 4 de janeiro depois de saírem para brincar na comunidade quilombola de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA). Eles estavam com o primo de 8 anos, que foi encontrado três dias depois, fraco, a cerca de quatro quilômetros do local.

O menino resgatado contou que entrou na mata com os primos e passou por uma casa abandonada, onde eles se separaram porque estavam cansados.

Cães farejadores confirmaram que há vestígios das crianças naquela área. Mais de 500 pessoas participam das buscas, com apoio das forças de segurança, voluntários e da Marinha, que está usando sonar para vasculhar o rio Mearim, enquanto a Polícia Civil continua investigando o caso.

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